Edição 198
DESTAQUE

O fascínio de peregrinar pela terra sagrada dos incas

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01 de Mar de 2013
O editor A. J. Gevaerd em Chilca, onde se realizará vigília com o contatado Asís [Veja matéria nesta edição]
Créditos: Arquivo UFO

O que muitos guias de viagem ao Peru se perguntam é como teve início seu desejo de conduzir peregrinos até a Cordilheira dos Andes, em uma jornada de interiorização por esse que é um dos mais fascinantes impérios de toda a Antiguidade. A interrogação também afeta este autor, e creio que foi mesmo o próprio Império Inca quem “pediu” a realização de tal trabalho. Então, após lançado meu livro Os Pilares da Sabedoria de Um Novo Mundo [Editora Elevação, 2001], resolvi dedicar-me a algo mais prático, que fugisse da teoria e permitisse estar mais tempo com os peregrinos. Foi assim que decidi ouvir o “chamado” e centralizei minhas excursões em Machu Picchu e Nazca. Quem vai até esses lugares não empreende uma simples viagem, mas realiza um sonho e vive uma experiência transcendente.

Até no momento de organizar uma expedição e coordenar os grupos há algo de especial — as pessoas que deles participam parecem ter afinidade entre si e estão prontas, apenas esperando a viagem acontecer. Isso fez com que as peregrinações ao Peru se multiplicassem e até hoje foram dezenas delas conduzindo centenas de pessoas àquelas terras. Em tais ocasiões, com o acompanhamento de integrantes da cultura local e de estudiosos multidisciplinares da milenar presença alienígena na Terra, pode-se ter uma ideia melhor do que é o Peru e quão vastas são suas tradições. Foi isso que inspirou a operadora de turismo Terra Inca, especializada no país, a juntar-se à Revista UFO para preparar viagens de pesquisas ufoarqueológicas pelos desertos e a Cordilheira dos Andes.

A primeira incursão da parceria será à região sul do Peru, que também pertenceu ao Império Inca e talvez seja aquela em que mais encontramos indícios físicos da ação de outras inteligências cósmicas no passado da Terra — e que ainda hoje se podem ver. A expedição, batizada de Viagem de Exploração Ufoarqueológica ao Peru, terá estrutura diferente das viagens habituais, por ser voltada à questão ufológica. Dela participarão, além deste autor, o editor e ufólogo A. J. Gevaerd, o coronel da Força Aérea Peruana (FAP) Julio Chamorro, o contatado Asís e o xamã inca Mário “El Puma”. Chamorro, que foi diretor do órgão oficial de pesquisa ufológica da Aeronáutica de seu país, fará palestra em Lima, no Clube da Força Aérea.

Vigília no deserto peruano

Outro ponto alto da viagem será uma vigília ufológica no deserto peruano, em uma das áreas de maior incidência de UFOs, e para isso foi destacado o contatado Asís, conhecido por fazer filmagens de naves regularmente. Já “El Puma”, o mais importante líder espiritual peruano, integrará a equipe por todos os oito dias da viagem. O destino mais importante de toda a exploração será visitar as Linhas de Nazca, um dos últimos grandes mistérios da Terra ainda por ser desvendado, segundo o próprio escritor espanhol J. J. Benítez. São dezenas de figuras gigantescas que só podem ser vistas do alto, como farão os membros da viagem em aviões pequenos e próprios para o passeio.

Pedras gravadas de Ica

Benítez começou sua jornada de pesquisas no Peru em 1974, quando, em 07 de setembro, diz ter vivido uma experiência extraordinária na praia de Chilca. “Observei alguns objetos no céu que não tinham explicação e passei a andar mais pelo país. Naquela época, conheci também as pedras de Ica e me tornei amigo do médico Javier Cabrera Darquéa”, disse referindo-se ao descobridor daquele tesouro arqueológico e fundador do Museu das Pedras Gravadas de Ica, hoje administrado por sua filha e local incluído na Viagem de Exploração Ufoarqueológica ao Peru que a Terra Inca e a Revista UFO realizarão.

“Mesmo depois de décadas de descobertas, as pedras continuam sendo um mistério contundente, apesar de nunca ter havido interesse por parte da arqueologia acadêmica de realizar um estudo sobre elas”, lamenta Benítez. Sobre as Linhas de Nazca, ele diz que existe um detalhe muito importante que nunca é levado em conta quando se explora o local: as relações que existem entre figuras que se encontram a muitos quilômetros de distância entre si. E para se poder fazer isso, há que necessariamente ser pelo céu. “Para mim, as linhas são muito marcantes e uma das maiores maravilhas do mundo, comparadas às pirâmides. Todo mundo deveria sobrevoar ao menos uma vez em sua vida as Linhas de Nazca”, completa. Muitos outros lugares ainda fazem parte da Viagem de Exploração Ufoarqueológica ao Peru e o leitor pode conhecer detalhes no endereço www.terrainca.com.br

E se eles finalmente chegarem?

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Mar de 2013

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