Edição 116
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Dossiê Amazônia - O impressionante depoimento da médica que atendeu as vítimas do chupa-chupa

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01 de Nov de 2005
Esta é uma das cenas mais marcantes do programa Linha Direta, da Rede Globo, em 25 de agosto mostrou o fenômeno chupa-chupa ao Brasil
Créditos: linha direta

Continua a busca da Revista UFO por explicações sobre o que de fato ocorreu nas décadas de 70 e 80, principalmente, nas florestas e ilhas do Estado do Pará. Esta é a terceira parte do Dossiê Amazônia, criado com o objetivo de mostrar aos leitores situações da maior gravidade registradas em pleno Território Brasileiro, que, no entanto, nossas autoridades civis e militares solenemente omitem da população. As ocorrências envolvendo veículos não identificados nas ilhas de Mosqueiro e Colares, nos arredores de Belém, associadas aos brutais e inexplicáveis ataques aos seus humildes moradores, compõem um dos cenários mais bizarros da Ufologia Mundial. Nunca, em lugar algum do planeta Terra, houve registro de fatos semelhantes a esses que viveram comunidades inteiras de áreas ribeirinhas da Amazônia.

Como é do conhecimento dos leitores, UFO há muito tempo acompanha tudo que se relaciona ao assunto, por considerar que a gravidade e o inusitado desse cenário devam ser examinados sem limitações. Em grande parte, a profundidade do problema foi constatada a partir da histórica entrevista que o comandante da Operação Prato – criada secretamente pela Aeronáutica para investigar os fatos, em 1977, e mantê-los longe do alcance da sociedade –, coronel Uyrangê Hollanda, concedeu à esta publicação, anos atrás. Seu depoimento, prestado após ter se afastado do meio militar, foi bombástico e abalou.

Na série Dossiê Amazônia, temos apresentado outras entrevistas igualmente contundentes, feitas com personagens marcantes que tomaram parte direta e indiretamente nos fatos registrados no Pará. Todas são surpreendentes, mas uma se destaca: trata-se da entrevista que o editor de UFO A. J. Gevaerd fez com a doutora Wellaide Cecim Carvalho, em 15 de agosto, na capital paraense. A médica foi a responsável pela Unidade Sanitária de Colares, epicentro dos ataques, justamente no auge da onda chupa-chupa. Recém saída do curso de medicina, Wellaide encontrou um quadro de caos, com pessoas sendo atacadas diariamente por estranhos veículos. Ela própria temia por sua vida na ilha, e acabou tendo contatos com os agressores. Sua impressionante história você vai conferir nesta edição de UFO. Prepare-se!

A Amazônia de hoje é muito diferente da que sediou a Operação Prato

Já está no ar a Edição 116 da Revista UFO. Aproveite!

Nov de 2005

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