ARTIGO

Implantes alienígenas: o que sabemos sobre eles?

Por Roger Leir | Edição 266 | 15 de Março de 2019

Um dos fatores que se acrescenta dados ao mistério é a forma com a qual essas entidades interagem conosco
Créditos: EDITORIA DE ARTE

Implantes alienígenas: o que sabemos sobre eles?

Quando pesquisadores de discos voadores falam sobre alienígenas, eles estão se referindo a um conglomerado muito complexo de civilizações antigas e altamente avançadas que estão atualmente interagindo com a espécie humana na Terra. Esta interação está muito longe de ser algo novo, como às vezes parecem indicar nossos registros históricos. Embora exista uma multiplicidade de ideias e opiniões sobre o local de origem dessas civilizações, ninguém ainda apresentou evidências científicas que pusessem um pouco final sobre a questão. Um dos fatores que se acrescenta dados ao mistério é a forma com a qual essas entidades interagem conosco, furtiva e sorrateiramente, sem deixar pistas de evidência física.

Quando comecei a pesquisar os implantes alienígenas, em 1995, eu era declaradamente um cientista cético quanto a tais chips, como também são chamados. Uma coisa é considerar a hipótese de veículos não identificados e não terrestres visitando a Terra, outra é acreditar que humanos estejam sendo abduzidos por seus tripulantes e sendo usados em experiências a bordo deles. Pior ainda é crer que alguns desses supostos abduzidos estejam recebendo implantes em seus corpos, por alguma razão desconhecida.

Meus colegas médicos e eu próprio atuamos nas primeiras cirurgias de remoção destes implantes do corpo de abduzidos pelo simples divertimento e curiosidade, apenas para provar que os objetos taxados como sendo implantes alienígenas, quando vistos nos raios-X, não passavam de artefatos comuns, semelhantes aos muitos que já havíamos removido várias vezes antes de pessoas. Minha profissão como especialista podólogo supriu-me com uma vasta e variada quantidade de elementos cravados nos pés das pessoas — já vi de tudo: papel, pedras, metal, plástico, cabelo etc.

Mas desde o início de minhas pesquisas dos implantes alienígenas houve uma multiplicidade de surpresas e elas nunca terminaram, acabando por mudar a forma como eu pensava a respeito. Hoje, eu os aceito como uma parte cotidiana da pesquisa da fenomenologia ufológica. Recentemente minha equipe e eu completamos a 16ª cirurgia de extração de chip e encontramos nela um dos casos mais interessantes e importantes de todos os que conhecemos. Embora na atualidade a pesquisa de metalurgia esteja longe de acabar, temos dados de referência suficientes para comparações destes implantes com outros casos.

Um dos fatores que tem tornado a pesquisa mais fácil é que a nossa organização de investigações sem fins lucrativos, a A&S Research, tem expandido sua equipe com cientistas e pesquisadores que se dedicam à causa da pesquisa com honestidade e empenho. Isso tem trazido à tona certas teorias que nunca antes foram levadas a público. O material que se segue faz menção ao 15º e 16º casos de remoção de implantes alienígenas, e ilustra o já comentado novo conhecimento científico sobre as abduções alienígenas.

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Sobre o Autor

Roger Leir

Roger Leir mora na Califórnia desde 1948. Formou-se pela University of Southern California e pela San Fernando Valley College, tendo recebido seu bacharelado em ciência em 1961. Seu certificado de podiatria pela California College of Podiatric Medicine foi recebido em 1964. Leir medicou por um ano como preceptor em cirurgia e aperfeiçoou suas técnicas trabalhando com cirurgiões experientes em inúmeros hospitais do sul de seu estado. Em seguida, tornou-se diretor de Podiatria da Prática de Residência no Simi Valley Doctors Hospital, onde permaneceu por três anos. O interesse de Leir por Ufologia se iniciou em julho de 1947, quando, anos depois, começou a participar das reuniões da Mutual UFO Network (MUFON), da qual é membro. Na mesma época, o primo e amigo Kenneth Ring havia escrito o livro The Omega Project. Após ler a obra, Leir surpreendeu-se ao constatar que eram abordados assuntos como UFOs e experiências de quase-morte (EQM), o que o estimulou ainda mais a iniciar seus estudos. Em 23 de fevereiro de 1998, divulgou em uma das reuniões da MUFON uma notícia fantástica: duas pessoas seqüestradas por ETs possuíam implantes, que ele extraiu cirurgicamente. De lá para cá removeu dezenas destes artefatos em pessoas de todos os Estados Unidos. ?Podem ser rastreadores, monitores de mudança genética, progressão genética do corpo, ou ainda, objetos com um propósito inimaginável para nós?, afirma. Com o apoio de amigos e cientistas de diversas especialidades, que oferecem ajuda e consultoria especializada, Leir continua suas pesquisas até hoje, pelo que é reconhecido mundialmente. Seu conhecimento sobre o assunto é tão respeitado que o autor é constantemente convidado a se apresentar em congressos sobre Ufologia nos mais variados países, tendo estado no Brasil várias vezes.

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