ARTIGO

Cuba, um ponto de grande incidência de OSNIs

Por Thiago Luiz Ticchetti | Edição 69 | 01 de Dezembro de 2012


Créditos: Cuba, um ponto de grande incidência de OSNIs

Cuba, um ponto de grande incidência de OSNIs

A situação ufológica na terra dos irmãos Castro é delicada. Devido às restrições conhecidas, o país conta com poucos ufólogos para darem conta da intensa casuística ufológica e do interesse da população pelo tema — Cuba é provavelmente o país caribenho que mais registra avistamentos de discos voadores, mas eles são assunto proibido e não se vê possibilidade deste quadro mudar. Ao se levantar dados e informações sobre a casuística da ilha, se descobre que lá há ocorrências de todos os tipos, inclusive de quedas de UFOs e até de objetos submarinos não identificados. Mas, infelizmente, o mundo pouco sabe do que se passa no país, devido ao seu isolamento do resto do planeta desde 1962. Um bloqueio total de contato com o resto do globo que perdura até hoje, consequência do embargo econômico instalado pelo governo norte-americano após a crise dos mísseis, quatro décadas atrás.

Cuba é uma ilha com 110 mil km2 situada ao norte da América Central, no Mar do Caribe. Sua população é de pouco mais de 12 milhões de pessoas e sua economia, devido ao embargo, é baseada no comércio do açúcar, banana e na indústria do turismo. Vários pesquisadores de renome já realizaram estudos sobre a casuística ufológica do país, entre eles Bob Pratt [Autor de Perigo Alienígena no Brasil, código LIV-014 da coleção Biblioteca UFO. Confira na seção Shopping UFO desta edição e no Portal UFO: ufo.com.br]. Um dos casos que Pratt pesquisou foi um avistamento ocorrido no ano de 1958, sobre a Base Naval Norte-Americana de Guantánamo, que fica no lado sul de Cuba. Segundo as testemunhas, um casal voltava de uma festa quando viu um enorme objeto discoide com mais de 30 m de diâmetro, a apenas 200 m de distância.

As testemunhas também puderam ver janelas no objeto e sombras andando dentro da nave. Por anos Pratt tentou em vão confirmar essa história, mas não teve sucesso. O pesquisador hispânico Sergio Cervera é outro estudioso dos casos da ilha. Ele escreveu o artigo A Chronology of Cuban Cases [Uma Cronologia de Casos Cubanos], no qual relaciona diversos avistamentos interessantes de UFOs e OSNIs. Um bem singular ocorreu em 1930, quando um capitão da Marinha Cubana estava passando pela cidade de Güines, em direção a Havana, e os faróis de seu carro iluminaram uma criatura de 1,2 m de altura. Pensando que fosse uma criança perdida, ele estacionou, desceu e foi pegá-la. Mas quando se aproximou, percebeu que aquilo não era um ser humano, e sim algo de cor cinzenta que desapareceu bem em sua frente. Cervera conta também que, em 1935, na capital, Havana, duas crianças estavam andando por um bosque quando, ao passarem por uma árvore, um raio de luz vindo do nada os iluminou e à planta.

Menos divulgação

Uma das crianças então jogou uma pedra na árvore e ambas ouviram um barulho de vidro. Momentos depois, um ser humanoide brilhante apareceu de dentro dela, fazendo as crianças saírem em disparada. Cuba também passou dias muito movimentados na época do início da Era Moderna dos Discos Voadores, 1947, ano do também famoso Caso Roswell. Também na ilha dos Castro os casos ufológicos abundaram, mas receberam muito menos divulgação do que episódios em outras partes do mundo, naturalmente. Por exemplo, durante uma chuva de meteoro entre os meses de fevereiro e março de 1947, vários fatos foram registrados. Por volta das 21h00 de 05 de março, uma testemunha chamada Mercedes Villa observou um objeto cilíndrico de cor marrom. Tinha asas parecidas com as de uma borboleta e fazia curvas de 90 graus.

Outro fato interessante ocorreu no final de setembro de 1947, quando a tripulação de um DC-3 da empresa Cubana Aviación foi surpreendida por uma intensa esfera de cor verde que estava em curso de colisão com o avião. O capitão da aeronave, Sigfred de Los Reyes, recebeu um aviso de outro piloto pelo rádio, dizendo que a esfera estava indo em sua direção. Isso foi o que permitiu uma manobra rapidíssima, que evitou um acidente. Este caso, assim como outros de igual magnitude, sempre esteve fora do alcance dos estudiosos, pelo mesmo motivo que isso acontece no resto do mundo. Também em Cuba, principalmente antes do embargo econômico, o assunto é policiado e a liberação de informações sobre casos ufológicos é extremamente restrita.

crédito: ARQUIVO UFO
O ufólogo cubano exilado nos Estados Unidos Virgílio Sánchez-Ocejo enfrentou problemas para pesquisar UFOs em Cuba
O ufólogo cubano exilado nos Estados Unidos Virgílio Sánchez-Ocejo enfrentou problemas para pesquisar UFOs em Cuba

Sem dúvida, a década de 50 foi a mais agitada de todos os tempos na ilha caribenha, tanto pelos fatos históricos do país, quanto pela atividade ufológica. No primeiro caso, porque, em 10 de março de 1952, houve o golpe de estado comandado pelo general Fulgêncio Batista, derrubando a constituição de 1940 e restabelecendo a ditadura em Cuba. Em aliança com o governo dos Estados Unidos, em 26 de julho de 1953, o movimento revolucionário formado por jovens e liderado por Fidel Castro fracassou em sua tentativa de ataque aos quartéis da cidade de Bayamo e de Moncada. Em 01 de janeiro de 1959, Castro e seu grupo estabelecem o governo revolucionário no país — e Cuba nunca mais seria a mesma até hoje.


Neste cenário, em 1953, dois casos ufológicos chamaram a atenção das autoridades cubanas. Às 23h00 de 13 de abril, o senhor Servando de La Cruz observou uma estranha luz fazendo evoluções sobre a cidade de Candonga, sendo vista também por mais de 50 pessoas. As autoridades locais nada informaram — somente que um objeto havia sido relatado por moradores locais. Mas em 01 de agosto, um fato fez com que o governo cubano iniciasse investigações oficiais. Naquela noite, o tenente Waldo Martinez Arbona observou uma enorme bola de luz verde sobrevoar seu jipe, quando trafegava pela estrada que liga Trinidad a Topes, no interior do país. O artefato pousou 200 m à sua frente e todos os sistemas elétricos do carro falharam. O tenente ficou estático dentro do jipe, até que o objeto decolou novamente e desapareceu. No dia seguinte, vários soldados voltaram ao local da aterrissagem e viram uma área circular queimada, de 25 m de diâmetro.

Investigação oficial inédita

Uma investigação do fato foi aberta pelo Estado-Maior do Exército Cubano, mas os resultados da investigação nunca foram divulgados. O pesquisador Virgílio Sánchez-Ocejo, um cubano exilado nos Estados Unidos, também pesquisou casos assim em seu país de origem e enviou alguns para compor esta pesquisa — incluindo de OSNIs. Por exemplo, em março de 1957, passageiros de uma barca com destino a Cayo Carenas viram um enorme UFO que os acompanhou durante todo o percurso — ele emergira das águas para seguir a embarcação lotada. No mesmo mês, no dia 14, o diretor de uma fábrica de açúcar estava em seu avião bimotor quando observou um aparelho cilíndrico logo abaixo de sua aeronave. Ele então mergulhou seu avião para ter uma melhor visão, mas o objeto acelerou a mais de 1.000 km/h em poucos segundos, e simplesmente desapareceu.


Os registros de objetos submarinos não identificados em Cuba, assim como no Brasil, são inúmeros. Esses aparelhos são vistos saindo do mar e indo em direção ao céu, ou mergulhando no oceano a grande velocidade. Isso fez com que surgissem teorias de que pudessem existir bases extraterrestres submarinas em nosso planeta — especialmente no Caribe, onde também está o Triângulo das Bermudas —, além de canais de comunicação com outros oceanos e lagos. Seja como for, os casos de OSNIs são muitos em toda aquela região do globo, especialmente em Cuba, objeto desse estudo. No final de 1957, por exemplo, os pescadores Raul Viñas e Luís Pequeno viram um grande UFO brilhante de cor roxa saindo do oceano e espalhando muita espuma na superfície — o objeto iluminou as nuvens e voou sobre o bote onde estavam as testemunhas, criando uma chuva de água salgada sobre eles.

Um pescador viu quando a água ao redor do veleiro começou a borbulhar. Segundos depois, um disco prateado emergiu, sobrevoou o barco e disparou na direção do espaço. Logo depois surgiram algumas figuras escuras vestindo roupas colantes

Outro fato muito parecido ocorreu na costa de Havana, em 1959. Um pescador estava com seu colega quando a água ao redor do veleiro começou a borbulhar. Segundos depois, um disco prateado emergiu, sobrevoou o barco e disparou na direção do espaço. Passados mais alguns minutos, os dois pescadores viram, próximas da embarcação e a uns quatro metros de profundidade, algumas figuras escuras vestindo roupas parecidas com as de um mergulhador. Eles não souberam explicar de onde poderiam ter vindo tais seres, pois estavam longe da costa e não havia outra embarcação nas imediações.


Como sabemos, a década de 60 foi para Cuba marcada pelo quase eminente conflito entre os Estados Unidos e a extinta URSS. Se tivesse havido qualquer precipitação de um dos lados, o que certamente ocasionaria uma guerra mundial, provavelmente teríamos visto o fim do mundo. Os pontos mais extremos do conflito ficaram conhecidos como O Incidente da Baía dos Porcos, de 19 de abril de 1961, e a Crise dos Mísseis Cubanos, em outubro de 1962. Em 1963, Fidel Castro acusou o governo norte-americano de enviar um zepelim para espionar o quartel La Cabaña, em Havana. As baterias antiaéreas cubanas começaram a disparar no objeto, que voava lentamente, sem causar-lhe dano algum. Segundos depois, o aparelho sumiu a uma velocidade incrível — segundo testemunhas militares, tinha janelas iluminadas nos dois lados.

Um incidente alarmante

A hipótese de se tratar mesmo de um zepelim acabou sendo descartada, já que nenhuma aeronave deste tipo poderia alcançar tamanha velocidade — o artefato seria mesmo um disco voador. O ufólogo e físico nuclear canadense Stanton Friedman, correspondente internacional da Revista UFO em seu país, também conseguiu detalhes de um incidente alarmante, que inclui a declaração de um especialista do serviço secreto da Força Aérea Norte-Americana (USAF), cujo trabalho era monitorar toda a comunicação cubana. De acordo com Friedman, em março de 1967 os radares cubanos detectaram um “sinal” dirigindo-se para a ilha. Dois caças Mig-21 cubanos foram enviados para interceptar o objeto, que havia entrado no espaço aéreo do país a uma altitude de 10 mil m e velocidade de Mach 1.


Quando se aproximaram, o líder da formação relatou que o artefato era uma esfera metálica brilhante sem qualquer tipo de identificação. Depois de uma tentativa infrutífera de comunicação, o Comando Aéreo de Defesa de Cuba ordenou ao piloto disparar contra o invasor, que informou que estava com mísseis armados e prontos. Segundos depois, o outro piloto gritou em pânico para o controle de terra e informou que o Mig-21 do líder havia explodido. Depois de recobrar sua racionalidade, o aviador relatou que não houve fumaça ou fogo — a aeronave tinha sido simplesmente desintegrada. O radar cubano registrou que o UFO acelerou e subiu para 30 mil m de altitude e rumou na direção da América do Sul. Um relatório desse caso foi enviado para a Agência de Segurança Nacional (NSA), dos Estados Unidos, que realizou os procedimentos normais em casos que envolvem a perda de uma aeronave inimiga.

crédito: Gustavo Allambra
A ilha caribenha, por definição cercada de água por todos os lados, também conta com elevado número de avistamentos de objetos submarinos
A ilha caribenha, por definição cercada de água por todos os lados, também conta com elevado número de avistamentos de objetos submarinos

Outro encontro desconcertante com o Fenômeno UFO ocorreu no ano seguinte, relatado por um soldado do Exército de Cuba. O caso levou o presidente Fidel Castro a pedir que especialistas da inteligência soviética investigassem o fato. O incidente também foi examinado em detalhes pelo pesquisador Jacques Vallée, em seu livro UFO Chronicles of the Soviet Union [Crônicas Ufológicas da União Soviética, Randon House, 1987]. Segundo Vallée, um pouco depois da meia-noite de 14 de junho de 1968, várias unidades de artilharias antiaéreas localizadas em Las Cabañas dispararam suas metralhadoras contra o céu. Estando próximo dali, o guarda de plantão, Isidro Puentes Ventura, correu ao local para ver o que se passava e também disparou contra um intruso. De madrugada, Puentes foi encontrado inconsciente pela patrulha e levado para o Hospital Militar em Piñar Del Rio, em estado de choque e sem falar por seis dias.

Grande trauma emocional

Transferido para o Hospital Naval, em Havana, foi diagnosticado como tendo sofrido um grande trauma emocional, permanecendo em estado de choque por outra semana. No local onde Puentes foi encontrado, os especialistas cubanos e soviéticos localizaram 48 cartuchos disparados e 40 intactos, assim como marcas profundas no solo, como se algo bem pesado tivesse pousado — testes revelaram que o solo tinha sido exposto a uma grande temperatura. Quando Puentes recobrou a consciência, relatou que tinha ficado a menos de 20 m de um objeto redondo brilhante, com uma cúpula e várias antenas no topo. Convencido de que era um helicóptero norte-americano, o soldado disparou contra aquilo. O UFO então ficou alaranjado e emitiu um som ensurdecedor, e essa foi a última coisa de que se lembrou.


Especialistas soviéticos submeteram Puentes a um interrogatório de 15 horas, e depois ele ainda foi examinado por psiquiatras e submetido à hipnose. Segundo Vallée, o militar não entrou em contradição uma única vez. Além desses casos insólitos e graves, há também o registro de uma possível queda de um UFO próximo a Casilda, em Lãs Villas. Soube-se deste incidente através do pesquisador Albert Rosales, que obteve informações a partir do relatório do pesquisador ucraniano Anton Belousov. O episódio ainda carece de comprovações, mas há fortes indícios de que seja real. Em 17 de agosto de 1981, a queda de um objeto cilíndrico foi registrada por centenas de moradores na costa cubana. Seu diâmetro tinha em torno de 12 m e foi retirado do mar com a ajuda de barcos pesqueiros.

Depois da meia-noite de 14 de junho de 1968, várias unidades de artilharias antiaéreas em Las Cabañas dispararam suas metralhadoras contra o céu. O guarda de plantão Isidro Puentes Ventura também disparou contra um intruso

Trazido até a praia, o aparelho foi aberto e dele foram retirados quatro humanoides mortos com grandes cabeças, dedos longos, vestindo capacetes e uniformes. A nave foi encaminhada para o Centro Espacial de Camaguey e dizem que Fidel teria tirado uma foto ao lado do UFO. Mas o fato que mais atraiu a atenção da comunidade ufológica internacional para Cuba aconteceu em 15 de outubro de 1995. Neste dia, a rádio oficial cubana informou que às 09h30, sobre a cidade de Torriente, no sul da província de Matanzas, próximo à Baía dos Porcos, um fato extraordinário teria ocorrido. Adolfo Zárate, um fazendeiro de 74 anos, informou à polícia que estava trabalhando em sua horta quando um UFO parecido com uma concha e sem rodas desceu das nuvens e pousou perto dele com uma chama azul.


Detrás de arbustos, Zárate observou pequenos homens, um dentro do objeto e outro do lado de fora — os dois pareciam estar conversando, embora ele não tenha ouvido sons. A testemunha disse que as entidades pareciam vestir roupas de mergulho. O ser que estava do lado de fora coletou muitas malangas [Espécie de batata típica de Cuba] e embarcou novamente no aparelho que, quando decolou, emitiu uma fumaça branca e mais eletricidade, desaparecendo entre as nuvens. Em 30 de outubro, a Academia de Ciências e o Ministério do Interior de Cuba investigaram seriamente o evento, informando o fato ao público. Essa foi a primeira vez em 36 anos que o governo cubano admitia publicamente a existência dos UFOs. A confirmação foi feita por meio de um comunicado divulgado pela Rádio Rebelde, que, apesar do nome, é a rádio oficial do governo.

Documentos sendo vendidos

Todos esses impressionantes casos levam a supor que a casuística ufológica cubana é uma das mais ricas — e reprimidas — do mundo. Isso um dia foi tratado com o embaixador cubano no Brasil, o senhor Jorge Lezcano Pérez. Este autor entrou em contato com o diplomata, mostrando-lhe o que tinha catalogado, e recebeu dele uma resposta interessante. “Não temos nada sobre discos voadores aqui na Embaixada de Cuba, mas tenho certeza de que deva ter algo na ilha. Todos os países do mundo têm alguma coisa, não? Então, por que não teríamos também?”, disse Pérez ao examinar o material.


Assim como ocorreu com a extinta União Soviética, que era uma verdadeira cortina de ferro quanto à questão, impedindo que a maioria das informações sobre UFOs chegasse ao Ocidente, temos o mesmo em Cuba. Com a desintegração do Bloco Soviético, após a Glasnost, a falência dos governos que o compunham e todos os problemas econômicos que seus habitantes começaram a enfrentar, estes passaram a vender tudo o que tinham à mão, desde mísseis nucleares até souvenires de guerra, incluindo, evidentemente, informações secretas da temida KGB. Entre elas estão muitos documentos antes sigilosos sobre UFOs, que hoje têm sido comercializados em todo o mundo.


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Sobre o Autor

Thiago Luiz Ticchetti

Thiago Luiz Ticchetti nasceu no Rio de Janeiro. Filho de um oficial aviador da Aeronáutica, morou em Natal, Santa Maria e na capital carioca. Após o falecimento de seus pais, viveu pelo período de seis meses na cidade de Addlestone, na Inglaterra. Ao retornar ao Brasil, mudou-se para Brasília onde vive até hoje. Em 1997 assistiu ao I Fórum Mundial de Ufologia, realizado pela Revista UFO na Capital Federal, e foi convidado pelo pioneiro ufólogo Roberto Affonso Beck, ali presente, a ingressar na Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE-ET). Por mais de 10 anos participou ativamente do grupo, chegando a ser vice-presidente da entidade. É articulista da Revista UFO desde 1997, exercendo hoje a função de coeditor, após ter iniciado na publicação como seu tradutor e depois passado a consultor e atuado também como coordenador internacional. É responsável pela coluna mensal Mundo Ufológico e já escreveu dezenas de artigos para o veículo. Em especial, entrevistou para a revista inúmeros ufólogos nacionais e internacionais, alguns deles os maiores pesquisadores da Casuística Ufológica Mundial, como Phillip Mantle, David Jacobs, Kevin Randle, Nick Redfern, Steven Bassett, Carlos Ferguson, Stanton Friedman, Nick Pope, Jerome Clark, Graham Birdsall e Wendelle Stevens, para citar alguns. É autor dos livros Quedas de UFOs: Casos Confirmados de Acidentes com Discos Voadores e Resgates de Seus Tripulantes em Todo o Mundo[Coleção Biblioteca UFO, 2002], Guia da Tipologia Extraterrestre [Coleção Biblioteca UFO, 2014], Quedas de UFOs II [Coleção Biblioteca UFO, 2015] Guia da Tipologia dos UFOs [Coleção Biblioteca UFO, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume I, 2ª edição, Editora Conhecimento, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume II, 2ª edição, Editora Conhecimento, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume III, 1ª edição, Editora Conhecimento, 2018], Universo Insólito: Livro de Bordo, Parte 1 [Clube de Autores, 2015] e Universo Insólito: Livro de Bordo, Parte 2 [Clube de Autores, 2015]. É o único pesquisador brasileiro a ter artigos publicados pela revista inglesa UFO Matrix e foi pioneiro na publicação de um artigo sobre contatos de pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) com UFOs, ocorrido na revista inglesa UFO Truth Magazine, da qual também é colunista. Ticchetti é coordenador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), assistente do diretor nacional da MUFON no Brasil e pesquisador de campo certificado pela MUFON. Formado em administração de empresas pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF), Thiago Luiz Ticchetti é casado e pai de um casal de filhos. .

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