ARTIGO

Quedas de UFOs no mundo

Por Thiago Luiz Ticchetti | Edição 53 | 01 de Maio de 2007

As quedas de UFOs, ao contrário do que se pensa, vêm ocorrendo há muito tempo e sendo registradas ao longo dos últimos séculos
Créditos: Taken/Fox

Quedas de UFOs no mundo

Oceano Índico
Setembro de 1862

Um velho marinheiro dinamarquês contou a um repórter do jornal Houston Post que quando navegava pelo Oceano Índico sua tripulação foi pega de surpresa por uma tempestade. O navio sofreu avarias, mas ele e seus companheiros conseguiram chegar até uma pequena ilha rochosa. Enquanto a tempestade continuava forte, eles viram uma estranha aeronave – tão grande quanto um navio de guerra –, com quatro asas ao longo de sua estrutura, colidir num penhasco. Os homens foram investigar o objeto e descobriram estranhos utensílios e mobílias em seu compartimento interno, como também alimentos. Encontraram ainda corpos de 12 homens, vestidos com estranhas roupas. “Eles deviam possuir cerca de três metros de altura”, relatou.

A descoberta deixou um dos marinheiros atordoado, o que o levou a despencar de um penhasco. Após jogarem os corpos do seres no oceano, os outros marinheiros construíram uma balsa com o material da aeronave acidentada. Foram resgatados por um navio russo três dias depois do incidente. Infelizmente, mais três marinheiros morreram durante este trajeto, devido aos ferimentos e às terríveis tensões mentais. A pessoa que contou esta história, um homem identificado apenas como Oleson, declarou que tinha uma prova: um enorme anel feito de um metal desconhecido.

Tunguska, Sibéria
30 de junho de 1908

Na manhã do dia 30 de junho de 1908, aconteceu uma tremenda explosão sobre a região de Tunguska, na Sibéria. Os aparelhos sismógrafos de todo o mundo registraram o impacto. Uma enorme área de floresta foi devastada e uma coluna de fumaça foi vista sobre a região russa. Várias expedições científicas foram enviadas ao local, mas como era pantanoso e distante da civilização, uma investigação mais profunda só foi possível muitos anos depois do evento. Em 1961, a Academia de Ciências da União Soviética patrocinou duas expedições – uma liderada por Kyrill Florensky e outra por Alexei V. Zolotov. Os dois grupos tiraram conclusões diferentes.

Florensky acreditava que as evidências apontavam que o causador da devastação tinha sido um cometa, mas Zolotov achava que tinha acontecido uma explosão nuclear. Isso foi baseado na forma com que as árvores foram derrubadas e ao fato de que aquelas atingidas diretamente continuaram em pé. Esse padrão assemelha-se ao observado nos vegetais atingidos em testes nucleares. Estava claro que o evento em Tunguska não tinha relação com a queda de um meteoro, já que não fora encontrada cratera alguma. Além disso, todas as crateras que são descobertas no planeta contém resíduos materiais dos meteoros, o que não se deu. Por esta razão, e devido ao fato de que os efeitos da explosão lembravam muito uma detonação nuclear, desenvolveu-se a teoria de que na região de Tunguska houve a explosão de uma nave movida à energia nuclear.

Pesquisas posteriores puderam comprovar que a área apresentava níveis de radioatividade maiores do que o normal, o que sustentou ainda mais a teoria. E como não havia uma pesquisa atômica naquela época, concluiu-se que a aeronave era de origem alienígena. Entretanto, o doutor James A. Van Allen, astrofísico e descobridor da teoria dos cintos de radiação que circundam a Terra, depois de rever as evidências, rendeu-se à teoria do meteoro. Ele mostrou que a energia cinética potencial poderia ter sido a responsável pela devastação. Se o cometa se desintegrou no ar, o resultado da explosão dele criaria o que se viu na Terra. Testes conduzidos pelos soviéticos, usando explosivos convencionais, confirmaram que uma detonação aérea criaria os mesmos efeitos. Em outras palavras, a explosão foi necessariamente nuclear.

O astrofísico também mencionou que, embora os tipos de radiação fossem parecidos com o de uma explosão nuclear, a sua medição não havia sido feita até as últimas expedições. Por isso, os altos níveis de radiação poderiam ter sido encontrados em outras áreas. E argumentou que o Césio 138 já havia sido encontrado certa vez numa nevasca que caiu sobre Iowa City, local bem distante de testes nucleares. Entretanto, uma investigação final realizada por cientistas da Administração Nacional Aeronáutica e Espacial e da Universidade de Wisconsin, que estudaram os dados colhidos na região, concluiu que o que causou o episódio em Tunguska foi nada mais do que um asteróide, que explodiu entre 15 e 20 km de distância do solo. A detonação destruiu o asteróide e criou uma onda de choque que causou os danos. Não existe uma cratera exatamente porque a explosão foi na atmosfera e como a área é pantanosa os destroços foram absorvidos.

Van Allen, por sua vez, explicou que os destroços meteóricos foram encontrados. Se aquilo tivesse sido um cometa, não haveria uma enorme rocha e sim uma pequena pedra do tamanho de uma bola de tênis. Num universo de mais de 150 teorias, uma das mais espetaculares foi a apresentada pelo pesquisador russo Valeri Bourdacov, no XXI Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e X Conferência Internacional de Ufologia, que aconteceu em Curitiba (PR), no ano de 2000. Segundo o pesquisador russo, uma nave alienígena teria entrado na atmosfera e depois sobrevoado a área de Tunguska, a sete quilômetros de altitude. O objeto teria três motores atômicos e quando os acionou para deixar o lugar, causou os danos encontrados por lá. Como provas, relacionou alguns testemunhos e evidências, como a taxa de radiação nos anéis de idade das árvores que sobreviveram à explosão [Pode-se determinar a idade das árvores através das faixas concêntricas existentes no seu tronco e através de sua exposição a fatores ambientais].

crédito: A. Konrado
Ufólogos e cientistas trabalham com a hipótese de que um UFO composto de antimatéria tenha explodido sobre Tunguska, na Sibéria, Rússia, em 1908
Ufólogos e cientistas trabalham com a hipótese de que um UFO composto de antimatéria tenha explodido sobre Tunguska, na Sibéria, Rússia, em 1908

Fronteira entre Alemanha e Suíça
Em 1945

O testemunho a seguir não é muito conhecido. Ele foi trazido à tona pelo pesquisador Jean-Michel Lesage, no seu livro The Occult Manipulation [A Manipulação Oculta]. A pessoa que contou este caso a Lesage foi um velho prisioneiro belga, através de duas pessoas que lhe prestaram ajuda na época da guerra: um prisioneiro norte-americano e uma enfermeira alemã. Segundo o prisioneiro, “...nós estávamos ao sul da Alemanha, na fronteira com a Suíça, no momento em que a Força Aérea aliada despejou uma ofensiva contra as tropas alemãs. Nesta hora, um objeto discóide foi avistado pelos bombardeiros e atingido pelas metralhadoras das conhecidas ‘Fortalezas Voadoras’. Ele começou a cair como uma folha seca e só parou quando atingiu o solo, no meio de uma floresta”.

As testemunhas não estavam muito longe do local da queda e puderam ver, de camarote, uma cena que com certeza ficou marcada em suas mentes por toda sua vida. Do objeto, que parecia não ter sofrido uma grande avaria, saíram cinco ou seis pequenos humanóides, portando capacetes que apresentavam tubos de respiração. Eles permaneceram fora do objeto, que explodiu subitamente. O Exército alemão não demorou a chegar. Eles recolheram as criaturas, sendo que uma delas estava viva. Depois isolaram a área. Foram necessárias 48 horas para que uma equipe especializada em resgate chegasse à região. Parecia que eles estavam muito habituados com aquele tipo de aeronave. Removeram a parte superior, a cúpula, do resto da nave, e enterraram-na rapidamente, já que as tropas aliadas aproximavam-se do local.

Os técnicos alemães não tinham tempo de auxiliar as criaturas e por isso pediram ajuda à enfermeira. O pequeno ser vivo foi imediatamente levado para o hospital onde já se encontravam os prisioneiros feridos. Seu quarto tinha acesso proibido, mas com o consentimento da enfermeira o militar belga pôde ver a criatura. “Ela tinha cabelos como o rabo de um cavalo, seus olhos eram grandes e seu nariz muito fino”, relatou.

Lago Barke, Suécia
09 de julho de 1946

Uma testemunha observou um objeto alternando luzes azuladas e esverdeadas ir na direção norte e mergulhar no Lago Barke. No dia seguinte, na localidade de Bjorkon, próxima ao lago, várias pessoas viram quando um projétil liberando uma fumaça luminosa caiu numa praia, provocando uma cratera de um metro na areia e liberando um material que logo virou pó. O repórter de um jornal encontrou um cilindro de 30 m de diâmetro. As autoridades militares investigaram o caso e apresentaram ambíguos resultados sobre o episódio. No final, afirmaram que as testemunhas tinham imaginado coisas.

Lago Mjosa, Suécia
18 de julho de 1946

Dois mísseis de dois metros de comprimento cada, com asas de 90 cm, caíram dentro do Lago Mjosa, causando uma notável turbulência. Quando estavam voando, as asas pareciam agitar-se, como se fossem feitas de pano. No dia seguinte, no Lago Kolmjarv, também na Suécia, testemunhas viram um objeto cinza com asas, em forma de foguete, mergulhar na água. Militares conduziram uma busca na região por três semanas, mas nada foi encontrado. Quase 40 anos depois, o ufólogo Clas Svahn interrogou algumas das testemunhas civis e militares. Um oficial da Força Aérea disse que o objeto tinha sido feito de um material muito leve, que se desintegrava facilmente.

Sudeste da Suécia
12 de agosto de 1946

Um objeto em forma de charuto, de 1,5 m de comprimento, expelindo fumaça, passou por cima de uma pequena cidade e depois pousou numa ilha desabitada. A densa e fechada vegetação desencorajou as buscas do objeto. Outro caso na Suécia ocorreu em Mälmo, 16 de agosto de 1946. Um dos foguetes fantasmas, mísseis não identificados vistos durante o verão nesta região sueca, explodiu em Mälmo, quebrando janelas e lançando fragmentos. Mais um episódio deu-se no sudoeste do país, em outubro de 1946. Duas pessoas que estavam na beira de um lago ouviram um estranho barulho que chamou sua atenção para um objeto que surgiu sobre algumas árvores. Elas descreveram-no como sendo parecido com um pequeno dardo, com asas e uma ponta redonda.

Cidade do México, México
Em 1950

Ray L. Dimmick relatou que um disco voador, com apenas 10 cm de altura, havia caído e matado seu piloto. As autoridades mexicanas isolaram a área e removeram os destroços. A princípio, Dimmick havia dito que tinha visto a nave pousada, mas depois mudou sua versão, afirmando que dois amigos é que haviam lhe contado a história. Na verdade, tudo que ele observou foi um pedaço de metal de 1,5 m de largura.

Copenhague, Dinamarca
18 de fevereiro de 1950

O fazendeiro Christian Sandersen e sua esposa viram dois UFOs sobre sua propriedade. Um deles permaneceu no céu enquanto o outro pousou e desintegrou-se em milhares de pedaços.

Argentina
10 de maio de 1950

O engenheiro Enrique Caretenuto Botta relatou que enquanto dirigia pelo interior da Argentina viu um disco voador pousado num campo. Curioso, parou seu carro e entrou dentro da nave por uma porta. Examinou vários instrumentos e encontrou corpos de três pequenos seres. Depois de tocar num deles, entrou em pânico e saiu da nave. Cinco dias depois, retornou ao local com dois amigos. A nave tinha ido embora. Eles encontraram no chão um monte de cinzas e acima de suas cabeças havia um objeto cilíndrico e dois discos pequenos. Após alguns segundos os dois objetos entraram no UFO, que tornou-se avermelhado e desapareceu.

Ilha de Spitsberg, Noruega
09 de setembro de 1952

A época real desse evento é bem contraditória, possivelmente antes de junho de 1952. A data de 09 de setembro, no entanto, é baseada nas investigações realizadas pelo Projeto Blue Book. A conclusão dos investigadores do projeto foi de que a história era uma fraude, e nos anos que seguiram não apareceram novas evidências que alterassem essa conclusão. Um artigo publicado no jornal alemão Saarbrucker Zeitung, no dia 28 de junho de 1952, dizia que um disco prateado, com um domo de fibra de vidro, tinha sido encontrado na Ilha de Spitsberg. O objeto era de origem soviética. As autoridades militares norueguesas fizeram um estudo detalhado. Segundo o relatório, o disco tinha 4.888 m de diâmetro, era feito de um metal desconhecido, possuía instrumentos em russo e podia voar a uma altitude de 160 km. A informação divulgada pelo jornal alemão foi transcrita em vários livros publicados nos dois anos seguintes.

crédito: Cortesia Ahrus Rasmussen
Lago em Spitsberg, na Noruega, onde teria se acidentado um disco voador em 1952, segundo informações do relatório final do Projeto Blue Book
Lago em Spitsberg, na Noruega, onde teria se acidentado um disco voador em 1952, segundo informações do relatório final do Projeto Blue Book

Quando a história ressurgiu nos anos 60, outros pesquisadores a investigaram e concluíram que era uma farsa, confirmando o que a Força Aérea tinha em mente. Mas Frank Edwards, autor do livro Flying Saucers – Serious Business [Discos Voadores – Assunto Sério] deu uma nova vida à história ao escrever para um membro do governo norueguês. Ele também citou um artigo da revista Stuttgarter Tageblatt. Isso deu ao Caso Spitsberg uma data e um nome, o do coronel Gernold Darnbyl. Mais informações foram prestadas por Steinman no livro UFO Crash at Aztec [Queda de UFO em Aztec], no México, incluindo o fato de que sete corpos foram resgatados. Mas ao que tudo indica, Steinman misturou os dois casos em um só. O grande problema com este relato é que não se pôde encontrar a fonte original. Além disso, os autores do caso e um repórter identificados apenas como J. M. M. e Sven Thygesen não foram identificados. Aqueles que realizaram uma investigação sólida atestam que o caso não é verdadeiro.

Heligoland, Alemanha
01 de novembro de 1952

Embora ninguém tenha visto um objeto pousar em Heligoland, acredita-se que ele provavelmente tivesse tido problemas atmosféricos criados pela explosão de bombas de hidrogênio. O cientista norueguês Hans Larsen Loberg disse que o episódio não foi um acidente, já que o objeto e os instrumentos estavam em prefeito estado. Contudo, deitados ao lado da nave jaziam os corpos de sete alienígenas, todos completamente queimados. Um relatório sobre o incidente mencionava que os seres tinham entre 25 e 30 anos de idade e 1,83 m de altura.

Chile
14 de fevereiro de 1957

O jornal chileno La Prensa publicou uma reportagem relatando que no dia 14 de fevereiro de 1957 as autoridades locais haviam descoberto um objeto translúcido, de 915 m, na fronteira com a Bolívia, na borda de um vulcão. Embora as autoridades tenham investigado o caso, nada mais foi dito a respeito.

Frdynia, Polônia
Em 1959

Testemunhas observaram um objeto cair num porto de Frdynia. Mergulhadores encontraram o pedaço de um metal brilhante, que foi examinado pelo Instituto Politécnico e pela Marinha. Vários dias depois, foi relatado que um corpo havia sido trazido pela maré até uma praia. Ele foi resgatado para estudos.

Lago Onega, Rússia
28 de abril de 1961

Naquela data, um grupo de caçadores observou a aproximação de um UFO sobre o Lago Onega. O objeto tinha o formato ovóide e o tamanho aproximado de um avião comercial. Estava a uma altitude muito baixa, mas à grande velocidade, o que o levou a se chocar com o solo, provocando um estrondo muito grande e causando consideráveis danos na máquina, antes de se reerguer e sumir de vista. Fora o barulho do impacto, nenhum outro som relacionado ao objeto foi ouvido.

A colisão abriu três crateras na vegetação e marcas nas rochas que circundavam o lago. Caçadores encontraram uma gosma verde e gelada no local, que depois de analisada revelou a presença de elementos químicos, tais como alumínio, cálcio e bário, como também um composto orgânico desconhecido. Havia ainda partículas metálicas muito resistentes à alta temperatura e ao contato com ácidos. Não eram radioativas. O major Anton Kopeikin, engenheiro do Exército soviético, estava no comando do grupo que recuperou e investigou o material, supostamente enviado para o Instituto Tecnológico de Leningrado.

Ayo-Ayo, Bolívia
Julho de 1962

Enquanto os EUA e a ex-União Soviética davam seus primeiros passos na órbita terrestre, em julho de 1962 uma cápsula espacial caiu na pequena cidade de Ayo-Ayo, localizada a 48 km da capital La Paz. O objeto tombou numa profunda ravina, muito distante da civilização.

Puerto Deseado, Patagônia Argentina
18 de março de 1966

Uma informação distribuída em 1978 pela Empresa de Distribuição e Publicação Universal, localizada em Chicago (EUA), relatou o incidente protagonizado pelo agricultor argentino Carlos Corosan, de 35 anos, segundo o qual a prova de que os UFOs existem descansa no fundo do oceano. Corosan talvez tenha sido testemunha de um dos fatos mais transcendentais ocorridos na Argentina. Ele passeava por uma praia próxima de Puerto Deseado, na Patagônia, por volta das 16h00, desfrutando da brisa fresca do Atlântico Sul. De repente, um som desagradável feriu-lhe os ouvidos, interrompendo seus pensamentos. Olhando para cima, viu um objeto parecido com um charuto que, lentamente, como se estivesse boiando, deslocava-se a pouca altura sobre as tranqüilas águas do Golfo de San Jorge, a uma distância de 30 m do lugar que se encontrava. “O objeto media entre 25 e 30 m de largura e soltava uma espécie de fumaça cinzenta. Parecia um automóvel, cujo motor falhava. Estou certo de que o objeto era construído com metal de algum tipo, pois refletia os raios do Sol poente”, disse a testemunha.

A cor do metal era cinza-escura e aparentemente possuía uma textura suave. O objeto não mostrava marcas nem janelas. “De repente o UFO se deteve, parou e soltou uma fumaça muito negra”. Corosan ficou convencido de que a nave não era terrestre e, alarmado, correu para se proteger no meio de um grupo de árvores próximas, de onde continuou observando as estranhas manobras do misterioso intruso aéreo. O objeto se manteve imóvel, como se estivesse boiando, a uns 15 m de altura, sobre a superfície do oceano. Depois de permanecer estacionado por vários minutos, Corosan pôde observá-lo vibrar violentamente. “Parecia que ia explodir em mil pedaços”, contou. Em seguida, escutou um zumbido fortíssimo e outra erupção de vapor negro saiu da nave, que começou a subir lentamente, continuando a deslocar-se de forma errática, na direção norte-noroeste.

Corosan, já mais calmo, decidiu informar às autoridades sobre o que estava ocorrendo. Saiu às pressas da praia em direção à estrada. Depois de passar pelas dunas, escutou uma forte explosão, seguida por uma redução apreciável do zumbido. Parou para olhar, justamente a tempo de ver que o UFO se chocava contra as águas do golfo. “Nem sequer flutuou por um instante. Entrou na água com força e afundou rapidamente”. A testemunha ficou 30 minutos observando se havia sobreviventes, em vão. Antes de abandonar a praia, Corosan marcou o lugar onde estava observando o objeto e correu para a cidade para relatar o incidente às autoridades. Jamais houve comunicado oficial algum sobre este caso.

Sudão
17 de agosto de 1967

Um objeto quadrado e pesando três toneladas foi encontrado a 3,3 km de Kutum. Não havia marcas visíveis de danos. As autoridades fotografaram-no e cortaram alguns pedaços seus com dificuldade. Muitos pesquisadores acreditam que fosse apenas um satélite.

Orocue, Colômbia
12 de fevereiro de 1968

Moradores da cidade de Orocue afirmaram ter ouvido três grandes explosões, seguidas pelo avistamento de um objeto em forma de disco. Eles começaram uma busca na área. Encontraram um pedaço de metal grande, muito leve e resistente. Tentativas de cortá-lo para facilitar o transporte não funcionaram. Resolveram então levar o objeto intacto para Bogotá. Lá, o Departamento Aéreo Boliviano disse que os destroços eram de alguma aeronave espacial. O metal era liso, com exceção de algumas marcas pouco profundas resultantes das explosões. Emitia uma tonalidade alaranjada e verde e quando se tentava quebrá-lo com um martelo, parecia expandir um som. Declarações posteriores prestadas pelas autoridades militares norte-americanas afirmavam que os destroços eram parte de um satélite que havia penetrado a atmosfera.

Não é apenas na América do Norte que UFOs caem, mas em todos os continentes há indícios de quedas desses objetos. Na antiga União Soviética há um caso fantástico, assim como na Argentina, na Suécia, no Chile, na África do Sul etc
— Antonio Huneeus, ufólogo chileno, escritor e consultor da Revista UFO

Nepal
25 de março de 1968

Quatro objetos caíram no Nepal e foram resgatados. Alguns destroços foram enviados para a embaixada norte-americana em Katmandu, sendo que três deles seguiram para os EUA, para análises. O quarto objeto, em forma de cone, permaneceu no Nepal. Esta é uma das raras ocorrências que se sabe no país.

Lai, Chad
07 de outubro de 1970

Outro objeto foi visto cair na região de Lai, depois de sofrer três explosões e permanecer queimando por cinco dias. O objeto resgatado parecia com um tanque pressurizado e acredita-se ser de fabricação terrestre. Até hoje não há mais detalhes sobre a ocorrência.

Nova Zelândia
07 de abril de 1972

O Centro de Defesa Espacial da Nova Zelândia relatou a presença de dois objetos no radar de comando. Acredita-se que se acidentaram em algum lugar do país. Pelo menos um deles foi recuperado e levado para o Departamento de Polícia, em Christchurch. As autoridades soviéticas negaram que o objeto lhes pertencesse.

Espanha
15 de julho de 1974

Embora afirme-se que a fonte deste relato seja o boletim da APRO, após uma ampla busca em suas edições nada foi encontrado. A única informação disponível sugere que autoridades militares espanholas e cientistas tinham recuperado os destroços de um UFO na Espanha.

Villa Mercedes, Argentina
Maio de 1978

Numa noite de maio de 1978, a população de Villa Mercedes congestionou as linhas telefônicas da estação de rádio local com informações sobre o avistamento de 50 UFOs no céu da cidade. Otto Gall, o radialista que estava de serviço naquela noite, também correu para as ruas para ver o show: uma formação de UFOs de cor azul-esverdeado que, entre as 22h15 e 00h00, duplicou sua quantidade. Radioamadores de todo o país receptaram as rádios chilenas quando estas anunciavam que uma enorme formação de discos voadores acabara de entrar no espaço aéreo argentino.

Relatos posteriores indicaram que o avistamento foi seguido de uma grande explosão de um objeto que tinha se chocado contra o solo. A Guarda Nacional enviou o 210º Esquadrão para fazer uma operação pente-fino numa vasta área de difícil acesso em Baritú, Las Pavas e Los Toldos. O jornal argentino El Tribuno divulgou a notícia de que o objeto havia caído numa área pantanosa conhecida como Bolsón de Los Fantasmas, localizada próximo a cidade de Santa Victória. Entretanto, o general Victor González, do Alto Comando Argentino, disse que o objeto tinha despencado perto da cidade de Orán. O Exército argentino continuou a busca na fronteira boliviana, onde tomaram conhecimento de que seus vizinhos também estavam engajados na procura de outro UFO acidentado. O governo boliviano recusou-se a comentar sobre o assunto.

Puebla, México
Julho de 1977

Centenas de testemunhas puderam avistar vários objetos não identificados caindo em Puebla. Algumas imagens em vídeo foram feitas. A mobilização do Exército nos dias seguintes chamou a atenção de muitas pessoas, e começaram a surgir rumores de que um UFO havia caído nas montanhas locais. A cidade de Jopala, a leste de Puebla, tornou-se o alvo das investigações, já que seus moradores declararam que uma aeronave tinha explodido em pedaços na região. Vários professores também viram o fenômeno e apanharam os fragmentos do objeto. O mais curioso é que os moradores de Jopala foram agredidos por um grupo de pessoas (aparentemente norte-americanos) que desceram num helicóptero para recolher os destroços.

A imprensa divulgou uma notícia posteriormente, relatando que cientistas da NASA tinham visitado o local. Eram membros do grupo de resgate do Projeto Moon Dust. As análises de um dos fragmentos mostraram que a nave era composta de uma liga pura de metal, não encontrada naquela época. Pesquisadores norte-americanos também acreditam que houve uma outra colisão em Tobasco e que dois alienígenas foram encontrados mortos nos destroços.

Tarija, Bolívia
06 de maio de 1978

Três engenheiros do Banco Mineiro Boliviano, juntamente com alguns nativos, observaram um objeto comprido de aproximadamente quatro metros de diâmetro passar sobre suas cabeças. Ele caiu na lateral da Montanha Cerro Taire, causando uma grande explosão. A área foi isolada quando a palavra queda chegou aos ouvidos das autoridades. Notícias veiculadas pela imprensa afirmavam que o governo temia que os curiosos fossem contaminados com a radiação do objeto, suspeitando que ele fosse similar a um satélite soviético que havia caído no Canadá semanas atrás.

Um telegrama secreto foi enviado pelo Departamento de Estado Norte-Americano: “O caso está sendo investigado pelas agências do governo. Nenhuma correlação direta com algum objeto que possa ter entrado na atmosfera terrestre no dia 06 de maio pode ser feita. Contudo, ainda estamos considerando todas as possibilidades”. O Departamento de Estado se referia ao Aerograma do Estado A-6343, de 26 de julho de 1973, que provia informações básicas e procedimentos a serem utilizados com objetos do espaço que fossem encontrados. A mensagem terminava assim: “Qualquer evidência em particular com relação a observações pré-impacto, direção ou trajetória, números de objetos observados, hora do impacto e descrição detalhada, incluindo as marcas, serão de grande ajuda”.

Bueno Retiro, Bolívia

20 de agosto de 1979

A Embaixada Norte-Americana em La Paz foi informada sobre a colisão de um pequeno veículo artificial em terras bolivianas. O aparelho desconhecido tinha caído numa fazenda próxima ao vilarejo de Bueno Retiro. Gonzalo Menacho, um fazendeiro local, afirmou ter observado uma bola de fogo nas primeiras horas do dia 19 de agosto. Após o nascer do Sol, Menacho se surpreendeu ao ver um pequeno avião militar circulando a área, como se estivesse procurando algo. Junto com um amigo, Menacho encontrou uma esfera muito leve, do tamanho de três bolas de basquete, feita com um tipo de material desconhecido. Quando tentaram pegá-la, os militares que surgiam aos montes no local os advertiram, dizendo que o objeto não era extraterrestre e sim uma célula de combustível de um satélite. Um vídeo do resgate foi entregue à Força Aérea Norte-Americana.

Argentina
22 de agosto de 1981

Várias testemunhas declararam ter visto um disco voador colidir com o solo. Ele tentou parar a queda, mas explodiu, fazendo chover milhares de fragmentos. Aviões militares foram vistos sobre a área da queda instantes mais tarde. Uma busca no local revelou vários fragmentos e grandes pedaços de materiais desconhecidos. As autoridades argentinas movimentaram-se rapidamente, cercando a área e barrando os curiosos. Existem relatos de que dois corpos carbonizados foram encontrados.

Planície de Nullarbor, Austrália
Dezembro de 1984

Um dos mais interessantes casos ocorridos nas Planícies de Nullarbor, Austrália, envolveu um trem na Ferrovia Nacional Australiana. Em dezembro de 1984, Gary Edwards estava trabalhando para a Comissão da Ferrovia Nacional, como assistente da estação. Numa determinada noite, às 23h30, estava ouvindo rádio, única comunicação entre ele e o controle em Port Augusta, quando escutou o maquinista do trem comunicar que havia uma luz muito brilhante sobre o comboio e que estava perdendo energia. “Ele está se movendo para o lado do motor, subindo e mergulhando para a direita”. O UFO pareceu colidir numa duna próxima. Só então os motores voltaram a ganhar potência e o trem continuou sua viagem, aparentemente sem maiores problemas.

Quando eles finalmente chegaram à estação de Cook, haviam-se passado mais de três horas. Segundo Gary, o maquinista e o seu assistente estavam muito abalados com o incidente. Logo depois, os dois homens largaram seus empregos e desapareceram. John Beattie, porta-voz da Ferrovia Nacional Australiana, disse que não sabia o que tinha causado a perda de energia do comboio. Os dois operadores, por sua vez, relataram que a falha de energia começou na mesma hora em que a luz apareceu. O evento ocorreu no trecho de Barton, próximo a Woomera. A partir dessa data, surgiram rumores sobre o resgate de um UFO naquela região. No dia seguinte o incidente foi divulgado pelas redes de televisão, mas infelizmente o caso não alcançou os telejornais internacionais e logo foi esquecido.

crédito: Small Village
Estrada poeirenta e isolada da Planície Nullarbor, no sul da Austrália, cenário de inúmeros avistamentos de UFOs e de alguns casos que se acredita serem de quedas desses veículos
Estrada poeirenta e isolada da Planície Nullarbor, no sul da Austrália, cenário de inúmeros avistamentos de UFOs e de alguns casos que se acredita serem de quedas desses veículos

Dalnegorsky, Sibéria
29 de janeiro de 1986

Eram 19h55 do dia 29 de janeiro, moradores de Dalnegorsky observaram uma esfera vermelho-alaranjada, do tamanho de uma meia Lua. Sua altitude era de 600 a 700 m e voava paralela ao solo, sem os ângulos característicos dos meteoritos. As testemunhas não ouviram nenhum som oriundo do objeto, mas calcularam sua velocidade em 15 m por segundo. O objeto então se aproximou da Montanha Izverskovaya, conhecida também como Montanha 611, que possui uma elevação de 600 m e está localizada no centro da região. O objeto fez uma curva de 60 graus no topo da montanha, caindo em seguida e queimando-se por uma hora. Algumas das testemunhas afirmaram que ele ainda tentou se erguer por algumas vezes, antes de explodir. Quando fazia isso, sua luminosidade ficava mais forte.

Valeri Dvuzhilny, diretor da Comissão de Fenômenos Anômalos da Europa Oriental juntamente com seu grupo chegou ao local do avistamento no dia 03 de fevereiro, encontrando vários traços físicos, incluindo bolas de chumbo e ferro, pedaços de vidro e malha, traços no solo a altas temperaturas, anomalias magnéticas e danos aos vegetais local. O material foi analisado por vários laboratórios e onze institutos de pesquisa soviéticos. Os resultados, no entanto, foram bem enigmáticos, levando Dvuzhilny e outros cientistas a concluir que se tratava provavelmente de uma sonda espacial de origem extraterrestre. Segundo a matéria divulgada pelo jornal Socialist Industry: “Nas malhas, quase todos os elementos da tabela periódica estavam presentes. As análises espectrais das bolas de chumbo, por exemplo, mostraram que além de chumbo, elas continham silicone (20%), alumínio (10%), ferro (15%), zinco (1,5%), titânio (2%), magnésio (1%) e prata (2%), como também pequenas amostras de cobre, lantânio, praseodímio, cálcio, sódio, vanádio, cério, cromo, cobalto, níquel e molibdênio. As malhas reagiram de maneira incomum durante as análises de laboratório”.

O jornal também informou que um dos cientistas, A. Makkev, apresentou uma análise estrutural e mostrou que, depois de derreter em vácuo, todo o ouro, prata e níquel desapareceram, mas no seu lugar apareceram alfa-titânio e lantânio. Contudo, ainda havia outras surpresas, como as seis áreas de rocha sílica magnetizadas encontradas no local do acidente. Esses e outros resultados foram publicados por A. Petukhov e T. Faminskaya, membros do Conselho das Sociedades de Engenharia e Ciência da Sibéria. Além de outros efeitos anômalos, incluindo as fotos da Montanha 611 veladas, tiradas pelos pesquisadores, e o efeito biológico sentido pelos mesmos.

Segundo Petukhov e Faminskaya, os pesquisadores que trabalharam na área do acidente mostraram alterações no seu sangue (houve uma redução de leucócitos e plaquetas) e distúrbios sensoriais. Dvuzhilny descreveu com mais detalhes a investigação médica envolvendo os cinco pesquisadores que passaram um bom tempo na Montanha 611. Isso levou alguns cientistas a crerem que alguma coisa alienígena havia caído por lá. V. Vysotsky, doutor em Química em Vladvostok, declarou: “Sem dúvidas, esse é um produto de alta tecnologia e não é de origem natural ou terrestre”. Dvuzhilny propôs que aquilo era uma sonda teleguiada, de origem extraterrestre, e rejeitou hipóteses alternativas de que poderia se tratar de uma plasmóide natural. Essa hipótese foi proposta por um estudante de ciências geológica-mineral, V. N. Salnik. Entretanto, a queda na Montanha 611 foi apenas o início da intensa onda ufológica sobre Dalnegorsky nos dias seguintes.

Outro relatório feito por Dvuzhilny indicou que no dia 06 de fevereiro, oito dias depois da queda do UFO, foram vistas duas esferas amareladas às 20h30. Elas se aproximaram do local da queda, fizeram quatro círculos sobre ela e depois desapareceram, expelindo um flash. Mais impressionante foi o que ocorreu em Dalnegorsky e Primorye, na noite de 28 de novembro de 1987. Dessa vez, nada mais nada menos do que 33 objetos voadores não identificados voaram, a baixa altitude, sobre Primorye. A revoada durou das 21h00 até a 00h00. Os objetos eram de formas diferentes: cilíndricos, esféricos, discóides, entre outros. Sobrevoaram cinco regiões e 12 povoados. Investigações feitas por Dvuzhilny revelaram que não havia nenhum avião civil ou militar naquela hora na região e nenhum foguete havia sido disparado dos cosmódromos soviéticos. Ele também informou que dos 33 UFOs relatados, 13 deles sobrevoaram Dalnegorsky. Houve mais de 100 testemunhas, incluindo militares, policiais, guardas costeiros, marinheiros, além de civis. “E, finalmente”, relatou Dvuzhilny, “aqueles objetos causaram uma interrupção de dois minutos nos circuitos de TV, telégrafo e outros aparelhos elétricos”.

crédito: James Neff
Há casos de discos voadores acidentados que são encontrados com pequenas avarias, e que passam por um processo de engenharia reversa
Há casos de discos voadores acidentados que são encontrados com pequenas avarias, e que passam por um processo de engenharia reversa

Plátanos, Grécia
02 de setembro de 1990

Cerca de 03h00 da madrugada do dia 02 de setembro de 1990, pastores de ovelhas e moradores de algumas vilas de Plátanos viram um grupo de cinco ou seis UFOs aproximar-se da região, vindos do norte. Um deles apresentava um vôo irregular e parecia estar com problemas. Estranhas luzes saíam do objeto. Não havia ruído algum. Segundo uma das testemunhas, Trantos Karatnajos, “...de repente o objeto, que estava com dificuldades, perdeu altura e caiu à cerca de 500 m de onde eu estava”. Trantos não ouviu nenhum barulho, mas o fogo começou a queimar a vegetação. Isso fez com que ficasse com muito medo de se aproximar do lugar, observando apenas a distância.

Outros UFOs pararam sobre o local da queda da nave acidentada e dois deles desceram. Em poucos minutos o fogo havia acabado. No restante da madrugada, surgiu um tráfego incomum de UFOs no céu da região. Pontos de luz subiam e desciam, provavelmente coletando os destroços do objeto destruído. Eles terminaram sua operação de resgate quando o Sol estava nascendo. Neste meio-tempo, os moradores das vilas acordaram e puderam observar o fenômeno. No início da manhã, os habitantes já estavam no local da queda e avistaram uma grande área no pasto, em forma oval, totalmente queimada, com um pinheiro cortado no meio, além de vários pequenos pedaços metálicos e fios ao redor das árvores. Algumas testemunhas, como Argyris Alevantas, recolheram amostras dos materiais. Um fato estranho é que a forma ovalada que surgiu no pasto parecia ter sido cortada com uma faca, talvez para interromper o incêndio.

Algumas horas depois, um grupo da Força Aérea Helênica chegou ao local informando às pessoas que aquilo não tinha sido nada demais. Que provavelmente um satélite russo – como sempre a culpa é dos russos – ou um avião haviam se acidentado. Eles pegaram as amostras de metal e deixaram o local. Alevantas enviou um fragmento do UFO para o Instituto de Pesquisa Espacial, em Bruxelas. A resposta era de que aquela coisa tinha vindo, certamente, do espaço.

Arábia Saudita
Janeiro de 1991

No dia 20 de janeiro de 1993 uma estranha notícia foi colocada na internet depois de ter sido enviada para a rede de TV BBS. Segundo a fonte da informação, um UFO havia sido derrubado durante a Operação Tempestade no Deserto, em plena Guerra do Golfo, em 1991. Eis o relato: “Uma fonte de alta patente revelou que um avião F-16, da Força Aérea Norte-Americana, teria derrubado um UFO sobre a Arábia Saudita durante a ‘Operação Tempestade no Deserto’ e que cinco países estavam tentando resgatá-lo. Os sauditas estavam com tanto medo que pediram aos investigadores americanos, franceses e ingleses para irem ao local da queda imediatamente. O coronel (a fonte do alto escalão) disse que estava visitando Riad, capital da Arábia, e que ele e um grupo de militares russos puderam investigar os destroços antes de todos. O objeto era circular e feito de um material nunca antes visto. Quase 1/3 dele havia sido destruído pelos mísseis do caça”.

Os sauditas não deixaram que o coronel e os russos tocassem no objeto, mas viram instrumentos, máquinas e outros equipamentos que os deixaram boquiabertos. O coronel comentou também que nos painéis havia desenhos e uma escrita diferente de tudo já visto. Parecia ser uma nave relativamente pequena, talvez com uns quatro metros e meio de comprimento. Havia três cadeiras para pequenos tripulantes. O mais impressionante foi o fato de que nenhum corpo foi encontrado no local da queda e nem o motor do objeto. Talvez os mísseis tenham atingido em cheio esta parte, desintegrando-a. Helicópteros sobrevoaram a área na tentativa de encontrar os tripulantes, se é que eles pudessem sobreviver no meio do deserto. Durante os interrogatórios com os operadores de radar, foi dito que o ponto identificado como sendo o UFO apareceu do nada no exato momento em que quatro aviões F-16 estavam atacando Bagdá, no Iraque.

crédito: Arquivo UFO
Testemunhas relatam que naves extraterrestres, quando se acidentam, emitem uma estranha luminosidade durante horas, podendo perdurar até mesmo por vários dias
Testemunhas relatam que naves extraterrestres, quando se acidentam, emitem uma estranha luminosidade durante horas, podendo perdurar até mesmo por vários dias

Um dos aviões saiu da formação e foi em direção ao seu novo alvo. A aeronave alienígena dirigia-se para o sudeste, distanciando-se com seu perseguidor, mas o piloto norte-americano começou a perseguição. Quando o F-16 estava a somente cinco quilômetros de distância do objeto, o UFO pareceu disparar algo contra ele, mas errou. Em resposta, o piloto disparou dois mísseis. Ambos atingiram o alvo. Houve uma tremenda explosão e o objeto caiu no deserto. Quando os investigadores americanos chegaram, o coronel e o grupo russo foram ordenados a deixar o local imediatamente e seguir para Riad. Havia coisas que eles não podiam ver. O coronel disse que os cientistas norte-americanos enviaram os destroços do UFO para os Estados Unidos.

Lago Isyk-Kul, Ucrânia
28 de agosto de 1991

Abril de 1998. Um helicóptero militar fez uma curva aberta sobre o cânion e, lentamente, virando para a direita, começou a baixar. Atravessando as nuvens, os motores diminuíram sua força, à procura de um lugar para pousar. Sua camuflagem, em três cores, o destacou ainda mais naquela paisagem gelada e coberta de neve. Um dos pilotos tirou seus fones de ouvido e virou-se para os passageiros. Um major balançou seus braços: “É aqui”. Seu companheiro, com o nariz colado ao vidro da janela, olhou para o mapa e concordou.

O cânion estava coberto pela névoa matutina. O piloto virou o helicóptero e num platô, logo abaixo, um objeto estava pousado. Ele se parecia com um grande dirigível e tinha mais de 500 m de comprimento. Estava dividido em dois, devido a uma poderosa explosão. O major olhou para os seus companheiros e perguntou: “É isso?” O pessoal, com anotações nas mãos, respondeu: “Sim! Esse é o nosso UFO...” Também conhecido como o Caso Roswell Russo, este fantástico evento teve início às 04h42 do dia 28 de agosto de 1991. O centro de radar da Península de Mangyshlak detectou um grande objeto, que simplesmente apareceu no centro das telas. Os ecos mostravam que possuía 600 m de comprimento e 110 m de diâmetro. Ele movia-se para o nordeste, sobre o Mar Cáspio, vindo do leste, a 6.600 m de altitude e a 960 km/h. O que quer que fosse aquilo, não respondeu aos pedidos de identificação, conhecidos como IFF. Os experientes operadores de radar suspeitaram imediatamente que se deparavam com um alvo de radar não identificado, isto é, provavelmente um UFO.

Depois de quatro horas, às 04h46, todos chamaram o cosmódromo, em Kapustin Yar, e perguntaram se algum lançamento sem aviso tinha sido feito de lá. A resposta foi curta e direta: “Não, mas nossos radares também observam esse objeto”. Como de costume, essa informação foi imediatamente enviada para o Grupo Cáspio, da zona de anti-aeronaves. Dois MIGs 29 foram enviados de Shechenko e outros dois de Kapustin Yar. Os pilotos receberam a seguinte missão: identificar o objeto e se ele for controlado por algum tipo de inteligência, fazer com que pouse no cosmódromo de Kapustin; e em caso de desobediência, abrir fogo e destruí-lo. Eles ajustaram o ponto de interceptação como sendo sobre o Mar Aral.

A interceptação ocorreu exatamente na hora marcada, 05h12. Os pilotos obtiveram o objeto visualmente e nas telas de radar. Uma nova série de IFF foi feita e um comando para aterrissar foi dado. O objeto não respondeu a nenhuma deles. O UFO se parecia com um imenso dirigível, sem detalhes marcantes, brilhando contra o Sol. A sua superfície, não atingida pelos raios solares, parecia ser de cor cinza-aço. Na área superior de cada lado havia duas vigílias de 12 m de diâmetro. O objeto, em momento algum, respondeu de maneira hostil. O líder do grupo pediu permissão ao comando terrestre para que dois aviões ficassem ao lado do objeto, o mais próximo possível para fazer disparos de precaução a fim de fazê-lo descer. O plano foi aceito e às 05h40 as tripulações dos quatro aviões se colocaram lado a lado com o UFO. Eles tiveram tempo de ver alguns símbolos verdes na lateral da aeronave.

As operações de interceptação contra o dirigível foram rápidas. Todos os MIGs tiveram problemas elétricos ao se aproximarem do objeto, cerca de 500 m, e quando tentaram abrir fogo contra ele. O objeto, fazendo um curto ziguezague na horizontal e depois vertical, começou a escapar aumentando a sua velocidade em 6.800 km/h em dois minutos. Então a perseguição encerrou-se, já que o objeto continuou o seu vôo na direção das cidades de Alma-Ata. Foram enviadas mensagens de precaução para todas as aeronaves civis e para as autoridades sobre uma possível colisão com o enorme UFO. Às 05h27 o objeto tinha desaparecido das telas do radar a 4.400 metros de altura na área do Lago Isyk-Kul. Mas a história não acabou aqui.

No final de setembro de 1991, numa reunião da Sakkufon, extinto grupo ufológico da ex-União Soviética, alguém informou que um UFO havia caído nas montanhas da região, a oeste da cidade de Przhevalsk. Foram realizadas pesquisas no local da queda, do Rio Sary Dzhaz à Shaitan Mazar (Tumba do Diabo). O primeiro grupo de pesquisa passou mais de 15 dias nas montanhas, mas não conseguiu chegar ao local da queda. Mesmo que no grupo estivessem pesquisadores e escaladores experientes, havia muita neve, o que tornava a passagem impossível. Chegar a Sary Dzhaz era difícil devido à possibilidade de avalanches. No dia 21 de outubro, eles retornaram à cidade de Bishkek. Simultaneamente a isso, uma informação oficial secreta chegou à Sakkufon, dizendo que na tentativa de remover e transportar o objeto da região, um helicóptero militar caiu matando alguns de seus tripulantes.

Em junho de 1992, uma segunda expedição foi montada, composta de três grupos de voluntários, entre eles cientistas e alpinistas profissionais. Esta expedição foi chefiada pelo major German Svechkov, diretor da Sakkufon. A expedição chegou ao local planejado no dia 06 de dezembro de 1992 e montaram seu quartel-general a dois quilômetros e meio, a sudeste do local da queda do objeto. Ele tinha deslizado 1.700 m depois da colisão, explodindo ao meio e se dividindo em duas partes quase iguais. Segundo relatos, era possível ver seu interior. Mas o mais estranho eram os símbolos de cor verde e os anéis escuros na parte de trás do objeto. Possivelmente, os anéis faziam parte do motor. As estruturas internas eram claramente visíveis dentro da nave. Se a aterrissagem foi realizada por uma tripulação ou por algum tipo de piloto automático, ainda é um mistério.

A expedição rapidamente notou efeitos incomuns quando começaram a examinar o UFO. Eles não puderam fotografar ou filmá-lo devido ao tipo de radiação que velava todos os filmes e destruía as fitas de vídeo. Quando qualquer membro da equipe tentava se aproximar, mais que 800 m, sentia uma estranha ansiedade, depressão e cansaço. Dentro desse limite, os pêlos do corpo ficavam arrepiados por causa da grande quantidade de eletricidade registrada pelos instrumentos. As bússolas e medidores de campo magnético não funcionavam direito e, quando o faziam, não registravam campos magnéticos dentro de uma área elíptica, a partir do objeto, que media 2.230 m de comprimento por 1.700 m de largura. Mesmo rochas naturalmente magnéticas dentro dessa área nada registravam. Não se sabe até hoje que fim levou o objeto.

crédito: paulo Bach
Que ironia fatal são os casos de quedas, aqui na Terra, de naves concebidas e construídas com tecnologia tão sofisticada e por civilizações imensamente mais avançadas que a nossa
Que ironia fatal são os casos de quedas, aqui na Terra, de naves concebidas e construídas com tecnologia tão sofisticada e por civilizações imensamente mais avançadas que a nossa

Salta, Argentina
17 de agosto de 1995

No dia 17 de agosto de 1995 ocorreu um incidente que chamou a atenção dos ufólogos, mas que logo foi deixado de lado. Trata-se da queda de um objeto ao sul da província de Salta. Antonio Galvagno vivia com sua esposa na localidade de Joaquím V. Gonzálvez, um subúrbio. Naquele dia 17, eles estavam almoçando quando escutaram duas tremendas explosões às 13h47. Pouco depois, o chão, as janelas e as lâmpadas começaram a tremer. As pessoas saíram correndo para a rua, achando que era um terremoto. Viram uma enorme coluna de fumaça que alcançava o céu. Os primeiros comentários foram de que um meteoro ou um avião havia caído.

Galvagno é piloto civil e trabalha com dedetização de plantações. Ele tinha um avião bimotor. No momento do incidente o avião estava na pista e Galvagno decolou na direção da coluna de fumaça. Segundo seu relato, o local da queda seria a Montanha Colorada, com mais de 1 milhão de hectares. Ou seja, é uma área muito difícil de ser coberta. Ao fazer seu primeiro contato com a coluna de fumaça, ele a descreveu como parecida com uma nuvem de fuligem, com partículas metalizadas. Neste primeiro dia, as buscas se desenrolaram sem novidades. No local da queda estava ventando muito, o que espalhou a fumaça, tornando impossível confirmar o local do impacto. Nos 15 dias seguintes as buscas continuaram, mas nada foi encontrado.

A sete quilômetros de Joaquím V. González havia uma propriedade onde algumas pessoas geralmente iam tomar Sol. Quando algumas delas observaram o fenômeno, correram em busca de uma câmera fotográfica, conseguindo bater uma foto. Essas pessoas disseram que viram a explosão e que uma bola vermelha começou a cair com movimentos oscilantes. A esfera teria desaparecido atrás das árvores. Os ufólogos que investigaram o caso recolheram mais de 100 testemunhos, que se assemelhavam bastante entre si. Todos falavam de um disco metálico vindo da fronteira com a Bolívia e que possuía um tamanho estimado de 200 a 300 m de diâmetro.

Um engenheiro da companhia Puls Petrol, que se encontrava perto do local da queda, não só confirmou que ouviu seis explosões como também um ruído de turbina impressionante. Outros relatos falam de UFOs que estavam no céu acompanhando o objeto com problemas, e assim que este caiu, as naves desapareceram. Durante as sete noites seguidas, a senhora Zamana observou UFOs enormes próximos a sua residência. Ela os definiu como sendo “...cinco vezes maiores do que a Lua cheia”. De forma lenta eles apareceram. Vinham do lado oeste, ou seja, desde a Cordilheira dos Andes, e passavam 200 m acima da residência. Estavam lentos, como se procurassem algo. Após aquela semana de avistamentos, nada mais ocorreu, até que numa quarta-feira uma nave enorme pairou nos céus da cidade. O relato da senhora Zamana foi corroborado por outros moradores do local.

Na manhã do primeiro dia das buscas, depois de 15 minutos de vôo, ele viu uma área queimada, com 1.500 m de largura e 600 m de comprimento. Quando fez uma volta com seu bimotor, o avião começou a perder a sustentação. Não havia vento e o tempo estava perfeito para voar. O avião não apresentava defeitos. Sorte ter conseguido evitar o pior. De qualquer forma, o episódio foi muito estranho. Galvagno pousou perto do local do impacto e foi investigar a área. Ele viu árvores grandes e pequenas arrancadas pela raiz e encontrou um pó branco parecido com talco, mas muito mais leve e fino. Em seguida percorreu toda a extensão da área queimada. Depois dos primeiros dias da queda do objeto, apresentaram-se a Galvagno um grupo de nove pessoas, pertencentes à polícia. Elas proibiram sua busca, sua investigação e até o impediram de voar sobre a região, alegando que aquele espaço aéreo era de segurança nacional.

Como estavam em local público, não puderam utilizar-se da força física. Optaram por uma atitude mais diplomática. Propuseram a Galvagno que trabalhassem juntos. Disseram ainda que um pedaço do objeto havia caído em El Gal e que já haviam tentado resgatá-lo, mas não conseguiram devido ao seu tamanho. O objeto tinha cerca de três metros e meio de altura, era muito leve e parecia que pesava 200 gramas. A idéia era recolher o objeto com a ajuda de um helicóptero. Quando Galvagno perguntou a eles se a NASA estava envolvida no assunto, obteve a resposta: “Não sabemos se são da NASA, mas são uns ‘yankees’ que estão por trás disso”. A única conclusão que podemos tirar é que algo caiu em Salta. Seria um UFO? Um meteoro? Um satélite? Lamentavelmente, até que esse “algo” apareça não poderemos saber a verdade.

Lesoto, África do Sul
15 de setembro de 1995

No início de 1996 quando surgiu uma notícia impressionante. Segundo fontes do Serviço Secreto da África do Sul, uma suposta aeronave extraterrestre, com seres alienígenas, teria caído nas montanhas de Lesoto, um reino dentro da África do Sul. O acobertamento estabeleceu-se e uma operação para resgatar a nave e os seres a bordo foi conduzida imediatamente. A operação foi batizada de Rold TSR, que significa Operação de Resgate do Disco de Lesoto, Resgate Ultra-Secreto. Sete anos antes deste episódio, em maio de 1989, outra queda ocorreu, o Caso Deserto de Kalahari [O episódio é apresentado com detalhes em UFO Especial 52]. A maioria dos ufólogos acha que este incidente seja uma farsa. No entanto, segundo as novas informações prestadas por uma fonte em Lesoto, a nave do caso Kalahari foi derrubada pelo líder da esquadrilha aérea, Gerald Peter Goosen, com um canhão Thor-2, que estava acoplado ao seu caça Mirage. Os pesquisadores alemães Andreas V. Retyi e Jochen Koop foram as pessoas que receberam pelo correio um pacote com vários documentos sobre a queda do objeto. Um desses documentos é um relatório policial que dizia:

“No dia 15 de setembro de 1995, às 22h20, o fazendeiro Peter Lachasa notificou ao sargento Thobo, do Departamento de Polícia de Leribe, que havia encontrado uma aeronave de aspecto estranho em sua fazenda, 12 km a oeste do Rio Madibamatso, em Lesoto. Às 21h15 ele ouviu um estranho barulho vindo do céu, que amedrontou seu rebanho de gado. Aproximadamente dois minutos depois, escutou uma explosão. A testemunha então saiu de casa para verificar o que se tratava. Amigos do senhor Lachasa, que vivem nos arredores de sua propriedade, disseram-lhe que viram uma luz muito brilhante no céu naquela data, que lentamente descia em direção ao solo, indo parar em Lesoto. ‘O objeto explodiu ao colidir com o solo, originando uma série de flashes de luz’, comentou um deles. A partir deste fato, o senhor Lachas

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Sobre o Autor

Thiago Luiz Ticchetti

Thiago Luiz Ticchetti nasceu no Rio de Janeiro. Filho de um oficial aviador da Aeronáutica, morou em Natal, Santa Maria e na capital carioca. Após o falecimento de seus pais, viveu pelo período de seis meses na cidade de Addlestone, na Inglaterra. Ao retornar ao Brasil, mudou-se para Brasília onde vive até hoje. Em 1997 assistiu ao I Fórum Mundial de Ufologia, realizado pela Revista UFO na Capital Federal, e foi convidado pelo pioneiro ufólogo Roberto Affonso Beck, ali presente, a ingressar na Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE-ET). Por mais de 10 anos participou ativamente do grupo, chegando a ser vice-presidente da entidade. É articulista da Revista UFO desde 1997, exercendo hoje a função de coeditor, após ter iniciado na publicação como seu tradutor e depois passado a consultor e atuado também como coordenador internacional. É responsável pela coluna mensal Mundo Ufológico e já escreveu dezenas de artigos para o veículo. Em especial, entrevistou para a revista inúmeros ufólogos nacionais e internacionais, alguns deles os maiores pesquisadores da Casuística Ufológica Mundial, como Phillip Mantle, David Jacobs, Kevin Randle, Nick Redfern, Steven Bassett, Carlos Ferguson, Stanton Friedman, Nick Pope, Jerome Clark, Graham Birdsall e Wendelle Stevens, para citar alguns. É autor dos livros Quedas de UFOs: Casos Confirmados de Acidentes com Discos Voadores e Resgates de Seus Tripulantes em Todo o Mundo[Coleção Biblioteca UFO, 2002], Guia da Tipologia Extraterrestre [Coleção Biblioteca UFO, 2014], Quedas de UFOs II [Coleção Biblioteca UFO, 2015] Guia da Tipologia dos UFOs [Coleção Biblioteca UFO, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume I, 2ª edição, Editora Conhecimento, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume II, 2ª edição, Editora Conhecimento, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume III, 1ª edição, Editora Conhecimento, 2018], Universo Insólito: Livro de Bordo, Parte 1 [Clube de Autores, 2015] e Universo Insólito: Livro de Bordo, Parte 2 [Clube de Autores, 2015]. É o único pesquisador brasileiro a ter artigos publicados pela revista inglesa UFO Matrix e foi pioneiro na publicação de um artigo sobre contatos de pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) com UFOs, ocorrido na revista inglesa UFO Truth Magazine, da qual também é colunista. Ticchetti é coordenador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), assistente do diretor nacional da MUFON no Brasil e pesquisador de campo certificado pela MUFON. Formado em administração de empresas pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF), Thiago Luiz Ticchetti é casado e pai de um casal de filhos. .

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