Edição 219
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O desafiador fenômeno dos agroglifos se estende pelo planeta

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01 de Jan de 2015
As espetaculares figuras já foram registradas em cerca de 35 países de todos os continentes, sempre desafiando a ciência
Créditos: MATTHEW WILLIAMS

Há décadas estamos vendo as misteriosas figuras que chamamos de agroglifos aparecerem em plantações de grãos de inúmeros países, cada vez mais complexas e desafiadoras. Uma legião de estudiosos hoje se dedica a estudar os sinais, amplamente reconhecidos como verdadeiras mensagens cósmicas, mas cujo significado desconhecemos. Seus formatos variam a cada nova temporada, geralmente na época do verão nos países onde surgem, mas uma em especial atrai a atenção dos “circólogos”, como são conhecidos seus pesquisadores. São as figuras com representações astronômicas, como de meteoritos em situação de ameaça à Terra. Os dedicados a este enigma se perguntam como é possível que se repitam os mesmos símbolos sempre que passa algum cometa com capacidade destrutiva perto do nosso planeta?

Uma das figuras mais notórias de caráter astronômico já descobertas é uma ampliação de nosso Sistema Solar, surgida em 2008, na Inglaterra, que mostra a posição exata dos planetas no dia 21 de dezembro de 2012, data para a qual se esperava grande acontecimento cósmico. Na imagem podemos observar a entrada de certo corpo celeste no Sistema Solar, semelhante a outros desenhos de asteroides presentes em diferentes agroglifos. Seria uma advertência? O desenho continha também outra questão complexa da astronomia, a ampliação do diâmetro do Sol até absorver literalmente os planetas Mercúrio e Vênus. Os investigadores têm especulado muito sobre essa questão e boa parte deles chegou à conclusão de que seria uma representação simbólica das mudanças que o astro está sofrendo. De fato, durante 2009 apareceram figuras que assinalavam o dia 07 de julho de 2009 como a data de um importante evento solar, o aparecimento de uma mancha na superfície do Sol.

Também têm sido encontrados nas plantações de inúmeras nações desenhos que evocam representações de sistemas energéticos, como o nuclear. Mas neste ponto o que chama a atenção é que tais figuras parecem conter tais elementos embutidos em seu conjunto global, requerendo muita perícia do observador. Isso coloca uma séria questão aos pesquisadores: se há inteligências por trás da confecção dos agroglifos, como se supõe, e se é tão perigosa a energia nuclear, por que tais inteligências não demonstram o risco de maneira mais clara? E qual seria o perigo real da energia nuclear, além, obviamente, daqueles que já conhecemos? As respostas estão sendo aguardadas enquanto os autores das figuras apenas se limitam a inserir o símbolo nuclear em círculos concêntricos, combinados com hipérboles simétricas quadradas. Essa ambiguidade é uma grande pedra no caminho dos investigadores, que se perdem em um mar de interpretações e de perguntas.

Símbolos religiosos

O gênio da física Alessandro Volta (1745-1827) desenhou um dispositivo para canalizar a energia magnética e elétrica da superfície da Terra, e assim gerar eletricidade grátis. Em 2004 e em 2008, dois círculos nas plantações inglesas, separados entre si, mostravam claramente o desenho de Volta, cujo original dorme no fundo de algum baú de um escritório de patentes. Por outro lado, alguns desenhos fazem alusão à energia eólica e à produção de eletricidade. Sem dúvida, tratam-se de claras mensagens à humanidade para que mudemos o nosso modelo energético baseado, sobretudo, no petróleo, apostando no uso dos recursos naturais da Terra.

Também é de se destacar as manifestações de figuras com mensagens sobre certos componentes químicos, moléculas grandes ou mesmo pequenas. Seriam substâncias vitais para o desenvolvimento do homem ou as inteligências por trás do fenômeno estariam nos advertindo sobre seu uso? Durante os últimos anos aparecem também, progressivamente, imagens com alusões à forma como os seres humanos têm nomeado Deus. Símbolos católicos, hebreus, hinduístas, egípcios, taoístas e muçulmanos têm estado constantemente presentes nas figuras, formando uma ampliada visão da nossa transcendentalidade. Assim, não há dúvidas de que a inteligência autora dos círculos conhece a nossa simbologia sagrada e, como demonstram outros desenhos, também as últimas descobertas nos campos da física, da cosmologia, da medicina, da química etc.

crédito: CROP CIRCLE CONNECTOR
Entre os agroglifos mais comuns estão aqueles que representam sistemas estelares, como este, descoberto em Avebury em 2012
Entre os agroglifos mais comuns estão aqueles que representam sistemas estelares, como este, descoberto em Avebury em 2012

Quem sabe o aparecimento desses símbolos religiosos em múltiplos desenhos encontrados ao redor do mundo não constitua uma mensagem de paz e união para a humanidade, independentemente das crenças de cada um, pois existem suficientes exemplos de guerras na história por questões religiosas? Durante os últimos anos surgiram também símbolos maçônicos e de outras entidades iniciáticas, como a coruja, o pentagrama e a pirâmide com o olho na ponta — esse último em duas ocasiões —, mas igualmente não sabemos por que razão foram expressados nas plantações e o que seus autores queriam nos dizer com tais imagens. Que sabem sobre nossos rituais?

Outra imagem que aparece com frequência em agroglifos de todo o mundo é uma que faz alusão a células e a cadeias do DNA humano. Mas o que significam, desconhecemos. Porém, parece claro que a inteligência autora das imagens está interessada em questões genéticas — e um dos aspectos mais transcendentes desse campo é evidente, a criação artificial de vida. Contudo, nos agroglifos, não encontramos nenhuma informação que nos faça avançar no estudo da genética humana, pelo menos que consigamos reconhecer. Provavelmente, no entendimento dos estudiosos, porque devemos ser nós mesmos, sem nenhum tipo de ajuda externa, quem deve dar esse importante passo.

O retorno de Quetzalcoatl

Outros desenhos que têm desafiado o circólogos são os que fazem menção ao retorno de Quetzalcoatl, a serpente emplumada da mitologia maia, que muitos ufoarqueólogos definem como uma entidade extraterrestre tratada como um deus por aquela antiga etnia — esse deus que desceu dos céus e para o qual voltou retornará um dia, segundo a milenária tradição popular. Um dos círculos nas plantações fazendo alusão a Quetzalcoatl, que apareceu em 2009, era constituído, entre outros elementos, por plumas e números maias expressados em glifos, assim como uma forma de serpente no seu interior. Outros mostram idênticas características, mas muito menos complexas. Estaríamos diante do anúncio do retorno do suposto deus alado?

Segundo alguns investigadores, os antigos maias falavam de serpente emplumada porque descreviam algo que podia estar no solo e imediatamente sair voando. E como apontam outros estudiosos, provavelmente demasiado ousados, possivelmente a figura da serpente emplumada tenha alguma relação com certos avistamentos de UFOs sobre o Distrito Federal do México, nos quais objetos não identificados se apresentam às centenas, agrupados em estruturas chamadas de flotillas, frotas de naves. O curioso é que a onda destes avistamentos se deu naquele ano nas mesmas datas de surgimento de agroglifos com menção à Quetzalcoatl, na Inglaterra. Essas reflexões podem parecer exagero sem fundamento e talvez sejam, mas a ambiguidade do fenômeno dos agroglifos torna impossível chegar a conclusões determinantes.

Bem mais interessantes são aqueles desenhos nas plantações cujo significado se desconhece por completo, em que nem sequer se encaixam interpretações possíveis. No futuro, alguém ou algum grupo de estudiosos com os conhecimentos adequados poderá oferecer respostas para eles, mas que agora estão indisponíveis para nós. Entretanto, o trabalho dos investigadores consiste em divulgar esse fenômeno para que outras pessoas se interessem por ele, o estudem e ofereçam suas próprias contribuições, nas mais diversas áreas da ciência e do conhecimento humano em geral. Estamos diante de um campo praticamente virgem de estudos, em que está tudo por fazer.

Partículas atômicas

Também temos de destacar os agroglifos que evocam conceitos como a fusão do corpo, da mente e do espírito, como ocorreu na localidade inglesa de Barbury Castle, em 1999, ou mostram os chacras, vórtices energéticos de nosso corpo, segundo a sabedoria oriental. O que as inteligências que estão por trás dos círculos estão querendo nos dizer sobre a canalização energética e o poder da mente? Por acaso, como apontam diferentes investigações no campo da parapsicologia, seria possível enviar energia à distância com o poder da nossa mente? Por que os autores dos sinais não nos ensinam através deles como conseguir fazer isso? Provavelmente, como já se registrou, deveremos ser nós mesmos a encontrar as respostas e é possível que a grande mensagem subjacente a esse fenômeno seja a de que os humanos são os únicos responsáveis pelo seu processo evolutivo, para o bem ou para o mal.

Entre os desenhos que têm desafiado o circólogos estão os que fazem menção ao retorno de Quetzalcoatl, a serpente emplumada da mitologia maia, que muitos ufoarqueólogos definem como uma entidade extraterrestre tratada como um deus

Alguns agroglifos realmente provocam espanto. Em 2008, quando o acelerador de partículas da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN) começava suas primeiras fases de experimentação, apareceu uma figura de oito “braços” representando justamente o interior do acelerador, montado em grande área nos Alpes. Isso levou os estudiosos a entender que os autores do fenômeno conhecem o gigantesco laboratório, que tratava de oferecer respostas aos grandes enigmas da existência, como a forma como nasceu o universo e do que é constituída a matéria — foi bem ali que se descobriu, há não muito tempo, o Bóson de Higgs. Além do mais, se o acelerador de partículas constituísse um perigo à humanidade, como se clamou na época, não seria um dever moral dos autores dos agroglifos avisar-nos de que não estamos preparados para controlar as experiências que se iniciarão na referida instalação? Nem teria que ser uma clara advertência, mas pelo menos um aviso de alerta do que poderia ocorrer se os físicos não atuassem com responsabilidade.

Outra série de círculos enigmáticos, desta vez em plantações de milho, mostrou diferentes figuras com formas de olhos fitando o céu infinito. Mas o que faz um olho desenhado no meio de um campo cultivado com pés de milho? A interpretação a que chegaram os circólogos é de que o olho é um órgão que “está vivo”, que observa, estuda e nutre um corpo de experiências sensoriais — e é possível que essas representações constituíssem uma alegoria da inteligência criadora em uma alusão ao fato de que não tira o olho de nossa espécie. E se nós não quisermos ser observados? Não é uma disparidade que essa inteligência possa nos analisar e nós não possamos fazer o mesmo?

Música dos agroglifos

Outro fato ligado aos agroglifos e que igualmente desafia a compreensão são as representações de ondas sonoras que se revelam em uma série de figuras com um extraordinário acabamento quadriculado. Se a inteligência por trás dos círculos conhecesse as escalas musicais, coisa completamente provável — já que a música é inerente a qualquer tipo de civilização —, também conheceria a nossa música, nossa maneira de transmitir sons e, portanto, também o modo como os exércitos de todas as nações enviam mensagens cifradas usando o som como forma de código. Em outras palavras, tal inteligência teria a capacidade de conhecer os maiores segredos que ocultam os governos mais poderosos da Terra.

Por conseguinte, os autores dos agroglifos poderiam atuar caso se declarasse uma guerra mundial que colocasse em perigo a sobrevivência da humanidade, pois saberiam como decifrar nossos códigos — são muitos os estudiosos do fenômeno que pensam que essa situação poderia acontecer a qualquer momento. E não é necessário ter muitas informações sobre o modo de proceder dos países mais poderosos do mundo para concluir que essa terrível possibilidade é mais real do que a maioria das pessoas possa pensar. Sob outro prisma, se a inteligência responsável pelos círculos tem conhecimentos musicais, assim como parecem demonstrar alguns dos desenhos, que classe de composições tenta nos transmitir? Enfim, estas são perguntas que somos incapazes de responder, entre tantas que surgem a cada dia a partir desse enigma.

crédito: ARQUIVO UFO
O engenheiro e circólogo inglês Colin Andrews, um dos maiores especialistas nos agroglifos da atualidade
O engenheiro e circólogo inglês Colin Andrews, um dos maiores especialistas nos agroglifos da atualidade

Igualmente, baseando-se em certos desenhos encontrados em plantações da Europa, alguns investigadores chegaram à conclusão de que a inteligência autora deste desconcertante fenômeno é algum tipo de civilização extraterrestre. Em um agroglifo que apareceu em 2006, na Inglaterra, pôde-se observar uma figura tridimensional composta por duas circunferências externas, as quais continham outra série de círculos no seu interior. A figura tinha todas as características de um buraco de minhoca, as passagens que a astronomia acredita haver entre múltiplos universos. Seriam uma espécie de túnel que poderia encurtar distâncias interestelares, o que facilitaria que por meio delas uma aeronave percorresse grandes vastidões pelo universo em um curto espaço de tempo.

Na realidade, esse agroglifo poderia ser uma mensagem que uma hipotética civilização extraterrestre poderia estar nos passando, mostrando-nos como consegue percorrer enormes distâncias interestelares e chegar a outros planetas. De fato, em numerosas filmagens de UFOs pode-se observar como esses misteriosos objetos voadores são imunes a acelerações extremas ou a curvas de 90º em velocidades absurdas. Em outros vídeos, eles desaparecem a nossa frente, o que faz um grande número de ufólogos pensarem que eles utilizam portas dimensionais ou buracos de minhoca para se deslocarem de uma região para outra do
universo em instantes.

Novidades recentes

Logicamente, muitos dos leitores com uma opinião já formada sobre este fenômeno se perguntarão qual é o objetivo desses seres ao realizarem tais desenhos, em vez de se comunicarem abertamente com a humanidade? Mas ainda não temos uma resposta clara sobre essa questão. Há quem pense que os agroglifos sejam uma mostra de talento desperdiçado, pois os responsáveis pelo fenômeno poderiam usar esse elevado grau de conhecimentos para ajudar o gênero humano a resolver vários problemas, e não fazer imagens em plantações. Embora talvez sua missão não consista em nos ajudar, pelo menos diretamente. Nos últimos tempos, os estudiosos perceberam que o fenômeno está mudando sua estratégia para se “comunicar” conosco de uma forma mais eficiente.

Nos desenhos mais recentes observa-se um maior número de elementos simbólicos em contraposição ao que acontecia há alguns anos, quando predominavam as mensagens com conteúdo matemático. Entre essas últimas, se destacaria o aparecimento do número Pi, representado de forma genial por meio de seções de uma circunferência que vai ampliando seu diâmetro, tal como uma espiral. Um caso concreto deste tipo foi o surgido em Ipuaçu, Santa Catarina, em 02 de novembro de 2013, e investigado pela Revista UFO. De duas figuras descobertas, uma era uma espiral de 13 voltas em sentido horário, com mais de 80 m de diâmetro, que se encerrava em um desenho ao lado, aparentemente de uma ampulheta.

Galáxias maravilhosas

Mas, seja qual for o enigma que os agroglifos contemplam, é certo que se tratam de mensagens inteligentes que se dão em um “idioma” universal, a matemática. A importância dos números como forma de expressão ou comunicação parece que constitui uma das principais informações que pretendem nos transmitir as citadas inteligências por trás do fenômeno. Já dizia Carl Sagan: “O mais provável é que, se uma civilização externa à Terra tentar se comunicar conosco, o faria através da matemática”. Os números são o único caminho para entender os segredos do universo. Possivelmente, as gerações futuras encontrarão novas nuances nos agroglifos que estão surgindo e estamos estudando atualmente, o que nos faz suspeitar que escondam muitos segredos que ainda nem podemos imaginar.

Seja qual for o enigma dos agroglifos, é certo que se tratam de mensagens inteligentes que se dão em um ‘idioma’ universal, a matemática. A importância dos números como forma de comunicação constitui um método efetivo no caso dos agroglifos

E o que podemos dizer dos desenhos de galáxias inseridos como elementos de tantos agroglifos encontrados em vários países? O que terá visto essa hipotética civilização extraterrestre, autora das figuras, durante suas viagens pelo cosmos? Que maravilhas terão estudado? Que planetas terão descoberto? A representação de galáxias e de estrelas nas mensagens nas plantações evoca em nós um espírito aventureiro, pois em tempos remotos talvez a civilização que nos manda tais mensagens não fosse tão diferente da nossa — e também promove em nós a esperança, pois se supõe que esse povo das estrelas conseguiu superar muitos dos problemas que a raça humana enfrenta hoje em dia, conseguindo sua sobrevivência e um desenvolvimento tecnológico que para nós é ficção científica.

Também são espetaculares os desenhos de flocos de neve, de fractais e de mandalas que apareceram em agroglifos desde pelo menos 1997, quando passaram a surgir as imagens de concepção mais complexa. Um deles representa uma molécula de água em estado sólido. Outro nos faz tropeçar na ambiguidade e na dicotomia do yin e no yang aplicado a esse fenômeno. Os flocos de neve são representações da água em estado sólido, ou seja, a uma temperatura muito baixa. Será que esses desenhos são uma advertência quanto à mudança de temperatura na Terra, ou tais inteligências simplesmente fazem alusão ao início da existência, já que o elemento líquido constitui a origem da vida? Outra possibilidade é que se trate de um aviso sobre a deterioração das fontes de água potável no nosso planeta.

O enigma de Vênus

Não se poderia deixar de mencionar as figuras que têm como base a forma de um pentágono, ultimamente explicadas como representações dos ciclos do planeta Vênus. A contemplação dessa categoria de desenhos pentagonais transmite a sensação de perfeição absoluta, pois essas figuras se caracterizam pela sua bela proporcionalidade. A associação de Vênus com a forma de um pentágono, própria dos pitagóricos gregos, é outra demonstração do enorme conhecimento sobre a cultura humana que a inteligência autora dos agroglifos possui — de fato, praticamente todos os anos descobre-se pelo menos um desenho com forma pentagonal. Por outro lado, também são constantes os agroglifos que representam Vênus e outros planetas do Sistema Solar, e até ele inteiro.

Em 2008, por exemplo, descobriu-se um novamente na Inglaterra mostrando o referido planeta dentro da superfície do Sol. Os desenhos demonstram a capacidade que esse fenômeno tem de plasmar com exatidão os ciclos do planeta Vênus em um pentágono de 120 m de diâmetro em um campo de trigo, com ângulos e arcos exatos. Também igualmente estranhos são os agroglifos com forma de cubo. De tempos em tempos eles aparecem mostrando sempre uma perspectiva isométrica com ângulos de 120º — e a sobriedade da sua aparência deu origem a inúmeras especulações. Uma delas é o seu papel metafórico em explicar a nossa relação com o universo e com o enigma dos UFOs. Alguns os interpretam como significando o isolamento a que o planeta Terra estaria sendo submetido por algumas civilizações extraterrestres, que velariam por nossa segurança e desenvolvimento.

crédito: MARK FUSSELL

Enfim, é muito abrangente e ampliada a variedade de interpretações sobre esse fascinante e desconcertante assunto, e sempre existirão diferentes pontos de vista a serem avaliados. Não há dúvidas de que nos próximos anos os especialistas encontrarão novos significados codificados e inseridos subliminarmente dentro de outros significados, que poderão oferecer respostas quanto à origem do fenômeno e à informação que ele tenta nos passar.


Efeitos eletromagnéticos nos agroglifos

Algumas pessoas percebem sons de média frequência ao se aproximarem dos locais onde surgem os agroglifos na região de Wiltshire, Inglaterra, onde o fenômeno parece ter tido início décadas atrás. O mesmo se repete, mas não com frequência, em outros lugares da Terra. Estes sons se assemelham ao zumbido de uma abelha ou vespa e foram analisados em laboratório pelo engenheiro e pesquisador Colin Andrews, correspondente internacional da Revista UFO. Ele determinou que esse é um fato
único na história da botânica, já que a região de Wiltshire — onde também se concentra a maioria das figuras a cada ano — não é uma zona geologicamente ativa para que possamos encontrar nisso a explicação dos ruídos.

Andrews está convencido de que essa presença de sons é remanescente da energia utilizada no processo de formação dos agroglifos. Há ainda alusão a casos de figuras em que aqueles que caminham em seu interior, visitantes e pesquisadores que pisam nas imagens, parecem experimentar sensações extremas de felicidade ou mal-estar. Atualmente está sendo estudado que os campos elétricos e magnéticos alterados dentro dos agroglifos possam interagir com as longitudes de ondas cerebrais. A modificação do biorritmo das pessoas seria uma consequência, e daí a sensação boa ou ruim. Além disso, explicaria também porque os animais nunca entram nas figuras, pois eles são muito mais sensíveis aos campos magnéticos do que os seres humanos.

Claro, eles voltaram!

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