ARTIGO

O primeiro caso brasileiro registrado neste ano

Por A. J. Gevaerd | Edição 261 | 09 de Setembro de 2018

O possível agroglifo de Prudentópolois, registrado em pesquisa da Revista UFO. Acima, uma formação falsa noticiada em Piraí do Sul, também no Paraná
Créditos: ARQUIVO UFO

O primeiro caso brasileiro registrado neste ano

A primeira ocorrência de um suposto agroglifo no país deu-se na noite de 02 para 03 de agosto em uma plantação muito precoce de trigo poucos metros às margens de uma estrada de chão e em uma propriedade de uma comunidade católica de Prudentópolis localizada no interior desta cidade, na área pouco habitada de Jesuíno Marcondes. O local fica a cerca de 3 km da BR-277, que liga Curitiba a Foz do Iguaçu. Portanto, estava a cerca de quase 30 km do anterior agroglifo de 2016, na Linha Nova Galícia [Veja edição UFO 246, agora disponível na íntegra em www.ufo.com.br].

A figura foi notada primeiramente no começo da manhã de 03 de agosto pelo senhor César Jakub, que reside a cerca de 200 m de onde surgiu e de sua casa, às margens da referida estrada, tem visão direta para a área afetada. Em seguida, foi vista pelo senhor Antonio Strechar, seu vizinho da frente. Ambos foram os primeiros a entrarem na formação, logo em seguida à sua descoberta e estando ela ainda fresca, sendo que Strechar mandou as primeiras fotos para uma rádio local, e daí o fato ficou conhecido.

Strechar informou que ambos e suas famílias não ouviram absolutamente nenhum barulho na noite de 02 para 03 de agosto, quando a figura aparentemente foi formada. Inclusive, os cães das propriedades dos dois homens não latiram a noite inteira, ao contrário do que fariam, ruidosamente, se ouvissem qualquer barulho estranho.

Sentido anti-horário

A figura foi medida em um total de 84 m em seu diâmetro externo. Ela consistia de um círculo interno de cerca de 60 m com plantas de trigo dobradas em sentido anti-horário, rodeado por um “muro” de plantas intocadas, após o qual havia um anel de cerca de 1,7 m de largura, seguido de um segundo “muro” intocado e outro anel de cerca de 4 m de largura — ambos os anéis tinham plantas dobradas em sentido anti-horário. Aliás, toda a figura está em sentido anti-horário.

Indo do círculo central para as extremidades, e além delas, a cerca de 4 m do anel mais externo, havia 4 “corredores” em direções cardeais de plantas dobradas sobrepostas às dos anéis, culminando em 4 círculos menores de cerca 4 m de diâmetro cada e com plantas também dobradas em sentido anti-horário, chamados aqui de “satélites”. Finalizando a figura, entre os “corredores”, em posições radiais intermediárias, porém sem encostarem no anel mais externo, havia 4 ranhuras retangulares de alguns metros de comprimento e pouco visíveis a partir do solo, mas claras a partir do ar.

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Sobre o Autor

A. J. Gevaerd

A. J. Gevaerd nasceu em Maringá (PR), em 1962, e foi professor de química até 1986, quando abandonou a profissão para se dedicar exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do gênero em todo o mundo, com mais de 3.000 associados. Em 1985, Gevaerd fundou a Revista UFO, única publicação sobre Ufologia no país, com 25 anos de existência, e a mais antiga em circulação em todo o mundo. O editor interessou-se por Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos, ouvindo histórias de observação de naves e contatos com seres extraterrestres, e começou suas atividades na Ufologia imediatamente, fazendo suas primeiras investigações e vigílias. Fez sua primeira palestra sobre UFOs no colégio em que estudava, aos 15 anos, e de lá para cá realizou mais de 2.000 em todo o Brasil. A partir de 1989, começou a se apresentar também no exterior, tendo realizado pesquisas e mais de 600 palestras em 54 países. É diretor no país, desde 1986, da Mutual UFO Network (MUFON), e, desde 1991, do Annual International UFO Congress, um dos eventos de Ufologia mais concorridos da atualidade. Foi um dos idealizadores da campanha pioneira UFOs: Liberdade de Informação Já, lançada em 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual é coordenador. O pesquisador tem participação ativa em praticamente todos os círculos mundiais onde o Fenômeno UFO é tratado com seriedade, participando de eventos, debates, programas, campanhas etc.

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