ARTIGO

Quedas de naves alienígenas: acidentes ou abates deliberados?

Por Carlos Mancini | Edição 271 | 18 de Agosto de 2019

Para justificar esse número elevado de acidentes, mesmo se considerássemos que o índice de falhas nas aeronaves de nossos visitantes fosse o mesmo
Créditos: ARQUIVO UFO

Quedas de naves alienígenas: acidentes ou abates deliberados?

Todos os interessados em Ufologia estão mais do que acostumados com os infindáveis segredos que envolvem o assunto. Muitos de nós gostaríamos de saber quais são as razões que levaram autoridades no mundo todo a decidirem esconder da população, de forma sistemática, todas as informações relativas aos casos envolvendo UFOs. Sejam quais forem, essas razões devem ser de extrema importância para justificar o esforço, a dedicação, o tempo e os recursos que, sabemos, são gastos nesses acobertamentos.

Muito já se especulou sobre isso, e agora um novo estudo pode revelar uma das principais razões para muitos desses segredos serem tão bem guardados. Além disso, o estudo faz uma constatação arrebatadora, nunca antes imaginada por qualquer pesquisador do assunto: a de que visitar nosso planeta pode ser, na verdade, uma atividade muito arriscada e extremamente perigosa.

O estudo se baseou na obtenção e na compilação de informações confiáveis sobre os casos de queda de UFOs conhecidos até os dias de hoje. O resultado dos dados é no mínimo surpreendente. Segundo se apurou, durante os milênios da história de nossa civilização, existem aproximadamente 250 registros ou relatos de quedas ou acidentes envolvendo objetos não identificados no solo do nosso planeta. Todos eles contêm evidências minimamente confiáveis.

Por que os UFOs caem?

Considerando os milhares de anos de nossa história, isso pode não parecer tão significativo, porém o que chama a atenção é que praticamente inexistem relatos desse tipo até por volta do ano 1900. Os supostos acidentes que teriam ocorrido antes dessa data não foram registrados de forma minimamente confiável, e, portanto, foram excluídos dessa compilação. Assim, todos os 250 casos selecionados foram relatados nos últimos 120 anos.

Do início do século XX até 1949, foram registrados pouco mais de 20 casos. Todos os demais, ou seja, mais de 220 casos, foram relatados nas últimas sete décadas. Para dar uma melhor dimensão da importância desse número, no mesmo período, ou seja, de 1950 até os dias de hoje, foram registrados pouco mais de 1.100 casos de quedas de avião com capacidade para 18 ou mais passageiros. Assim, os acidentes de aeronaves extraterrestres, no mesmo período, seriam equivalentes a cerca de 20% do total de todos os acidentes ocorridos envolvendo aeronaves de médio e grande porte.

Para justificar esse número elevado de acidentes, mesmo se considerássemos que o índice de falhas nas aeronaves de nossos visitantes fosse o mesmo que o nosso, eles precisariam ter, em horas de voo em nossa atmosfera, o equivalente a 20% de todas as horas de voo de todos os aviões de médio e grande porte, desde 1950 até os dias de hoje, o que parece ser absurdamente improvável. Outro dado que chama a atenção nessa compilação, é a distribuição geográfica das ocorrências.

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