ARTIGO

Alienígenas no Sistema Solar

Por Marco Antonio Petit | Edição 212 | 01 de Junho de 2014


Créditos: Rafael Amorim, exclusivo para a Revista UFO

Alienígenas no Sistema Solar

Quando, em 24 de junho de 1947, ao sobrevoar o estado norte-americano de Washington, o piloto Kenneth Arnold observou a agora famosa formação de naves que deu origem à Ufologia, indicando para mídia e para a população dos Estados Unidos que algo de importância crucial acontecia no espaço aéreo de nosso planeta, poucos poderiam imaginar a amplitude que os fatos iriam assumir. Para muitas pessoas nos primeiros anos da Ufologia, a realidade de um fenômeno de natureza desconhecida em nossos céus era concreta, porém interpretá-lo como relacionado à presença de naves interplanetárias ou seres de outros mundos era visto como uma ideia ingênua e simplista, que carecia de evidências mais contundentes. Esse posicionamento era apoiado, nos bastidores do embrionário movimento ufológico, por personalidades claramente relacionadas ao processo de acobertamento mundial do Fenômeno UFO, iniciado no país de Arnold.

Entretanto, as evidências coletadas em todo o planeta, que indicavam estarmos diante de manifestações não terrestres, se juntaram a outros sinais da presença alienígena, dificultando, para desespero dos responsáveis pelo acobertamento, a criação de uma alternativa que explicasse o que acontecia nos céus da Terra, sem envolver a hipótese de visitantes extraplanetários. Mesmo antes de 04 de outubro de 1957, quando os soviéticos lançaram da base de Baikonur nosso primeiro satélite artificial, oSputnik, aparelhos não identificados já haviam sido detectados evoluindo além da atmosfera, quilômetros acima da superfície de nosso mundo. A descoberta e acompanhamento iniciais da atividade alienígena no espaço foram obtidos por meio dos novos radares que estavam sendo desenvolvidos e que muitas vezes eram voltados, durante os testes, para pontos superiores da atmosfera.

Após nossos primeiros satélites entrarem em órbita, além de continuarmos a detectar a presença de UFOs em torno do planeta, teve início outro processo: nossos veículos espaciais começaram a ser acompanhados por estranhas naves. Com a chegada do homem ao espaço, primeiramente em 1960, com o soviético Yuri Alekseyievich Gagarin, e depois, em 1962, com o norte-americano John Glenn Junior, nossos astronautas se tornaram testemunhas dessa realidade — cada nova espaçonave, cada novo desenvolvimento de nossas possibilidades eram detidamente acompanhados por olhos misteriosos.

Em paralelo a esses fatos, era estabelecida uma censura cada vez mais rígida para manter o que acontecia no espaço longe do conhecimento da população. Afinal, a combinação da realidade da presença extraterrestre na baixa atmosfera, que acontecia em termos mundiais e de maneira crescente, com as ocorrências na órbita terrestre não deixaria dúvidas quanto ao caráter alienígena do fenômeno. Era tudo que os mentores do acobertamento não podiam aceitar, ou permitir. Na verdade, mesmo antes de nossos primeiros lançamentos espaciais já havia diretrizes rígidas estabelecidas para o caso de serem feitas descobertas de caráter extraterrestre. O assunto não era encarado como uma especulação, mas como uma possibilidade quase certa. Desde a queda de um UFO em Roswell, no Novo México, poucos dias depois do avistamento de Arnold, havia a certeza, por parte da elite governamental e científica, que estávamos diante de veículos espaciais detentores de alta tecnologia.

Antes de Gagarin chegar ao espaço, os soviéticos, que estavam mais adiantados do que os norte-americanos na corrida espacial, começaram a lançar seus primeiros artefatos em direção ao nosso satélite. Só da série de sondas Luna, iniciada em janeiro de 1959, foram 24 missões que compreenderam tanto passagens nas proximidades da Lua, quanto impactos diretos contra o solo, entrada em órbita e pousos controlados na superfície. Outra série de naves não tripuladas, aZond, permitiu aos soviéticos desenvolverem a capacidade de, depois de chegarem ao seu destino, a órbita lunar, retornarem com suas espaçonaves a Terra.

Primeiras descobertas

Apesar de atrasados em relação aos seus inimigos ideológicos, os norte-americanos também conseguiram progressivamente sucessos na exploração de nosso satélite. Por meio dos projetosRanger, com três missões lunares,o Lunar Orbiter, que compreendeu cinco missões, eo Surveyor, com sete lançamentos e vários pousos controlados, os ianques obtiveram uma farta documentação fotográfica e lançaram as bases para a chegada do primeiro homem à Lua.

crédito: NASA
O lançamento da missão Apollo 11 à Lua, a primeira a ter tripulantes desembarcando em nosso satélite natural, onde artefatos alienígenas seriam encontrados
O lançamento da missão Apollo 11 à Lua, a primeira a ter tripulantes desembarcando em nosso satélite natural, onde artefatos alienígenas seriam encontrados

O mais estarrecedor é que algumas das fotografias obtidas pelos soviéticos e pelas missões norte-americanas evidenciavam a presença de povos extraterrestres que usavam a Lua como base.Algumas imagens eram realmente impressionantes e mostravamestruturas na forma de torres, construções apresentando padrões geométricos, crateras cujas formas pareciam ter sido modificadas. Havia também fotos mostrando, inclusive, rastros de artefatos de grandes dimensões, cuja natureza não podia ser estabelecida, transportados pelo solo lunar — isso tudo fazia parte de umcontexto que, à época, era conhecido apenaspela minoria privilegiada de pessoas que planejavam o passo seguinte, a chegada do homem a Lua.

Há muito tempo, bem antes do início da era espacial, já havia forte suspeita de que algo se passava na Lua. A observação telescópica do satélite, principalmente a partir do século XVIII, não deixava dúvidas disso.As ocorrências estranhas em solo lunar incluíam a variação nas dimensões de determinadas crateras, o aparecimento de pontos luminosos e escuros que, não raras vezes, foram observados se movimentando pela superfície ou acima dessa, além da presença de cúpulas ou domos que, da mesma maneira que surgiam, desapareciam e reapareciam em outros locais, para depois nunca mais serem observados. Há também registros de fagulhas, sinais de emanação de gases e formas luminosas de grandes dimensões, que pareciam ocupar vários quilômetros. Apesar da possibilidade de parte dos fenômenos enquadrados nesse estudo ser relacionada a acontecimentos naturais, uma expressiva parcela das observações seria muito difícil de explicar dessa forma.

Denúncias sobre acobertamento

Algumas dessas manifestações registradas na Lua foram tão violentas e evidentes que chegaram a ser observadas mesmo antes de passarmos a utilizar nossos primeiros telescópios. Curiosamente, a própria Agência Espacial Norte-Americana (NASA), um ano antes da primeira missão tripulada ao nosso satélite, liberou um documento detalhado que reportava centenas de ocorrências notificadas e estudadas. A mais antiga remontava ao ano de 1500, 110 anos antes de Galileu Galilei ter a primeira visão ampliada de nosso satélite natural [Veja detalhes da edição UFO Especial 44, agora disponível na íntegra em ufo.com.br].

Com o passar do tempo, esses fenômenos começaram a ser rotulados e conhecidos dentro da astronomia e, posteriormente, nos programas de pesquisa espacial comofenômenos transitórios lunares (FTL). Era um nome pouco objetivo, mas na medida certa para aqueles que não queriam encarar a ideia de estarem estudando abertamente sinais de algum tipo de atividade extraterrestre na Lua. Os fatos observados parecem se concentrar em torno, ou no interior, de certas regiões de nosso satélite, como nas áreas das craterasAristarchus, Copernicus, Kepler, Eratosthenes, Alphonsus, Linné, Tycho, Gassandi, Picard, Grimaldi, Censorinus, Archimedes, Platô, Theophilus, como também no chamado Mar das Crises, nos montes Atlas e Píton.

Apesar da dedicação anterior a outros temas da Ufologia, a busca do autor por sinais de atividade e presença alienígena no programa espacial quando com o artigoDark Mission: The Secret History ofNASA[Missão Obscura: A História Secreta da NASA], publicado no início de outubro de 2007 no jornal New York Times. Nele, o doutor Ken Johnston fazia denúncias graves sobre o processo de acobertamento da NASA quanto a descobertas no espaço e na Lua. O cientista havia sido gerente daDivisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunarda agência espacial durante os esforços de exploração de nosso satélite na época do Projeto Apollo. Portanto, é alguém para ser levado a sério. Segundo a matéria, Johnston havia recebido ordens para destruir todas as imagens que revelassem de maneira clara a existência de ruínas e sinais evidentes da presença de tecnologia extraterrena na Lua.

Testemunho surpreendente

Na época do referido artigo, Johnston ainda fazia parte do programa espacial norte-americano, mas logo em seguida, em 23 de outubro, foi demitido sumariamente e afastado das funções que exercia no famosoLaboratório de Propulsão a Jato (JPL),situado em Pasadena. Poucos dias depois de sua demissão, em 30 de outubro, ele prestou um testemunho público durante uma conferência noClube Nacional de Imprensa, em Washington, em um evento promovido pela entidade The Enterprise Mission, liderada por Richard C. Hoagland, antigo consultor da NASA e conselheiro científico do canal CBS News durante as missões Apollo. O ex-gerente daDivisão de Controle de Dados e Fotos revelou que, contra as ordens recebidas, havia preservado parte das imagens mais críticas.

O mais estarrecedor é que algumas das fotografias evidenciavam a presença de povos extraterrestres que usavam a Lua como base.Algumas imagens eram impressionantes e mostravamestruturas na forma de torres e construções geométricas

É interessante pontuar que, pouco tempo antes das revelações feitas pelo doutor Ken Johnston, a própria NASA tinha vindo a público — e isto foi divulgado em larga escala pela mídia em geral —, para revelar que havia sido perdida parte dos filmes realizados durante as missões do Projeto Apollo, que levou um total de 12 homens à Lua. Em nossas investigações das imagens lunares, conseguimos confirmar que existem muitas fotos do referido projeto que estão ausentes, e isto é assumido oficialmente. Os números dessas imagens constam dos catálogos, mas, ao clicarmos sobre as mesmas nos sites da NASA, nos deparamos com a informação que estão desaparecidas.

Diante dessas notícias e referências, percebe-se que havia chegado o momento de investigar novamente os arquivos de imagens da agência espacial, então disponibilizados na forma de um número muito grande de páginas na internet. No começo da pesquisa encontramos muitos sites de pesquisadores que já vinham divulgando imagens reveladoras, mas este autor não estava disposto a repassá-las sem uma prévia verificação da origem desse material. E para realizar esse tipo de trabalho não havia outra opção a não ser a busca das fotos nos endereços oficiais da própria NASA na rede mundial ou em outros mantidos por instituições de pesquisa relacionadas a ela.

Comunicações codificadas

O que mais surpreendeu no início de tais investigações foi o fato de ainda existirem nos catálogos da agência espacial imagens extremamente reveladoras — nelas podemos ver, além de UFOs, ruínas de antigas construções e sinais atuais da presença de extraterrestres na forma de estruturas artificiais no solo do satélite. Encontrar essas imagens não é muito fácil, pois estão entre milhares de outras que não apresentam nada de anômalo. Assim, não há dúvidas de que o ProjetoApollofoi muito além do divulgado oficialmente. Segundo Maurice Chatelain, chefe dos sistemas de comunicações da NASA na época do referido projeto, todos os voos espaciais foram acompanhados de perto por veículos de origem desconhecida, inclusive as missões do ProjetoGemini, que permitiu à agência espacial desenvolver o processo de acoplamento entre naves no espaço. Chatelain também afirmou que seus astronautas receberam ordens para manterem silêncio sobre o assunto.

Claramente compatíveis com essas ideias são também as declarações feitas pelo doutor Glenn Seaborg, químico ganhador do Prêmio Nobel, que na época do Projeto Apollo era presidente da Comissão Atômica dos Estados Unidos. Segundo suas palavras, proferidas em dezembro de 1969 durante uma visita oficial a Moscou, “os astronautas norte-americanos trouxeram da Lua fotografias que mostravam traços e vestígios da passagem de criaturas inteligentes pelo solo de nosso satélite”. O cientista norte-americano fez menção a evidências mostradas em fotografias da face oculta da Lua, onde se viam rastros visíveis deixados por algum tipo de veículo que se movimentou pelo solo.

Não menos misteriosos foram os sinais registrados pelos soviéticos na forma de distorções do campo magnético lunar, observadas toda vez que uma nave norte-americana cruzava o horizonte lunar, passando para o lado oculto de nosso satélite natural. Algo realmente de grandes proporções deveria ocorrer para provocar tal efeito. Os soviéticos chegaram a colocar uma espaçonave Luna 15 em órbita para tentar resolver esse mistério durante a missão da Apollo 11.

crédito: NASA
Até hoje a NASA não explicou satisfatoriamente ao mundo o que é esta torre fotografada pela sonda Lunar Orbiter II no Mar da Tranquilidade
Até hoje a NASA não explicou satisfatoriamente ao mundo o que é esta torre fotografada pela sonda Lunar Orbiter II no Mar da Tranquilidade

Desde a Apollo 8, a primeira missão tripulada a entrar na órbita de nosso satélite, as revelações nas comunicações entre os astronautas e o centro de controle das missões em Houston mostravam que algo importante estava acontecendo, mesmo com a utilização de palavras ou códigos previamente escolhidos para mascarar a verdade — em algumas ocasiões foi usado um canal alternativo para as conversas, onde a verdade era manifestada claramente. Nessa primeira missão, por exemplo, depois de um silêncio maior do que o esperado durante o primeiro mergulho da espaçonave na face oculta da Lua, o astronauta James Lovell comunicou ao centro de controle que havia acabado de descobrir “que Papai Noel existia”. Essa mesma referência já havia sido utilizada antes, em outras missões, para reportar a presença de UFOs. Outro termo escolhido, e também muito usado, era a palavra duende.

Só há pouco tempo o astronauta Edwin Aldrin decidiu falar publicamente sobre a presença do UFO que acompanhou a nave Apollo 11 durante parte de seu trajeto rumo à Lua. Segundo Aldrin, o artefato tinha a forma oval e realizou manobras inexplicáveis em certo momento do contato. Mas tanto ele como seu companheiro Neil Armstrong continuaram a manter segredo sobre o que teria acontecido logo após o pouso lunar. Em uma dessas comunicações censuradas, os dois astronautas reportaram a presença de naves.

O fim das missões

Em outra transmissão, também nunca admitida pela NASA, mas interceptada por radioamadores, um dos tripulantes da Apollo 17, o astronauta Eugene Cernan, revelava:“Estou observando mais um bloco, exatamente na parte norte da rampa. É uma pirâmide. Não... Tem a forma triangular. Mas o que é isto? Estou em uma espécie de trilha. O que acham disso? E essas coisas voando sobre nós?” Mesmo com todas as negativas da agência espacial, no entanto, uma coisa parece certa: os astronautas que chegaram à Lua travaram contato com uma realidade para a qual não estavam preparados — o que pode ter sido responsável, ao menos em parte, pelos problemas existenciais que a maioria deles passou a sofrer após o retorno à Terra.

Uma exceção ao procedimento de sigilo da agência foram as declarações à revista romenaScientia do astronauta Charles Conrad, tripulante da Apollo 12. Segundo ele,“de um modo geral, o solo da Lua dá a impressão de ser intocado. Mas algumas vezes pudemos notar que parecia que tinha sido revolvido. Em dois ou três desses lugares percebemos também pegadas, como que feitas por pés humanos. Tiramos fotografias desses rastros e nossos especialistas estão agora examinando as fotos”.

Não menos misteriosos foram os sinais registrados pelos soviéticos na forma de distorções do campo magnético lunar, observadas toda vez que uma nave norte-americana cruzava o horizonte da Lua, passando para o lado oculto do satélite natural

Diante do que vimos até agora, juntando-se as declarações de algumas personalidades relacionadas ao programa espacial norte-americano e as imagens que citamos, é surpreendente o silêncio mantido pelos astronautas. Mesmo o astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar o solo de nosso satélite durante a missão Apollo 14 e que fala abertamente sobre os UFOs, mantém silêncio quando o assunto é a Lua [Mitchell virá ao Brasil em novembro deste ano para o VI Fórum Mundial de Ufologia, da Revista UFO. Veja detalhes em anúncio desta edição]. Parece que, por motivos sobre os quais no momentopodemos apenas especular, a presença de extraterrestres em nosso satélite assumiu um nível de segurança e sigilo ainda maior do que aquele usado quando se trata da presença desses objetos e seres em nosso mundo.

Depoimentos reveladores

Parece certo que o Projeto Apollo foi desenvolvido em tempo recorde não apenas para superar os soviéticos na corrida espacial, mas também por outros motivos que só agora podemos começar a perceber — até então, a extinta URSS havia estado sempre à frente dos Estados Unidos desde o lançamento do primeiro satélite. O mais surpreendente foi o fato de os soviéticos, mesmo depois de todo o desenvolvimento conseguido, terem abdicado não só de tentar chegar com naves tripuladas à Lua como também nunca mais terem manifestado qualquer pretensão em relação ao assunto. Mais tarde isso aconteceu também com os norte-americanos, que cancelaram as últimas missões do Projeto Apollo.

Logo depois disso, curiosamente, começam as missões conjuntas entre as duas superpotências na órbita terrestre, mas a Lua não fazia mais parte dos planos de nenhum dos lados.Enfim, parece existir algo muito misterioso por trás desses fatos e situações. De uma maneira intuitiva, percebe-se a possibilidade de os norte-americanos terem chegado à Lua primeiro literalmente como representantes de nossa humanidade, não como uma retórica consumista, mas algo real, para depois descobrirem que ela não poderia ser utilizada para o estabelecimento de instalações permanentes.

crédito: Paola Harris
Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar o solo da Lua durante a Apollo 14
Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar o solo da Lua durante a Apollo 14

Depoimentos prestados nos últimos anos por militares que estiveram envolvidos com o programa espacial dos Estados Unidos, como, por exemplo, o sargento Karl Wolfe, revelam aquilo que já havíamos concluído e declarado no início desse artigo: os norte-americanos, e evidentemente os soviéticos também, já no meio da década de 60 sabiam qual era a realidade lunar a ser enfrentada. Wolfe, que na época servia naBase Aérea de Langley e fazia parte das atividades do programa de mapeamento lunar, também fez recentemente um depoimento público nocitado Clube Nacional de Imprensa, de Washington, durante uma das seções doDisclosure Project, criado pelo doutor Steven Greer.

Em seu pronunciamento, o militar revelou que no ano de 1965 foi chamado a um dos laboratórios que processavam imagens enviadas pelas sondas lunares para verificar equipamentos defeituosos. Sua missão era apenas tentar resolver um problema técnico, mas ele acabou tendo a oportunidade, com a ajuda de outro militar, de ver imagens que revelavam a presença de várias instalações ou bases extraterrestres na fase oculta da Lua. Segundo ele, havia imagens claras de estruturas apresentando formas geométricas peculiares, construções circulares, torres e coisas que pareciam grandes discos de radares. Em outra imagem mostrada a ele, havia um grande número de estruturas agrupadas — isso é algo totalmente inacreditável, pelo menos quando comparado com aquilo que é conhecido e divulgado oficialmente para a humanidade.

Mudança de política

Voltando a falar sobre o material fotográfico relacionado ao programa espacial dos Estados Unidos, disponibilizado pela NASA e pelas instituições norte-americanas, a primeira coisa que fica patente é uma mudança na postura da política de sigilo. Há expressiva quantidade de imagens reveladoras, chegando às milhares, dos programasRanger, Lunar Orbiter, SurveyoreApollo, e entre elas estão várias que apresentam sinais evidentes da presença de ruínas e outras estruturas ou construções na Lua. Além de termos conseguido localizar várias fotografias que estavam expostas em sites particulares, encontramos outras que ainda não haviam sido identificadas. Entre essas, algumas que mostram pegadas que parecem não conferir com as deixadas por nossos astronautas. Todo esse material pode ser acessado, por exemplo, no site do Instituto Lunar e Planetário [Endereço: http://hirise.lpl.arizona.edu].

A impressão que se tem é a de que alguém na NASA decidiu que nós, a população do planeta, tínhamos finalmente o direito de ver essas imagens, desde que sejamos merecedores desse “privilégio”. Essa oportunidade está sendo oferecida para aqueles que percebem que a verdade é muito maior e mais complexa do que aquilo que nos é mostrado oficialmente. Ou seja, estamos sendo convidados de maneira sutil, e ao mesmo tempo extremamente inteligente, a participar do gradual processo de revelação da verdade — um desacobertamento do Fenômeno UFO parece ter início com tal procedimento.

Por outro lado, não podemos nos iludir com isso. Há ainda uma guerra oculta dentro das instituições e organizações que até agora geriram o processo de sigilo à presença alienígena na Terra. Mais do que isso, muitos dos seus membros não passam de representantes de um poder paralelo que está acima, inclusive, das administrações democrática e legalmente constituídas — nem o presidente dos Estados Unidos teria acesso aos fatos.Sem ter quem exerça controle sobre o que fazem, tal grupo exerce seu poder em todo o mundo.Esse é o mesmo grupo que deseja implantar, de forma definitiva, um processo de militarização no espaço, algo que certamente não será aceito pelas civilizações extraterrestres presentes não só na Terra, mas também em outros pontos do Sistema Solar.

A volta à Lua

Em 1994, mais de 20 anos após o fim do Projeto Apollo, os norte-americanos voltaram à Lua, e desta vez o envolvimento e interesse militar no programa foi explícito e teve a participação da indústria armamentista dos Estados Unidos. Uma missão concebida, elaborada, implementada e financiada por tal setor é algo que assusta por suas potenciais consequências. Em 25 de janeiro daquele ano foi lançado, da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, oPrograma de Experimento Científico do Espaço Profundo, mais conhecido comoClementine, uma sonda de alta tecnologia e anos-luz à frente de tudo o que já havia sido enviado à Lua. Para que se tenha uma ideia da importância e urgência do projeto, entre sua concepção e lançamento se passaram apenas 22 meses.

De Charles Conrad, astronauta da Apollo 12:‘O solo da Lua dá a impressão de ser intocado. Mas algumas vezes pudemos notar que parecia que tinha sido revolvido. Em dois ou três desses lugares percebemos também pegadas, como que feitas por pés humanos’

O consórcio responsável pelas várias fases da missão envolveu oLaboratório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos, o Laboratório Nacional Lawrence Livermore, a Organização de Defesa de Mísseis Balísticos, a NASA e a Força Aérea Norte-Americana (USAF), cuja participação esteve restrita ao lançamento.Um conjunto de órgãos nem um pouco convencional se pensarmos na exploração pacífica do espaço. Outro ponto curioso desta missão, antes de falarmos do que ela representou dentro da nossa área de interesse, foram os seus custos: da sua concepção à realização, a Clementine custou apenas 80 milhões de dólares. Essa é uma demonstração clara do potencial e da capacidade desses setores no desenvolvimento de projetos revolucionários. Mas toda essa história deixou uma mensagem subliminar: o programa espacial poderia passar a ser controlado diretamente pela área militar, com menos dinheiro e maior capacidade para a obtenção de resultados.

As informações que faltavam

Em apenas dois meses em órbita da Lua,a Clementineproduziu mais fotografias do que todas as missões anteriores reunidas. No total, somando-se o resultado de todas as suas câmeras, foram obtidas cerca de 1,8 milhões de imagens digitais. Pela primeira vez foi feito um projeto de mapeamento lunar em várias faixas do espectro eletromagnético, com a utilização de câmeras que trabalhavam em infravermelho e ultravioleta, além de um radar e de uma câmera para a faixa visível do mesmo espectro, que também deixava longe suas antecessoras. Não é preciso dizer que o controle das imagens obtidas não ficou nas mãos da NASA, que era apenas uma participante secundária do projeto. Na verdade, por trás de uma postura de atenção e transparência com a mídia, gerenciada ou conduzida em determinados momentos pelo próprio Pentágono, e que envolveu a liberação de milhares de fotografias e divulgação de vários informes científicos da Clementine, estava em curso a maior operação de acobertamento da realidade já estabelecida em missões espaciais.

Hoje parece claro que, apesar da existência de interesses científicos louváveis, tamanho envolvimento militar tinha interesses que estavam longe de qualquer possibilidade de divulgação — baseada nas descobertas das várias missões precedentes, a sondaClementine foi enviada à Lua para estabelecer a amplitude e o verdadeiro potencial da presença extraterrena no satélite, um tipo de procedimento necessário e padrão para a inteligência militar. O arsenal tecnológico enviado permitiu, com toda certeza, que os responsáveis pela elaboração do projeto tivessem todas as informações que faltavam. Hoje, em algum lugar dentro da estrutura militar dos Estados Unidos, existe um mapa especial onde estão identificados cada ruína, cada vestígio da passagem dos extraterrestres e, principalmente, cada instalação ou base em operação atualmente no
nosso satélite.

crédito: Chris Meaney
Uma das mais recentes missões norteamericanas não tripuladas à Lua, a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter fez interessantes fotos do satélite
Uma das mais recentes missões norteamericanas não tripuladas à Lua, a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter fez interessantes fotos do satélite

Mas como conciliar esses interesses com a divulgação de uma missão supostamente revestida apenas de objetivos científicos? Os gestores do ProgramaClementinetomaram, em algum momento, uma decisão crucial antes da liberação das milhares de imagens disponibilizadas nos sites de acesso público: eles passaram a manipular o material fotográfico de maneira escandalosa, pelo menos as fotos mais reveladoras, o que acabou sendo descoberto.Agora, depois de tudo que já vimos nesse artigo, temos que fazer outra indagação: será que isso não foi planejado e faria parte do programa que vem sendo desenvolvido para o gradual restabelecimento da verdade?

Algumas das imagens liberadas, mesmo após o processo de manipulação, são extremamente reveladoras. Em várias delas, apenas as estruturas maiores foram apagadas ou encobertas, deixando-se perceber outras construções menores.Em outras fotos, os objetos ou edificações foram cobertos apenas parcialmente. Ou seja, a censura não atingiu todas as fotos que seriam do nosso interesse, algumas passaram incólumes e estão disponíveis para serem vistas, revelando sinais mais do que evidentes da presença de estruturas estranhas na Lua. E se não são nossas, só podem ser extraterrestres. Existem algumas imagens impressionantes, onde podemos observar conjuntos de estruturas que cobrem vários quilômetros de extensão.

Igualmente, apesar da existência de várias fotos documentando sinais na face lunar que está voltada para a Terra, muitas vezes nas áreas onde sempre se concentraram os chamadosfenômenos transitórios lunares, as imagens daClementinenão deixam dúvida: os grandes complexos de estruturas e as maiores edificações estão na face oculta da Lua. Algumas dessas coisas, se estivessem na face voltada para Terra, seriam vistas pelos telescópios em nosso planeta.

Descoberta nas luas de Júpiter

Mas não é apenas na Lua que temos mistérios ainda por serem resolvidos. Em outros pontos do Sistema Solar eles também estão presentes, e em alguns são abundantes. Um destes alvos é Vênus [Veja box], outro é Marte e até mesmo Júpiter precisa ser visto com outros olhos. Em 18 de outubro de 1989, a espaçonaveGalileufoi lançada ao espaço do interior do compartimento de carga do ônibus espacialAtlantis, tendo como missão estudar o planeta Júpiter e suas luas. Na época não se imaginava que a missão colocaria mais uma vez a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e os responsáveis pelo acobertamento dos sinais da presença extraterrena no Sistema Solar sob pressão. As missões anteriores, lançadas para explorar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e
Netuno, até onde temos conhecimento, não revelaram nenhuma evidência direta de atividade alienígena.

Os satélites maiores de Júpiter — suas luas Io, Europa, Calixto e Ganimedes — já tinham sido fotografados com bom nível de definição, o que permitiu descobertas reveladoras sobre suas superfícies. Nada indicava, entretanto, que seis anos depois, quando aGalileuchegasse ao planeta e a seu sistema de luas, pudesse documentar algo além da natureza daqueles orbes, mesmo que o nível de definição das imagens fosse superior ao das espaçonaves anteriores, das sériesPioneereVoyager.

Boa parte da superfície de Europa está coberta por uma série de misteriosas linhas. Essas marcas ora apareciam duplicadas, ora tinham níveis diferenciados. Quando as fotografias começaram a circular entre os pesquisadores, geraram perplexidade

Em 07 de dezembro de 1995, por exemplo, asondaentrou em órbita no maior planeta do Sistema Solar em uma missão de vários anos para documentar de maneira nunca vista antes não apenas Júpiter, como também suas luas. Foi em Europa, um dos satélites descobertos por Galileu Galilei e o menor dos quatroque observou com sua modesta luneta séculos atrás, que algo inesperado começou a se materializar. A superfície congelada daquela lua, que encobre um oceano cuja profundidade chega, segundo estimativas atuais, a cerca de 160 km, apresentava um padrão nunca observado. As imagens mostraram que boa parte da superfície de Europa estava coberta por uma série de misteriosas linhas. Essas marcas ora apareciam duplicadas, ora tinham níveis diferenciados. Quando as fotografias começaram a circular entre as instituições de pesquisas relacionadas ao programa espacial, geraram perplexidade.

Veículos trafegando em Europa

A NASA buscava entender a gênese e natureza daquelas estruturas na superfície do satélite joviano, como são chamadas as luas jupiterianas. Em vários pontos da superfície de Europa, aquelas linhas apresentavam um padrão difícil de ser explicado por uma teoria restrita à fenomenologia natural. Além de muitas riscarem a superfície do satélite aos pares, lado a lado, apresentando dimensões exatamente iguais em suas larguras, muitas vezes elas não se cruzam. De maneira ainda mais surpreendente, parecem passar por baixo ou por cima de estruturas semelhantes, como as pistas de nossos viadutos, enquanto outras convergem para pontos específicos da superfície.

O citado Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), responsável pela missão Galileu, ainda buscava entender o significado das estruturas quando o físico russo Boris Ustinovich rompeu o silêncio da comunidade científica e afirmou que as dificuldades em encontrar uma explicação se deviam à insistência de que a busca se limitasse a uma teoria de base natural. Segundo Ustinovich, “estamos diante de um claro sinal da presença de uma cultura alienígena”. O físico russo desenvolveu a ideia de que aquelas linhas representavam grandes dutos que seriam utilizados como ligação entre diferentes pontos de Europa, no interior dos quais poderia trafegar algum tipo de veículo.

crédito: Open Minds
Richard Hoagland, antigo consultor da NASA e conselheiro da CBS News
Richard Hoagland, antigo consultor da NASA e conselheiro da CBS News

Não é preciso dizer que a NASA não aceitou e muito menos deu algum crédito a essas ideias, pelo menos em termos oficiais. Publicamente, oJPLpassou a defender que estávamos diante de arranjos gerados pela movimentação e choque das camadas de gelo do satélite. As imagens que ainda hoje continuam a causar polêmica podem ser vistas de maneira detalhada no site Photojournal, pertencente à agência espacial [Endereço: http://photojournal.jpl.nasa.gov].

Uma curiosidade relacionada a essa história, e que não poderíamos deixar de mencionar, é o paralelismo entre as descobertas da sonda Galileuem Europa e o filme 2010 — O Ano em Que Faremos Contato [1984], lançado 11 anos antes da chegada danave ao Sistema Joviano. Baseada no livro homônimo de Arthur C. Clark, cuja inspiração veio a partir do conto intitulado 2002 do jornalista e escritor brasileiro Jorge Calife, essa continuação do clássico 2001 — Uma Odisseia no Espaço [1968] narra o contato entre astronautas e as inteligências responsáveis por nossa evolução. Na história, os alienígenas deixam claro que a humanidade poderia explorar todas as luas de Júpiter, com exceção de Europa — no filme, a lua é uma espécie de santuário para a vida, está sob o controle de extraterrestres e não pode sofrer qualquer forma de interferência.

Fim da missão

Nos últimos anos, Europa passou a concentrar as atenções de vários cientistas por suas possibilidades de abrigar vida — a ideia de que seu imenso oceano pode manter e sustentar formas de vida de escala superior tem gerado muita polêmica. Segundo um estudo divulgado recentemente, esse oceano extraterrestre está sendo alimentado com oxigênio em níveis que são mais de 100 vezes superiores àqueles que os modelos mais antigos propunham. Richard Greenberg, professor e Ph.D. em ciência planetária pela Universidade de Massachusetts, autor da pesquisa apresentada em um congresso daDivisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana, declarou que existe oxigênio suficiente para manter mais do que formas de vida microscópicas. “Pelo menos três milhões de toneladas de criaturas semelhantes a peixes poderiam, teoricamente, estar vivendo e respirando no referido satélite”, disse o cientista. Já Timothy Shank, doutor em biologia marinha e pesquisador da Instituição Oceanográfica Woods Hole, chegou a declarar recentemente que “ficaria chocado se não existisse vida em Europa”.

Outro aspecto misterioso da missão é seu final. Em 21 de setembro de 2003, 14 anos após o lançamento e oito anos na órbita de Júpiter, os cientistas responsáveis pela Galileu tomaram a decisão de enviar a sonda em direção ao planeta para que fosse totalmente destruída e incinerada pela atmosfera daquele mundo. Segundo a NASA, o objetivo era garantir que nenhuma das luas do planeta fosse contaminada por algum microrganismo terrestre, pois havia a possibilidade de a sonda, já praticamente sem combustível, chocar-se contra um dos grandes satélites de Júpiter. Na verdade, havia quase certeza de que a Galileu acabaria por atingir justamente Europa — o grande temor dos cientistas do JPL estava associado ao material radioativo que existia a bordo da Galileu, relacionado à produção de energia elétrica para as operações da nave. Nos últimos anos, não foram apenas os norte-americanos que voltaram à Lua. Outras nações, como Japão, China e Índia, deram início aos seus próprios programas de exploração e conseguiram sucesso em suas missões lunares. Porém, a quantidade de material disponibilizado por essas nações para consulta pública é mínima se comparada com o que a NASA libera.

Novamente a Lua

Mesmo assim, imagens interessantes têm sido localizadas não só por este e também outros investigadores. Missões recentes não tripuladas, como a Lunar Reconnaissance Orbiter [Orbitador de Reconhecimento Lunar] e a Lunar Crater Observation and Sensing Satellite [Satélite de Detecção e Observação de Crateras Lunares], lançadas conjuntamente por um foguete Atlas V 401 em 18 de junho de 2009, também geraram imagens interessantes — esta última sonda tinha como missão principal a busca de confirmação da presença de água congelada no fundo da cratera Cabeus, na região polar sul de nosso satélite.

Quando ocorreu o impacto do terceiro estágio do foguete lançador das espaçonaves contra o fundo da cratera, que não recebe luz solar, foi gerada uma nuvem de detritos em direção ao espaço — a Lunar Crater, que vinha logo atrás, ao atravessar a nuvem de resíduos, pode detectar de maneira definitiva a presença do precioso líquido. Antes disso, entretanto, obteve durante sua aproximação a imagem de uma muralha gigantesca com dezenas de quilômetros de extensão, que só não é vista da Terra com telescópios amadores por estar no Polo Sul da Lua, ou seja, fora do ângulo de visão. Essa enorme muralha apresenta vários padrões geométricos. Saber exatamente do que se trata é impossível, mas seu aspecto artificial é inquestionável. Infelizmente, nesse caso, a imagem disponibilizada pela NASA é de baixa resolução e impossibilita análises mais profundas.

crédito: NASA
A sonda Clementine, produzida com orçamento militar, ficou pronta e foi lançada em apenas 22 meses
A sonda Clementine, produzida com orçamento militar, ficou pronta e foi lançada em apenas 22 meses

Uma de suas câmeras infravermelhas da espaçonave fotografou na área escura da cratera Cabeus, também antes de seu impacto contra a superfície lunar, pequenas estruturas que emitiam mais energia calórica do que a explosão gerada pelo choque do foguete lançador. Essa evidência considerável a favor da ideia de atividade alienígena na Lua foi confirmada pela presença de um UFO filmado pela Lunar Crater após a explosão gerada pelo impacto, conforme a sonda se aproximava da nuvem de detritos. Descobriu-se a presença desse objeto acidentalmente, ao se examinar um filme postado na internet pela agência espacial. A NASA não faz a menor referência ao artefato que, primeiro, se aproxima da Lunar Crater e, depois, se dirige para a direita do campo da filmadora, desaparecendo em seguida.

Cratera alterada artificialmente

Já a espaçonave Lunar Reconnaissance Orbiter teve como objetivo principal a documentação fotográfica em alta resolução do solo de nosso satélite. Ela fez descobertas de inúmeras estruturas artificiais não só na região polar sul como também na área polar norte e por toda a superfície lunar. Entre essas evidências da presença alienígena na Lua na atualidade destacamos os vários conjuntos de estruturas fotografadas ao redor e na região da cratera Shackleton, que apresenta um diâmetro de 19 km e está localizada no Polo Sul do satélite. A borda da cratera, em um de seus lados, parece alterada artificialmente.

Depois de vários anos examinando as imagens espaciais provenientes de inúmeras espaçonaves, está claro para este autor que alguém decidiu que chegou a hora de um processo de preparação da humanidade para saber a verdade. A Lua e outros pontos do nosso sistema estelar estão longe de serem considerados propriedade da humanidade. Nossa presença na Terra é resultante de uma intervenção alienígena. Tudo faz parte de um grande contexto e é isto que assusta o poder estabelecido nesse planeta, pois mais cedo ou mais tarde nos integraremos a uma comunidade cósmica, da qual nos afastamos no passado — comunidade essa que colonizou não só o planeta Terra, mas todo o Sistema Solar.

Surpresa também em Vênus

As evidências da presença alienígena no Sistema Solar não parecem ter limite, pois até no planeta Vênus, onde as temperaturas são superiores a 400° C e a chuva é formada por ácido sulfúrico, foram fotografadas estruturas e outros sinais reveladores, difíceis de enquadrar dentro das explicações relacionadas à geologia daquele planeta. As imagens em questão foram obtidas pela NASA por meio da espaçonave Magellan, lançada em 1989. Um dos destaques foi localizado na região conhecida como Aine Corona Pancake Domes. O que chama mais a atenção na fotografia tirada em 21de maio de 1991 é um conjunto de estruturas à direita de uma grande cratera. A ideia que tivemos ao observar a imagem foi a de um complexo habitacional, onde se destacam os ângulos na geometria do conjunto.

Em outra fotografia feita pela mesma espaçonave poucas semanas depois, na área conhecida como região Atlas, temos uma visão ainda mais surpreendente: a quantidade de linhas com padrões geométricos no solo de Vênus e a presença de outras estruturas apresentando sinais de artificialidade é surpreendente. Vendo essas imagens do planeta, fica claro o potencial tecnológico para vencer as dificuldades ambientais de qualquer mundo que tenham os seres que colonizaram o Sistema Solar.