ARTIGO

A história da presença alienígena no Brasil registrada no Museu do Café

Por A. J. Gevaerd | Edição 233 | 01 de Abril de 2016

EQUIPE UFO
Créditos: REPRODUÇÃO

A história da presença alienígena no Brasil registrada no Museu do Café

Todos os anos, milhares de pessoas visitam o majestoso Museu do Café, no centro histórico da cidade litorânea de Santos, a 88 km de São Paulo, para conhecer detalhes do ciclo de exploração do chamado “ouro negro” desde o princípio de seu cultivo no Brasil. O museu fica estrategicamente situado atrás do Porto de Santos, de onde há alguns séculos é enviado para inúmeros países. O local passou por remodelações recentes, mas conserva sua originalidade.

Porém, o que as multidões que frequentam o Museu do Café não se dão conta é de que ele contém uma notável peça que registra a presença alienígena na Terra no Brasil desde os tempos da sua colonização. Trata-se de um vitral exposto no teto do museu, uma imagem belíssima do que Anhanguera teria visto no Brasil, no século XX, precisamente em 1922. Anhanguera significa “Espírito Maligno” ou “Diabo Velho”, apelido dado pelos indígenas a Bartolomeu Bueno quando em uma das bandeiras — por isto Bandeirantes, já que demarcavam o lugar com bandeiras — ameaçou os índios que iria colocar fogo na água deles se não entregassem o ouro que tinham.

Riquezas e tesouros

A imagem registra uma figura feminina no centro da ação de sondas ufológicas, conhecidas na época, e até mais recentemente, ora como mães d’água, ora como mães d’ouro. Há pouca diferença entre os fenômenos. Mãe d’água é quando uma esfera de luz intensa, de cor branca a alaranjada, aparece próxima a riachos e correntes d’água. Já a mãe d’ouro é quando a mesma esfera aparece sobre paredões rochosos. Os antigos pensavam que tais bolas de luz, muitas vezes também chamadas de boitatás — “aquilo que é fogo” ou “aquilo que é todo de fogo”, em tupi — estivessem lhes indicando riquezas e tesouros. Narrativas semelhantes são encontradas até mesmo nas cartas de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, nos anos do descobrimento do país.

Na verdade, estas esferas são sondas ufológicas, aparelhos de natureza extraterrestre, autocontrolados, que residem nos locais onde se manifestam — muitas vezes, por gerações — e são vistos em abundância ao longo de séculos. São a origem de 99% das lendas ígneas (relacionadas ao fogo) do Folclore Brasileiro, como apontam muitos estudiosos. São os mesmos foo fighters da Segunda Guerra Mundial. O inesquecível general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa dizia que eram aparelhos para “fotografar” o estado mental dos pilotos combatentes de ambos os lados do conflito, antes e depois dos ataques, quando perseguiam seus aviões sem afetá-los.

Monitoração humana

As sondas ufológicas são uma versão externa e obviamente maior dos implantes alienígenas. Enquanto estes são colocados nos corpos de nove a cada 10 abduzidos para monitorá-los, à sua fisiologia e ao seu metabolismo, as sondas são posicionadas em regiões específicas do planeta, onde permanecem em operação por décadas para registrar a atividade naquelas áreas. E assim, quando vistas, dependendo do caráter supersticioso ou religioso das testemunhas, acabam sendo incorporadas como parte do folclore, ora como espíritos do bem, ora como espíritos do mal.

Suas características físicas são conhecidas. As sondas ufológicas parecem captar nossos sinais mentais e responder a eles. Assim, se uma pessoa se assusta ao vê-la, a esfera pode se encolher, se esmaecer e sair do campo de visão da testemunha. Ou, ao contrário, se a testemunha acha a visão algo belo, a esfera pode aumentar em tamanho, se aproximar e brilhar mais intensamente, em alguns casos variando sua coloração. Isso que se vê nos campos e sertões do Brasil e outros países também se via nos foo fighters da Segunda Guerra.

No vitral do imponente Museu do Café lemos a legenda “A Visão do Anhanguera”, e abaixo “A Mãe Douro e as Mães D’Água”. Sobre ela há uma mulher nua, evidentemente representando a mãe, e passando de um lado para o outro há esferas de luz como tantas vezes encontramos na casuística ufológica — inclusive sua trajetória está ali claramente representada em linhas tracejadas. Isso é um registro ufológico histórico e natural da ação no Brasil de outras inteligências cósmicas, que demonstra, mais uma vez, que suas visitas e manifestações vão muito além daquilo que supõe a casuística ufológica. Tal interação necessita ser conhecida e obras de arte como esta são uma valiosa ajuda.

Para continuar lendo este artigo, você deve se cadastrar no Portal UFO. O cadastramento é gratuito e dá acesso a todo o conteúdo do site.

Login

Compartilhe esse artigo:

Sobre o Autor

A. J. Gevaerd

A. J. Gevaerd nasceu em Maringá (PR), em 1962, e foi professor de química até 1986, quando abandonou a profissão para se dedicar exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do gênero em todo o mundo, com mais de 3.000 associados. Em 1985, Gevaerd fundou a Revista UFO, única publicação sobre Ufologia no país, com 25 anos de existência, e a mais antiga em circulação em todo o mundo. O editor interessou-se por Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos, ouvindo histórias de observação de naves e contatos com seres extraterrestres, e começou suas atividades na Ufologia imediatamente, fazendo suas primeiras investigações e vigílias. Fez sua primeira palestra sobre UFOs no colégio em que estudava, aos 15 anos, e de lá para cá realizou mais de 2.000 em todo o Brasil. A partir de 1989, começou a se apresentar também no exterior, tendo realizado pesquisas e mais de 600 palestras em 54 países. É diretor no país, desde 1986, da Mutual UFO Network (MUFON), e, desde 1991, do Annual International UFO Congress, um dos eventos de Ufologia mais concorridos da atualidade. Foi um dos idealizadores da campanha pioneira UFOs: Liberdade de Informação Já, lançada em 2004 pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), da qual é coordenador. O pesquisador tem participação ativa em praticamente todos os círculos mundiais onde o Fenômeno UFO é tratado com seriedade, participando de eventos, debates, programas, campanhas etc.

Comentários