ARTIGO

Peruíbe: riquezas minerais, belezas naturais e muitos discos voadores

Por A. J. Gevaerd | Edição 262 | 12 de Novembro de 2018

As praias, matas, ilhas e montanhas da região de Peruíbe são pródigas em avistamentos ufológicos
Créditos: RAFAEL AMORIM

Peruíbe: riquezas minerais, belezas naturais e muitos discos voadores

Localizado no litoral sul paulista, Peruíbe é um lugar repleto de encantos naturais, que incluem praias deslumbrantes, rios e serras, além de sítios históricos e muitas lendas. Considerado um excelente local tanto para turismo ecológico quanto para turismo rural, a cidade, entretanto, não atrai apenas pessoas em busca de suas belezas — os UFOs também parecem ser apaixonados pelo local. Como ocorre em alguns outros pontos do planeta, Peruíbe concentra muitos avistamentos e casos ufológicos.

São tantas as ocorrências ufológicas, que a prefeitura da cidade decidiu, há anos, apoiar a criação do primeiro roteiro para turismo ufológico do país, usando a presença constante de naves e sondas no município como uma atração a mais para as suas muitas belezas. O anúncio da implantação foi feito em novembro de 2009 por Eduardo Ribas, então diretor do Departamento de Turismo e Cultura de Peruíbe, e hoje secretário de Turismo da cidade. Nascia, então, o Roteiro Ufológico de Peruíbe.

O sucesso da ideia foi imediato e só fez crescer em todos esses anos. O roteiro inclui visitas às belezas naturais da região, vigílias e visitas a vários dos locais onde aconteceram eventos ufológicos famosos. Os turistas e moradores que visitam os pontos que compõem o passeio recebem informações detalhadas sobre os acontecimentos naqueles locais. Entre eles estão a Barra do Una, as Ruínas do Abarebebê, Guaraú, Perequê, Bairro São José, o conjunto da praia, canal e Costão de Peruíbe e a Pedra da Serpente.

Em conjunto com a implantação do roteiro ufológico, veio quase que simultaneamente a realização do Encontro Ufológico de Peruíbe, uma iniciativa vencedora que teve neste ano sua décima terceira edição. O evento tem, a cada ano, atraído mais e mais pessoas, que por sua vez movimentam as atividades da cidade. Para os comerciantes, o movimento extra é sempre muito bem-vindo e eles começaram a abraçar o fato de que Peruíbe é um polo atrativo de UFOs.

Na verdade, moradores e empresários de Peruíbe perceberam que o Ufoturismo pode ser uma atividade lucrativa, desde que praticada com seriedade. “É isso mesmo o que pretendemos aqui: fazer com as pessoas que residem em Peruíbe se orgulhem de sua situação de ponto de alta incidência ufológica, e mostrem tais fatos aos visitantes”, afirma Ribas, um dos grandes responsáveis pelo Encontro Ufológico de Peruíbe e pelo roteiro, cuja implantação já era solicitada pela população há muito tempo, desde que se detectou a intensa casuística local.

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Sobre o Autor

A. J. Gevaerd

A. J. Gevaerd nasceu em Maringá (PR), em 1962, e foi professor de química até 1986, quando abandonou a profissão para se dedicar exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do gênero em todo o mundo, com mais de 3.000 associados. Em 1985, Gevaerd fundou a Revista UFO, única publicação sobre Ufologia no país, com 25 anos de existência, e a mais antiga em circulação em todo o mundo. O editor interessou-se por Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos, ouvindo histórias de observação de naves e contatos com seres extraterrestres, e começou suas atividades na Ufologia imediatamente, fazendo suas primeiras investigações e vigílias. Fez sua primeira palestra sobre UFOs no colégio em que estudava, aos 15 anos, e de lá para cá realizou mais de 2.000 em todo o Brasil. A partir de 1989, começou a se apresentar também no exterior, tendo realizado pesquisas e mais de 600 palestras em 54 países. É diretor no país, desde 1986, da Mutual UFO Network (MUFON), e, desde 1991, do Annual International UFO Congress, um dos eventos de Ufologia mais concorridos da atualidade. Foi um dos idealizadores da campanha pioneira UFOs: Liberdade de Informação Já, lançada em 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual é coordenador. O pesquisador tem participação ativa em praticamente todos os círculos mundiais onde o Fenômeno UFO é tratado com seriedade, participando de eventos, debates, programas, campanhas etc.

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