ARTIGO

O Povo da Serpente, mais um mistério da enigmática Peruíbe

Por Atílio Coelho | Edição 264 | 08 de Janeiro de 2019

O Rio Guaraú, dentro da Estação Ecológica Jureia-Itatins, vizinha a Peruíbe, onde vivera o Povo da Serpente
Créditos: PREFEITURA DE PERUÍBE

O Povo da Serpente, mais um mistério da enigmática Peruíbe

A cidade de Peruíbe, localizada no litoral sul do estado de São Paulo, é um daqueles raros lugares onde a beleza deslumbrante da natureza se une a mistérios milenares, lendas e história, tudo isso cercado por matas, cachoeiras, rios e mar aberto. Para aumentar ainda mais o charme da região, Peruíbe está ao lado da Reserva Ecológica da Jureia, um santuário de vida selvagem e um bolsão de Mata Atlântica original. Além disso, a cidade também é considerada a capital brasileira dos discos voadores, título dado pela Revista UFO em 2017, justamente devido à enorme casuística da região.

Mas, como falar sobre os mistérios de Peruíbe sem mencionar quem os opera? Nosso objetivo neste trabalho é apresentar alguns pontos básicos que certamente auxiliarão o leitor no entendimento sobre o que ocorre naquela região. De acordo com uma história amplamente difundida, um povo vindo do espaço teria chegado ao local há milhares de anos, em diversas naves ou “pássaros de metal”. Ali, os desconhecidos fundaram um complexo ou base chamado Davhana. Segundo diz a história, os visitantes construíram largas estradas e edifícios piramidais usando os grandes rochedos da região. De acordo com um mito caiçara, em determinadas condições de clima e em algumas épocas do ano, ainda é possível observar alguns pontos de Davhana, cujos telhados piramidais seriam feitos de cristais.

Lendas que se misturam

O povo de Davhana teria aparência humanoide. Seriam esguios, loiros e teriam mais de dois metros de altura, com braços um pouco mais longos em relação ao corpo se comparado ao físico humano. Davhana teria sido dirigido por um ser cujo nome seria Jurapara, que posteriormente passou a chamar-se de Jurupari, segundo lendas indígenas da região — tanto ele como seus habitantes e naves traziam o símbolo de uma serpente negra, por esta razão este autor os apelidou de “o povo serpente” ou “o povo da serpente”.

Ainda segundo os indígenas, quando chegaram, Jurupari e seu povo não falavam um idioma conhecido pelos habitantes locais, mas, aos poucos, esse empecilho foi sendo minimizado com um contato maior entre as duas culturas. Assim, os serpentes conseguiram passar um pouco de seu conhecimento aos indígenas. Porém, como acontece também em outras narrativas sobre assentamentos alienígenas no passado remoto da Terra, a ocorrência de fenômenos planetários de grande proporção, como terremotos, erupções vulcânicas e maremotos, impediu a permanência do povo da serpente naquele local — somente alguns teriam permanecido ali, a fim de garantir a manutenção de Davhana.

Essa narrativa se assemelha a de Akakor, um sistema civilizatório que teria sido construído por alienígenas na região entre Peru e Brasil, composto por uma cidade central e por outras espalhadas pela região. A disposição de uma capital interligada por cidades-estado talvez seja um padrão utilizado pelas civilizações que aqui estiveram, o que explicaria a similaridade entre diversos relatos. O modelo foi copiado pelos incas a partir de Cusco, no Peru, que era a cidade central do Império Inca. Vale lembrar que a parte principal do complexo de Akakor estaria no lado peruano e próximo à divisa com Brasil. Ao menos essa é a opinião dos cientistas que compõem uma expedição em operação — formada por especialistas de diversos países — que busca por aquele complexo alienígena e que é financiada por multinacionais, cuja intenção seria a de se apropriarem da tecnologia ali empregada.

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Sobre o Autor

Atílio Coelho

É bancário, presidente do Centro de Estudos e Pesquisas Núcleo Tron e da organização não-governamental Projeto Semente, além de consultor da Revista UFO.

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