ARTIGO

Possível Queda de UFO na Bahia

Por Alberto Romero | Edição 260 | 29 de Agosto de 2018

Na região Nordeste, onde a casuística ufológica é bastante rica, também encontramos casos em que naves alienígenas se acidentaram durante seus voos
Créditos: ALEXANDRE JUBRAN, EXCLUSIVO PARA A REVISTA UFO

Possível Queda de UFO na Bahia

Notícias de quedas de discos voadores em diversas partes do mundo são cada vez mais frequentes. Os UFOs encontrados acidentados, em algumas ocasiões em perfeito estado de conservação, apresentam material bastante resistente. Quando o fato é alertado, geralmente por moradores da região, uma eficiente equipe governamental de acobertamento se desloca imediatamente até a área, resgatando as peças do disco e, em alguns casos, seus tripulantes acidentados — vivos ou mortos. Eles também se encarregam de silenciar as testemunhas com ameaças, já que as provas, retiradas da área, jamais serão encontradas novamente.

Entretanto, essas informações sempre acabam vazando, pois o fato é geralmente observado por muitas pessoas, que espalham informações sobre o caso assim que percebem a gravidade da notícia e o lucro que podem obter com isso. Mas, na maioria das vezes, são os próprios civis que revelam esses segredos ufológicos — alguns em busca de uma repercussão favorável aos seus motivos financeiros, enquanto outros o fazem por não concordar com a política de desinformação que os governos e militares impõem à população.

Esse é o caso específico do oficial da Marinha norte-americana Milton Willian Cooper, que revelou em congressos ufológicos daquele país autópsias realizadas pelas autoridades em extraterrestres encontrados após a queda de suas naves. Em 1947, por exemplo, a queda de um UFO na cidade de Roswell, no Novo México, repercutiu em todo o mundo quando o jornal Roswell Daily Record publicou um documento oficial declarando que os Estados Unidos haviam recolhido os destroços da nave. Pela primeira vez um destacamento militar admitia oficialmente a existência de um acidente desse tipo. Contudo, assim que a Força Aérea Norte-Americana (USAF) tomou posse do material, os militares desmentiram a origem alienígena do aparelho destroçado, afirmando que era apenas um balão meteorológico acoplado a um refletor de radar. Desde então, centenas de pesquisadores, tendo à frente o físico nuclear canadense Stanton Friedman [Correspondente internacional da Revista UFO no Canadá], se dedicam ao assunto e acusam o governo de acobertar os fatos.

Acobertamento ufológico

Acontecimentos como esses têm ocorrido com certa frequência em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, temos o Caso Varginha, detalhadamente estudado pelos ufólogos Ubirajara Franco Rodrigues, Marco Antonio Petit e outros. O fato se deu em 20 de janeiro de 1996, naquela cidade do sul de Minas Gerais, e entre seus pontos mais graves está a captura de pelo menos dois seres extraterrestres por militares da Escola de Sargentos das Armas (ESA), junto com uma equipe do Corpo de Bombeiros local. Assim como em Roswell, também em Varginha houve um meticuloso acobertamento dos fatos por conta do acordo de sigilo e da troca de informações entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.

Na região Nordeste do País, onde a casuística ufológica é bastante rica, também encontramos casos em que naves alienígenas se acidentaram durante seus voos, deixando vestígios que desapareceram tão rapidamente quanto surgiram. Em 1995, por exemplo, ocorreu um episódio fantástico em Feira de Santana, na Bahia, a pouco mais de 100 km de Salvador. Durante alguns anos a ocorrência se tornou um completo mistério para a Ufologia, mas atualmente conta com subsídios que revelam cada vez mais a política de sigilo da qual falamos. Em 12 de janeiro daquele ano, o então existente Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Zênite (G-PAZ), presidido por esse autor, recebeu de sua informante da TV Bahia a notícia da possível queda de um UFO na região citada.

A informação, vinda originalmente de uma repórter da TV Subaé, também local, dizia que um fazendeiro conhecido como Roberto Lima havia ligado para a emissora negociando imagens, em seu poder, de um disco voador acidentado em sua fazenda, naquela madrugada. Imediatamente entramos em contato com o cidadão e, apesar de seu interesse comercial, conseguimos obter mais detalhes sobre o caso. “Ontem pela madrugada caiu alguma coisa dentro de uma lagoa em minha fazenda. Era do tamanho de um Fusca e ficou boiando, parcialmente submerso, perto da margem. Tentei puxá-lo como pude, trazendo-o para perto de mim com uma vara”, contou o fazendeiro detalhadamente, ao telefone. Ele também descreveu que viu alguns seres saírem do objeto avariado. “De repente, começou a sair um líquido gosmento de dentro do aparelho e duas criaturas apareceram. Uma delas estava morta quando a tirei da água e, a outra, ainda viva e se encontra comigo”, completou.

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Sobre o Autor

Alberto Romero

Alberto Romero é argentino radicado no Brasil desde 1963, há 40 anos residindo na Bahia. Publicitário, artista plástico e jornalista, dedicou 58 anos de sua vida ao estudo e pesquisa da Ufologia. Colaborou durante vários anos com a revista argentina 4ª Dimensión, publicando diversos artigos sobre pesquisas realizadas por ele e sua equipe. Em 1970, fundou o Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Zênite (G-PAZ). De 1968 a 1978 escreveu uma página semanal aos domingos no Jornal da Bahia, onde publicou diversas séries de matérias sobre Ufologia, inclusive denunciando a farsa da Universidade de Colorado e da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos sobre a corrida espacial. Editou, através do mesmo jornal, um caderno especial histórico na data em que o homem pisou na Lua pela primeira vez, com um retrospecto completo desde o Sputnik até a Apollo XI e Segredos de Baikonur na Rússia. Em 1972, criou um programa de TV sobre Ufologia na emissora Itapoã, de Salvador, com o nome Vamos Analisar?, que contava com a presença de pesquisadores locais e convidados, entre os quais Húlvio Brant Aleixo, Walter Karl Bühler e Guilherme Wirtz. No ano de 1979, foi convidado pelo general Alfredo Moacyr Uchôa a palestrar no 1° Congresso Internacional de Ufologia (CIUFO) em Brasília. Em 1995, fez palestra para o Centro de Estudos sobre a Natureza dos Extraterrestres (Cisne), no Rio de Janeiro, a convite da renomada ufóloga Irene Granchi. Em 1997, participou do 16° Congresso Internacional de Curitiba (5° Conferência Internacional de Ufologia), do 1° Congresso de São Lourenço, em Minas Gerais. Sua maior participação naquele ano culminou com o 1° Fórum Internacional de Ufologia, em Brasília. Foi integrante do Conselho Editorial da Revista UFO, onde, além de escrever matérias, ilustrou diversas capas e publicou quatro histórias em quadrinhos sobre Ufologia.

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