ARTIGO

A necessidade de nos adaptarmos a uma realidade cósmica

Por Alexandre Dittrich Buhr | Edição 264 | 08 de Janeiro de 2019

Vários governos já liberaram informações sobre o Fenômeno UFO, inclusive o Brasil. Porém, essa conduta partiu de uma decisão dos próprios governos
Créditos: MEDIUM

A necessidade de nos adaptarmos a uma realidade cósmica

Nos próximos anos, estaremos mais constantemente no espaço exterior. Estaremos minerando em asteroides e na Lua, construindo estações espaciais na Lua e em Marte, bem como estaremos, a curtíssimo prazo, realizando voos turísticos para a Lua e para estações espaciais. Todas essas atividades serão realizadas, em grande parte, pela iniciativa privada, sem o controle direto dos governos. Nesse novo cenário mundial, é natural pensarmos que não será possível esconder das pessoas a realidade extraterrestre. Assim, o público deverá estar ciente da existência dos alienígenas, pois, cedo ou tarde, todos ficaremos sabendo sobre eles de forma bastante direta. Então, penso eu, os governos, o Pentágono e outras instituições precisam trabalhar rápido para inserir no cotidiano da humanidade a consciência da existência de civilizações cósmicas.

Não será tarefa fácil. A quantidade de filmes produzidos nas últimas décadas sobre esse tema vem educando nossos jovens a aceitar com facilidade a presença dos extraterrestres. Da mesma forma, os temas de videogames também têm contribuído para isso. Por outro lado, as gerações mais antigas já estão indo e a nova geração de seres humanos tenderá a aceitar com muito mais facilidade a questão da realidade extraterrestre. Porém, o maior desafio será desenvolver na humanidade a maturidade necessária para saber que existem civilizações extraterrestres positivas e negativas, e mais: reconhecer que grande parte das civilizações extraterrestres que têm nos visitado nos últimos 60 anos é negativa.

Novo patamar

Evidentemente, esse novo cenário representaria uma vitória para centenas de ufólogos, que vêm labutando há décadas e que, na maioria das vezes, só ouviram comentários maldosos do público e de autoridades. Também representaria um novo patamar para o trabalho dos pesquisadores, juristas, psicólogos, sociólogos, cientistas de várias áreas, porque virá muito mais trabalho pela frente. Toda conquista, simplesmente, representa mais trabalho e mais responsabilidade. Então, avante!

Aqui faço uma reflexão: caso espécies alienígenas se apresentem de forma pública e formal à humanidade, e nós passemos a conhecer mais sobre as suas civilizações, não corremos o risco de descobrir nelas uma nova moralidade, em que atos reprováveis e mesmo crimes aqui tipificados não sejam vistos como tais? Teremos que rever as nossas leis diante da realidade que encontrarmos em outros mundos ou deveremos considerar o nosso ordenamento jurídico como o ideal? 

Desafio da humanidade

Penso que esse será o grande desafio da humanidade, enquanto espécie. Será um verdadeiro teste final para ver se nos credenciamos a ingressar na comunidade cósmica, onde há uma variedade de seres e, com isso, uma variedade de culturas, de padrões morais, éticos e de normas jurídicas. E por que digo que tal cenário será um teste para nós? Para a raça humana evoluir como civilização cósmica, ela será natural e gradualmente testada em sua maturidade como cultura, como comunidade científica, como sociedade organizada com base em normas jurídicas assentadas em uma tradição milenar de Direito, e como povo, com discernimento e herança espiritual.

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Sobre o Autor

Alexandre Dittrich Buhr

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