Edição 181
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Como são classificadas as espécies extraterrestres que nos visitam

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01 de Sep de 2011
Créditos: RAFAEL AMORIM

Nossos visitantes seriam capazes de assumir qualquer forma que quisessem, para estarem de acordo com os padrões de determinada época e cultura. Geralmente são descritos como humanóides, pois têm cabeça, tronco e membros. Apesar de forte polêmica quanto ao seu aspecto e comportamento, desenvolveu-se um sistema de classificação para enquadrá-los, levando em consideração os depoimentos de testemunhas de contatos diretos com eles [Veja livro Contatados, código LIV-018 da coleção Biblioteca UFO. Confira na seção Shopping UFO desta edição e no Portal UFO: ufo.com.br]. Segundo essa classificação, temos:

Seres do tipo Alfa. Eles estariam presentes na maioria dos relatos de contatos de terceiro grau. Assemelham-se aos humanos, mas apresentam sensíveis diferenças anatômicas. Sua altura situa-se entre 90 cm e 1,40 m. Muitas vezes têm a cabeça desproporcionalmente grande, a pele pálida, traços fisionômicos subdesenvolvidos e corpo isento de pêlos — o que lhes dá aparência de fetos humanos. Uma característica particular do seres Alfa são os olhos enormes e bulbosos, eventualmente opacos ou com pupilas verticais. Suas fossas nasais e a boca são levemente esboçadas. Não demonstram sentimentos e comportam-se de maneira fria e calculista. São conhecidos como grays ou cinzas.

Seres do tipo Beta. Este grupo é composto por alienígenas que apresentam, em essência, a forma de seres humanos e são identificados como tais pelas testemunhas. Apresentam entre 1,70 e 2 m de altura, vestem-se em geral com roupas inteiriças e são capazes de se movimentar e falar dentro dos padrões humanos. Diferentemente dos grays, procuram fazer contatos amigáveis.

Seres do tipo Gama. Caracterizam-se pelas feições animalescas ou humanas grosseiramente exageradas, ou por combinar traços humanos e outros que nada têm a ver com os nossos. Na maioria dos casos são bípedes e possuem um único olho no centro da testa, tendo altura acima dos 2 m e chegando, em alguns casos, a 4 m. Tais características tornam inevitável sua comparação com os mitológicos gigantes ciclópicos.

Seres do tipo Delta. Eles apresentam traços físicos de mamíferos, répteis e outras classes animais, ou seja, pêlos, grandes unhas ou garras, escamas, dentes enormes, orelhas pontudas etc. A maioria deles tem aparência simiesca e se desloca sob duas pernas. Também são incluídos neste grupo os chamados robôs, seres que parecem feitos de materiais sintéticos — metal ou plástico — e movimentam-se aos trancos, desajeitadamente. Sua forma e altura variam enormemente, e alguns usam roupas acolchoadas com um capacete em forma de bolha.

Seres do tipo Ômega. São alienígenas cujos corpos seriam constituídos de energia pura e que, por esse motivo, possuiriam características atribuídas aos fantasmas, aos espíritos ou ainda às aparições religiosas. São entidades descritas como capazes de se materializar ou desmaterializar, mudar de forma ou deslocar a matéria — inclusive seres humanos — segundo sua vontade. A altura média das entidades espectrais varia entre 1,50 e 1,80 m. Com freqüência flutuam em vez de andar [Veja DVD Levados, código DVD-032 da coleção Videoteca UFO. Confira na seção Shopping UFO desta edição e no
Portal UFO: ufo.com.br].

Seres do tipo Sigma. Estas são criaturas cuja presença é raramente descrita. São referidos como pequenos seres, com cerca de 15 cm de altura, eventualmente confundidos com pequenos animais.

O contato direto com outras espécies cósmicas

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Sep de 2011

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