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Acordos entre governos e ETs: a verdade que ainda precisa ser dita

Por Laura Eisenhower | Edição 222 | 01 de Abril de 2015

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Créditos: EDITORIA DE ARTE

Acordos entre governos e ETs: a verdade que ainda precisa ser dita

Após ter ouvido durante toda minha vida vários rumores em referência a meu bisavô, Dwight Eisenhower [Presidente dos Estados Unidos entre 1953 e 1961], e seus contatos com extraterrestres, comecei a investigar o assunto e, ao fazê-lo, descobri que tal caminho me levaria em direção a algo muito maior e mais complexo do que a simples informação sobre o assunto — me levaria a eventos reais que me fariam entender que não se tratavam de simples rumores tudo aquilo que ouvira. Mas quero iniciar dizendo que nada do que tratarei neste texto provém de outros membros de minha família, mas de meus pontos de vista, experiências, teorias e fatos. Sempre existiu um pesado acobertamento a respeito dos contatos entre o governo norte-americano e os extraterrestres, e muito sigilo entre os envolvidos e contatados. Examinando muitos testemunhos, parece evidente que uma espécie de pacto ou tratado teria sido firmado entre um ou mais grupos de extraterrestres, e que isso teria acontecido ainda muito antes que Ike [Apelido de Eisenhower] entrasse em cena.

Desde pequena fiz pesquisas e vivi experiências sobre o que hoje se chama de Exopolítica. Também pesquisei sobre visão remota, canalizações e sobre as várias supostas raças extraterrestres. Participei de estudos que adentraram o campo das energias profundas e tenho gravações de sessões de hipnose regressiva feitas com pessoas que viveram experiências de contato e abdução alienígena. Logo, para mim, não há a mínima dúvida sobre o fato de que extraterrestres estejam interagindo com a humanidade. Alguns dos fragmentos de meu mosaico poderiam realmente ser falsos ou incorretos, mas a maior parte é, seguramente, digna de confiança.

Governo oculto e conspiração

Considero que existam muito mais raças extraterrestres benévolas do que malévolas, mas é importante que a situação seja clara, de modo que possamos discernir as diferenças para proteger nossa soberania e nossos direitos como seres humanos. É tempo de termos consciência das forças benévolas, da vastidão de nosso cosmos e do fato de que nós somos o reflexo de seres multidimensionais. Não podemos negar a realidade dos rastros químicos [Chemtrails] e de seus malefícios espalhados pelos nossos céus, o desastre nuclear de Fukushima e outras, a geoengenharia política, o crescimento na produção de alimentos geneticamente modificados, o controle mental, as ameaças econômicas, as leis marciais, os campos de internação da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA), ainda vazios, mas já prontos para uso em caso de eventual necessidade.

Essas não são teorias conspiracionistas, mas uma triste realidade por trás da qual opera, em escala mundial, um governo secreto coligado às elites do poder como o grupo Bilderberg, o Conselho de Relações Externas dos Estados Unidos e a Comissão Trilateral [Fórum privado de discussão, fundado em 1973, por iniciativa de David Rockfeller]. Ou seja, há um verdadeiro governo oculto que já tem em suas mãos tecnologias extraterrestres. Aqueles que estão envolvidos contra sua vontade na trama precisam ser assistidos por nós, para que se libertem dos controles a que estão submetidos, para poderem ir adiante e contarem o que sabem. Certamente, em um plano prático, não há provas concretas para os elementos que apresentarei. Contudo, e apesar disso, eles ilustram uma história secreta com a qual temos que nos confrontar e que precisamos levar em consideração.

Apesar dos rumores que circulam há décadas, Ike não foi o primeiro presidente norte-americano a se encontrar com ETs


Além disso, como tratarei mais adiante, em 2006 fui recrutada em conjunto com outras pessoas para uma missão a Marte, em âmbito supersecreto, que em parte derivava dos tratados dos quais falaremos. O projeto foi chamado de Alternativa 4. Os chamados Alternativa 1, 2 e 3 foram programas realizados por cientistas da Sociedade Jasão — cujo nome deriva do personagem da mitologia grega que teria recuperado o velo de ouro — sob ordens de executivos trabalhando em operações secretas durante a administração de Eisenhower, com o objetivo de prever um possível apocalipse terrestre. O primeiro projeto contemplava o uso de energias nucleares para criar brechas na estratosfera, pelas quais o calor do efeito estufa e a poluição crescente possam escapar para o espaço. O segundo projeto visava construir uma rede de túneis subterrâneos dentro dos quais uma selecionada elite humana possa sobreviver, e o terceiro tinha a ver com um programa secreto de colonização de Marte — este deu origem ao quarto projeto.

Antes de Eisenhower

Na maior parte dos casos, quando ouvimos falar sobre relações entre o governo norte-americano e extraterrestres, ouvimos com frequência o nome de Eisenhower. Mas hoje sabemos que as primeiras relações com seres do tipo nórdico, descritos como sendo loiros, altos e de olhos claros, teriam ocorrido em 1934, também nos Estados Unidos, com o presidente Franklin Delano Roosevelt. E depois também com Hitler, na Alemanha. Ao que parece, os tratados interplanetários não teriam se iniciado nos EUA nos tempos de Ike e, ainda que eu possua muitos testemunhos sobre esse fato, citarei apenas alguns. O ex-agente do MI-6, o serviço secreto britânico, Michael Prince afirmou isso certa vez:

“Em 1934, sob a administração Roosevelt, um grupo de extraterrestres proveniente das Plêiades entrou em contato com o governo dos Estados Unidos na tentativa de que as autoridades concordassem com uma operação de desarmamento. Com a negativa do governo, os pleiadianos teriam contatado Hitler em seu regime nacional-socialista alemão. Teria sido acordado que, em troca de tecnologia, os nazistas não causariam danos ao povo hebraico. Este tratado perdurou até 1941. Os nazistas desenvolveram, então, uma avançada aeronave com forma de disco, derivado da tecnologia dos pleiadianos. Contudo, em 1941, diante das evidentes violações dos nazistas, os visitantes romperam seu pacto com Hitler e seu regime. Foi então que esses últimos foram contatados pelos grays [Cinzas]. E é daqui que derivam as técnicas de controle mental, associadas a traumas psicológicos, tão utilizadas pelos alemães durante a guerra”.

Em 1934, sob a administração Roosevelt, um grupo de extraterrestres proveniente das Plêiades entrou em contato com o governo na tentativa de que as autoridades concordassem com uma operação de desarmamento, mas não houve acordo

O ex-agente insistiu no fato de que o primeiro tratado entre os grays e o governo norte-americano teria ocorrido mesmo em julho de 1934, sob a administração Roosevelt — ele teria sido batizado de Tratado de Granada. Prince prosseguiu afirmando que foi naquele momento que ocorreu, pela primeira vez, “um acordo entre os extraterrestres cinzas, que serviam como representantes de uma raça de seres reptilianos originários da Constelação do Dragão, e representantes da Inteligência dos Estados Unidos”. O tratado estabelecia que, em troca de tecnologia avançada da parte dos ETs, esses tirariam proveito da possibilidade de realizar abduções de seres humanos livremente, para o que afirmaram ser apenas um estudo genético. Mas, a verdade, vê-se que foi um verdadeiro pacto perverso para a humanidade toda, visto que Roosevelt teria autorizado abduções em todo o mundo, e não apenas em território dos Estados Unidos. Com que direito?

Infiltração na raça humana

O informante do MI-6 não está sozinho ao fazer essas afirmações. Segundo Jason Bishop III, outro ex-agente de Inteligência que teria atuado na Base de Dulce, no estado do Novo México, “o governo dos Estados Unidos permitiu a troca de seres humanos e animais por conhecimentos tecnológicos avançados e consentiu que os alienígenas utilizassem bases subterrâneas no oeste do país, sem serem incomodados”. Tudo indica que, durante a administração Roosevelt, o próprio governo tenha obtido tecnologias secretas relativas também a controle mental, como no caso nos nazistas, mas que informações sobre antigravidade eram tratadas com mais frequência, bem como sobre metais, ligas, meio ambiente, energia livre e tecnologias de ordem médica — esses conhecimentos seriam obtidos sempre em troca da permissão aos grays de se infiltrarem em diversos níveis da sociedade humana.

Ainda segundo o mesmo informante, tais tratados seriam renovados a cada dez anos. Se suas afirmações, bem como aquelas feitas por outros, forem mesmo verdadeiras e se o contexto estiver correto, essa hipótese validaria fortemente a possibilidade de encontros com extraterrestres terem já ocorrido bem antes de 1954, durante a administração Eisenhower. Assim, o famoso encontro daquela data, que teria ocorrido entre Ike e uma delegação de ETs na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, não seria o primeiro, mas apenas mais um na continuidade do processo.

Isso tudo remete à ação combinada da presença nazista nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial, por intermédio do Projeto Paper Clip [Grampo de papel], quando os tratados realizados desde então e um poderoso governo oculto teriam convertido os projetos relativos à Defesa e suas tecnologias em outras armas usadas para a nossa sistemática escravização — estamos falando de tecnologias de controle mental, entre as quais estão, hoje, armas disfarçadas de instrumentos meteorológicos, como Projeto Haarp e os cada dia mais disseminados rastros químicos [Chemtrails], já denunciados em todos os lugares do mundo e que teriam a função de aspergir sobre as cidades e campos substâncias químicas moduladoras de comportamentos.

O Projeto Haarp, encrustado no Alasca, seria uma arma psicotrônica para controle mental da humanidade

Em 1946, o presidente Harry Truman autorizou o Projeto Paper Clip com objetivo de aproveitar as descobertas científicas dos nazistas em favor dos Estados Unidos, isolando-os da então União Soviética e de outros países. O órgão precursor da Agência Central de Inteligência (CIA), o Escritório de Serviço Estratégico (OSS), já estava em plena atividade durante a operação Paper Clip, três meses antes que Truman desse a ordem e muitos membros do partido nazista já haviam ingressado nos Estados Unidos. Assim, o OSS teve de dedicar-se a limpar a ficha daqueles alemães, criando para eles novas identidades, em uma ação que ajudou em seu estabelecimento e expansão nos Estados Unidos.

Bases subterrâneas

Durante o governo do presidente Truman, de 1945 a 1953, administrar a questão extraterrestre era uma grande tarefa que o mandatário não podia encarar sozinho — foram diversas as quedas de UFOs que parecem ter ocorrido antes de 1947, no nascimento da Era Moderna dos Discos Voadores, e seus restos teriam sido conservados por muito tempo naquela que é conhecida como Área 51, onde ocorrem desde então experimentos com aeronaves secretas — mas manutenção de discos voadores acidentados e seus tripulantes, assim como autópsias deles, já não ocorrem mais ali pelo menos desde meados dos anos 90, devido à imensa publicidade que o local recebeu de imprensa dos Estados Unidos e de todo o mundo, inviabilizando as operações alienígenas, que foram então transferidas para outro ponto do país.

A partir de 1947 teriam sido criadas nos Estados Unidos pelo menos 131 bases militares subterrâneas profundas [Em inglês, deep underground military bases, DUMBs], todas evidentemente secretas, segundo outro informante, Phil Schneider, engenheiro e geólogo que trabalhou para o governo norte-americano e alegava ter feito parte do projeto de várias destas operações subterrâneas. Conforme seu relato, 62 dessas bases teriam sido utilizadas para hospedar grays de todos os tipos, bem como esconder suas naves extraterrestres em ação na Terra. É possível. Com a Lei de Segurança Nacional de 1947, tudo podia ser realizado secretamente por decisão presidencial, uma vez que as leis normais não se aplicariam àqueles que administravam a presença extraterrestre no planeta, a sua colaboração com humanos e a todos os abusos e atrocidades perpetrados por tais projetos secretos.

Em 1952 foi, enfim, criado um grupo de elite, conhecido com o nome de Bilderberg, com o objetivo de tirar das mãos do governo o poder de decisão sobre esse tema e sobre outras questões internacionais. Isso piorou muito a situação, visto que aqueles que estão por trás desse grupo detêm quase toda a riqueza mundial e toda a tecnologia extraterrestre obtida está sendo usada para sua própria vantagem. Fazem parte dele indivíduos da Inteligência de vários países, membros selecionados da imprensa conectados com a estrutura bélico-industrial mundial. Enfim, só pessoas altamente selecionadas fazem parte do Bilderberg.

Primeiro contato

Quando meu bisavô Dwight Eisenhower assumiu a presidência, em 1953, viu-se diante de um grande dilema. Com a Guerra Fria e a corrida armamentista entre as superpotências, estar a favor da paz e ao mesmo tempo manter a segurança nacional era um exercício muito complicado. O famoso discurso Átomos para a Paz, proferido por ele nas Nações Unidas, em 08 de dezembro de 1953, dois meses antes do seu encontro com alienígenas na Base Aérea de Holloman, indicava que o presidente estava a favor da interrupção do desenvolvimento das armas nucleares e de seus testes — e Ike não estava sozinho em seu desejo, que aparentemente era compartilhado pelos extraterrestres.

Diz-se que o primeiro contato com uma delegação de ETs realizado pelo presidente ocorreu na Base Aérea de Edwards — na época Campo Aéreo de Muroc —, em fevereiro de 1954, ainda que alguns aleguem que na verdade ele tivesse ocorrido nas instalações da Base Aérea de Homestead, na Flórida. De qualquer maneira, o contato se deu com extraterrestres loiros, de tipo nórdico, como os pleiadianos descritos em muitos contatos.

Aquele grupo de ETs que se encontrou com Eisenhower em 1954 se pôs contra os alienígenas que se encontravam em órbita do Equador, buscando o mesmo contato há mais tempo, mas se oferecendo para ajudar em nosso desenvolvimento espiritual

O famoso personagem da Ufologia Mundial William Milton Cooper, que depois seria acusado de evasão fiscal, procurado e morto pela polícia em uma troca de tiros em 2001, fez valiosas declarações no final dos anos 80 sobre o que começou a ser chamado de Nova Ordem Mundial. [Todas elas publicadas na edição UFO 010, agora disponível na íntegra em www.ufo.com.br]. Cooper havia prestado serviços para a Aeronáutica, Marinha e diversos serviços de Inteligência dos EUA até 1975, tendo tido, então, acesso a informações classificadas como ultrassecretas. Portanto, era um homem que, apesar da difamação sofrida logo após suas bombásticas afirmações, sabia das coisas mais ocultas do completo governo norte-americano, e decidiu-se a apresentar os fatos à nação, mesmo com risco de vida. Certa vez ele disse:

“Aquele grupo de extraterrestres que se encontrou com Eisenhower em 1954 se pôs contra os alienígenas que se encontravam em órbita do Equador terrestre, buscando o mesmo contato há mais tempo, mas se oferecendo para ajudar em nosso desenvolvimento espiritual. Deram como condição principal para isso o desmantelamento e destruição de nosso arsenal nuclear. Negaram-se em intercambiar tecnologia conosco, ao contrário dos outros ETs, afirmando que éramos espiritualmente incapazes de administrar até mesmo a que já tínhamos. Consideravam que tínhamos utilizado cada nova tecnologia descoberta para a destruição e vingança. Sua oposição àquele grupo de extraterrestres que procurou Eisenhower foi para impedir que uma raça nefasta controlasse a Terra com a ajuda do mais poderoso governo do mundo”.

No encontro, os nórdicos teriam afirmado que estávamos nos encaminhando para a autodestruição e que deveríamos parar de lutar uns contra os outros, parar de envenenar a Terra, de arruinar os recursos naturais e a aprender a viver em harmonia. Tais afirmações foram acolhidas com extrema desconfiança, principalmente pela condição relativa ao desarmamento nuclear — Eisenhower considerava que isso nos deixaria impotentes diante de uma ameaça alienígena. Não tínhamos nem mesmo um precedente em nossa história que nos ajudasse a tomar uma decisão. Ponderou-se, assim, que o desarmamento nuclear não estaria entre os interesses dos Estados Unidos e o contato não progrediu.

Desacordos no governo

Dada à intensidade da Guerra Fria naquele momento, os responsáveis pela segurança nacional presentes ao encontro poderiam ter considerado mais prudente negociar melhores condições, antes de aceitar os pedidos dos extraterrestres. O testemunho do ex-agente de Inteligência Gerald Light, que supostamente estivera presente à reunião, sugere que o encontro em Edwards não levou a um acordo, mas, em vez disso, proporcionou fortes desacordos entre os funcionários de Eisenhower. Fala-se de ao menos quatro grupos diferentes de alienígenas que teriam se envolvido no encontro: os nórdicos, os grays, os expoentes de um grupo humanoide de altura superior a 2,5 m e uma raça de tipo reptiliana. Em uma carta para o então diretor da Associação de Pesquisa de Ciências Avançadas, Light afirmou que Ike chegara a preparar uma declaração oficial ao país, cuja existência teria sido conhecida um mês depois de sua redação. Mas, como sabemos, tal anúncio nunca chegou a ser feito...

William Cooper falou também sobre outro encontro que teria ocorrido após o fracasso do primeiro. Embora Cooper cite uma versão diferente na sequência de datas para os encontros ocorridos em 1954, por outro lado confirma o fato de que houve duas reuniões com o presidente Eisenhower ou com membros graduados de sua administração, que envolveram diferentes grupos de extraterrestres. Estamos falando aqui não dos nórdicos, com cujos representantes o acordo não foi possível, mas dos grays, com quem Ike teria se encontrado para negociar. O pesquisador e artista plástico Jim Nichols também esquenta o debate ao declarar:

“Em 1954, o presidente Dwight Eisenhower encontrou-se com seres que possuíam tecnologias tão avançadas que pensar em algum tipo de defesa contra elas parecia algo inútil. Aquelas criaturas, todavia, asseguraram a Ike que a conquista não estava entre suas intenções. Afirmavam serem representantes de uma raça em extinção, originária do sistema estelar de Retículo, que procurava negociar uma troca de sua tecnologia superior por material genético apto a salvar sua espécie. Não havia nada de nefasto na proposta”.

Para desprazer de Eisenhower, o tratado com os alienígenas havia dado à indústria de armamentos e aos serviços de Inteligência um grande poder, transformando-os em uma espécie de governo autônomo e secreto dentro do próprio governo

William Cooper também afirmou que “a base daquele acordo consistia em que os Estados Unidos concordassem com a realização de abduções, desde que as pessoas não sofressem danos e que sua memória fosse revertida ao ponto de partida para que não se lembrassem do incidente. Em troca, o governo teria obtido tecnologia avançada”. Outra parte dos acordos seria relativa a uma troca formal de “embaixadores”. Segundo o ex-técnico da Área 51 Dan Burisch, cujas declarações foram trazidas ao conhecimento da Ufologia Mundial por Linda Moulton Howe, um destes embaixadores seria um reptiliano chamado Krill, originário de Thyphon, na Constelação do Dragão, e outro seria conhecido pelo nome de J-Rod. “Os extraterrestres chamados zeta viriam da Constelação de Retículo e seriam considerados de descendência humanoide, enquanto outras raças — aquelas que teriam origem nas Constelações do Dragão, Orion e Ursa Maior — seriam consideradas de origem reptiliana”, revelou Burisch.

Autômatos humanos

Já o coronel Philip Corso, que foi membro do Conselho de Segurança Nacional da administração Eisenhower, revelou que o tratado com os grays era uma espécie de cavalo de Troia: “aquelas criaturas não eram seres benevolentes, vindos para iluminar os terrestres. Eram autômatos humanos geneticamente alterados, entidades biológicas clonadas que estavam recolhendo amostras biológicas no planeta para seus experimentos. Na medida em que éramos incapazes de nos defendermos, permitimos sua infiltração”. Por sua vez, o doutor Michael Wolf, ex-agente da CIA e da Agência de Segurança Nacional (NSA), que afirmava ter sido membro do alegado governo oculto, descreveu os cinzas como tendo motivações positivas em sua presença na Terra e sustentava que eles estavam sendo condicionados por certos setores militares norte-americanos. Da mesma forma, Robert Dean, que esteve por quase três décadas no Exército e serviu durante quatro anos no Quartel-General das Potências Aliadas na Europa, considera que os extraterrestres em visita à Terra são amigáveis.

Em dezembro de 1953, a Publicação Conjunta do Exército, Marinha e Aeronáutica (JANAP), do Estado-Maior das Forças Armadas, tornou crime a revelação de informações não autorizadas sobre UFOs, algo punível ao rigor da lei de contraespionagem com até 10 anos de prisão e multa de 10 mil dólares — isso sem falar nas ameaças à vida das pessoas e de suas respectivas famílias, que foram mencionadas por algumas das fontes já citadas e que não estão mais vivas em decorrência de mortes suspeitas, com características de homicídio. Segundo Phil Schneider, o governo tinha conhecimento dos propósitos alienígenas desde 1933. Segundo ele, entre janeiro de 1947 e dezembro de 1952 ocorreram 16 quedas de UFOs com subsequentes resgates. Schneider, participante de mais de 30 conferências em todo o mundo, dedicado a revelar o acobertamento norte-americano acerca do tema, foi assassinado em 1996 em circunstâncias que até hoje permanecem misteriosas.

O Projeto Montauk

Ainda que Dwight Eisenhower tenha efetivamente se encontrado com seres extraterrestres em fevereiro de 1954, a detonação da primeira bomba de hidrogênio, de 15 megatons — denominada Castle Bravo e ocorrida apenas nove dias depois do encontro, em 01 de março de 1954 —, assinalou claramente a falência da diplomacia nuclear secreta. O teste ocorreu no Atol de Bikini, nas Ilhas Marshall, e entrou para a história como sendo a maior explosão já produzida pelo homem até hoje.

Segundo o mesmo Gerald Light já citado, após as duas experiências de contato o presidente parecia inclinado a aceitar a benévola oferta apresentada pelos nórdicos, mas as preocupações do comando e dos estrategistas de Defesa naquela época de Guerra Fria o forçaram a mudar de ideia. Como observou Nichols, “em 1955, o presidente entendeu que o tratado era, na realidade, um equívoco. Para desprazer de Eisenhower, o tratado com os alienígenas havia dado à indústria de armamentos e aos serviços de Inteligência um grande poder, transformando-os em uma espécie de governo autônomo e secreto dentro do próprio governo, ao qual o Congresso e o Poder Executivo eram subordinados”.

Parece, entretanto, que isso não foi tudo. Na verdade, como afirmou Stewart Swerdlow, então colaborador do Projeto Montauk, “a elite no controle inclui membros de áreas executivas, legislativas e judiciárias de governos terrestres, organizações de mídia e entidades multinacionais, além de indivíduos militares e da Inteligência”. Projeto Montauk, como se sabe, foi acusado de ser uma série de ações secretas do governo dos Estados Unidos realizado em Camp Hero, em Montauk, Long Island, com a finalidade de desenvolver técnicas de guerra psicológica e investigações exóticas, incluindo a viagem no tempo, ingresso no hiperespaço, invisibilidade à luz visível, infravermelha e radar.

Segundo John A. Quinn, então pesquisador do Montauk, “uma boa parte do projeto foi financiado de modo legítimo até o final dos anos 60, quando o Congresso, após ser informado pelo Laboratório Nacional de Brookhaven e outros empreiteiros sobre o avançado estado de desenvolvimento e da grande eficácia do projeto no campo da psicotrônica e de controle mental, decidiu por interromper de uma vez por todas a pesquisa”. O problema é que, mesmo tendo sido legalmente encerrado, o projeto continuou seguindo seu curso nas mãos de grandes corporações privadas que usam a tecnologia extraterrestre em proveito próprio.

Colonizar Marte

Gostaria de acrescentar a todas estas informações algo que considero importante e que se encaixa em todas as manobras acima descritas para que o governo dos Estados Unidos, com a ajuda de outras espécies cósmicas, bem ou mal intencionadas, controlem tudo no planeta e fora dele. Em 2006, tentaram me recrutar para, junto com outros, atuar em uma operação secreta denominada Alternativa 4, que pretendia a colonização planificada de Marte. Depois de várias reuniões e alguns treinamentos, eu declinei, mas não foi nada fácil. E descobri que existiam outros projetos que tratavam de diferentes aspectos desse plano. Junto com Andrew Basiago, advogado e jornalista, colaborei com o governo em muitas coisas e consegui reunir várias peças deste quebra-cabeças — também graças ao trabalho de pesquisa do economista e ambientalista Alfred Webre.

Alternativa 4 não é ficção científica. Derivado do já conhecido Alternativa 3, criado nos anos 80, ele é um programa secreto da Agência para Projetos de Pesquisa Avançada para a Defesa (DARPA) dedicado a realizar viagens no espaço-tempo que, sob controle da CIA, faria uso desde 1968 de técnicas de teletransporte de origem alienígena que seriam capazes de alcançar Marte. Basiago afirma que existem oito diferentes tipos de tecnologia que também seriam baseadas no trabalho do cientista Nikola Tesla, que igualmente esteve envolvido no Projeto Montauk, mas, no fim, acabou se retirando porque não aceitava a forma como era comandado.

Enfim, tudo isso deve ser investigado com mais profundidade e denunciado. Ainda há muito para se descobrir e peças a serem unidas no referido quebra-cabeças. É crucial que a verdade seja revelada e que os líderes mundiais revelem seus arquivos relacionados a discos voadores e extraterrestres — e fundamental que tenham a ética e a integridade de ver com mais seriedade o uso de tecnologias como o Haarp.

 


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Laura Eisenhower

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