ARTIGO

Aliens monitoram nossas guerras

Por Thiago Luiz Ticchetti | Edição 148 | 01 de Dezembro de 2008

Os conflitos armados que a raça humana estabeleceu foram atentamente observados por nossos visitantes cósmicos
Créditos: biotech affairs division

Aliens monitoram nossas guerras

Durante quase todos os conflitos militares do planeta, desde os tempos mais remotos até os mais recentes, estranhos objetos têm sido observados no cenário dos entraves. Há alguns anos, a notícia de que um UFO teria sido visto sobre o Iraque durante a ofensiva anglo-americana despertou mais uma vez a atenção da Comunidade Ufológica Mundial. Afinal, por que os alienígenas observam nossos conflitos e guerras? Eles estão presentes onde quer que haja ação militar. É assim desde a Antigüidade, em períodos anteriores a Cristo, durante a Idade Média, na Primeira e na Segunda Guerra Mundial, na Guerra das Malvinas, durante os conflitos no Vietnã e na Coréia, e, mais recentemente, nas duas Guerras do Golfo. Lá estavam eles observando o que se passava e, em determinadas ocasiões, até atuando de alguma forma.

Nos episódios mais recentes, a partir da Guerra do Golfo, em 1991, armamentos de alta tecnologia empregados nos campos de batalha têm confundido muitos dos comandos engajados nos conflitos. Mas o mesmo arsenal tecnológico tem sido usado para detectar com mais precisão intrusos não identificados. Sempre que há um entrave militar de grandes proporções, ou que atraia a atenção do resto do mundo, surgem em abundância relatos de avistamentos de enigmáticos objetos nos céus. Claro, muitas vezes são aeronaves militares ou mísseis. Mas em outras ocasiões, não. Nem o lado mais preparado destes conflitos – como as forças anglo-americanas na Guerra do Iraque – tem tido condições de determinar a origem dos fenômenos.

Os indícios do surgimento de UFOs estão presentes até mesmo em guerras bem antigas. Há milhares de anos, no antigo Egito, aparições de naves já eram registradas com regularidade. O escritor inglês Brinsley Le Pour Trench cita em suas obras o fragmento de um hieróglifo do tempo do faraó Thutmose III, que governou entre os anos de 1468 e 1436 a.C. Durante uma guerra de conquistas às margens do Rio Eufrates, os escribas relataram o avistamento de um círculo de fogo vindo do norte. Eles o descreveram ao faraó da seguinte maneira: “Hoje, os círculos de fogo são cada vez mais numerosos no céu. Eles brilham mais do que o Sol. As tropas estão com medo. Tempos depois, os círculos ascenderam ao céu e desapareceram”. Este trecho tem quase 4,5 mil anos de idade.

Estratégia bélica em ação

Como os governos em guerra encararam os casos de UFOs nos conflitos? Da única forma que sempre procederam: investigando tudo para seu próprio conhecimento e acobertando os fatos do público. Desde o imperador Carlos Magno, que punia inclusive com a morte aqueles que relatavam tais eventos, até os fatos ocorridos durante a Primeira Guerra Mundial, todos os lados das batalhas tinham uma visão dos acontecimentos. Podiam não saber, a princípio, do que se tratavam aqueles objetos. Mas isto mudaria radicalmente na Segunda Guerra Mundial, quando os governos engajados chegaram a criar grupos de investigação do assunto. Já estava ficando claro que os problemas terrestres interessavam a nossos vizinhos cósmicos.

Rumores chegaram a circular, após a Segunda Grande Guerra, de que Hitler e Mussolini teriam abatido UFOs para usá-los em projetos bélicos, e que estariam desenvolvendo seus próprios protótipos de discos voadores. Sua intenção, garantem alguns historiadores, era dispor de uma tecnologia imbatível contra seus inimigos. E esta é uma idéia que já passou também pela cabeça de russos e norte-americanos. Quem não gostaria de ter uma arma com as capacidades de um UFO? Afinal, sua tecnologia ainda transcende o imaginável por nossa espécie. A pimeira nação a se apoderar de um disco voador funcional pode simplesmente dominar o mundo.

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Sobre o Autor

Thiago Luiz Ticchetti

Thiago Luiz Ticchetti nasceu no Rio de Janeiro. Filho de um oficial aviador da Aeronáutica, morou em Natal, Santa Maria e na capital carioca. Após o falecimento de seus pais, viveu pelo período de seis meses na cidade de Addlestone, na Inglaterra. Ao retornar ao Brasil, mudou-se para Brasília onde vive até hoje. Em 1997 assistiu ao I Fórum Mundial de Ufologia, realizado pela Revista UFO na Capital Federal, e foi convidado pelo pioneiro ufólogo Roberto Affonso Beck, ali presente, a ingressar na Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE-ET). Por mais de 10 anos participou ativamente do grupo, chegando a ser vice-presidente da entidade. É articulista da Revista UFO desde 1997, exercendo hoje a função de coeditor, após ter iniciado na publicação como seu tradutor e depois passado a consultor e atuado também como coordenador internacional. É responsável pela coluna mensal Mundo Ufológico e já escreveu dezenas de artigos para o veículo. Em especial, entrevistou para a revista inúmeros ufólogos nacionais e internacionais, alguns deles os maiores pesquisadores da Casuística Ufológica Mundial, como Phillip Mantle, David Jacobs, Kevin Randle, Nick Redfern, Steven Bassett, Carlos Ferguson, Stanton Friedman, Nick Pope, Jerome Clark, Graham Birdsall e Wendelle Stevens, para citar alguns. É autor dos livros Quedas de UFOs: Casos Confirmados de Acidentes com Discos Voadores e Resgates de Seus Tripulantes em Todo o Mundo[Coleção Biblioteca UFO, 2002], Guia da Tipologia Extraterrestre [Coleção Biblioteca UFO, 2014], Quedas de UFOs II [Coleção Biblioteca UFO, 2015] Guia da Tipologia dos UFOs [Coleção Biblioteca UFO, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume I, 2ª edição, Editora Conhecimento, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume II, 2ª edição, Editora Conhecimento, 2017], Arquivos UFO: casos ufológicos – Volume III, 1ª edição, Editora Conhecimento, 2018], Universo Insólito: Livro de Bordo, Parte 1 [Clube de Autores, 2015] e Universo Insólito: Livro de Bordo, Parte 2 [Clube de Autores, 2015]. É o único pesquisador brasileiro a ter artigos publicados pela revista inglesa UFO Matrix e foi pioneiro na publicação de um artigo sobre contatos de pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) com UFOs, ocorrido na revista inglesa UFO Truth Magazine, da qual também é colunista. Ticchetti é coordenador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), assistente do diretor nacional da MUFON no Brasil e pesquisador de campo certificado pela MUFON. Formado em administração de empresas pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF), Thiago Luiz Ticchetti é casado e pai de um casal de filhos. .

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