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A rica incidência do litoral de São Paulo

Por Wallacy Albino | Edição 164 | 01 de Abril de 2010

Ufólogos do GEUBS fazem medição da marca de pouso em Peruíbe, cidade que já está habituada a manifestações ufológicas
Créditos: GEUBS

A rica incidência do litoral de São Paulo

O litoral paulista é amplamente reconhecido por sua intensa casuística ufológica. Mas é em sua porção sul que fatos que confirmam a presença alienígena na Terra chamam mais atenção, caracterizando aquela vasta área como um dos pontos de maior manifestação de discos voadores e seus tripulantes no país — ainda mais se somarmos a casuística do vizinho Vale do Ribeira. Os moradores de cidades como Mongaguá, Itanhaém, Itariri, Pedro de Toledo, Iguape, Ilha Comprida, Registro, Sete Barras, Jacupiranga, Eldorado, Iporanga, Apiaí e evidentemente Peruíbe parecem conviver de maneira constante com essas observações.

Um dos primeiros casos na região faz parte do arquivo de relatos do Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS). Um UFO teria caído em um rio na cidade de Iguape, em 31 de outubro 1963. O objeto emitindo ruído ensurdecedor veio do céu, bateu no topo de uma palmeira e mergulhou no Rio Peropava, fazendo a água borbulhar por algum tempo como se estivesse fervendo. Em seguida, emergiu uma erupção de lama proveniente de seu fundo. Segundo testemunhos, o objeto tinha o formato de uma bacia de lavar roupa, com aproximadamente 7,5 m de diâmetro. A palmeira atingida pelo UFO tinha apenas 6 m de altura. O rio, de baixa profundidade, foi vasculhado por mergulhadores, mas nada foi encontrado, descartando-se a hipótese de ter se tratado de restos de um satélite que teriam caído no local.

O ufólogo e integrante do GEUBS Cláudio Beltrame Monteiro também investigou um caso interessante, desta vez na localidade de Itariri e envolvendo o avistamento de estranhos seres. Em uma noite chuvosa no final de dezembro de 1989, quando o jovem Sérgio Nunes [Nome fictício] voltava da casa de sua namorada e ouviu um barulho incomum. Olhou para trás para ver de onde provinha o som e viu uma criatura brilhante como se fosse feita de energia. Paralisado, Nunes apenas teve a reação de proteger seus olhos com as mãos, pois a luz emanada pela entidade era muito forte e ofuscava a visão. A testemunha relatou que enquanto tentava observá-la melhor, começou a receber dela mensagens telepáticas — entre as quais uma que dava conta de que existiria uma base extraterrena na Serra da Juréia, além de outras mensagens de cunho filosófico que não conseguiu compreender.

Impressionado e abalado

Momentos depois, segundo Nunes, o ser se transformou em uma bola de luz e desapareceu rumo ao céu. Em seguida a testemunha recuperou seus movimentos e foi para casa, muito impressionado e bastante abalado. Naquela noite ele não conseguiu dormir, e na manhã seguinte percebeu que seu rosto estava queimado como se tivesse sido exposto durante muito tempo aos raios solares. O ufólogo do GEUBS foi ao local do avistamento alguns anos depois acompanhado da testemunha e percebeu que ela ainda se encontrava bastante comovida com a lembrança da estranha experiência que viveu.

Já em 1999, Cássio Albuquerque, com 21 anos e morador de Itanhaém, ficou impressionado após observar um objeto voador não identificado a curta distância. Albuquerque desceu de um ônibus e caminhava em direção à sua casa, mas quando olhou para o céu viu uma estrela que parecia acompanhá-lo. Ao chegar ao portão da residência percebeu que aquela luz estava bem mais próxima e brilhava intensamente. O jovem chamou sua mãe, mas quando esta chegou ao portão só pôde testemunhar o brilho se distanciando, até sumir no horizonte. Fatos como este são incrivelmente comuns em todas as cidades citadas e suas respectivas zonas rurais.

No ano de 2001, Rodrigo Diogo Mendonça, então morador do bairro do Guaraú, em Peruíbe, estava na praia e observou um UFO por volta das 19h00, um pouco acima da linha do horizonte. A testemunha contou que o objeto se deslocava por baixo das nuvens, uma vez que o céu estava nublado. Com o auxílio de um binóculo, Mendonça pôde ver a nave melhor. Tratava-se de um objeto arredondado que “parecia uma ‘cuca’ deitada ou com uma noz”, relatou, referindo-se a uma fruta comum de Peruíbe, proveniente da árvore conhecida como Chapéu de Sol. O UFO ficou estático no céu por 30 minutos, era brilhante, não piscava e nem emitia som. Passado esse tempo, o artefato começou a se locomover lentamente na faixa do horizonte. Dez minutos depois, várias luzes pequenas surgiram no mesmo ponto onde a outra estava. Elas se deslocavam rapidamente de um lado para outro por cerca de 20 minutos, como se estivessem brincando, e então sumiram uma a uma.

Mãe do Ouro e lendas locais

Outro caso interessante do litoral sul de São Paulo ocorreu a Hebe Ribeiro e seu irmão Milton Pinto Ribeiro Filho, em 21 de setembro de 2005. Eles revelaram algumas fotografias tiradas em Peruíbe naquele mesmo dia e observaram um estranho objeto no céu, que não havia sido visto no momento em que faziam as fotos. Este é mais um dos inúmeros registros ufológicos ocorridos na cidade, como também são numerosos os relatos de moradores e turistas que afirmam ter testemunhado UFOs lá, assim como pescadores da praia do Guaraú, que observam constantemente misteriosas luzes entrando e saindo do mar durante a noite — que entre os ribeirinhos são conhecidos como Mãe do Ouro.

Conta a lenda que seria um espírito guardando local onde existe o minério. Já os ufólogos atribuem essas luzes a sondas ufológicas. Um dos muitos turistas a ter experiências em Peruíbe é Paulo Barros, que enviou seu relato ao GEUBS. “Avistei no céu, a olho nu, alguns objetos estranhos durante a noite. Digo estranhos porque, com certeza, não se tratavam de aviões, balões e nada conhecido. Mas o que mais me impressionou foi ter visto algo incomum também durante o dia, em plena praia. Era uma nuvem que se parecia com um UFO, desses que a gente vê em fotos. Observei aquilo por alguns minutos. Seu formato era discóide e com um brilho que o diferenciava das nuvens”. Barros disse não saber explicar aquilo, mas no dia seguinte, ainda com o fato na cabeça, voltou ao mesmo local, mas já não viu mais nada.

Os integrantes do GEUBS também testemunharam estranhos fenômenos durante uma vigília realizada em 20 de maio de 2000, no distrito de Ana Dias, pertencente ao município de Itariri, já nos limites da Reserva Ecológica da Juréia. Apesar das condições atmosféricas não serem ideais, os ufólogos puderam observar um fato inexplicável que se tornou objeto de estudo e análise. Os pesquisadores chegaram ao local por volta das 18h00, quando já havia escurecido e o tempo estava um pouco fechado. O ponto escolhido foi indicado por Homero Juliano Filho, dono da propriedade. Tratava-se de um pequeno planalto que se destacava na paisagem, localizado há 10 km de Peruíbe.

Ao chegarem ao topo do elevado, os estudiosos prontamente observaram uma luz pairando a pequena distância da encosta da serra. Apresentava intensidade fraca com tonalidade amarelada, mas depois de alguns segundos se intensificou e assumiu cor azulada. O objeto se movimentou lentamente em sentido ascendente e descendente, e da direita para a esquerda, sem percorrer grandes distâncias. Tudo durou cerca de uma hora. A principal característica daquele artefato foi a mudança de tonalidade e de intensidade, variando entre o azul e o amarelo com lampejos para o vermelho. Em determinado momento a luz desapareceu, voltando a se manifestar intensamente uma hora depois. Neste intervalo o objeto piscou três vezes.

As peculiaridades daquela luz fizeram com que os ufólogos descartassem a possibilidade de o fenômeno ter origem conhecida. Do local era possível observar, à esquerda e a cerca de 800 m, um poste de iluminação, bem na metade da distância da referida luz — que mesmo de tão longe emitia brilho intenso. Fenômenos idênticos a este são muito comuns na área. Homero Juliano Filho e seu pai observaram, em janeiro de 2000, duas esferas luminosas semelhantes, uma maior que a outra, ambas pairando e fazendo evoluções no céu até desaparecerem misteriosamente. Fatos assim são incontáveis, atestando que há intensa casuística ufológica na área.

As pesquisas nunca cessaram. Em julho de 2008 o GEUBS recebeu novamente relatos de avistamentos de UFOs na região, algo que a princípio parecia ser passageiro, mas que depois se mostrou como o início de uma onda de importantes manifestações ufológicas. O primeiro caso a chamar atenção do grupo foi o suposto pouso de uma nave na madrugada de 18 de agosto, no Bairro São José, zona rural de Peruíbe [Veja edição UFO 147]. O “ninho”, como é conhecido pelos ufólogos o local de aterragem de um disco voador, foi encontrado a menos de 300 m da movimentada Rodovia Padre Manuel da Nóbrega. A vegetação no local estava amassada e a marca media exatos 14,2 m de comprimento por 8,8 m de largura.

Luz avermelhada como a Lua cheia

Moradores tiveram sua atenção despertada naquela madrugada por causa da agitação fora do normal dos cachorros, que latiam insistentemente. Outro fato estranho, provavelmente ligado ao caso, foi um inexplicado blecaute que deixou todo o bairro às escuras por duas horas, de 01h30 até 03h30. Um comerciante que mora em frente ao terreno onde surgiu o ninho contou que no momento do apagão se dirigiu à rua e, ao abrir a porta, escutou um barulho parecido com o de uma furadeira elétrica. Em seguida, observou uma luz avermelhada subindo ao céu em alta velocidade. Várias testemunhas também viram uma estranha luz do tamanho de uma Lua cheia. Davi de Andrade, 29 anos, passeava com seu cão quando teve sua atenção despertada para o firmamento e viu um objeto luminoso com o formato de uma lâmpada, que se movimentava na horizontal e seguia na direção das montanhas.

Pouco depois, no começo do mês de setembro de 2008, o GEUBS teve conhecimento de fatos insólitos ocorrendo nas cidades de Peruíbe e Ana Dias, onde animais apareceram mortos de maneira completamente inexplicada. Até mesmo a Defesa Civil, a Polícia Florestal e veterinários não conseguiram identificar o que causou as mortes. Chalana Machado, proprietária do sítio Nossa Senhora Aparecida, na zona rural de Peruíbe, entrou em contato com os ufólogos bastante assustada. Quatro cachorros de sua criação foram encontrados mortos no dia 02 daquele mês. Um novo ataque a outro animal ocorreu seis dias depois. Todos tinham o mesmo tipo de ferimento: dois orifícios profundos na região do pescoço, um de cada lado e medindo 2,5 cm, e dois ferimentos precisos de forma oval na região da virilha, por onde foram retirados os testículos.

Visualmente, a área cortada era muito precisa, dando a impressão de que fora feito de forma artificial por intermédio de instrumento cortante, e não por mordida ou ataques de garras — o corte tinha forma suave e sem destruição do tecido. Na parte interna os músculos estavam intactos, sem mordidas, arrebentados ou arranhados. Chalana contou que no primeiro ataque três cães foram encontrados mortos logo ao amanhecer pelos empregados. Por volta das 07h00, um quarto cachorro entrou em disparada para dentro da mata fechada que cerca o sítio. Vinte minutos depois, sem que ninguém tivesse escutado qualquer barulho ou latido, o cão saiu da mata já agonizando e com o mesmo tipo de ferimento, vindo a óbito em seguida.

Mutilações de animais inexplicadas

Duas veterinárias que analisaram os cães mortos, Bárbara Cristina Marques Stephano e Ilza Xavier de Camargo, excluíram a possibilidade de terem sido atacados por algum predador em busca de alimento. O caso foi reportado ao Centro Nacional de Predadores (CENAP). A proprietária do sítio espalhou sangue e carne com tranqüilizante no meio da mata, mas nenhum animal apareceu para comer. A Polícia Florestal vasculhou toda a área, mas não encontrou absolutamente nada. No dia 08 de setembro mais um cão foi atacado da mesma maneira. Os empregados da propriedade resolveram então passar a noite fazendo vigília no local. Por volta das 05h00, perceberam uma inquietação e viram um suposto animal de pêlo ralo e escuro andando sobre duas pernas no começo da mata — que teria dado um salto de cerca 5 m de distância, sumindo.

crédito: GEUBS
Chalana Machado, até agora sem entender como seus animais foram mutilados
Chalana Machado, até agora sem entender como seus animais foram mutilados

Casos como estes abundam e nem sempre têm explicação. Na cidade de Ana Dias, ao lado de Peruíbe, no sítio Primavera, ocorreu algo inusitado naquela mesma semana de setembro. Várias bananeiras apareceram derrubadas, algumas com marcas de garras e dentadas. O proprietário do local, Pedro Mariano dos Reis, e sua esposa não sabem explicar que tipo de animal teria feito aquilo. Ao lado do sítio passa um pequeno rio em cujas margens foram encontradas estranhas pegadas com três dedos e o calcanhar afinado em formato de um cone. A conclusão do GEUBS é que algo inusitado ocorreu naquela área. O que atacou os animais parece tê-lo feito de forma inteligente, agredindo as presas sempre na mesma região e extraindo seus testículos, demonstrando também possuir força descomunal. A conclusão da Polícia Florestal e dos médicos veterinários é que não existe uma explicação racional para o que aconteceu naquelas propriedades.

Desde a onda de 2008, muitos novos casos ufológicos se acumularam no litoral sul paulista, entre eles o ocorrido com Raísa Garcia e Fernando Ramalho, em 06 de maio de 2009, na cidade de Santos. Era por volta das 17h00 quando a técnica em radiologia observou pela janela do seu apartamento, no bairro do Embaré, uma bola incandescente indo em direção à praia. Em seguida notou outro objeto luminoso vindo do mar e indo na mesma direção do primeiro. Em instantes, uma terceira bola de luz aproximou-se de onde estava Raísa, mas em sentido oposto e em segundos desapareceu. “Fiz fotos e cheguei a pensar que fosse uma estrela cadente. Até fiz um pedido! Não sei o que era, mas desde que aconteceu isso tenho tido muita sorte”, afirmou Raísa.

No momento em que observava o fenômeno, a testemunha recebeu a ligação de um amigo, o médico Fernando Ramalho, que se encontrava em uma balsa fazendo o percurso de Guarujá a Santos. Ao ouvir de Raísa o que ela estava vendo, Ramalho olhou para o céu e se surpreendeu com a mesma bola de luz vindo em sua direção. Depois que viu as outras duas esferas no céu, chegou a pensar que Santos estivesse sendo atacada por mísseis. “Os objetos tinham uma espécie de cauda incandescente. Nunca vi nada igual em toda minha vida”, relatou o médico. O GEUBS apurou o caso e descobriu que estes mesmos artefatos foram observados na cidade de Praia Grande, e no mesmo dia.

crédito: GEUBS
O canil do sítio Nossa Senhora Aparecida, na zona rural de Peruíbe, onde os cães foram mortos
O canil do sítio Nossa Senhora Aparecida, na zona rural de Peruíbe, onde os cães foram mortos

Avistamento por policiais rodoviários

Outro caso que também chama a atenção ocorreu às 03h00 de 20 de maio de 2009, em Peruíbe, e teve como testemunha Cleide Rodrigues de Sales. A dona de casa viu um UFO em forma de lâmpada e se espantou com o fenômeno. Cleide fora até a cozinha de sua casa beber um copo d’água e observou pela janela aquela luz estranha no céu. O objeto emitia raios que saíam de suas partes laterais. Curiosamente, a descrição do UFO em formato de lâmpada também foi relatada ao GEUBS por outra testemunha, que teria visto o objeto na região em 2008. Digno de nota, também, é o avistamento coletivo que tiveram na região Alexsandra Lopes da Silva, Gabriel Lopes da Silva, vários policiais rodoviários, um frentista de posto de combustível e um vigia.

O fato ocorreu em 26 de maio de 2009, novamente em Peruíbe, por volta das 04h00. A comerciante Alexsandra primeiro observou uma luz muito forte no céu, seguindo na direção da praia quando dirigia seu carro pela Avenida Luciano de Bona. “Parei o automóvel e fiquei observando aquele objeto iluminado que se movimentava para o lado”. Ela voltou a seguir viajem até parar em um posto de combustível na saída da cidade, quando então mostrou o artefato para o frentista. Continuando por mais alguns quilômetros, a testemunha parou em uma estação da Polícia Rodoviária, já na Rodovia Padre Manuel da Nóbrega, em Itanhaém, e avisou os dois policias que estavam de plantão a respeito daquela luz misteriosa no céu. Eles se espantaram e chamaram mais dois colegas que estavam dentro da cabine para que testemunhassem o fato. Procurados pelo GEUBS, no entanto, preferiram não se manifestar sobre o caso — mas não negaram o avistamento.

Navio tenta comunicação com UFO

Em 26 de maio de 2009, novamente na cidade portuária de Santos, o fotógrafo profissional Luiz Fernando Menezes conseguiu fazer, pela janela de seu apartamento, três fotos de um objeto que emitia uma luz prateada muito forte, que estava parado no céu e passou a se locomover logo em seguida. Eram 19h00 e após a captura das primeiras imagens o cartão de memória da máquina apresentou problemas, fazendo com que Menezes não conseguisse obter mais nenhuma foto. Curiosamente, ele observou também que, enquanto o artefato esteve visível no céu, havia um navio no cais que não parava de apitar, silenciando apenas depois que o UFO sumiu. Estaria tentando alertar quanto à presença do objeto voador não identificado?

Interessante também foi a experiência de Fabiana Peres Leal e Eduardo Delgado dos Santos, às 03h00 de 01 de junho de 2009, no Guarujá, cidade conhecida como palco de estranhos avistamentos. Naquela madrugada, a dona de casa Fabiana e seu marido viram um objeto voador com luminosidade muito forte. O UFO estava indo na direção da orla do cais, tinha formato triangular e era parecido com um funil, tendo ainda quatro círculos de luz em seu interior. Na parte de baixo havia uma espécie de trem de pouso. Fabiana saiu no quintal de sua casa e ficou impressionada com a intensa luz emanada pelo artefato, que chegava a ofuscar sua vista. Ela então acordou o marido. “A luz era semelhante a uma estrela, só que bem maior e mais forte. Se locomovia na horizontal e depois subiu verticalmente”, disse Santos. O UFO mudou de direção duas vezes, até atingir a Rodovia Cônego Domenico Rangoni, que liga a ilha de Guarujá ao continente. “Na hora pensei que estava ficando louca, mas chamei meu marido e ele viu também”, disse Fabiana.

Também em 01 de junho de 2009, porém pouco antes, cerca de 20h00, os amigos Cristiane Aparecida da Silva, Sílvia Nogueira Ramazini e Sonete do Nascimento Santos também viram no Guarujá um estranho artefato voador. Elas estavam no portão de casa, no bairro Jardim Boa Esperança, quando flagraram no céu um objeto em forma de losango. “Tinha uma luz forte e incandescente, realizava pequenos movimentos na horizontal e não emitia nenhum som. Ficou visível por 10 minutos e depois desapareceu rapidamente”, relatou Cristiane. “Foi muito estranho e ainda continuamos procurando ele depois que desapareceu, mas não surgiu mais”, disse Sonete. A dona de casa Sílvia Nogueira foi categórica em afirmar que aquilo não era balão e nem avião.

crédito: GEUBS
O litoral de São Paulo há décadas é recordista de ocorrências ufológicas, tendo presença constante na literatura especializada
O litoral de São Paulo há décadas é recordista de ocorrências ufológicas, tendo presença constante na literatura especializada

E assim os casos do litoral de São Paulo se acumulam, num rico repertório. Episódios de UFOs em plena luz do dia também são comuns, como o ocorrido em 04 de junho de 2009, em São Vicente, por volta das 07h00. Naquele instante, Pedro Lima viu um objeto em forma de disco no céu. Ele andava de bicicleta a caminho do trabalho quando observou o aparelho parado bem acima de sua cabeça. “Pensei em voltar até minha casa para pegar a câmera fotográfica, mas acabei ficando no mesmo lugar para não perder o objeto de vista — e também para ver o que iria acontecer”. O UFO ficou visível por três minutos até se movimentar rapidamente e desaparecer.

O GEUBS continua em estado de alerta acompanhando de perto, checando, entrevistando as testemunhas e registrando as ocorrências de UFOs em toda a região do vasto litoral paulista, que por algum motivo continua despertando o interesse desses nossos enigmáticos visitantes.

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Sobre o Autor

Wallacy Albino

Wallacy Albino nasceu na cidade de Santos (SP). Seu interesse por Ufologia começou com dois avistamentos no início da década de 80. Em 1985, fundou o Grupo de Estudos Ufológicos de Santos (GEUFOS), que manteve intensas pesquisas no litoral paulista e no Vale do Paraíba. Em 1994, foi diretor-geral do Grupo Ufológico do Guarujá (GUG), exercendo o cargo até 1999. Dois anos depois, participou das investigações do Caso Varginha, no sul de Minas Gerais, ocorrido em 1996 e considerado uma das principais ocorrências ufológicas do Brasil. Em 1997, realizou diversas pesquisas no Caribe, considerado um local de intensa atividade ufológica. Em seguida, foi o principal pesquisador dos casos relacionados com os ataques do Chupacabras no litoral paulista. Foi também o primeiro ufólogo brasileiro a pesquisar a intensa casuística no arquipélago de Fernando de Noronha (PE). Já em 1999, integrou o Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA), exercendo o cargo de diretor de pesquisas. Wallacy faz parte do grupo de consultores da Revista UFO e é presidente do Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS), fundado em 2000, hoje uma das entidades do gênero mais atuantes no Brasil. Desde 1998, é o diretor regional da entidade norte-americana Mutual UFO Network (MUFON) em toda a extensão do litoral do Estado de São Paulo. Wallacy desenvolve um importante trabalho sobre o misterioso fenômeno dos círculos ingleses, tema escolhido para este livro e para as palestras que vem ministrando em diversos congressos brasileiros.

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