ARTIGO

Teorias sobre o funcionamento dos discos voadores

Por Alexandre Minoro Ito | Edição 261 | 09 de Setembro de 2018

NÃO HÁ
Créditos: ALEXANDRE JUBRAN E RAFAEL AMORIM

Teorias sobre o funcionamento dos discos voadores

O contato com seres extraterrestres no plano físico, seja em que grau for, é sempre uma experiência reveladora em questões de consciência cósmica, desconcertante no nível intelectual e deslumbrante em termos físico-sensorial. Mas também pode ser assustadora, dependendo da natureza do contato e de quem o tem. Presenciar uma manifestação ufológica genuína é, no mínimo, desconcertante, como sabem todas as testemunhas.

Quem já viu um UFO resplandecente no céu ou já teve uma interação física com seus ocupantes testemunhou ou experimentou fenômenos que fogem ao senso comum, como, por exemplo, capacidade de manobras bruscas, estranhas e erráticas por parte dos veículos, sensações de frio ou de calor, luz intensa, pelos eriçados, odores estranhos, náuseas, diarreias e sensibilidade à luz, entre outros. Aqui também podemos incluir marcas no solo e na vegetação, quando há pousos ou grande proximidade do aparelho a árvores e vegetação rasteira. Diante dessas manifestações incomuns, todos nos perguntamos como isso é possível e, principalmente, como podemos lidar com tal tecnologia com nossa limitada compreensão do que é cientificamente possível?

Este artigo pretende exercitar nossa compreensão através de alguns insights baseados em pesquisas científicas de vanguarda e em estudos de casos ufológicos, a fim de elaborar uma teoria sobre algumas tecnologias que possivelmente seriam as utilizadas por nossos visitantes — claro, como toda teoria, esta também pode ser descartada por novas descobertas. Afinal, essa é a natureza verdadeira da pesquisa e progresso científicos.

Propulsão e sustentação

A propulsão e a sustentação dos UFOs talvez sejam um dos mais intrigantes mistérios envolvendo a fenomenologia ufológica, senão o maior deles. Chega a ser assombrosa a capacidade de manobra dos veículos controlados pelas espécies que nos visitam. Porém, é necessária uma visão ampla de todo o processo envolvido, incluindo-se os efeitos físicos experimentados por testemunhas quando na proximidade dos aparelhos, para imaginarmos e entendermos possíveis meios de sustentação e deslocamento.

Alguns dos efeitos observados incluem luminescência variável em intensidade e cores, ruídos similares a zumbidos elétricos, de catracas ou algo parecido com ruídos de aparelhos de ar-condicionado, além de altíssima velocidade. Levando-se em consideração tais fenômenos, uma hipótese plausível seria o uso de tecnologia baseada em alguma forma de radiação eletromagnética ionizante, que gere como subproduto — quando na atmosfera ou em meios fluídicos — luminescência intensa com variações de cores. Essa forma de radiação poderia ser concentrada em um ou mais focos estreitos e direcionáveis, análogos a vetores de empuxo.

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Alexandre Minoro Ito

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