ARTIGO

Robert Salas concede entrevista no Brasil

Por Equipe UFO | Edição 206 | 01 de Dezembro de 2013

O norte-americano Robert Salas segue sua determinação de revelar o que sabe sobre UFOs e armas nucleares
Créditos: Jovanir Medeiros

Robert Salas concede entrevista no Brasil

Em sua mais recente viagem ao Brasil, em junho deste ano, para participar do I Fórum Mundial de Contatados, o capitão aposentado Robert Salas impressionou a todos com sua palestra Vinte Anos de Experiência com UFOs. De testemunha de um dos mais sérios casos envolvendo UFOs e mísseis nucleares ele se tornou pesquisador do tema e há 20 anos vem colhendo centenas de depoimentos de seus colegas militares que também tiveram experiências similares às dele. Durante o evento, Salas concedeu uma entrevista ao conselheiro especial da Revista UFO, Wilson Picler. Professor e suplente de deputado federal, Picler tem oferecido inestimável ajuda à Ufologia Brasileira, participando, apoiando e divulgando inúmeras iniciativas da Revista UFO. Veja a seguir alguns trechos da entrevista.

Quantos países o senhor já visitou falando sobre sua experiência?
Muitos. Por exemplo, estive no Reino Unido, França, Peru, Argentina e agora venho ao Brasil.

O senhor poderia descrever o que lhe aconteceu e à sua equipe quanto aos UFOs naquele ano?
Em 1967 eu era oficial de lançamento de mísseis em uma base aérea e controlava 10 projéteis nucleares. Se recebêssemos ordens, deveríamos lançar tais armas sobre nossos então inimigos, a União Soviética e a China. Na noite de 24 de março de 1967 eu recebi um telefonema dos guardas do lado de fora dos silos onde os mísseis eram guardados dizendo que estavam vendo luzes estranhas no céu, voando rápido e fazendo manobras estranhas, para frente e para trás, para cima e para baixo.

O que o senhor pensou que fossem?
A princípio não dei atenção, mas na ligação seguinte eles estavam aterrorizados, gritando ao telefone e dizendo que viam um objeto oval e avermelhado com uns 15 m de comprimento. Não sabia o que estava acontecendo e achava que podia ser um ataque. Era algo novo, incrível. Então, eu e meu comandante olhamos para o painel de controle dos 10 mísseis e eles foram desligados, o que não poderia ocorrer — eles deveriam estar de prontidão, mas aparentavam estar inutilizados.

Era algo muito grave?
Sim, gravíssimo. Temporariamente perdemos os 10 mísseis termonucleares de longo alcance, capazes de atingir a União Soviética, enquanto um UFO estava sobre nós. Depois descobrimos que uma semana antes o mesmo fato aconteceu com os mísseis de outro setor.

O senhor recebeu ordens para não tratar do assunto publicamente?
Eu tive que assinar um documento dizendo que nunca deveria falar sobre o que aconteceu, pois aquilo era secreto. E nunca falei a respeito de tais fatos até 1994, quando pensei que a Força Aérea já havia revelado o incidente. Então pedi a ela documentos, que depois me enviaram, e comecei a falar publicamente a respeito. Posteriormente descobri que, na verdade, os documentos eram sobre outro incidente — mas mesmo assim continuei falando sobre minha experiência.

O senhor acha que os UFOs são veículos extraterrestres?
Certamente. Não há dúvida de que esses objetos não foram construídos na Terra por causa de seu desempenho e do que eles são capazes de fazer. Eles entendem nosso sistema de mísseis muito bem e sabem exatamente como funcionam. O que fizeram em março de 1967 foi nos mandar uma mensagem — a de que devemos abolir os arsenais nucleares, que podem ocasionar uma terrível catástrofe ao nosso planeta.

O capitão Robert Salas continua tratando do tema e, após lançar seu livro Faded Giant [Book Surge Publishing, 2005], em coautoria com James Klotz, segue incansável revelando casos em que UFOs interferiram ou inutilizaram arsenais termonucleares. “A história do capitão é extraordinária e deve ser do conhecimento de todos por sua extrema gravidade”, afirmou o entrevistador de Salas, o professor Wilson Picler. Ele já tinha tido destacado papel durante as Audiências Públicas sobre Abertura em Washington, em maio passado, ao discursar pelo banimento dos armamentos nucleares. “Somente um planeta isento de energia atômica para fins bélicos será respeitado pelos povos espaciais”, afirmou Picler.

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