ARTIGO

Situações que explicariam a falta de contato de outras espécies cósmicas com a humanidade

Por Robert Hastings | Edição 59 | 01 de Outubro de 2011

Teoria da não interferência
Créditos: arquivo ufo

Situações que explicariam a falta de contato de outras espécies cósmicas com a humanidade

Veja quais são os quatro principais cenários que justificariam ainda não ter havido um contato oficial com nossos visitantes. Esse quadro foi composto a partir de dados disponíveis sobre o Fenômeno UFO e raciocínio indutivo. As situações apresentadas são previsíveis a partir do conhecimento da presença alienígena na Terra, e poderiam estar ocorrendo simultaneamente no planeta se mais de uma raça alienígena estiver agindo em nosso meio, o que parece óbvio. Nesse caso, evidentemente, teríamos questionamentos ainda mais sérios a fazer sobre a manifestação de outras espécies cósmicas na Terra, como apresentado no texto.

Talvez os visitantes alienígenas estejam engajados em algum estudo com base em observação, sem o intento de fazer um contato aberto — exceto daqui a muito tempo, quando a humanidade já estiver mais avançada ou for, pelo menos, não tão violenta. A série de enorme popularidade Jornada nas Estrelas prevê hipoteticamente que esse tipo de protocolo de não interferência, chamado de Primeira Diretriz, seria praticado por qualquer raça pacífica, avançada, de seres que exploram ou no mínimo monitoram mundos menos avançados. Otimista, Jornada nas Estrelas vê o dia em que os humanos também alcançarão o status de avanço tecnológico e de raça pacífica, mas em um ponto relativamente distante no futuro.

crédito: don farrall
Teoria da interferência limitada
Teoria da interferência limitada

É possível que os visitantes estejam envolvidos em uma espécie de reconhecimento, mas limitando a intervenção por razões éticas — uma Primeira Diretriz modificada com o intuito de nos dar um sinal de sua preocupação ou insatisfação. Se for esse o caso, essa interferência externa, principalmente de forma contínua, representaria um entrave perturbador para qualquer nação com capacidade nuclear. Portanto, o governo de tal nação se empenharia em esconder tais interferências em seu sistema de armas estratégicas de seus cidadãos, e mais ainda de seus inimigos internacionais. Claro que podem existir outros tipos de interação alienígena limitada com humanos, talvez incluindo a abdução de um número pequeno de pessoas para estudo científico, ou mesmo para uso em experimentos em engenharia genética.

crédito: Luca Oleastri
Teoria da interferência crescente
Teoria da interferência crescente

Em conjunção com as condições anteriores, talvez nossos visitantes estejam fazendo um programa de educação pública para os humanos, no qual certos tipos de comportamento exibicionista — como os voos raros sobre grandes áreas metropolitanas — tenham o objetivo de familiarizar aos poucos a nossa espécie com a realidade e a presença aqui de uma ou mais raças avançadas. Esses incidentes recebem uma vasta publicidade, até em nível global. O comportamento de não confrontação por um período prolongado teria o efeito positivo de elevar a consciência humana coletiva em doses pequenas e seguras. Tal estratégia por parte de nossos visitantes poderia abrir o caminho para o contato final e inequívoco com os humanos, minimizando as potenciais interferências causadas por um tipo mais brusco de contato.

crédito: mark huesman
Teoria da interferência não desejada
Teoria da interferência não desejada

Talvez nossos visitantes sejam observadores científicos de diversas sociedades planetárias, mas sem um interesse real em interagir formalmente com nenhuma delas, ou seja, em fazer contato. Se isso for verdade, então o comportamento indiferente dos pilotos dos UFOs é razoável e explicável. Nem os nossos antropólogos participam dos atos das diversas sociedades por eles estudadas. Se o fizessem, comprometeriam os dados coletados. Extraterrestres mais avançados poderiam ter uma atitude semelhante. Embora se acredite que o comportamento dos visitantes seja mais sugestivo de um contato final com os humanos, essa teoria sobre os antropólogos alienígenas não pode ser descartada.

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Sobre o Autor

Robert Hastings

Robert L. Hastings é um dos mais importantes pesquisadores da presença alienígena na Terra na atualidade. O ufólogo já teve sua primeira oportunidade de observar aos 16 anos, na tela de controle de tráfego aéreo da base onde seu pai servia, o sinal de um objeto voador não identificado, bem como de sentir a política de se manter em sigilo tal tipo de ocorrência. Sua especialidade hoje é a atividade ufológica em locais onde há arsenais nucleares, tema em que é reconhecido mundialmente como um dos maiores experts. Desde 1973, Hastings já entrevistou mais de 80 militares da USAF, tanto da ativa quanto da reserva, que tiveram algum envolvimento em casos do gênero. Essas testemunhas relatam contatos extraordinários com UFOs, cujas implicações têm óbvia relevância para a segurança nacional dos Estados Unidos e para todo o planeta. Desde 1981 Hastings já fez palestras em mais de 500 faculdades e universidades de seu país, sempre apresentando farta documentação para sustentar suas afirmações. Hastings estudou microscopia eletrônica na faculdade San Joaquin Delta, em Stockton, Califórnia, e recebeu um certificado em aplicações da ciência de materiais. Entre 1988 e 2002, trabalhou como analista de laboratório para a Phillips Semiconductors, em Albuquerque, Novo México. Seu extenso trabalho ganhou notoriedade recentemente quando foi lançado seu primeiro livro UFOs and Nukes, que em sua versão original tem mais de 600 páginas de sólida documentação, e que agora é lançado no Brasil pela coleção Biblioteca UFO. Hastings foi uma das grandes estrelas do III Fórum Mundial de Ufologia, realizado em Curitiba, em junho de 2009. É consultor da Revista UFO em Albuquerque, Novo México.

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