ARTIGO

O jovem que era amigo de Ashtar Sheran

Por Equipe CEEAS | Edição 11 | 01 de Março de 1996


Créditos: Arquivo UFO

O jovem que era amigo de Ashtar Sheran

Não há como falar do CEEAS sem associá-lo a Paulo Fernandes, que viveu os últimos 12 anos de sua vida neste plano para dignificar o compromisso que assumiu com Ashtar Sheran, Tudo começou quando encontrou o comandante pela primeira vez em um lugar deserto ao noite de Salvador, na noite de 2 de julho de 1969. Até então, ele era o eletrotécnico baiano Paulo Fernandes, com 21 anos, poeta, músico e ta ardoroso de Roberto Carlos. Mas após o contato, ficou conhecido como "o jovem que se encontrou com extraterrestres", tal como titulou, muito sinceramente, o livro que deixou para contar como tudo isto aconteceu.

Apesar dos problemas que enfrentou com sua saúde frágil, Paulo não mediu esforços para divulgar a verdade. Com a ajuda de alguns amigos e, principalmente, de sua mãe, Consuelo Fernandes, fundou oficialmente, em 17 de setembro de 1973, o Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran (CEEAS). A instituição centrou sua pesquisa e sua ação em bases filosóficas, científicas e espiritualistas. Como o centro nasceu seguindo orientações de Ashtar Sheran, Paulo não hesitou em homenageá-lo quando escolheu o nome da entidade, que é basicamente um centro de estudos — e não um centro espírita, nem irmandade de caridade ou seita religiosa, como muitos ainda hoje insistem em especular.

O objetivo maior do CEEAS é a pesquisa da Exobiologia, ou seja, da vida além da Terra e, assim, da evolução das espécies no Universo. Faz parte também de seu fundamento, enquanto instituição, difundir o vegetarianismo, o não uso de drogas e, ainda, alertar para outros perigos maiores que a Humanidade corre com a iminência de mais um confronto mundial de potências e seus inimaginavelmente danosos experimentos nucleares.

A difusão deste pensamento (que é a parte mais importante que a mensagem de Ashtar Sheran traz aos homens da Terra) tem chegado a público através da publicação de livros e da realização de eventos. De 1970 a 1977 inúmeras palestras foram proferidas em Salvador e, em 1980, o CEEAS promoveu o 1º Simpósio de Parapsicologia Aplicada ao Campo Ufológico. Paulo foi também o apresentador, na Bahia, do reconhecidíssimo ufólogo Alfredo Moacyr de Mendonça Uchoa, que o considerava "um verdadeiro missionário das coisas sutis do espírito".

Como observou providencialmente o general Uchoa, ao fazer algumas considerações sobre o "inesquecível irmão e amigo", nas primeiras páginas do livro O Jovem que se Encontrava com Extraterrestres, "... as faculdades psíquicas de Paulo Fernandes o privilegiaram a ponto de fazê-lo realizar contatos em condições seguras de comprovada autenticidade". Apesar de não terem sido devidamente valorizadas no meio ufológico de linha científica, os contatos realizados peio fundador do CEEAS não o tornaram vaidoso ou o fizeram desistir.

Para um cardíaco, ele se excedeu. Foi a campo inúmeras vezes para fundamentar a pesquisa do CEEAS. Esteve em várias localidades baianas em busca de provas físicas, de testemunhas de avistamentos de discos voadores e contatos com seus tripulantes. Esteve também no 1º Encontro Nacional de Teses Ufológicas, no Rio, em 1979, para apresentar as conclusões em público, os visitantes ETs que já estão na Terra.

Sua postura sempre contundente de se considerar irmão cósmico dos extraplanetários e se manter de braços abertos para lhes dar as boas vindas, permaneceu mesmo depois que desencarnou, em março de 1981. Atualmente, presidido pela pedagoga Ana Santos, o CEEAS continua se expandindo e há filiais em São Paulo, Curitiba. Brasília e Rio Grande do Norte, a maioria delas realizando o mesmo programa da matriz, que mantém reuniões públicas de caráter filosófico-científico-espiritualista.

A "loja" de São Paulo apóia e integra a União de Sociedades Espiritualistas, um movimento que busca a união de esforços para a harmonização do planeta. Há três anos, o CEEAS vem realizando também dois eventos significativos para o alcance de sua meta, que é a de tornar cada vez mais públicas informações sobre vida em outros planetas e mundos paralelos: uma exposição de imagens e documentos que, há quatro anos, mobiliza milhares de freqüentadores de um dos maiores shoppings da Bahia e o Congresso Nacional Sobre UFOs que, desde 1992, reúne na capital baiana atuantes pesquisadores brasileiros.

Nota do Editor — Os livros comentados nesta matéria estão à disposição dos interessados através do encarte desta edição. Faça seu pedido através do cupom da última página do encarte.

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