Edição 276
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Hernandárias: abdução ou um caso de teletransporte?

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18 de Jan de 2020
A única maneira de entendermos e elucidarmos o que está por trás dessas manifestações, que escapam da ilusória materialidade cotidiana.
Créditos: IMAGE BANK

Bem ao contrário do que pregam aqueles que acreditam que qualquer acontecimento fora do padrão aceito como normal é apenas delírio ou alucinação de quem o relata, existem muitos fenômenos misteriosos e desconhecidos em nosso mundo, para os quais não há qualquer explicação. A ciência em muitos casos falhou em explicá-los convincentemente, e em muitos outros sequer se dignou a investigá-los. Entre os fenômenos “que não existem”, mas que ainda assim insistem em ocorrer, estão a combustão instantânea, o desaparecimento de objetos que após algum tempo — que pode ser de dias ou meses — reaparecem em um local diferente, a premonição, vidência e o Fenômeno UFO.

A única maneira de entendermos e elucidarmos o que está por trás dessas manifestações, que escapam da ilusória materialidade cotidiana, é pesquisá-las de forma ampla, sem ideias preconcebidas. Neste artigo vamos estudar uma ocorrência que, ao menos aparentemente, envolvia uma situação de teletransporte de um menino de 13 anos. A pesquisa do caso segue há vários anos e nos mostrou mais mistérios do que esperávamos no início. Se foi um caso ufológico ou de manifestação parapsicológica, isso ainda é uma questão em debate, mas sem dúvida esse é mais um daqueles episódios que contrariam quem adora afirmar que tudo são mentiras e fraudes.

Primeiras informações

O caso, como o conhecemos pela primeira vez, ocorreu em 22 de maio de 2017, por volta das 22h30, no pequeno e agradável povoado de Hernandarias, Província de Entre Rios, no centro da Argentina. Naquela noite uma família estava reunida preparando a ceia e em determinado momento a mãe pediu a um adolescente de 13 anos que fosse buscar algumas coisas em uma casa vizinha. Como o menino estava demorando, um irmão mais velho foi ajudá-lo e descobriu que a demora se devia a uma porta difícil de abrir.

O rapaz forçou a porta por alguns minutos e, quando olhou para trás, se deu conta de que o garoto não estava mais ali — ele supôs que o menino houvesse voltado para casa, mas ninguém o havia visto. Muito preocupados, todos saíram à rua para procurá-lo, coisa que lhes ocupou por pelo menos de 10 minutos Durante todo o tempo a mãe do menino ligava para o celular do filho, mas ninguém atendia, até que, surpreendentemente, o menino atendeu e falou com sua mãe. Ele estava inquieto, dizendo que não sabia como chegara ao ponto de ônibus onde estava. O menino descreveu o lugar e nesse meio tempo, a polícia — que já tinha sido alertada — tomou conhecimento do que se passava, identificou o lugar e foi buscar o adolescente.

Essa foi a informação que primeiro recebemos, mas depois ela foi corrigida. Na verdade, quem foi buscar o menino foi a própria família, que pediu emprestado o carro do vizinho, pois não tem recursos para ter um automóvel. O jovem não entendia o que aconteceu. Só sabia que estava de costas para seu parente quando “uma luz muito forte” o cegou, ele escutou “um ruído como um pio ou um estalo” e apareceu no lugar onde foi encontrado.

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