ARTIGO

Os desejos reprimidos de Meagan Quezet

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga | Edição 264 | 08 de Janeiro de 2019

Sexo e Ufologia parecem uma mistura pouco realista, mas há casos concretos de contatos sexuais entre humanos e alienígenas
Créditos: Equipe UFO

Os desejos reprimidos de Meagan Quezet

Para muitos psicólogos, os contatos sexuais com alienígenas não passam de alusões a desejos socialmente reprimidos. Um exemplo notório é o de Meagan Quezet, uma dona de casa sul-africana de 30 anos, casada com Paul, de origem francesa, com quem teve dois filhos: Gary, 8 anos, e André, 12 anos. Meagan largara um curso de enfermagem devido à família, residente em Mindalore, subúrbio de Krugersdorp, cidade de mineração a uns 26 km de Joanesburgo. As casas não eram grandes, porém modernas e atraentes. As ruas eram amplas e asfaltadas e circundadas por uma serra que oferecia uma vista panorâmica da área, de onde se extraía manganês, ferro e asbesto. Uma fábrica de urânio se instalara no perímetro. Cynthia Hind a entrevistou em 12 de janeiro de 1979.

Às 23h50 de quarta-feira, 03 de janeiro, Meagan estava sentada na sala de estar finalizando a leitura de um livro, quando André entrou reclamando que não conseguia pegar no sono, para o que sugeriu que lhe preparasse uma xícara de chá. Nisso, Cheeky, o cachorro vira-lata, que se recuperava de um atropelamento de carro, começou a latir furiosamente e escapuliu pelo portão. Sem querer incomodar os vizinhos, Meagan pediu a André que a ajudasse prendê-lo novamente na garagem — a residência ficava na metade da Rua Saul Jacobs. A uns 12 m adiante havia uma rua recentemente aberta que se conectava à área industrial.

Luz difusa cor de rosa

Perto dali Meagan localizou Cheeky, que não parava de latir e agora era acompanhado em coro pelos cães da redondeza. Uma luz difusa cor de rosa brilhava no topo da estrada. Meagan comentou com André: “Olhe, já tem luz lá no alto”. O menino, que costumava percorrer a estrada, estranhou aquilo, pois não havia postes de luz por lá. Meagan achou então que poderia ser um pequeno avião acidentado e resolveu conferir se alguém precisava de ajuda. “Ao nos aproximarmos, vi logo que não era um avião. Tinha um aspecto tão esquisito. Não entendíamos o que se passava. Mas, como enfermeira, senti que poderia ajudar prestando primeiros socorros. Se fosse necessário chamaria uma ambulância”, declarou.

A coisa, fosse lá o que fosse, estava encapsulada por uma luz brilhante, cor de rosa. André fez um desenho no qual se distinguem duas luzes, uma de cada lado da porta, e uma encimando o objeto. Na descrição de Meagan, ele “era um ovo cinza-chumbo com cerca de 3,5 m de altura e 5 m de largura, cortado em linha reta na parte de baixo, apoiado em quatro pernas com cerca de 1,2 m de altura parecidas com as de aranha”. No momento pareceu-lhe ser “algum tipo de aparelho aéreo fora do comum em fase de testes”, e não um disco voador. “Você sabe, eu não acreditava nesse tipo de coisa e nunca lera nada a respeito”.

Curiosamente, essa nave é praticamente idêntica àquela que sequestrou o guarda-noturno Antonio Carlos Ferreira na madrugada de 28 de junho de 1979, como vimos anteriormente. Prossegue Meagan: “Seis homens saíram pela porta. Dois se afastaram para o lado esquerdo da nave, dois permaneceram próximos da parte central e dois vieram em nossa direção”. André viu um dos homens do lado esquerdo abaixar e recolher areia, que deixou escorrer suavemente entre seus dedos.

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Sobre o Autor

Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Nascido na capital paulista, em 26 de abril de 1971, desde cedo Cláudio Suenaga se sentiu atraído por tudo o que se relacionasse à ciência, ao oculto, insólito, paranormal e ao sobrenatural. Acabou sendo apresentado, ainda na adolescência, às primeiras revistas de Ufologia, despertando para o assunto em que foi se aprofundando na mesma medida de outros interesses, tais como a história, arqueologia, sociologia, antropologia, mitologia, folclore, filosofia, psicologia, literatura e cinema. Aos 18 anos de idade já publicava seus primeiros artigos em jornais e ingressava na Faculdade de História, formando-se aos 21 anos com um projeto delineado em mente: trazer a questão ufológica ao âmbito acadêmico. Enfrentando todo tipo de preconceitos, logrou a proeza de convencer um grupo de professores da viabilidade de seus propósitos e da seriedade de suas intenções e, em 1994, ingressou no curso de pós-graduação de História da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em 1996, tornou-se consultor e membro do Conselho Editorial da Revista UFO, produzida pelo Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), passando a escrever regularmente para a publicação. Contra a opinião dos bem-pensantes, antecipou, em meados da década de 90, o crescimento exponencial dessas seitas ufológicas e espiritualistas. Entre os inúmeros trabalhos que lançou, um dos que mais geraram celeuma resgata o caso do lavrador João Prestes Filho, que em um fatídico dia de Carnaval de 1946 morreu queimado com as carnes se soltando do corpo depois de ter sido atingido por uma luz misteriosa que veio do céu na cidade de Araçariguama, interior de São Paulo. Casos como este indicam que, ao contrário do que apregoam os adeptos das correntes angelicais, a humanidade não vem sendo protegida e assistida por garbosos comandantes intergalácticos.

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