ARTIGO

A noite oficial dos UFOs da Espanha

Por Magdalini Knak | Edição 258 | 01 de Junho de 2018

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Créditos: EDITORIA DE ARTE

A noite oficial dos UFOs da Espanha

Em todo o mundo há centenas de milhares de avistamentos de UFOs jamais relatados, feitos por pilotos civis e militares, além de outros milhares de relatos que foram arquivados e sobre os quais nunca mais se ouviu falar. E muito embora as forças aéreas e os ministérios de Defesa de quase todos os países neguem firmemente que estes fenômenos existam, afirmando que esse é um assunto que não os interessa, todos sabemos que não é bem assim.

A maior prova que temos sobre o interesse dos governos pelo assunto é a documentação que vem sendo desclassificada por vários países e que atesta que os avistamentos são, sim, frequentes, e muitos deles prolongados. Aqui no Brasil, graças ao empenho dos pesquisadores da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), milhares de páginas já foram desclassificadas.

Outros países, como Inglaterra, França, Nova Zelândia, Irlanda, Escócia, Argentina, Chile e Peru, para citarmos alguns, também liberaram o acesso à parte de sua documentação ufológica antes secreta. Até mesmo os Estados Unidos, antes por meio da Lei de Liberdade de Informação e agora por meio da Lei da Transparência, tiveram que disponibilizar parte de seu acervo a respeito dos UFOs. O mesmo ocorreu ao Governo Espanhol, embora não forçadamente, que no final de 2016 e começo de 2017 entregou à sociedade 80 relatos sobre incidentes ligados a UFOs. Neste artigo, vamos conhecer o mais famoso deles.

O Caso Manises

Em 11 de novembro de 1979, uma aeronave Super Caravelle da extinta empresa Transportes Aéreos Espanhóis (TAE), saiu de Salzburgo, na Áustria, com destino a Las Palmas, nas Ilhas Canárias, com 109 passageiros a bordo. Depois de parar no Aeroporto de Palma de Mallorca, o comandante Javier Lerdo de Tejada, que acumulava 14 anos de experiência como piloto comercial e mais de 8.000 horas de voo, iniciou a decolagem para as Canárias, acompanhado de seu copiloto Ramón Zuazu e do mecânico Francisco Javier Rodríguez.

Um pouco depois das 22h00, Tejada, Zuazu e Rodríguez, observaram um “tráfego” desconhecido se aproximando deles em alta velocidade, como se denomina uma aeronave nas proximidades. “Vocês confirmam se temos algum tráfego perto de nós, à nossa esquerda, a aproximadamente quatro ou 5 km de distância?”, perguntou o comandante à torre de controle do Aeroporto de Barcelona. “TAE 297. Negativo. Não há tráfego notificado”, respondeu o controlador de tráfego aéreo.

O piloto insistiu, informando que haviam duas luzes vermelhas a aproximadamente 5 km do avião, na posição 10 horas e voando à mesma altitude que a aeronave deles. Posição 10 horas é o equivalente ao piloto ver o tráfego ligeiramente à sua esquerda. “Cerca de 5 km à esquerda da sua posição agora?”, perguntou o controlador. “Afirmativo. Informe sobre esse tráfego assim que possível”, pediu o comandante do avião. “TAE 297, não temos nenhum tráfego nessa rota. Você é o único que vem de Ibiza e Alicante”, informou a torre, identificando a possível origem do que se via.

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Magdalini Knak

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