ARTIGO

Duas impressionantes ocorrências ufológicas na Nova Zelândia

Por Suzanne Hansen | Edição 232 | 01 de Março de 2016


Créditos: EQUIPE UFO

Duas impressionantes ocorrências ufológicas na Nova Zelândia

Os anos 2011 e 2012 tiveram um aumento significativo de avistamentos de UFOs na Nova Zelândia. Neste texto apresentaremos dois casos distintos ocorridos com pescadores no período, no litoral do país. As testemunhas, dois homens de diferentes formações e posições sociais, tiveram experiências que indicam terem visto o mesmo objeto, mas com dois meses de diferença entre os casos. O primeiro indivíduo chamaremos de Toby Smith, um mecânico aposentado, e o segundo de Mike Sullivan, um neurocientista.

Seus relatos, além de interessantes pelas similaridades, são ricos também em suas diferenças, principalmente em relação às reações das testemunhas aos fenômenos observados. Há muito se sabe que, ao se analisar um caso, tão importante quanto a descrição da nave e de seus ocupantes, quando é o caso, é conhecermos as percepções daqueles que viram o evento — muitas vezes o mesmo avistamento traz percepções distintas e avistamentos diferentes provocam percepções iguais. É um dos mistérios da Ufologia...

Caso Toby Smith

Na noite de 10 de março de 2012, Smith partiu para seu local favorito de pesca em Papamoa Beach, perto da cidade de Tauranga, North Island, na Nova Zelândia. O local é cercado por morros de areia, pinheiros e arbustos baixos, com uma área residencial situada atrás da praia.Smith descreveu a noite como estando “límpida como cristal”. Ao chegar, ele fixou uma linha de pesca na praia e esperou cerca de duas horas antes de recolhê-la novamente.Por volta das 23h30, a testemunha começou a puxar a linha e, enquanto estava com as mãos e joelhos dobradossobre a caixa de equipamentos, retirando restos do equipamento, percebeu uma “escuridão extrema”, como se toda a luz natural tivesse sido sugada, deixando o ar ao seu redor escuro e parado.Logo depois, ele notou um grande brilho no céu, sobre a margem da praia.

“Por um momento pensei que meus olhos estavam pregando peças em mim, mas eu apenas me concentrei no que estava fazendo. Quando olhei para cima, vi aquela ‘coisa’, como um grande prato de jantar com luzes piscando.Tentei não olhar muito porque pensei que aquilo me poderia sequestrar”, confessou o homem. Toby Smith, assim como fazem muitas testemunhas, tentou desconsiderar o que via e continuou puxando a linha de pesca.No entanto, depois de alguns minutos ele ficou trêmulo e apavorado por ver algo que nunca havia visto antes — um objeto desconhecido, grande e brilhante, pairando silenciosamente a cerca de 200 m de distância, a uma altitude de aproximadamente 300 m.Ele descreveu o artefato como sendo circular com uma crista na parte superior. Smith foi hipnotizado pelas luzes que piscavam aleatoriamente em tons de vermelho, branco, púrpura azulado, amarelo e verde, além de dois brilhantes holofotes brancos.

Em nossa entrevista, a testemunha comentou que, enquanto observava o UFO, ela se tornou claramente consciente de algo que acreditava ser uma espécie de comunicação entre ela e o objeto — Smith teve a sensação de que alguém no artefato o observava de forma consciente. Ele, então, jogou todo o seu equipamento dentro da cabine do carro, pulou em cima e deu partida.No entanto, o aparelho estava pairando acima da margem da praia que dava na pista e Smith teve que passar por baixo dele para sair dali.Ele continuou a observar o objeto através das janelas da cabine e sua última visão foi pela janela traseira, quando viu que todas as luzes da nave se apagaram.

Caso Mike Sullivan

Mike Sullivan, um neurocientista, foi passar férias perto de Mangawhai, em Northland, na Nova Zelândia. Na noite de 13 de abril de 2012, por volta das 19h30, ele decidiu ir aos arredores de Te Arai Point, onde já havia pescado em muitas ocasiões.Usando uma lanterna de LED ele caminhou ao longo de uma pista e em torno de umas rochas para chegar a um local mais remoto, para pescar em um penhasco que se projeta no mar.Sullivan colocou a lanterna na pedra, lançou a linha e pescou por cerca de meia hora.

Era uma noite limpa, mas relativamente escura de Lua nova.De repente, por alguns segundos, ele percebeu que estava ainda mais escuro, como se a noite tivesse se fechado em torno dele.Imediatamente após a anomalia, Sullivan teve a sensação de que algo o observava e, olhando para trás, em direção à praia, viu o que ele descreveu como sendo “olhos de gato”.Ele ficou intrigado porque os olhos não combinavam com qualquer animal conhecido, mas não pensou muito no assunto. “Aqueles olhos tinham formato mais elíptico e eram verdes, fluorescentes e brilhantes”, disse a testemunha.

Mike Sullivan continuou a pescar, olhando ocasionalmente para os olhos que continuavam mirando em sua direção.Sua mente científica começou a analisar a situação e ele tentou entender a posição dos olhos em relação à praia inclinada e à sua linha de visão, presumindo que fosse uma criatura mais alta do que um gato doméstico, talvez entre 50 cm e um metro de altura, ou até mais — os olhos eram grandes demais para serem de um gato e era improvável que um gambá, que vive em árvores, se arriscasse na praia.

Depois de vários minutos, o homem olhou para trás e viu que os olhos de gato estavam em um local diferente, mais perto de um penhasco rochoso, mas ainda mirando em sua direção — ele não tinha certeza se era a mesma criatura ou uma segunda.Sullivan viu aquilo virar a cabeça em diferentes direções antes de finalmente virar para trás e desaparecer por completo.Esta parte do contato durou cerca de 10 minutos.Alguns minutos depois, ele ouviu um zumbido agudo, mas com baixa intensidade, e ficou surpreso ao ver dois faróis brancos e brilhantes, distantes um do outro e semelhantes aos de um caminhão, que estavam no topo de um penhasco rochoso, a cerca de 150 m a 200 m acima de onde a criatura havia desaparecido.

Ao olhar para trás uma segunda vez, Sullivan se assustou quando apareceram mais luzes sobre o artefato, agora nas cores vermelha, verde, púrpura azulado, branco e amarelo. Sullivan observou as fontes de luz diminuindo para um pequeno cintilar vermelho e branco por alguns segundos, antes de as luzes coloridas piscantes se iluminarem novamente, junto com os dois distintos faróis brancos.De repente, o objeto se moveu e a testemunha teve certeza de que aquilo era um UFO — o aparelho se levantou silenciosamente a partir da falésia, movendo-se lentamente em linha reta, passando por ele e seguindo para o mar, onde parou a cerca de 100 m depois da arrebentação, como se observasse a testemunha.

As luzes multicoloridas da nave deixaram de piscar e sua configuração mudou para um formato de L, com um grande holofote branco na parte superior, uma luz vermelha brilhante abaixo e luzes azuis e brancas à direita. “Honestamente, eu fiquei com um pouco de medo... Foi nessa hora que eu me senti desconfortável,quando arrumei meu equipamento e parti”. Enquanto Mike Sullivan fazia seu caminho ao longo da praia, olhava para trás regularmente para manter o UFO monitorado, mas ele permaneceu parado na mesma posição.A testemunha o perdeu de vista quando fez uma curva e se dirigiu para a praia principal e, depois, ao estacionamento.

O resumo dos casos

Ambos os homens notaram uma intensa e repentina mudança na escuridão antes de se tornarem cientes de um objeto ou entidade presente no local.Mike Sullivan não sabia se a nave sobre a falésia tinha chegado em silêncio depois de ele ter começado a pescar ou se já estava lá quando chegou, mas notou a mudança na escuridão antes de ver a “criatura”.As naves que eles observaram tinham características semelhantes e se comportaram de forma a atrair a atenção das testemunhas, como se agissem de maneira deliberada.

Os dois homens estavam usando lanternas brilhantes, o que pode ter atraído a atenção dos tripulantes das naves para sua localização, e ambos descreveram a sensação de que estavam sendo observados. No caso de Toby Smith, houve a impressão de uma tentativa de comunicação ou “transmissão de consciência”, em suas palavras. A criatura de olhos brilhantes não representou nenhuma ameaça para Sullivan.Embora enervante na época, Smith e Sullivan se sentiram afortunados pelo que passaram e disseram que suas experiências lhes deram mais consciência sobre o mundo e o universo. Antes dos encontros, nenhum dos dois acreditava ou se interessava por Ufologia.

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Suzanne Hansen

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