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Caso Burkes Flat: As incríveis e inexplicáveis ações dos ETs

Por Bill Chalker | Edição 242 | 01 de Janeiro de 2017


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Caso Burkes Flat: As incríveis e inexplicáveis ações dos ETs

Uma instigante característica do Fenômeno UFO é a variedade de formas com que interage e manipula a luz. Os discos voadores e seus ocupantes parecem ter a capacidade de tratar a luz da mesma forma como tratamos a matéria, tornando-a plástica e controlada, e a usando para uma série de propósitos que para nós são impossíveis de conceber. E isso com base apenas no pouco que sabemos por meio dos relatos de testemunhas.

Nada impede que haja toda uma gama de tecnologias baseadas nas propriedades da luz e que as utilizem para toda a sorte de atividades, desde canalizá-la até conseguir usá-la como meio de transporte e de atração. Um exemplo de como os UFOs interagem com a luz é apresentado no estranho “caso dos faróis de feixes curvados” que ocorreu na zona rural do condado de Victoria, em 1966, na Austrália.

Estranha luz no campo


O Caso Burkes Flat envolve a relatada curvatura dos feixes do farol de um carro e deixou um traço físico relacionado. Uma fatalidade ocorrida com outro automóvel no mesmo ponto da estrada também foi relacionada ao incidente com o UFO no local. Se, em termos científicos, uma observação deve ser aceita como observada, nesse caso temos uma experiência que aparentemente desafia as leis da física, pelo menos o quanto nós as entendemos aqui, em nossa humilde parte do universo.

Tudo começou por volta das 20h00 de 04 de abril de 1966, quando Ron Sullivan, um empresário do ramo de aço para construção da cidade de Maryborough, estava viajando em um estreito trecho reto da estrada que liga as localidades de Dunolly e Saint Arnaud, próximo da ciddade de Burkes Flat, no interior de Victoria. Em um campo à sua direita, Sullivan observou uma luz incomum.

Primeiro, ele pensou que fosse um trator trabalhando à noite na lavoura, mas, conforme se aproximou, começou a notar uma luz ainda mais incomum, localizada no nível do chão. Os acontecimentos seguintes aconteceram rapidamente, durante o período em que ele se aproximou da cena, e depois a ultrapassou. Sullivan estava prestando atenção simultânea na luz no campo à sua direita e na estrada. Ele observou, para sua surpresa, que os feixes do farol de seu carro pareciam estar apontando para a direita, na direção da estranha luz, e também pareciam estar se dobrando de volta em um eixo aparentemente coincidente com a posição do objeto em relação ao campo e à estrada. Ao se aproximar, o ângulo e a curvatura dos feixes de luz do farol tornaram-se mais agudos.

A testemunha pensou que seu carro estivesse saindo da estrada, para a direita, e imediatamente compensou virando o volante para a esquerda. Assustado, o homem descobriu que estava indo diretamente contra uma árvore. Sullivan virou o carro para a direita e recuperou o sentido da viagem ao longo do trecho reto da estrada, completamente confuso e deixando a estranha luz no campo para trás.

Luzes que se fundem

A descrição dada pela testemunha sobre a estranha luz que vira foi tão espetacular quanto o episódio. Segundo Sullivan, primeiro ele viu uma luz branca fosforescente no chão, com aproximadamente 5 m de diâmetro. Em seguida a testemunha disse que “a luz se abriu e havia outra luz também branca de forma oval descendo sobre a primeira, formando algo que parecia um cone com 5 m de diâmetro na parte mais estreita e 8 m de diâmetro na parte maior”.

E continua a testemunha: “E no cone havia tubos de luz colorida com todas as cores do espectro, como em um arco-íris. Os tubos pareciam estar subindo e descendo — indo da parte oval menor para a parte oval maior. E então a parte de cima começou a se encontrar com a de baixo, fechando-se e mudando para uma única luz oval, como a primeira que eu vi. E, então, de repente, tudo simplesmente desapareceu”.

Ron Sullivan mandou verificar os faróis de seu carro e descobriu que estavam funcionando corretamente. Quando voltou a Maryborough, descobriu que um jovem da localidade de Carnegie chamado Gary Taylor morrera em um acidente de carro em Burkes Flat na noite de 06 de abril. Sullivan relatou sua experiência à polícia. No local do acidente foi determinado que o carro de Taylor havia colidido com a mesma árvore com a qual Sullivan quase se chocara duas noites antes, quando lutava para controlar o carro durante o episódio dos feixes do farol.

Até hoje sem explicação

Diretamente em frente à árvore, a cerca de 60 m da estrada, no mesmo local onde Sullivan vira a exibição da estranha luz, uma depressão rasa foi encontrada no solo árido. Tinha um pouco mais de um metro de diâmetro e apenas alguns centímetros de profundidade. Estava limpa e escavada do solo arenoso, sem detritos aparentes em torno dela. Não haviam marcas humanas ou de animais ao redor da área. O proprietário do imóvel declarou que a depressão não estava lá quando ele terminou de arar o solo — enfim, não havia nenhuma explicação para a depressão ou para a estranha luz. O fato assumia cada vez mais, e mais profundamente, um aspecto sinistro que tornou imperativa a realização de uma investigação de campo apropriada e in locu.

Mesmo assim, após ter sido examinado em seus mínimos detalhes, como ocorre com frequência na Ufologia, o Caso Burkes Flat permanece até hoje sem explicação. Não temos como elucidar de que forma se pode dobrar feixes luminosos e nem sabemos como se produziu a depressão no terreno. Só podemos imaginar que uma alta tecnologia tenha sido usada ou que um potente campo magnético ordenadamente dirigido tenha interferido com a luz dos faróis. A verdade, entretanto, só os alienígenas sabem.

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Bill Chalker

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