ARTIGO

A história da suposta múmia alienígena encontrada no Peru

Por Laura Maria Elias | Edição 251 | 01 de Outubro de 2017


Créditos: GAIA TV

A história da suposta múmia alienígena encontrada no Peru

Pelo próprio teor do assunto a que se dedica, a Ufologia é terreno fértil para polêmicas, fraudes e alegações sem fundamento, que infelizmente sempre conseguem alguém que lhes dê crédito e mantenha vivos assuntos que deveriam ser esquecidos. Essa característica do estudo deixa uma pesada herança para os pesquisadores, pois muitos nomes sérios da pesquisa já naufragaram por atestarem como verdadeiros objetos, alegações e descobertas que eram falsos.
No entanto, esse é um viés da pesquisa que precisa ser mais bem entendido e discutido, pois, por medo de se cair no ridículo perante a Comunidade Ufológica Mundial, corre-se o risco de não se dar crédito ou de se descartar prematuramente algo que mereceria uma investigação mais profunda. É a tal história de se jogar fora o bebê junto da água do banho. Essa situação, que à primeira vista poderia parecer hipotética, está sendo vivida neste momento dentro dos círculos ufológicos devido a uma descoberta arqueológica feita em janeiro de 2016, no Peru.

A descoberta

Naquele país, descobertas arqueológicas não são propriamente uma surpresa, mas esta última em particular está causando uma grande discussão e não apenas interna, mas em muitos outros países, já que ela poderia ser, se verdadeira, a maior descoberta de todos os tempos — se corretas as alegações, estaríamos lidando com criaturas não humanas mumificadas há mais de um milênio. O surgimento de múmias com características estranhas, ao que parece, não se deu em outubro de 2016, data em que a história foi divulgada, mas em janeiro daquele ano, quando dois homens teriam descoberto um antigo sítio arqueológico desconhecido em uma região que estaria localizada entre Nazca e a costa do Pacífico. Essa descrição da área é muito genérica e foi feita de forma proposital para “se manter a descoberta protegida”, segundo alguns pesquisadores. Aqui cabe observar que alguns ativistas da Ufoarqueologia alegam que essas múmias já eram conhecidas desde 2014, mas que apenas em 2016 conseguiram ganhar notoriedade.

Os próprios descobridores também são objeto de polêmicas, pois enquanto alguns, como o pesquisador francês Thierry Jamin, afirmam que se tratam de huaqueros, termo usado para designar ladrões de tumbas no Peru. Já outros, como o pesquisador Paul Ronceros Fernández, alegam que os homens são exploradores oficiais que faziam parte de uma escavação também oficial do Governo Peruano. Seja como for, segundo os dois homens cujos nomes não foram divulgados, eles encontraram por acidente uma cidadela subterrânea, onde entraram por meio de uma espécie de laje de pedra que estava parcialmente desenterrada.

crédito: TERCER MILENIO
O jornalista mexicano Jaime Maussán, à frente das investigações sobre a suposta múmia extraterrestre, mostra o corpo de uma à imprensa peruana
O jornalista mexicano Jaime Maussán, à frente das investigações sobre a suposta múmia extraterrestre, mostra o corpo de uma à imprensa peruana


Ao descerem pela abertura, encontraram vários objetos feitos em cerâmica e metal e várias caixas grandes de pedra, dentro das quais havia diversas múmias de variados tamanhos, além de pequenos crânios e grandes mãos sem corpo, com mais de 30 cm cada. Assustados com o que viam, teriam recolhido algumas amostras de seu achado e procurado por alguns ufólogos conhecidos no país, em busca de orientação. Mas por que ufólogos, pode perguntar alguém, se o que eles fizeram foi uma descoberta arqueológica? Porque os objetos, e principalmente as múmias, tinham características físicas normalmente relacionadas a extraterrestres, como mãos e pés com três dedos longos, cabeça alongada e cavidades orbitais anômalas.

O primeiro pesquisador a ser procurado pelos descobridores foi Ronceros Fernández, a quem teriam entregado duas pequenas múmias, uma de 25 cm e outra de 60 cm, para verificação. Ronceros, que é figura conhecida no Peru e muito popular entre internautas daquele país usando o nome Krawix999 em seu canal no YouTube, garante que os homens que o procuraram são seus conhecidos, não são ladrões e que as escavações onde as múmias foram encontradas são legítimas.

“Bonecas montadas com ossos”

Em outubro de 2016, Ronceros veio a público com as descobertas, primeiro dizendo que eram múmias de extraterrestres, versão que mudou após alguns exames de raio X mostrarem que as pequenas ossadas eram “como bonecas montadas com ossos humanos e de animais misturados”, segundo notícias. O exame feito nas montagens mostrou que o material tinha entre 1.200 e 1.800 anos, dependendo da amostra — havia também pequenos crânios esculpidos com rostos que lembram extraterrestres, que os exames mostraram terem sido feitos com crânios de cães. O caso, porém, é mais complexo do que parece, porque embora o exame com carbono 14 tenha apontado a antiguidade dos espécimes, nada impede que os bonecos tenham sido montados atualmente, com material antigo, o que tornaria o exame por este método completamente irrelevante para se provar qualquer coisa. Ronceros, que acredita que as pequenas múmias são mesmo antigas, levanta uma questão muito relevante: por que as pessoas de antigamente fariam bonecos que lembram os extraterrestres modernos?

Na verdade, quando olhamos as inúmeras imagens das civilizações inca, maia, tolteca, asteca e outras das Américas, é comum a representação dos deuses tendo apenas três dedos. Isso não confirma absolutamente nada, mas é um dado interessante para se ter em mente, ao menos enquanto não temos uma resposta definitiva sobre o que, afinal, são as múmias de Nazca. A história, porém, teve desdobramentos e outras pessoas e grupos foram procurados pelos descobridores do sítio arqueológico, aumentando a complexidade e tornando o caso internacional. Exatamente porque os dois homens buscaram por outros pesquisadores é algo que ainda não está muito claro, mas o fato é que, ao fazerem isso, eles explodiram o episódio para outros países e a polêmica ganhou definitivamente a internet.

O caso se espalha

Após procurar por Ronceros, os homens que descobriram as múmias entraram em contato com um outro grupo de pesquisadores da ONG Casa Paititi e do Instituto Inkari, em Cusco, ambos fundados pelo citado explorador francês Thierry Jamin. Ele é figura conhecida no Peru, onde há quase duas décadas dedica-se à descoberta da lendária cidade de Paititi, além de outros tesouros históricos do país — o pesquisador esteve ligado ao grupo que descobriu, em Machu Picchu, catacumbas ainda inexploradas e aguarda licença do Governo do país para explorar o local.

E também aqui temos uma polêmica. O departamento que administra o sítio arqueológico de Machu Picchu foi veementemente repreendido pelo Ministério de Cultura peruano — órgão federal que administra o patrimônio cultural de todo o país e, portanto, quem dá a última palavra sobre todas as explorações e divulgação sobre sítios arqueológicos do Peru — por ter apoiado a pesquisa e as ideias de um arqueólogo amador estrangeiro e divulgado como fato que a tumba encontrada pertenceria a Pachacuti Inca Yupanqui, o governante que, de acordo com os especialistas, foi o construtor de Machu Picchu.

No Peru, descobertas arqueológicas não são uma surpresa, mas esta última em particular está causando uma grande discussão e não apenas interna, mas em muitos outros países, já que ela poderia ser, se verdadeira, a maior descoberta de todos os tempos

Ao ser questionado por um articulista do portal internacional Forbes sobre por que o Ministério estava negando ao arqueólogo a licença para explorar a tumba, David Ugarte, o diretor do departamento para a área de Cusco, respondeu que “o arqueólogo Thierry Jamin estava em Machu Picchu com base em uma autorização que lhe foi dada pelo Departamento de Cultura, em Lima, para realizar estudos observacionais e visitar a cidadela. Mas quando ele propôs escavar o local apenas porque um scanner a laser detectou um túmulo inca que estava cercado por crianças e, ao mesmo tempo, havia alguns sinais que talvez houvesse ouro ali, seu pedido foi completamente negado, porque isso vai contra a realidade”.

Outro pesquisador que se ligou ao caso foi o jornalista e apresentador de TV mexicano Jaime Maussán, correspondente internacional da Revista UFO em seu país, a convite do próprio Jamin. Maussan é um nome conhecido mundialmente e não apenas por seu programa de TV, mas principalmente pelas polêmicas que levanta e sustenta, mesmo quando as provas dizem o contrário do que ele afirma. Ainda assim, o jornalista faz um trabalho importante na divulgação de casos ufológicos e é muito querido e respeitado no México, onde têm monumental audiência.

Maussán, por sua vez, trouxe para o caso o Instituto Gaia, uma organização norte-americana que reúne pesquisadores e orientadores voltados para o “empoderamento da evolução da consciência”, segundo descrito no site da entidade. O Gaia conta com nomes de peso, como Louise Hay, Linda Moulton Howe, Alan Cohen, Gregg Braden e outros. Essa união de esforços agregou pesquisadores de vários países e de várias disciplinas, cujas descobertas vão sendo liberadas aos poucos — e aqui é importante ressaltar que o Gaia é o financiador das pesquisas e, portanto, o único autorizado a fazer vídeos oficiais sobre as descobertas.

Corpos desidratados

E as mais bombásticas e importantes descobertas são, sem dúvida as diversas múmias que têm sido apresentadas ao público aos poucos, cada uma delas com suas próprias características, que vão desde supostas semelhanças à estrutura física de répteis até a possibilidade de não se tratarem de múmias, mas de corpos que foram desidratados para preservação, uma vez que alguns ainda têm dentro de si coração, fígado e pulmão. A primeira dessas múmias, ou desses corpos desidratados, apresentada ao público foi preservada sentada e recoberta por uma substância branca que agora se sabe que é diatomito ou terra diatomácea, um derivado do calcário usado desde a Antiguidade para conservação e secagem. Hoje em dia o diatomito tem largo e diversificado uso na indústria.

Não está claro se esta múmia foi entregue a Ronceros ou apenas a Jamin, mas o que sabemos é que os exames feitos no espécime mostraram que os restos eram de uma mulher e que assim recebeu o nome de Maria. Ela tem características físicas não humanas — sua cabeça é muito alongada e, segundo alguns pesquisadores, não parece que isso seja uma alteração artificial, como era comum em povos antigos como os Paracas, por exemplo. Além disso, Maria tem apenas três dedos, extremamente longos, tanto nas mãos como nos pés.

crédito: GAIA TV
Os investigadores à frente dos trabalhos contrataram especialistas de várias áreas para analisar as múmias. Acima detalhe dos dedos de uma
Os investigadores à frente dos trabalhos contrataram especialistas de várias áreas para analisar as múmias. Acima detalhe dos dedos de uma

Radiografias e outros exames cujos resultados já foram divulgados parecem apontar para uma formação tridáctila natural, ou seja, as mãos e pés não foram montados para parecem tridáctilos como nos casos mostrados pelo pesquisador Ronceros, mas eram assim por natureza. A análise dos despojos é lenta, pois há que se demonstrar que Maria não é uma montagem, uma “boneca gigante”, mas um ser completo e único. Para isso, é necessário que se façam análises de DNA de todas as partes da múmia.

Caso se comprove que Maria é mesmo a múmia de uma pessoa que efetivamente viveu na Terra, é preciso que se faça um sequenciamento de seu genoma, algo que vai muito além de um simples exame de DNA, para que se possa determinar se estamos diante de um ramo desconhecido e já extinto de espécie humana ou de algo totalmente diferente e de fora deste mundo. Enquanto não se tem o resultado dos exames e das análises posteriores, nada podemos afirmar.

O que dizem as autoridades

Todos sabemos que locais ricos em sítios arqueológicos tendem, também, a ser ricos em ladrões de túmulos e em falsificadores de todos os tipos, sempre prontos a inventar algo que lhes renda dinheiro às custas da ingenuidade alheia. No Peru, como já dissemos, o controle das relíquias está a cargo do Departamento de Cultura, um órgão federal que reúne e controla diversos órgãos menores.

Quando as múmias vieram à público e começou-se a divulgar as primeiras análises e o interesse de pesquisadores de outros países em estudá-las, a população do Peru passou a cobrar das autoridades uma posição oficial, pois se temia que relíquias fossem tiradas do país e nunca mais devolvidas. A polêmica cresceu a ponto de o Departamento vir a público declarar que “o órgão não se ocupa de falsificações” e, portanto, nada tinha a dizer sobre as misteriosas múmias. O interessante aqui é que o Departamento sequer viu as amostras — nenhum especialista foi enviado para analisá-las e nada foi pedido aos descobridores em relação à localização do sítio e ao fato de que estavam tirando material de um monumento histórico sem a presença de um arqueólogo ou autoridade ligada ao assunto. E a pergunta é óbvia: se nunca viram as amostras, como sabem que são falsas?

Outro ponto que vale a pena destacar quanto ao posicionamento das autoridades peruanas sobre as novas descobertas é que sua ausência de atuação está fazendo crescer um debate interessante sobre a descoberta de artefatos e restos mortais cuja procedência não seja humana. A legislação peruana, e muito provavelmente e de outros países também, especifica que a posse e propriedade de relíquias encontradas em seu território pertence ao povo do país e que sua guarda é de responsabilidade do Governo Peruano. Mas o que acontece a artefatos e despojos que não sejam humanos?

Jaime Maussán entrou em contato com o Ministério da Cultura do Peru há apenas algumas semanas solicitando uma audiência com alguma autoridade daquele órgão, na tentativa de fazer o Governo se envolver na história, mas não foi bem-sucedido. Embora sua visita ao Ministério tenha sido filmada, a pessoa que deveria recebê-lo não se encontrava e, após algum tempo, Maussán acabou conversando com um funcionário de menor relevância, o que irritou, e muito, o pesquisador.

É fato que o Governo do Peru não quer se envolver na questão, pois para as autoridades tudo é apenas mais um golpe para enganar as pessoas e arrecadar dinheiro. Por outro lado, os resultados das análises que vêm sendo mostrados nos vídeos divulgados pelo Gaia estarrecem, e os especialistas do instituto dizem que os corpos pertencem a uma espécie desconhecida. Isso já seria o bastante para classificar a descoberta como inédita.

Pesquisadores

Não há dúvida de que o achado das múmias e todo o mistério que envolve a localização de seu sítio arqueológico de origem, assim como as outras múmias e os artefatos que existiriam no local, a total falta de interesse do Governo Peruano pelo caso e o fato de que há muitos pesquisadores de vários países envolvidos na investigação criaram uma grande polêmica dentro da Comunidade Ufológica Mundial. As opiniões variam desde afirmações taxativas de que se tratam de múmias extraterrestres até afirmações também categóricas de que tudo não passa de mais um embuste para o lucro de alguns — que ajudará no descrédito da Ufologia. A maioria dos pesquisadores, no entanto, se coloca entre esses dois extremos e afirma que é necessário se guardar o resultado das análises.

Para a médica e pesquisadora paulista Mônica de Medeiros, “temos que aguardar para ver o que mostram as análises. Se as múmias forem reais, realmente estaremos diante de uma descoberta extraordinária”. Essa postura equilibrada de aguardar para ver é também a posição da Revista UFO, cuja missão é informar seus leitores sobre o que se passa na pesquisa ufológica dentro e fora de nosso país. Não nos cabe afirmar ou negar o que quer que seja, mas divulgar o que acontece. Se os exames mostrarem que estamos, como disse a pesquisadora Mônica, diante “de uma descoberta extraordinária”, ou se, pelo contrário, for descoberto que tudo é uma farsa, a UFO, de forma isenta e profissional, irá informar a seus leitores da melhor forma possível, como vem fazendo nas últimas três décadas.

Conferência

Em 11 de julho foi realizada uma conferência de imprensa no México com a presença de Maussán, de um representante do Instituto Inkari e de um representante do Instituto Gaia. Thierry Jamin não estava presente. Durante a coletiva, que começou com uma pequena e resumida apresentação do caso, foram exibidas duas ou três fotos que supostamente seriam do sítio arqueológico no qual foram encontradas as múmias. É interessante assinalar que desde que a notícia sobre elas ganhou notoriedade, muito se falou sobre a localização secreta do local e vários sites divulgaram que esse ou aquele pesquisador havia estado nele, mas hoje sabemos que ninguém conhece o lugar.

Em sua primeira intervenção, Maussán fez questão de deixar claro que nunca esteve no local e que as imagens que estava divulgando ele recebera dos homens que descobriram as múmias. Um deles, supostamente, se chamaria Mário. O jornalista reforçou o alerta ao Governo Peruano, dizendo que está descartando o que não conhece, que há patrimônio histórico cultural sendo tirado do país e que o Ministério da Cultura deveria, no mínimo, querer saber a localização do sítio. Esse alerta sobre a falta de interesse das autoridades tem sido uma constante por parte dos pesquisadores — o maior receio é o de que as outras amostras que ainda estariam no local da descoberta acabem se degradando por falta de cuidados adequados.

crédito: OPEN MINDS
O pesquisador francês Thierry Jamin, em conversa com o correspondente da UFO no Peru, garante que foram os huaqueros que acharam as múmias
O pesquisador francês Thierry Jamin, em conversa com o correspondente da UFO no Peru, garante que foram os huaqueros que acharam as múmias

Essa situação chegou a tal ponto que Jamin chegou a cogitar o acionamento da Unesco para que aquele órgão declare as descobertas como patrimônio da humanidade e proteja, assim, o que ele chamou de “amostras únicas”. A verdade, porém, é que enquanto não se abrir o sítio arqueológico, enquanto não se mostrar de forma plena onde e como foram descobertos os corpos, a polêmica vai persistir.

Ainda na coletiva de 11 de julho foram mostradas radiografias de outras múmias ou corpos que teriam sido encontrados no mesmo local e foi explicado que a cidadela subterrânea descoberta por Mário é extensa e não foi totalmente explorada, portanto muito mais ainda poderá ser encontrado ali. Os espécimes mostrados na ocasião — e os demais que continuam a surgir — vieram todos de uma grande caixa ou sarcófago de pedra dentro da qual, segundo Mário, os corpos estavam armazenados. Uma segunda caixa conteria artefatos estranhos, esses ainda não mostrados.

A verdade

As análises e divulgações continuam a ser feitas e novos espécimes têm sido mostrados ao público, sempre em filmagens feitas pelo Gaia, que são acompanhadas da palavra de especialistas mexicanos, norte-americanos e russos. O que todos dizem é que, se forem verdadeiros todos os corpos mumificados, estaremos diante de espécies totalmente diferentes, uma delas claramente próxima aos répteis.

Por outro lado, temos especialistas não ligados ao Gaia ou a Jaime Maussán dizendo que tudo é uma fraude, que as radiografias que estão sendo divulgadas mostram claros sinais de adulteração e que todos sabem que se trata de um embuste, mas que se está alongando o assunto por questões midiáticas e financeiras. A verdade o tempo irá mostrar e nós, da Revista UFO, iremos noticiá-la, seja ela qual for.

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Sobre o Autor

Laura Maria Elias

É economista, estudiosa da interpretação sociológica da Ufologia e atua como consultora da UFO.

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