ARTIGO

Eles estão aqui

Por A. J. Gevaerd | Edição 70 | 01 de Fevereiro de 2013

Existiriam bases operadas por outras civilizações no fundo dos oceanos da Terra? Muitos estudiosos garantem que sim
Créditos: JULIUS DESSENT

Eles estão aqui

Ao longo das últimas décadas, ufólogos de todo o mundo têm se debruçado sobre um volume significativo de evidências que apontam, sem sombra de dúvidas, que as profundezas abissais de nossos oceanos servem de abrigo — na verdade, de refúgio — para outras avançadas formas de vida, provenientes de diversos lugares do universo e que encontram em tais remotas e inatingíveis regiões um ponto seguro para operarem suas atividades no planeta. Entre estes estudiosos está Roberto Pinotti, pioneiro absoluto da Ufologia Italiana e um dos mais respeitados ufólogos de todos os tempos. Pinotti já escreveu cerca de 30 livros e, mais do que qualquer outra pessoa, foi a campo inúmeras vezes para coletar registros de ocorrências ufológicas envolvendo embarcações de todos os tipos, que eram perseguidas e até paralisadas por objetos submarinos não identificados. Seu exaustivo trabalho lhe rendeu sua mais comentada obra, Oggetti Sommersi Non Identificati, que foi lançada em 2008 no Brasil com o título OSNIs: O Enigma dos Objetos Submarinos Não Identificados, pela coleção Biblioteca UFO [Código LIV-022].

É justamente sobre suas meticulosas investigações e contando com seu monumental acervo de casos de OSNIs em todo o globo que pesquisadores de muitos países puderam conhecer melhor o fenômeno. “A ideia de que outras espécies cósmicas habitem o fundo dos mares é perfeitamente plausível e está de acordo com o vasto material já obtido sobre elas em ação aqui na Terra. Não tenho dúvida alguma de que temos vizinhos espreitando nosso desenvolvimento com um peculiar interesse”, diz o veterano estudioso. Mas ele nota que tais artefatos não se limitam a ocupar o fundo dos oceanos, onde seus donos teriam bases escondidas. Não, eles estariam operando também nas profundezas de mares, de grandes lagos e até mesmo em rios de diversas áreas da Terra. Um exemplo disso é a Amazônia, onde há um rico repertório de episódios envolvendo objetos voadores não identificados que parecem emergir tranquilamente de seus caudalosos rios.

Existiriam bases operadas por outras civilizações no fundo dos oceanos da Terra? Muitos estudiosos garantem que sim

Alguns casos do gênero chamam a atenção por suas características e são conhecidos até pela Marinha brasileira, por envolverem seu efetivo e navios de patrulha, mas não são em hipótese alguma admitidos pelos militares. A campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, movida desde 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), visa, entre outros objetivos, resgatar documentos e informações que nossa Armada esconde sobre veículos extraterrestres em toda a nossa costa e também em rios amazônicos e outros. Se bem sucedidos, os membros da CBU terão logrado um grande êxito e tais ocorrências poderão ser incorporadas ao acervo de estudiosos de OSNIs em todo o mundo, como Pinotti.



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Sobre o Autor

A. J. Gevaerd

A. J. Gevaerd nasceu em Maringá (PR), em 1962, e foi professor de química até 1986, quando abandonou a profissão para se dedicar exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do gênero em todo o mundo, com mais de 3.000 associados. Em 1985, Gevaerd fundou a Revista UFO, única publicação sobre Ufologia no país, com 25 anos de existência, e a mais antiga em circulação em todo o mundo. O editor interessou-se por Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos, ouvindo histórias de observação de naves e contatos com seres extraterrestres, e começou suas atividades na Ufologia imediatamente, fazendo suas primeiras investigações e vigílias. Fez sua primeira palestra sobre UFOs no colégio em que estudava, aos 15 anos, e de lá para cá realizou mais de 2.000 em todo o Brasil. A partir de 1989, começou a se apresentar também no exterior, tendo realizado pesquisas e mais de 600 palestras em 54 países. É diretor no país, desde 1986, da Mutual UFO Network (MUFON), e, desde 1991, do Annual International UFO Congress, um dos eventos de Ufologia mais concorridos da atualidade. Foi um dos idealizadores da campanha pioneira UFOs: Liberdade de Informação Já, lançada em 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual é coordenador. O pesquisador tem participação ativa em praticamente todos os círculos mundiais onde o Fenômeno UFO é tratado com seriedade, participando de eventos, debates, programas, campanhas etc.

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