ARTIGO

Eles estão de volta e logo chegam aqui

Por A. J. Gevaerd | Edição 203 | 01 de Agosto de 2013


Créditos: Roberto Giordano

Eles estão de volta e logo chegam aqui

Já se disse aqui, em inúmeros artigos, que em todos os verões europeus, desde o início dos anos 80, os agroglifos surgem, encantam e também desnorteiam os estudiosos do assunto e a comunidade científica — que, por isso, permanece cética. Naquela época e até meados dos anos 90 eles estavam praticamente confinados à Inglaterra, onde são até hoje conhecidos como crop circles, círculos em plantações. Bem, há muito tempo eles deixaram de ser círculos para virar figuras geométricas complexas, muitas vezes emaranhados de dezenas de elementos simetricamente organizados em imagens deslumbrantes. Até no Brasil eles já se manifestaram, desde 2008, como a Revista UFO tem mostrado com exclusividade. Aqui eles são mesmo agroglifos, assim reconhecidos até pela imprensa e pela população de Santa Catarina, em cuja região oeste eles se apresentam entre outubro e dezembro.

O dado curioso desta temporada de figuras na Europa, onde estão concentradas mais de 70% das que surgem anualmente no mundo, é o fato de que, neste ano, estando os europeus em pleno verão, os crops se apresentam em número bem menor do que nos anos anteriores — até o fechamento desta edição, na terceira semana de julho, não passavam de poucas dúzias, contra centenas dos anos passados. Outro dado curioso é que o fenômeno está se manifestando mais nos demais países europeus do que na Inglaterra, em especial em solos italianos, de onde vem esta imagem, de um agroglifo descoberto em Cavallo Grigio, perto de Asti, em 30 de junho. Os italianos estão vibrando. Foram inúmeras imagens semelhantes em todos os cantos do país, assim como também na vizinha Suíça. Os nossos, que só começam a aparecer daqui uns meses, estão sendo aguardados com bastante ansiedade.

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Sobre o Autor

A. J. Gevaerd

A. J. Gevaerd nasceu em Maringá (PR), em 1962, e foi professor de química até 1986, quando abandonou a profissão para se dedicar exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do gênero em todo o mundo, com mais de 3.000 associados. Em 1985, Gevaerd fundou a Revista UFO, única publicação sobre Ufologia no país, com 25 anos de existência, e a mais antiga em circulação em todo o mundo. O editor interessou-se por Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos, ouvindo histórias de observação de naves e contatos com seres extraterrestres, e começou suas atividades na Ufologia imediatamente, fazendo suas primeiras investigações e vigílias. Fez sua primeira palestra sobre UFOs no colégio em que estudava, aos 15 anos, e de lá para cá realizou mais de 2.000 em todo o Brasil. A partir de 1989, começou a se apresentar também no exterior, tendo realizado pesquisas e mais de 600 palestras em 54 países. É diretor no país, desde 1986, da Mutual UFO Network (MUFON), e, desde 1991, do Annual International UFO Congress, um dos eventos de Ufologia mais concorridos da atualidade. Foi um dos idealizadores da campanha pioneira UFOs: Liberdade de Informação Já, lançada em 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual é coordenador. O pesquisador tem participação ativa em praticamente todos os círculos mundiais onde o Fenômeno UFO é tratado com seriedade, participando de eventos, debates, programas, campanhas etc.

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