Edição 30
DESTAQUE

Seqüelas produzidas pelos ataques alienígenas

Por
01 de Nov de 2004
Créditos: Julien Marchand

Os efeitos das chamadas radiações luminosas sobre a fisiologia humana são deveras semelhantes e por vezes idênticos aos dos feixes luminosos dos ufonautas. Luzes tremeluzentes ou cintilantes coloridas, sons e zumbidos monótonos etc, compõem as técnicas luminoso-indutivas hipnóticas, estimulando estados de medo, fixação e fascinação, paralisia, sonolência, torpor etc. Completada a indução psíquica, manifesta-se a catalepsia rígida, com efeitos sobre o sistema neurovegetativo, a percepção etc.

Os feixes e raios luminosos de freqüências de ondas e conseqüentemente de cores diferenciadas compõem a ampla gama de versáteis armamentos que equipam os UFOs e provocam os mais variados efeitos e danos em objetos, pessoas e animais. Luzes são os meios mais comumente empregados nos casos de agressão. Por esse motivo, alguns pesquisadores elaboraram esquemas sintomatológicos baseados na coloração e no espectro dos feixes ou raios emitidos pelos UFOs ou por ufonautas. É preciso ressalvar, entretanto, que esses sintomas nem sempre coincidem, havendo testemunhas que presenciaram o mesmo tipo de fenômeno mas não sofreram conseqüências similares, ou mesmo não tiveram reação. Em síntese, os efeitos, seqüelas somáticas e psicológicas verificados nos casos de agressão por UFOs são os descritos no texto.

O popular raio laser, por exemplo – que é uma fonte de luz monocromática, muito intensa, coerente e colimada, na qual a emissão de radiação se faz pelo estímulo de um campo externo, com aplicações variadas, gerando desde poucos miliwatts até dezenas de miliwatts – provoca nos organismos queimaduras mais ou menos graves, lesões oculares, cegueira temporária e alterações metabólicas, náuseas e diarréias. Protótipos chegaram a ser usados durante a intervenção norte-americana na Somália. Considerando que os efeitos do raio de Araçariguama e dos casos que se seguiram nada têm a ver com os raios naturais conhecidos ou com os aparelhos mais avançados que nossa ciência pudesse fabricar nas épocas em que aconteceram, ou mesmo muitas décadas depois, resta especular que devem ter sido emanados de uma fonte aparentemente estranha às que podem ser encontradas em nosso mundo, constituindo, portanto, em produtos de uma ciência que, não sendo nossa, quiçá fosse extraterrestre. No entanto, como vimos, cientistas e militares terrenos já vinham trabalhando secretamente em armas com tais poderios e certamente testando ocultamente os seus efeitos e capacidades destrutivas na população. Teria o Fenômeno UFO consistido uma fachada perfeita para encobrir suas operações?

Principais prejuízos causados à saúde

Os feixes e raios luminosos de freqüências de ondas e cores diferenciadas compõem a ampla gama de versáteis armamentos que equipam os UFOs e provocam os mais variados efeitos e danos em objetos, pessoas e animais. Luzes são os meios mais comumente empregados nos casos de agressão. Por esse motivo, alguns pesquisadores elaboraram esquemas sintomatológicos baseados na coloração e no espectro dos feixes ou raios emitidos pelos UFOs ou por ufonautas. Em síntese, os efeitos, seqüelas somáticas e psicológicas verificados nos casos de agressão por UFOs são os seguintes:

Laranjas: pruridos, eritemas, urticárias, paralisias e etc

Azuis ou violetas: manchas na epiderme, quedas de cabelo, dores na coluna

Vermelhos: queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus e dores diversas

Verdes: manchas, náuseas, queimaduras graves e morte por leucemia

Brancos e amarelos: perturbações da visão, tonturas, náuseas, amnésia e etc

Casos Aterradores: O lado hostil do Fenômeno UFO

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Nov de 2004

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