ARTIGO

Entrando no mundo quântico para entender a mecânica dos UFOs

Por Luis Elizondo | Edição 267 | 09 de Abril de 2019

A maioria das pessoas ficaria surpresa ao saber que temos teletransportado objetos, como elétrons, por exemplo, por mais de uma década
Créditos: QUANTUM PHYSICS ANNUAL

Entrando no mundo quântico para entender a mecânica dos UFOs

Hoje, grande parte dos negócios do Governo Norte-Americano é conduzida a portas fechadas e por um bom motivo. Existem inúmeros programas secretos, agências secretas, comissões secretas do Congresso, leis secretas e até mesmo um tribunal secreto. O sigilo permite ao governo coletar e compartilhar informações, e até mesmo tomar decisões que, de outra forma, poderiam cair em mãos inimigas e ser exploradas.

Em última análise, o objetivo do governo ao manter as coisas secretas é proteger fontes e métodos, e garantir que o fluxo e a integridade da informação sejam protegidos, para que os administradores possam tomar decisões com os melhores dados disponíveis. Não é surpresa que os governos façam grandes esforços para proteger informações que consideram sensíveis. Na verdade, quanto mais sensíveis são as informações, mais protegidas elas são.

Embora vivamos a era da transparência, com os cidadãos de muitos países cobrando seus líderes para que revelem seus segredos, todos sabemos que isso jamais acontecerá em relação às informações que são consideradas vitais — principalmente aquelas que envolvem descobertas científicas de ponta, novos equipamentos bélicos e desenvolvimentos espaciais. E, claro, os UFOs. Nessas áreas, o segredo é tudo.

Feitiçaria e física quântica

Em nenhum lugar isso é mais verdadeiro do que no sombrio mundo da Inteligência e da espionagem. Um famoso exemplo de programa secreto é Stargate [Portão Estelar], dirigido pelo doutor Harold Puthoff. O programa foi um esforço secreto de coleta de dados de Inteligência que parecia saído diretamente dos livros de ficção científica. Estabelecido pela Agência Central de Inteligência (CIA) sob um nome diferente, e depois adotado pela Agência de Inteligência de Defesa (DIA), o objetivo do Stargate era treinar coletores de dados de Inteligência com capacidades cognitivas humanas avançadas, e então usá-los para arrecadar informações.

Mais conhecidos como “espiões psíquicos”, esses indivíduos de elite utilizavam os não muito bem compreendidos fenômenos de precognição e de visão remota para conduzir a espionagem contra os adversários. Muitos na comunidade científica inicialmente desconsideraram a ideia, mas foram seduzidos pela fidelidade e exatidão dos dados coletados. O governo dos Estados Unidos estava realmente se intrometendo em coisas como feitiçaria, como alguns propuseram, ou havia uma explicação mais científica?

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