ARTIGO

Aliens controlariam os abduzidos por meio de implantes em seus corpos

Por Josep Guijarro | Edição 238 | 01 de Setembro de 2016

Os implantes são inseridos nos indivíduos geralmente pelas narinas, por onde chegam até seus cérebros
Créditos: JAMIL VILA NOVA

Aliens controlariam os abduzidos por meio de implantes em seus corpos

Se a realidade do Fenômeno UFO tivesse sido levada diante de um tribunal de justiça, há muito tempo teria sido provado que o fenômeno é um fato inquestionável, por mais que não se conheçam muitos detalhes de sua natureza. Infelizmente, em vez de se aprofundarem mais no estudo do misterioso fenômeno, os investigadores ainda se dedicam a procurar provas, sem se darem conta de que elas serão sistematicamente rejeitadas pela ciência oficial, que sempre esteve a serviço da política. Porque são os cientistas e os não políticos, que regem o mundo oculto nas sombras, que determinaram que a questão ufológica seja um tabu. Claro, já sabemos a razão disso.

Não obstante, os implantes constituem uma categoria de provas materiais que pouco a pouco está passando para primeiro plano no interesse dos investigadores. Há muito pouco tempo, conhecíamos apenas dois ou três casos, mas hoje eles já são abundantes, e a cada dia que passa conhecemos novas e impressionantes ocorrências — ainda não são a solução para as tão aguardadas provas concretas, mas é um caminho.

De grande importância nesta área foram as discussões em torno do tema que tiveram lugar no Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), em junho de 2002. Lá, estudaram-se as análises feitas sobre três implantes extraídos de Richard Price e de Bob Luca. A discussão sobre eles foi intensa. O lugar de sua colocação nos corpos das vítimas, as declarações obtidas sob hipnose regressiva e, sobretudo, a estranha composição dos objetos fizeram muitos chegarem à conclusão de que os testemunhos dos protagonistas eram reais.

Implantes invisíveis?

Além de outras comprovações puramente científicas e laboratoriais, sobre as quais falaremos mais em seguida, há outros métodos que, se ainda não constam da pauta ortodoxa da ciência oficial, servem pelo menos para suspeitar que algo muito estranho aconteceu nos corpos das testemunhas durante seu desaparecimento em episódios de abduções alienígenas. Estamos nos referindo, por exemplo, a experiências realizadas no México, por Andrija Pujarich, médico, inventor e cientista norte-americano, falecido em 1995, indicado ao Prêmio Nobel duas vezes e genial inventor no campo da eletrônica.

Há vários anos, Pujarich treinava crianças de curta idade com técnicas de visão remota. Ele havia obtido bons resultados, já que alguns dos rapazes eram capazes de ver claramente com os olhos vendados. Em um certo momento da experiência, trouxeram uma pessoa que dizia ter sido sequestrada e levada a bordo de uma nave, dentro da qual lhe implantaram um pequeno objeto nas costas. Sem que nenhuma das crianças soubesse sobre a experiência extraterrestre da testemunha, a puseram em frente a uma delas, que, com os olhos vendados, e unicamente movendo seus dedos a certa distância, foi descrevendo a testemunha fisicamente.

crédito: ARQUIVOS ROGER LEIR
Uma cirurgia de extração de implantes conduzida pelo doutor Roger Leir para se tentar encontrar suas características físicas, químicas e biológicas
Uma cirurgia de extração de implantes conduzida pelo doutor Roger Leir para se tentar encontrar suas características físicas, químicas e biológicas

Quando chegou às suas costas, a criança se deteve na altura dos rins e mexeu com mais intensidade os dedos, como se sentisse algo diferente. Perguntaram-lhe, então, o que estava vendo e a criança respondeu, com um sorriso maroto, que o senhor que descrevia tinha uma coisa muito engraçada debaixo da pele, e que ela (a criança) podia sentir aquilo muito claramente. Depois tiraram a venda de seus olhos e lhe perguntaram se ela era capaz de desenhar o que havia visto remotamente — o resultado do desenho foi um quadrado que tinha em um dos lados um pequeno círculo.

O mais incrível aconteceu quando trouxeram outro garoto que, ao chegar ao mesmo local das costas da testemunha, parou e começou a dizer que tinha algo estranho ali. Quando lhe pediram que desenhasse, e para espanto de todos, registrou em papel o mesmo objeto feito pela primeira criança. Telepatia? Fraude? Falsas informações? Os céticos e desinteressados em admitir os fatos sempre têm palavras para rejeitar tais fatos, mas aos genuinamente comprometidos em descobrir a verdade, não lhes resta outro remédio que não seja estudar para procurar alguma explicação.

Enviar informações a ETs

Em um inquietante folheto que há alguns anos circulava entre os investigadores mais audazes, lemos um parágrafo que está totalmente de acordo com as experiências de Pujarich: “Há implantes que estão fora do espectro visual físico e só podem ser vistos por alguns humanos especialmente sensitivos. São aparelhos para intercambiar informações à distância com os alienígenas”. Nos Estados Unidos, os métodos com os quais se estudam os implantes se afastam muito dos heterodoxos, e são quase esotéricos, como o que acabamos de descrever, estando mais de acordo com as práticas da medicina oficial quando se quer descobrir algum corpo estranho dentro da anatomia humana.

Os clássicos raios-x melhoraram muito desde então e abriram espaço para diversos tipos de escaneamento. O equipamento usado na reunião do MIT para analisar os implantes que se estudaram na ocasião era de uma enorme complexidade. David E. Pritchard, doutor em física pela Universidade de Harvard e professor do MIT, explicou todas as possibilidades da máquina, que se tratava de um espectrógrafo de massa de íons secundários (SIMS), com o qual se bombardeou a superfície do minúsculo artefato implantado no pênis de uma suposta vítima de abdução chamada Richard Price. Ainda que no caso dessa pessoa não se tenha podido chegar a alguma conclusão acerca do objeto implantado, podemos ver que na atualidade o estudo do fenômeno está ficando mais profissional.

De fato, terminando a reunião do MIT de 2002, o doutor Pritchard voltou a insistir no estudo do implante de Price, quando o ufólogo Ray Fowler lhe enviou outro pequeno objeto achado no ouvido de Bob Luca, que vinha sofrendo abduções desde a sua infância. O doutor Pritchard chamou a atenção de Fowler sobre a semelhança entre o objeto extraído do ouvido de Luca com aquele retirado de Price — os dois objetos tinham as mesmas dimensões e cor, suas protuberâncias eram similares e tinham longitude e diâmetro iguais. Além disso, por comparação, os dois implantes mostravam a mesma estrutura. O Laboratório Wellmam de Fotografia Médica, do Hospital Geral de Massachusetts, centro especializado no estudo de corpos anômalos dentro do organismo, então dirigido pelo doutor Tom Flotte, participou ativamente no exame dos objetos.

Estranhas atividades

Não é de hoje que artefatos anômalos são detectados nos corpos dos seres humanos, mas jamais se pensou em relacionar a presença de tais objetos com o Fenômeno UFO — foram necessários muitos anos para que começássemos a conhecer, pouco a pouco, as estranhas atividades dos seres alienígenas e passássemos a suspeitar sobre a relação entre a manifestação ufológica e os implantes.

Um exemplo disso foi a descoberta realizada, no começo dos anos 80, pelo Departamento de Medicina Genética do Hospital Churchill, de Oxford, na Inglaterra, dirigido por John Wolstenholme. Tratava-se de um objeto microscópico com forma reticular encontrado durante uma rotineira preparação de cromossomos para um diagnóstico pré-natal. Os médicos se perguntavam ingenuamente, em um artigo publicado em uma revista científica, se o objeto era algo natural até então desconhecido ou se era algo fabricado pelo homem. Claro que nem lhes passava pela cabeça a possibilidade de que pudesse ser obra de seres extraterrestres. Na realidade, tão pouco nós, ufólogos, podemos estar completamente certos de que ETs tivessem algo a ver com o achado, ainda que tenhamos muitas razões para suspeitar de que sim. O certo é que as cartas de alguns médicos que chegaram até a revista dando suas interpretações para aquele mistério se contradiziam entre si, porque cada uma delas oferecia uma solução diferente.

Não é de hoje que artefatos anômalos são detectados nos corpos dos seres humanos, mas jamais se pensou em relacionar a presença de tais objetos com o Fenômeno UFO. Hoje sabemos com segura convicção que são implantes inseridos em abduzidos

Muitas pessoas que tiveram experiências ufológicas voltaram delas com pequenos objetos implantados em seus corpos, artefatos esses que, suspeitamos, sejam usados para conhecer as atividades e para controlar as testemunhas. Análises feitas com tomógrafos indicam que esses aparelhos microscópios podem ter só 3 mm e são principalmente esféricos, ovoides ou planos. Em 1989 se conheceu o resultado de análises específicas que mostrou que o interior de um desses objetos esféricos era uma matriz cristalina, entrelaçada com algo que parecia um circuito eletrônico.

Engenheiros consultados disseram que o pequeno objeto poderia trabalhar em níveis quânticos, e que, se assim fosse, poderia gerar certas interferências no funcionamento da consciência daquele indivíduo. O uso de objetos implantados já tinha sido encontrado, em 1967, na Suécia e no Canadá, e o implante de transmissores cerebrais em seres humanos foi legalizado em 1973, na Suécia, por Sven Olaf Palme, primeiro-ministro do país, morto misteriosamente em 1986.

Implantes terrestres

Os militares e certos grupos de inteligência das nações ocidentais mais avançadas usaram técnicas de implante em testemunhas e no pessoal que trabalhava em projetos secretos relacionados aos UFOs com o objetivo de controlar e impedir que se disseminasse a informação que eles possuíam. A princípio, o uso de implantes por parte da inteligência militar se limitava a um controle intercerebral radio-hipnótico, que se chamava dissolução eletrônica da memória (EDM), mas atualmente o uso de implantes é muito mais sofisticado e enganoso, porque incorpora tecnologia obtida com extraterrestres.

O médico norte-americano Roger Leir, falecido em 2014, criador da Fundação para a Investigação Interativa e a Tecnologia Espacial (First), e o hipnólogo Derrel Sims, investigador especialista no tema ufológico e também fundador da First, levaram a cabo várias operações cirúrgicas com a colaboração de uma equipe de médicos. A primeira série de extrações de implantes teve início em 19 de agosto de 1995, na clínica de Roger Leir, na Califórnia.

Segundo se pôde comprovar graças aos raios-X, Pat Parrinello, um homem de 47 anos, e Mary Jones, uma mulher de 52 anos, ambos da cidade de Houston, no Texas, tinham alojado em seus corpos estranhos objetos, embora eles não se lembrassem de haver sido operados anteriormente. Ambos os casos foram investigados por Sims, que, baseando-se nos encontros ufológicos que os dois tiveram no passado, os enviou para Roger Leir para que ele os operasse. Tiraram de Parrinello objetos das costas e da mão esquerda, e de Mary extraíram implantes do polegar e do pé esquerdo — ambas as cirurgias foram gratuitas.

Propriedades eletromagnéticas

Os implantes removidos na primeira série de intervenções cirúrgicas foram estudados por patologistas e enviados a vários laboratórios independentes para análises. Nos exames se avaliou a patologia do tecido, foi feito espectroscopia a laser e foram realizadas diversas provas metalúrgicas que incluíam medidas de densidade por imersão, radiografias, microscopia eletrônica, assim como estudo de propriedades eletromagnéticas e exames de fluorescência. Todos esses exames foram feitos no Instituto Nacional do Descobrimento da Ciência (NIDS) no Novo México, assim como em outros laboratórios independentes.

crédito: ARQUIVO UFO
O doutor Roger Leir foi consultor da Revista UFO e deu grandes contribuições à publicação
O doutor Roger Leir foi consultor da Revista UFO e deu grandes contribuições à publicação

Enquanto os objetos anormais estavam sendo analisados, outra série de extrações cirúrgicas de implantes teve início em 18 de maio de 1996. As mulheres que protagonizaram a segunda onda de operações se ofereceram para ser entrevistadas e se submeter ao estudo. De Debbie Olivier, 61 anos, residente em Lancaster, Califórnia, e de Susie Adams, 40 anos, foram extraídos artefatos similares da parte inferior da perna esquerda. Alicia Davidson, 37 anos, que teve numerosos encontros com UFOs e extraterrestres, extraiu do pé esquerdo, em janeiro de 1997, um estranho objeto de aspecto cristalino.

Descobertas surpreendentes

“As descobertas feitas com os resultados das intervenções cirúrgicas são extremamente estranhas. Em todos os casos, não houve inflamação”, informou Roger Leir. Essa reação não é normal quando há tecidos alheios ao organismo. Normalmente, os corpos estranhos incrustados nos tecidos provocam algum tipo de inflamação crônica, além de fibrose e formação de cistos — algo que não aconteceu nos casos analisados.

Os informes patológicos posteriores às duas primeiras intervenções revelaram que os objetos metálicos estavam recobertos por uma membrana cinza muito densa e resistente, constituída por queratina, himossiderina e coágulo proteico, que são proteínas do sangue, e células que se encontram habitualmente na capa superficial da pele. Os resistentes invólucros biológicos que cobriam os implantes também tinham células nervosas de um tecido que pertencem àquela zona do corpo. Dessas formações emanavam uma fluorescência verde brilhante na presença de luz ultravioleta.

Os implantes presentes nas mulheres da segunda série de intervenções tinham propriedades metálicas como os da primeira — eram objetos esbranquiçados e esféricos, que não tinham cápsulas biológicas externas como os anteriores e nem brilhavam ante a luz ultravioleta. Segundo laudos patológicos, os implantes, possivelmente biológicos, tão pouco não produziram inflamação. O objeto de aspecto cristalino extirpado do pé de um indivíduo na intervenção mais recente também não estava recoberto por nenhuma membrana exterior cinza ou resistente e mal houve inflamação, como nas demais extrações. Os resultados dos exames da primeira série de implantes revelaram que os objetos metálicos com forma da agulha eram de origem meteórica e tinham pelo menos 11 elementos químicos diferentes.

Em uma entrevista publicada na revista Alien Encounter, da Inglaterra, Derrel Sims fez menção ao fato de que o organismo daquelas pessoas não esboçou rejeição aos implantes. Segundo ele, “dava a impressão de que a membrana fibrosa fazia parte da própria superfície da pele, como se os objetos metálicos estivessem envoltos em uma bolsa de queratina. As fibras nervosas recobriam o tecido e pareciam estar ligadas aos nervos”. Para Sims, o mais provável é que os implantes sejam de origem extraterrestre, e segundo ele “é preciso uma avaliação detalhada de todos os exames antes de poder dar mais informações nesse sentido”. Sem dúvida, a avaliação científica é nossa melhor aliada, mas as experiências e as opiniões dadas por pessoas diretamente envolvidas nessas intervenções cirúrgicas, e que tiveram coragem de expor seus testemunhos, são igualmente importantes e esclarecedoras.

As razões para a manipulação

Para não cair na armadilha de presumir que os fatos são reais em virtude de muitas evidências secundárias, façamos a pergunta mais lógica: o que pretendem os seres extraterrestres ou quem quer sejam os autores desses implantes? A tecnologia com a qual são feitos os objetos é muito importante do ponto de vista científico, mas pouco nos interessa, e menos ainda como meio de controlar, modificar e subjugar mentes ou indivíduos. Esse, infelizmente, é o único propósito da paranoia militar e das máximas autoridades que governam o mundo, tendo em mente seus supostos acordos com alienígenas.

O que tem que nos interessar é o propósito final, não só dos implantes, mas da estranha forma de atuar de nossos visitantes do espaço. E chegando nesse ponto, a imaginação dispara porque, na realidade, dado o grande número de relatos do Fenômeno UFO, dispomos de um amplo campo de estudo. O primeiro ponto que precisamos levar em conta é o fato de que não há apenas uma raça ou um grupo de extraterrestres atuando em nosso planeta. A julgar por sua diversidade, são muitos, e muito diferentes entre si, os que estão envolvidos nessa tarefa.

Quanto ao fenômeno que nos ocupa neste artigo, podemos supor que os implantes tenham dois fins, que seriam saber com precisão onde a pessoa está e controlar a conduta do implantado, inclusive forçando-o a realizar ações que ele não deseja. Também é muito provável que exista alguma relação com certas experiências genéticas, biológicas e médicas. A verdade é que algumas entidades extraterrestres disseram a seus abduzidos sobre seu interesse em adquirir algumas das nossas características, que lhes seriam necessárias para criar uma raça híbrida — parece claro que alguns dos implantes estejam relacionados a essa finalidade.

As implicações desses acontecimentos são enormes. Não só porque significam que seres não humanos inteligentes podem controlar nossa mente e até, porque não, que pessoas com grande poder político e econômico estejam fazendo o mesmo, ocultos nas sombras, ajudados ou enganados por visitantes extraterrestres, cujas intenções são completamente desconhecidas. Sobre a última possibilidade, não podemos afirmar categoricamente que ela seja real até que alguma notícia mais acurada surja, mas há muitas suspeitas de que poderosos circulam, há tempos, entre aqueles que conhecem o tenebroso e escuro segredo militar envolvendo o Fenômeno UFO.


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Sobre o Autor

Josep Guijarro

É um renomado ufólogo e parapsicólogo espanhol, tendo sido redator-chefe da revista Más Allá de La Ciencia e autor do livro Infiltrados. Especialista em abduções e seitas ufológicas, Guijarro tem perseguido casos do gênero por vários países.

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