ARTIGO

O potencial ufoturístico brasileiro

Por Paulo Aníbal G. Mesquita | Edição 143 | 01 de Junho de 2008

A Chapada Diamantina, no interior da Bahia, conjuga maravilhas naturais com uma riquíssima atividade ufológica
Créditos: Geraldo Matias Santos

O potencial ufoturístico brasileiro

O Brasil é uma das maiores nações do mundo, com rica e diversificada casuística ufológica, reconhecida internacionalmente. Este fato, aliado à nossa invejável paisagem, torna o país propício ao conceito de turismo ufológico ou ufoturismo, uma nova especialidade do turismo. Temos regiões de norte a sul com grande beleza natural, tais como a Chapada dos Guimarães e Serra do Roncador, em Mato Grosso, Alto Paraíso, em Goiás, Pantanal, no Mato Grosso do Sul, e as ilhas de Colares e de Marajó, no Pará. Na região Nordeste temos, na Bahia, a Chapada Diamantina, e na Paraíba, Guarabira. O sul de Minas Gerais e certas regiões do oeste do Rio de Janeiro, como a Serra da Beleza, também são áreas de forte potencial ufoturístico.

Algumas localidades no interior de São Paulo, como Nazaré Paulista, Araçoiaba e Peruíbe, também são exemplos da grande variedade regional de manifestações de discos voadores. Coincidentemente, são locais com exuberante beleza natural, com áreas de proteção ambiental amparadas por lei, pois abrigam ecossistemas complexos, como a Mata Atlântica. Inclusive, algumas têm enorme importância geológica, devido à existência de evidências fósseis e arqueológicas, formações de cavernas e presença de cristais de rocha e minérios – alguns estratégicos, como os radioativos urânio e tório, ou ferrosos, como a hematita e magnetita, com forte influência magnética. Será mera coincidência que estas regiões sejam constantemente visitadas por UFOs? Será que nossas riquezas naturais e mineralógicas apresentam algum interesse para seus tripulantes?

Na região Norte, onde está a Amazônia, por exemplo, há diversos pontos com relatos de avistamentos de naves alienígenas e a aparição de esferas luminosas em perseguição a pessoas e aeronaves comerciais, além de pousos de veículos não identificados e até abduções. São áreas de difícil acesso, e muitas vezes só com barco podemos chegar aos locais dos acontecimentos. Podemos destacar, na região, o litoral paraense, que tem uma casuística ufológica extremamente rica desde pelo menos a década de 70. Naqueles anos, ocorreram impressionantes incidentes com pequenos objetos luminosos que ficaram conhecidos como chupa-chupa, assim designados devido à emissão de fino feixe de luz que causava quadro de anemia nas vítimas. A Aeronáutica realizou inúmeras investigações nas localidades atingidas pelo fenômeno, que ficaram conhecidas posteriormente como Operação Prato [Veja UFO 114 a 117].

O grande foco das manifestações ufológicas daquela década foi a Ilha de Colares, com área aproximada de 250 km², separada do continente pelo canal denominado Furo da Laura. Lá é possível encontrar casos como os descritos por Hilberto Freitas, ex-oficial da Marinha Mercante e atualmente radialista e responsável pela única rádio da região, a FM Rosário, que transmite na freqüência de 104.9 Mhz. A rádio possui um programa semanal, Além da Imaginação, dedicado a relatos de aparições de UFOs nas redondezas. “Os habitantes sempre nos procuram para narrar os acontecimentos ufológicos. São relatos de todos os tipos, desde histórias de simples avistamentos até fatos aterradores, que nos dão a certeza de que os discos voadores continuam ativos em Colares”, diz Freitas, que está preparando um documentário em DVD sobre os fatos de sua ilha.

Praia de água doce

Há muitas referências sobre UFOs na Praia do Machadinho, no lado oeste de Colares. O acesso ao local só é possível por estreita estrada de terra com muito mato, por onde só passa um carro por vez. Mas o visual compensa, principalmente no fim da estradinha, onde há uma praia de água doce de rara beleza, coberta pela mata em sua extensão, onde não há qualquer construção ou ocupação humana. É possível caminhar entre as muitas árvores caídas sobre a areia, resultado da ação da água em certas épocas do ano. Freitas observa que há diversas ocorrências de discos voadores e até mesmo de pousos no local. “É um lugar com forte energia, onde muitas pessoas não conseguem ficar muito tempo. Elas sentem algo estranho ou a presença de alguma coisa que as observa”. A este juntam-se outros mistérios que viraram lendas, como nas regiões conhecidas por Buraco da Laura ou Ponta da Laura, um igarapé supostamente visitado por uma entidade feminina identificada por este nome, que sempre aparece nas margens dos rios da região. “São aparições de uma mulher totalmente de branco, no interior de uma luz também branca, que dá medo nas pessoas. Mas a mulher ‘dizia na cabeça’ das pessoas que vinha em paz. Todos pensam que é uma alma penada”.

Outro paraíso ecológico com boa infra-estrutura turística é a Ilha de Marajó, também com inúmeras histórias de avistamentos de UFOs, como a do senhor Raimundo Souza. Em meados de 2005, ele e seu filho observaram um grande objeto com formato de arraia sobre a Praia do Pesqueiro. “Já tinha anoitecido quando uma coisa apareceu em cima do rio. Era um ‘troço’ gigante igual a uma arraia, e tão grande quanto nuvem. Aquilo era comprido, largo e com um rabo”. São comuns relatos de observação de objetos voadores não identificados compridos e com as pontas arredondadas, que entram na água dos rios e submergem como submarinos, sem espalhar uma gota ao redor e sem produzir som. Os ufólogos os chamam de objetos submarinos não identificados (OSNIs). Conhecem-se diversas ocorrências de estranhos artefatos saindo de rios, lagos, mares e oceanos, e inúmeros avistamentos de aparelhos luminosos fazendo as mesmas manobras, chamados pelo povo de Marajó de “bolas de fogo”.

Certamente, na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, encontramos condições ideais ao ufoturismo, pois, além da própria casuística, temos ambientes que propiciam o turismo voltado ao tema. Ela se localiza a 70 km ao nordeste de Cuiabá, capital do estado, e tem belíssimas cachoeiras, entre elas o Véu de Noiva, com 100 m de altura ao longo de um paredão rochoso de arenito vermelho-alaranjado. Trata-se de uma paisagem fantástica da Chapada. Não são raros os relatos de observações de UFOs entre os paredões e até no topo deles, como na formação conhecida como Morro de Jerônimo, um verdadeiro platô a 1.000 m de altura. Muitos já acompanharam pousos de enormes objetos voadores não identificados, e algumas pessoas atribuem os blecautes elétricos que comumente ocorrem na região a tais incidentes. No alto, em meio à paisagem do cerrado, se encontra a misteriosa Cidade de Pedra, uma peculiar formação geológica rochosa sob ação eólica, área de inúmeros relatos de estranhas observações luminosas.

Outra localidade do Centro-Oeste brasileiro com forte potencial para o ufoturismo é a Serra do Roncador, com seus paredões rochosos de arenito com quase 600 m, que chegam a atingir extensão de mais de 800 km. Entre as cidades próximas ao Roncador está Barra do Garças, onde se encontra o primeiro “discoporto” do país, um local construído para pouso de discos voadores, concebido por um político local. Ali há a formação rochosa da Pedra do Índio, batizada pelos esotéricos de Guardião do Roncador, em que se acredita existir um portal para outra realidade. Mais adiante, encontra-se a Lagoa Encantada, considerada um lugar sagrado para os índios xavantes. Relatos de observação de UFOs e da suposta abertura de portais para um mundo subterrâneo, segundo alguns grupos de trabalhos esotéricos na região, são comuns. Mas curiosa mesmo é a ausência de animais na referida lagoa.

crédito: Cirilo Campos
A Pedra do Ingá, na Paraíba, um sítio arqueológico com inscrições rupestres cercado de mistérios e de numerosos avistamentos ufológicos
A Pedra do Ingá, na Paraíba, um sítio arqueológico com inscrições rupestres cercado de mistérios e de numerosos avistamentos ufológicos

Gruta dos pezinhos

Existem também diversas cavernas na região, algumas com grande importância arqueológica, como a Gruta dos Pezinhos, com inscrições semelhantes a pegadas humanas de seis dedos. No interior de algumas delas ocorrem rituais promovidos por grupos esotéricos, que organizam excursões místico-turísticas em certas épocas do ano, com apoio das agências de viagem da região. E mantendo a linha mística, em Alto Paraíso (GO) encontramos grande centralização de diversas correntes esotéricas, espirituais, religiosas e até movimentos alternativos com base na crença da atuação de seres extraterrestres na área. Para lá acorre grande fluxo de turistas de todas as regiões do país. Ou seja, de certa forma, já existe um turismo direcionado no município, tornando Alto Paraíso, a cerca de duas horas de carro de Brasília, a Meca dos esotéricos do Brasil.

Já na região Nordeste, como no interior da Bahia, a Chapada Diamantina apresenta enormes possibilidades de ufoturismo. Com área de aproximadamente 40.000 km², em quase toda sua extensão há relatos de observações de UFOs, inclusive de abduções nas proximidades de grutas. Algumas de suas cavernas impressionam pela beleza, como a Gruta do Poço Encantado. Em certas épocas do ano, uma luz que penetra por uma fenda mergulha até as profundezas do lago de águas cristalinas, que chega a mais de 80 m de profundidade, criando um maravilhoso efeito visual azulado no ambiente.

Somados à incidência de outras regiões, os mais impressionantes relatos de aparição de discos voadores e de supostas entidades alienígenas estão no interior da Paraíba, como na cidade de Guarabira. Muitos já observaram de perto, à noite, seres baixinhos com cabeça grande e tonalidade cinza, conhecidos com grays [Cinzas]. Na região da Pedra do Ingá, um sítio arqueológico rochoso com dezenas de inscrições, distante cerca de 100 km de João Pessoa, há grande número de informações de supostos avistamentos de pequenos objetos luminosos, como os descritos na propriedade do senhor José Ribamar. Ele relata que saem de uma nave bem maior, com aparência de cone de cabeça para baixo, com forte brilho esbranquiçado. De sua parte inferior é emitido um feixe de luz amarelada, de onde saem os tais objetos luminosos. “São bolas vermelhas muito brilhantes e uma delas chegou a ficar na Terra”. Para ufólogos, podem ser sondas ufológicas, pequenas naves não tripuladas e teleguiadas que realizam pesquisas no ambiente.

crédito: Arquivo UFO
A Chapada dos Guimarães, a 70 km de Cuiabá, em Mato Grosso, também é região rica em ocorrências ufológicas
A Chapada dos Guimarães, a 70 km de Cuiabá, em Mato Grosso, também é região rica em ocorrências ufológicas

Na região Sudeste

No Sudeste brasileiro também existem grandes possibilidades para turismo ufológico, como em São Thomé das Letras, no sul de Minas Gerais. Situado a 1.400 m de altitude, lá se pode coletar informações sobre inúmeras histórias relacionadas a discos voadores, desde simples avistamentos noturnos até relatos de pouso em chácaras da região, além de abduções alienígenas. As cachoeiras e as cavernas do local também são atrações naturais, algumas das quais envoltas em lendas e mitos, como a Gruta do Carimbado que, para alguns, possuiria ligação subterrânea até Machu Pichu, no Peru, e a Gruta das Bruxas, cercada por muitas aparições de objetos voadores não identificados, que foi cenário para algumas cenas da série Filhos do Sol, da extinta Rede Manchete.

Em alguns dos pontos mais elevados de São Thomé, como o Cruzeiro, muitas pessoas já relataram ter avistado discos voadores. Aliás, todo o sul de Minas Gerais é rico em casuística ufológica, incluindo o famoso Caso Varginha, ocorrido em 20 de janeiro de 1996 e considerado um dos mais intrigantes da Ufologia Mundial. Como se sabe, o episódio se caracteriza pela captura de seres alienígenas por militares do Exército Brasileiro, em conjunto com uma corporação do Corpo de Bombeiros local. Hoje temos na cidade um monumento que homenageia o caso, uma imensa caixa d’água no formato de disco voador, além da caracterização dos pontos de ônibus na Avenida José Venâncio também ser semelhante ao objeto.

Numa região pouco conhecida dos ufólogos, Nazaré Paulista, a uma hora de viagem da cidade de São Paulo, há inúmeras histórias de misteriosas aparições de objetos luminosos que saem das serenas águas da Represa Atibainha, com seus quase 25 km2. Ou do surgimento de estranhas criaturas nas áreas rurais e nas matas, além de avistamentos de esferas com brilho intenso que sobrevoam a copa das árvores e até residências. Exemplo disso foi o caso do senhor Joel, que prefere ter seu sobrenome omitido, ocorrido no último mês de março. Ele e sua mulher pescavam na represa, tranqüilos, por volta de 01h30, com apenas um lampião aceso. De repente, a mulher apontou em direção a uma luz, semelhante a um farol, que mudava da cor clara para a vermelha e fazia movimentos para cima, da esquerda para a direita e vice-versa.

O casal continuou pescando, mas a senhora ficou inquieta com a luz, pois ela se intensificava cada vez mais. Perceberam então que se deslocava em sua direção. A mulher entrou em pânico, dizendo ao marido que iria embora naquele momento e alertou-o para desligar o lampião, pois achava que assim não seriam vistos pela tal luz. Em seguida, ambos saíram correndo, deixando o material de pesca na represa. O senhor Joel falou que a luz iluminou a área como se fosse a Lua, apesar de ter se transformado na cor vermelha, e que era aproximadamente do tamanho de um pneu de automóvel. O jornal Folha de Nazaré, que publica a casuística ufológica da região, convidou membros do grupo EXO-X, que empreenderam expedição na área.

Também no interior paulista está Araçoiaba da Serra, na região de Sorocaba, muito rica em observações de UFOs. Entre os casos mais conhecidos estão os que ocorreram na Fazenda Ipanema, uma área de preservação ambiental riquíssima em minério de ferro. Alguns desses fatos foram divulgados pela imprensa local, especialmente o jornal Cruzeiro do Sul. O ufólogo Marco Leal, por exemplo, informa que um comerciante local chegou a filmar uma nave nas proximidades, e que estranhos círculos teriam aparecido na Floresta Nacional de Ipanema (Flona). “A vegetação rasteira que existia no local simplesmente sumiu no raio de incidência das marcas. Parecia não crescer e foi queimada quando aquele círculo se formou ali, talvez uma espécie de radiação”,

O grupo EXO-X realizou pesquisas de campo e, com autorização especial, entrou em áreas no interior da fazenda, que normalmente não são liberadas ao público. Verificaram-se afloramentos de minérios de ferro e, num ponto elevado, pôde-se observar um morro que os moradores dizem ter sido um tipo de pirâmide com ligação com a Estrada do Sol ou Estrada de Peabiru. Também se observou a distância todo o Complexo de Aramar, base em que a Marinha está desenvolvendo um submarino nuclear e onde se realizou enriquecimento de urânio pela primeira vez no país. Algumas áreas da Fazenda Ipanema são liberadas à visitação pública, com muitas trilhas ecológicas nas quais as pessoas observaram UFOs. Será que a riqueza dos minérios de ferro, e conseqüentemente as fortes alterações magnéticas que produzem, teriam algo a ver com o aparecimento de naves? Certamente, o local também tem forte potencial para o ufoturismo.

O litoral sul do estado de São Paulo, em volta de Peruíbe, talvez seja a região litorânea mais rica em casuística ufológica no Brasil. Nas proximidades temos a Estação Ecológica da Juréia-Itatins, uma importante área de proteção da Mata Atlântica em plena Serra do Mar. Será, mais uma vez, apenas coincidência que a região se mostre rica em aparição de UFOs? Locais como Perequê, Guaraú, Pedra da Serpente, Morro do Bogoçá, Maciço de Itatins, Barra do Una, Juréia e as redondezas da Ilha de Queimada Grande, habitat da cobra jararaca ilhoa [Bothrops insularis], são palco de muitos relatos de avistamentos de objetos noturnos, seres luminosos esbranquiçados e até de objetos em formato discóide e cilíndrico. Há na região alguns casos de abduções.

Potencial ufoturístico

O delegado José Guilherme Raymundo [Entrevistado desta edição. Veja seção Diálogo Aberto] conseguiu filmar um UFO em plena luz do dia em Peruíbe. Tivemos oportunidade de analisar a filmagem e exibi-la em programa da Rede Bandeirantes, constatando sua legitimidade. Durante nossas pesquisas em Peruíbe, pudemos mapear os pontos de maior incidência de UFOs no litoral sul de São Paulo em uma carta náutica, um trabalho inédito na Ufologia Brasileira. O município percebeu seu potencial ufoturístico e lançou, no ano de 2004, o primeiro roteiro ufológico da região Sudeste.

Outra área litorânea que merece destaque é Niterói, no Rio de Janeiro. Do termo tupi nheteróia, que significa “água escondida” – pois era uma região rica em manguezais –, também concentra grande diversidade de fatos ufológicos, como o relatado por Márcio Silva. “Um objeto vermelho, pouco maior do que uma bola de futebol, com pequenas bolinhas em volta, parecia pousar entre dois prédios”. Já em outubro de 2004, os relatos de observação de UFOs ganharam grande destaque no jornal carioca O Fluminense, inclusive no centro de Niterói, como na Praia de Icaraí. Tal o relato do senhor Marcos A. Reis que, em meados de 2003, observou algo muito estranho no céu noturno. “Vi uma formação luminosa composta por três luzes simetricamente alinhadas, concluindo uma espécie de triângulo”, contou. “Lembro bem que o ponto superior da figura geométrica emitia uma luz firme, sem cintilações, de cor avermelhada. As outras duas luzes, também firmes, pareciam estrelas. A formação triangular imprimiu incrível velocidade em rumos ascendentes e sumiu sem deixar rastros”, descreveu Reis, que chamou seu filho Marcelo para ver o fenômeno.

Outro interessante relato é de Lionice Moreno Santos, 60 anos, residente em Itaboraí. Ela estava na varanda de sua casa, em agosto de 2004, onde, por volta das 03h00, observou forte luz no céu. “Era prateada e rodava lentamente como um pião, enquanto mudava de cor. Uma coisa muito bonita mesmo. De repente, passou a girar com mais intensidade e sumiu”. No final do ano de 2006, muitos UFOs foram avistados sobre a Baía da Guanabara, mas não é de hoje que Niterói se destaca na casuística ufológica brasileira. Pelo menos desde agosto de 1966 a cidade é ponto de referência para a Ufologia. Naquele mês aconteceu o famoso Caso Máscaras de Chumbo [Veja UFO 087]. Em contraste com a paisagem, encontra-se o Museu de Arte Contemporânea (MAC), projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer no mirante da Praia da Boa Viagem. Seu formato lembra um disco voador pousado, tornando-se símbolo da cidade e um ponto turístico visitados por milhares de pessoas todo ano.

Para finalizar, não podemos deixar de citar a Serra da Beleza, também no estado do Rio, onde um dos maiores divulgadores de sua intensa casuística, o co-editor da Revista UFO Marco Antonio Petit, já teve dezenas de avistamentos de objetos voadores não identificados e sondas ufológicas, em mais de 20 anos de investigações [Veja UFO 054 e 116].

Para continuar lendo este artigo, você deve se cadastrar no Portal UFO. O cadastramento é gratuito e dá acesso a todo o conteúdo do site.

Login

Compartilhe esse artigo:

Sobre o Autor

Paulo Aníbal G. Mesquita

Paulo Aníbal G. Mesquita nasceu em 20 de maio de 1967 na capital paulista. É biólogo, professor e consultor da Revista UFO e da Sexto Sentido, publicações nas quais divulgou dezenas de artigos sobre abduções, pesquisas de campo, Ufoarqueologia, vigílias e casuística ufológica. Também é um dos membros do Grupo de Pesquisas Ufológicas (EXO-X) e do Grupo Ufológico Cidade Tiradentes (GUCIT). Em suas pesquisas de campo apurou evidências físicas e biológicas da presença alienígena em nosso planeta, além de marcas de pouso de UFOs, alterações físico-químicas no solo e suas conseqüências para o meio ambiente. Em 2004 foi um dos responsáveis pelo mapeamento da carta náutica pautada em avistamentos ufológicos no litoral sul do Estado de São Paulo, considerado um trabalho inédito pela Comunidade Ufológica Brasileira. Nos últimos anos tem realizado pesquisas na área da Criptozoologia, que investiga os Chupacabras, o Mapinguari e outros seres intrigantes. Possui alguns blogs sobre a temática extraterrestre.

Comentários

UPDATED CACHE