ARTIGO

Peruíbe, a capital brasileira dos discos voadores

Por A. J. Gevaerd | Edição 249 | 01 de Agosto de 2017


Créditos: PREFEITURA DE PERUÍBE

Peruíbe, a capital brasileira dos discos voadores

Em todo o mundo há locais que parecem atrair de forma especial as inteligências por trás do Fenômeno UFO, sejam elas quais forem e de onde venham. Esses lugares únicos, conhecidos como hot spots, com alta incidência ufológica, normalmente ficam em áreas pouco habitadas ou ao redor de matas, montanhas ou grandes massas de água. O Brasil tem vários desses pontos, mas nenhum tão famoso nem com tanta constância de avistamentos quanto a cidade e o entorno de Peruíbe, no litoral sul de São Paulo.

Dotada de belas praias e cercada por mata nativa e serras, Peruíbe é um lugar raro, com inúmeras qualidades históricas e uma peculiar casuística ufológica, que envolve até aterrissagens de naves, abduções e contatos com seus tripulantes. São tantas as ocorrências que a Prefeitura Municipal decidiu, há anos, apoiar a criação na cidade do primeiro roteiro para turismo ufológico do país, usando a presença constante de naves e sondas no município como uma atração a mais para as suas muitas belezas naturais. O anúncio da implantação foi dado em novembro de 2009 por Eduardo Ribas, então diretor do Departamento de Turismo e Cultura de Peruíbe e hoje Secretário de Turismo da cidade. Pronto, nascia ali o Roteiro Ufológico de Peruíbe.

O sucesso da ideia foi imediato e só fez crescer em todos esses anos, atraindo cada vez mais pessoas que, além de se deslumbrarem com a beleza natural da região, também fazem vigílias e visitam vários dos locais onde aconteceram casos ufológicos famosos. Desde a fundação do Roteiro Ufológico, turistas e moradores que visitam os pontos que compõem o passeio recebem informações detalhadas sobre os acontecimentos ocorridos naqueles locais. Entre eles estão a Barra do Una, as Ruínas do Abarebebê, Guaraú, Perequê, Bairro São José, o conjunto da praia, canal e Costão de Peruíbe e a Pedra da Serpente.

Título inédito e merecido

Quase simultaneamente à implantação do Roteiro, a Prefeitura também decidiu lançar um evento na área, o Encontro Ufológico de Peruíbe, hoje em sua décima segunda edição, no qual investe anualmente recursos para trazer ao município bons ufólogos. Assim, a verdade é que, além de Peruíbe ser um polo de avistamentos e ocorrências ufológicas, a municipalidade e a população abraçaram essa realidade e passaram a promover e a noticiar os casos como nenhuma outra cidade do Brasil fez, olhando para eles como mais uma das riquezas e dos mistérios daquela região. E foi pelo apoio das autoridades e da população à Ufologia, aliado à alta incidência de casos no local, que a Revista UFO “nomeou” Peruíbe a Capital Brasileira dos Discos Voadores durante o XII Encontro, realizado no final de junho na cidade com mais de 800 participantes.

O título inédito foi declarado justamente no dia 24 de junho passado por este editor, e não poderia ter sido em melhor data — em 24 de junho se comemorou o 70º aniversário do Dia Mundial da Ufologia, em alusão à data [24 de junho de 1947] em que o piloto Kenneth Arnold viu uma formação de UFOs sobre o Monte Rainier, nos Estados Unidos, dando início à Era Moderna dos Discos Voadores. Ao lado do prefeito Luiz Maurício, do vice-prefeito, do secretário Ribas e de outras autoridades, a plateia aclamou calorosamente a declaração. “Por tudo que Peruíbe fez à Ufologia Brasileira, merece este título”, disse ao lado de inúmeros membros da Equipe UFO presentes.

Moradores e empresários de Peruíbe vivem o fato de sua cidade ser a primeira do Brasil — e uma das poucas do mundo — a ter a noção de que o Ufoturismo pode ser uma atividade lucrativa, desde que praticada com seriedade. “É isso mesmo o que pretendemos aqui: fazer com que pessoas que residem em Peruíbe se orgulhem de sua situação de ponto de alta incidência ufológica e mostrem tais fatos aos visitantes”, afirma Ribas, um dos grandes responsáveis pelo Encontro Ufológico de Peruíbe e pelo Roteiro — sua implantação, diga-se, já era solicitada pela população há muito tempo, desde que se detectou a intensa casuística local.

Teorias e suspeitas

Ninguém sabe porque os UFOs são atraídos para aquela região do litoral sul paulista, mas, entre as teorias defendidas por pesquisadores, está a riqueza mineral do solo e a grande diversidade biológica da área. Em toda aquela vasta região são comuns os avistamentos de naves e sondas sobre ou próximas ao oceano, como a que ocorreu em 13 de dezembro de 2009 envolvendo dezenas de testemunhas, inclusive o analista de suporte da Revista UFO, Ismael A. R. Vieira, e sua família. Na referida noite houve um grande número de ocorrências ufológicas, indo desde luzes maiores estacionárias a artefatos menores e mais velozes. “Foi um verdadeiro show”, disse “Isma”, como é conhecido.

Peruíbe tem duas reservas de preservação ambiental riquíssimas, a Estação Ecológica da Juréia e o Parque Estadual da Serra do Mar — e em ambos os locais há igualmente centenas de casos de natureza ufológica. Também há registros de áreas de aterrissagens de UFOs, apelidados de “ninhos”, como o ocorrido há alguns anos no Bairro São José, transformado em ponto de atração do Roteiro Ufológico de Peruíbe. O conjunto da expressiva casuística local, que se estende por todo o litoral sul de São Paulo, é rico e abundante, contando com inúmeros avistamentos diurnos e noturnos e até casos de abduções.

crédito: PREFEITURA DE PERUÍBE

Segundo alguns estudiosos dos fenômenos de Peruíbe, praticamente não se passa uma noite sem um avistamento no local, o que justifica ainda mais a tomada de decisão por parte da Revista UFO em trazer para a cidade o citado título. Somam-se às interessantes ocorrências ufológicas aquelas que são narradas por marinheiros, pescadores e turistas, que observam com regularidade artefatos luminosos submergirem e emergirem daquelas águas. São os chamados objetos submarinos não identificados (OSNIs), que parecem encontrar refúgio na zona em que está Peruíbe e cidades vizinhas — os casos são recorrentes e remontam há décadas.

Os pontos turísticos selecionados para comporem o Roteiro já recebem visitas constantes há anos, durante os já tradicionais encontros ufológicos promovidos na cidade, que a cada ano atraem mais e mais pessoas e lotam auditórios para ouvir o que de mais novo existe na pesquisa ufológica. E também a cada ano, contratada pela Prefeitura para realizar o evento, UFO se empenha em levar à cidade renomados pesquisadores internacionais, sendo Travis Walton — protagonista de um dos mais famosos casos de abdução de que tem notícia — o exemplo mais recente. Ele esteve presente no evento de 24 de junho. “Fiquei muito feliz de ter participado de um evento neste local incrível e de ver nascer ali a ideia de uma capital dos discos voadores no Brasil”, disse Walton, testemunha da declaração.

Divisas para o município

Toda essa movimentação traz, e deverá trazer cada vez mais, divisas para o município, o que é benéfico para a comunidade. E isso amplia a divulgação do Fenômeno UFO naquela região e em todo o Brasil. Além disso, a própria população passa a cuidar melhor dos locais onde ocorreram os casos, pois os turistas querem vê-los e conhecê-los. No caso do citado pouso no Bairro São José, em 2008, antes da implantação do Roteiro, estima-se que mais de 5.000 pessoas entraram no terreno na ocasião, descaracterizando a marca deixada pelo UFO — mas, depois da implantação do roteiro, isso não mais aconteceu.

Outra das atrações turísticas mais visitadas de Peruíbe, e também local de intensa incidência ufológica, é a Pedra da Serpente, que está localizada na encosta da Serra do Mar, acessível pela estrada que leva à localidade de Guaraú, a cerca de 10 km do centro da cidade e um agradável local de descanso. É uma imensa parede rochosa vertical onde antigamente havia uma imagem que lembrava uma serpente encurvada. Da beira da estrada, com um céu totalmente limpo, é possível de lá observar-se a Ilha da Queimada Grande, local em que pesquisadores sustentam haver inúmeros avistamentos de luzes e objetos não identificados, assim como de insólitos seres luminosos. Até hoje há relatos da observação no local de uma entidade loira com cerca de dois metros de altura e cabelos longos, vestindo um tipo de macacão prateado.

Em certas ocasiões, o estranho ser se apresenta com uma túnica branca e com o símbolo de uma serpente no peito, segundo moradores que o viram — para alguns, a entidade adentraria a rocha e desapareceria após assustar os observadores. De forma mais concreta, ocorrências de avistamentos de UFOs e de sondas são frequentes na área, como o que sucedeu ao jovem estudante Josélio Affonso, em uma noite de março deste ano. O rapaz, que estava de bicicleta, ao aproximar-se de uma curva na estrada que liga a cidade ao Guaraú, viu uma bola de luz branca no céu, que parecia aumentar seu brilho conforme era admirada pelo estudante. “Mas, quando cheguei mais perto, fiquei com medo. Aí aquela coisa parece que percebeu e diminuiu seu brilho e se afastou”, disse.

Elevado índice

Mistura de praia e serra, o Guaraú também é um local com elevado índice de ocorrências. São inúmeros testemunhos registrados por pesquisadores, como o prestado pelo dono de uma pousada que avistou uma bola de fogo no céu. O artefato fez o trajeto entre um morro da Praia da Desertinha e o Morro dos Macacos, e quando o atingiu fez com que a energia elétrica quase apagasse. Em uma dada ocasião de 2002, em vigília ufológica feita no local, um objeto circular azulado foi avistado por inúmeras pessoas. Segundo o escritor Oswaldo Herrera, há ali “moradores invisíveis, que eram vistos nos tempos antigos, quando não haviam estradas e se andava por picadas e trilhas”. Até algum tempo, no local onde hoje é a estrada do Guaraú, dizia-se que uma espécie de portal se abria em certas noites e expelia fumaça e fogo. Em certo dia, no entanto, a área apareceu fechada, como se soldada por uma energia estranha — a partir de então nunca mais foi vista aberta e até hoje os moradores do local consideram o ponto “sagrado”.

Outra região com intensa incidência é a região do Perequê, ainda na área de abrangência do Roteiro Ufológico de Peruíbe. Por lá sempre há muitos avistamentos, como o ocorrido em 2001 com Ernandes M. Costa. Em uma dada noite ele observou uma forte luz alternando entre o dourado e o prateado, vinda da direção do Morro do Juquiá. Aos poucos o UFO foi aumentando de tamanho, até que Costa pudesse perceber detalhes de sua estrutura — ele se assemelhava a “um ônibus de extremidades arredondadas com uma fileira de janelas”, conforme descrição do rapaz. O aparelho passou sobre sua cabeça a uma altitude de cerca de 50 m, momento no qual a testemunha teve uma sensação de levitação e arrepios por todo corpo. Costa declarou que a luz emanada do UFO iluminava também o seu corpo.

Até hoje há relatos de uma entidade loira com cerca de dois metros de altura e cabelos longos, vestindo um tipo de macacão prateado. Em certas ocasiões, o estranho ser se apresenta com uma túnica branca e o símbolo de uma serpente

Fato semelhante ocorreu a Ezequiel Costa, o “Teco”, que relatou avistamentos na região do Perequê quando trabalhava como caseiro em uma propriedade. “Era uma noite de junho com Lua cheia quando eu e um amigo observamos um aparelho muito brilhante que vinha do sul e acabou passando sobre a mata que há na chácara”, disse. Depois o artefato pairou acima de uma árvore, a pouca distância das testemunhas, e elas puderam ver que se tratava se um UFO com formato de um imenso triângulo com forte luz branco-amarelada. “Na parte inferior do aparelho haviam três pontos esféricos com intenso brilho. Mas após alguns minutos o objeto levantou voo e sumiu”, declarou Teco.

Ele relatou ainda que, algumas noites depois, um artefato intensamente iluminado surgiu vindo do sul e entrou na mata da chácara. Quanto a este novo incidente, no dia seguinte as testemunhas e o proprietário foram ao local do suposto pouso e encontraram uma marca circular amarelada de cerca de seis metros de diâmetro e com vegetação amassada e queimada no interior — no local também havia uma mangueira de borracha, que ficou totalmente derretida pelo calor emanado pelo UFO.

Avistamento impressionante

Turistas e ufólogos que vão a Peruíbe ouvem muitos relatos de avistamentos ligados a um local chamado Barra do Rio Una ou simplesmente Barra do Una. Várias pessoas tiveram experiências ali, como o pescador Beronildo Santana, que em 26 de junho de 2001, por volta 20:00, junto com seus colegas que se encontravam no mar e outros na Praia do Una, avistou uma forte luz de cor alaranjada e vermelha, vinda do sentido da Praia do Caramborê. “Ao chegar na frente da Barra do Una, o objeto parou a cerca de 100 m de altura. Por volta das 21:00, todos percebemos uma outra luz igual, que agora vinha do Rio Una. Ela aproximou-se da primeira e ambas se acoplaram em pleno ar”, declarou Santana. Em seguida, as luzes se tornaram uma só, mas meia hora depois se separaram, tendo uma se dirigido ao alto-mar e a outra vindo na direção da praia.

“Muitos moradores que se encontravam nas ruas fugiram para suas casas, com medo do fenômeno e fechando portas e janelas”, disse um ufólogo. Hoje sabe-se que na sequência do avistamento o UFO passou a baixa altitude e lentamente pela vila, chegando a iluminar o interior dos domicílios, que se encontravam sem luz elétrica — sua aproximação fez explodir o gerador de energia da vila. Em Barra do Una também foi colhido um relato muito interessante sobre o pouso de um disco voador ocorrido em setembro de 2001, quando um casal passou por uma experiência incrível.

Em uma região da praia, por volta de 01:00, de repente surgiu uma enorme bola de luz branca que pairava sobre a areia. Então, dois seres luminosos saíram da esfera e um deles caminhou na direção do casal. Marido e mulher saíram correndo assustados. Mas ela, antes de partir, olhou para trás e reparou que os seres estavam flutuando próximo ao chão. Em seguida, os seres voltaram para dentro da grande bola de luz, que subiu ao ar sem emitir qualquer tipo de ruído.

O curioso padre voador

Sítios arqueológicos também são abundantes em Peruíbe e, claro, estão incluídos no Roteiro. Este é o caso, principalmente, das Ruínas do Abarebebê, ou o que sobrou da igreja de São João Batista, parte do único aldeamento do litoral paulista no passado. Na literatura sobre a cidade se descobre que os índios eram reunidos ali por membros da Coroa Portuguesa ou pelos jesuítas. A igreja de São João Batista, agora destruída, deu lugar a um sítio arqueológico protegido por lei. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizaram escavações na área, resgatando milhares de peças arqueológicas dos séculos XVI ao XIX, além de descobrirem restos humanos enterrados no solo da igreja, como era comum séculos atrás.

As Ruínas do Abarebebê foram reabertas ao público no ano 2000 e hoje se parecem com um museu a céu aberto. O termo Abarebebê está relacionado ao jesuíta Leonardo Nunes, que, por andar rapidamente, os índios o apelidaram de abareveve ou abarebebê, literalmente “padre voador” em tupi. “Ali também já se viu muito disco voador”, informa Ribas. Este é o caso, por exemplo, de um morador que, no outono de 1997, quando andava pela praia com a família, observou uma imensa luz esbranquiçada. “Era como se fosse um grande farol no céu”, disse a testemunha, que não quis se identificar. A luz se deslocou das ruínas em direção às testemunhas. “Ela subiu e pairou no ar, e depois começou a movimentar-se velozmente, inclusive fazendo inúmeras manobras abruptas, até em ângulo reto, durante uns 15 minutos. Quando parou no céu, bem acima de nossa cabeça, sumiu”, relatou o homem.

crédito: PREFEITURA DE PERUÍBE
As Ruínas do Abarebebê, ou o que sobrou da igreja de São João Batista
As Ruínas do Abarebebê, ou o que sobrou da igreja de São João Batista

O episódio ufológico ocorrido no Bairro São José é um dos mais importantes da casuística ufológica de São Paulo. O pouso de um UFO no local teria ocorrido de 18 para 19 de agosto de 2008, quando um objeto desconhecido tocou o solo de um terreno de taboa daquela localidade, resultando em um amassamento de forma oval, encontrado na manhã seguinte e pesquisado pelo ex-conselheiro especial da Revista UFO Wallacy Albino, já falecido, e o consultor Jamil Vila Nova. Em seu interior a vegetação foi amassada seguindo o padrão de caules inclinados no sentido noroeste, a pouca altura do solo. Segundo Albino, “nas margens da marca o mato estava com padrão de curva ascendente, como se o local tivesse sido ‘penteado’”. O sinal tinha quase 15 m em seu eixo maior e 9 m no menor e a inclinação da vegetação ocorreu no sentido sudeste para noroeste, como foi verificado com uma bússola, que não apresentou nenhuma anormalidade de natureza magnética.

“Quase duas horas antes do momento presumido do pouso, o UFO, esférico e de cor vermelho-alaranjada, foi fotografado pelo o jovem M. A., morador da região. A vizinha do terreno onde surgiu a marca, Carla Maria Francelina, relatou que seus cachorros começaram a latir e a rosnar como se estivessem com medo de algo”, segundo um artigo do pesquisador Paulo Mesquita publicado na UFO há alguns anos. Naquela hora teria havido queda de energia e um forte barulho, acompanhado de uma intensa luz avermelhada que brilhou por vários segundos. O morador Clodoaldo de Souza relatou que, na mesma hora, observou uma imensa bola de luz que vinha do bairro Bananal e desceu nas proximidades da casa de Carla. “Nunca vi nada como aquilo, mas foi muito rápido”, disse.

Sondas ufológicas

Também são comuns as observações de sondas na área do Rio Peruíbe, especialmente na localidade do Costão. Um morador do local conta uma experiência que viveu. Oswaldo Capi estava com alguns de seus vizinhos em 25 de novembro de 2005, por volta das 23:30, quando o aparelho de TV e a luz de sua casa começaram a falhar e a piscar várias vezes, até se apagarem. “Logo em seguida, fui para a varanda, de onde tenho uma visão completa da serra e do Morro de Peruíbe, e observei um imenso artefato com a forma de uma raia acinzentada e com intensa luminosidade branco-amarelada, deslocando-se lentamente a baixa altitude e a poucas dezenas de metros do solo”, declarou Capi.

Uma região com intensa incidência é a região do Perequê, ainda na área de abrangência do Roteiro Ufológico de Peruíbe. Por lá sempre há muitos avistamentos de naves e de sondas ufológicas, quase sempre intensamente iluminadas vistas à noite


Conforme a testemunha, o tamanho do artefato era comparável com o do ginásio perto da sua casa — algo com impressionantes 70 m de comprimento. Logo em seguida, o UFO se deslocou no sentido da serra, sumiu e a luz elétrica se normalizou. O pescador Reginaldo Silas também teve inúmeros avistamentos de UFOs na região, sempre durante a noite, inclusive passando a poucos metros da sua casa. Silas descreveu os artefatos como “bolas iluminadas, esbranquiçadas e até alaranjadas”.

Pelo que relatam os moradores, seja informalmente ou em pesquisas ufológicas, todo o vasto município de Peruíbe é um ótimo ponto de avistamentos de UFOs. O local, definitivamente, é um hot spot de atividades extraterrestres, que parecem se concentrar naquela área do país. Não é à toa, portanto, que a cidade tenha a fama de ser um dos locais com mais possibilidades de avistamento de discos voadores e de sondas ufológicas do Brasil — e que tenha recebido o título de Capital Brasileira dos Discos Voadores.


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Sobre o Autor

A. J. Gevaerd

A. J. Gevaerd nasceu em Maringá (PR), em 1962, e foi professor de química até 1986, quando abandonou a profissão para se dedicar exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do gênero em todo o mundo, com mais de 3.000 associados. Em 1985, Gevaerd fundou a Revista UFO, única publicação sobre Ufologia no país, com 25 anos de existência, e a mais antiga em circulação em todo o mundo. O editor interessou-se por Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos, ouvindo histórias de observação de naves e contatos com seres extraterrestres, e começou suas atividades na Ufologia imediatamente, fazendo suas primeiras investigações e vigílias. Fez sua primeira palestra sobre UFOs no colégio em que estudava, aos 15 anos, e de lá para cá realizou mais de 2.000 em todo o Brasil. A partir de 1989, começou a se apresentar também no exterior, tendo realizado pesquisas e mais de 600 palestras em 54 países. É diretor no país, desde 1986, da Mutual UFO Network (MUFON), e, desde 1991, do Annual International UFO Congress, um dos eventos de Ufologia mais concorridos da atualidade. Foi um dos idealizadores da campanha pioneira UFOs: Liberdade de Informação Já, lançada em 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual é coordenador. O pesquisador tem participação ativa em praticamente todos os círculos mundiais onde o Fenômeno UFO é tratado com seriedade, participando de eventos, debates, programas, campanhas etc.

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