ARTIGO

A ciência dos UFOs

Por Luiz Vieira de Matos | Edição 258 | 01 de Junho de 2018

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Créditos: RAFAEL AMORIM, EXCLUSIVO PARA A REVISTA UFO

A ciência dos UFOs

Ao longo de décadas de estudos e investigações sobre o Fenômeno UFO, o modo de voo desses objetos tem sido um dos pontos que mais nos intriga. E quando falamos em modo de voo não nos referimos unicamente aos meios de propulsão que possam ser utilizados por tais naves. A verdade é que os motores que as equipam e os combustíveis que os alimentam, ainda que possam estar baseados em conceitos completamente diferentes daqueles que nós utilizamos, no fundo nada mais são do que isso: motores e propulsão.

Nossos estudos estão direcionados para o modo do voo dessas aeronaves, ou seja, para a possibilidade que elas têm de pairar, de efetuar repentinas mudanças de direção em ângulos agudos sem sequer se inclinarem, de inverter a direção de voo de forma instantânea, de atingir velocidades de milhares de quilômetros por hora quase que instantaneamente. E tudo isso sem produzirem qualquer som. Como é possível?

Para tentarmos entender que tipo de tecnologias os UFOs poderiam utilizar para efetuarem todas essas “mágicas” que parecem contrariar as leis físicas conhecidas, resolvemos comparar seus feitos com as tecnologias que nós, humanos, possuímos. Recorremos também ao conhecimento teórico sobre tecnologias que ainda estão em estudo, ou seja, ainda são hipóteses, mas cuja possibilidade de se tornar exequíveis só depende de conseguirmos encontrar os meios necessários para o fazer.

Tecnologia alienígena entre nós

Do mesmo modo que muitos outros estudiosos, este autor crê que a humanidade já faça uso de tecnologias alienígenas que foram reproduzidas pelos nossos cientistas. Certamente, elas foram adquiridas após o estudo e entendimento de suas funções nos UFOs que se encontram em posse de complexos científico-militares de algumas grandes potências mundiais, como os Estados Unidos. Tais naves provavelmente se acidentaram ou foram abatidas em nosso planeta e, após capturadas e recolhidas a hangares ou laboratórios, cientistas utilizaram nelas o método da engenharia reversa, que nada mais é do que a desmontagem e estudo minucioso dos diversos componentes de desconhecidas tecnologias para compreender o funcionamento e a finalidade de tais máquinas.

Autores sérios e estudiosos confiáveis da temática ufológica têm feito todo tipo de afirmações e colocado sobre a mesa uma variedade enorme de hipóteses sobre esse assunto, alguns de forma primorosa. Mas é importante esclarecer ao leitor que mesmo aqueles estudos que contêm bases científicas e que apresentam dados concreto, que lhes fornecem credibilidade, são sempre dotados de determinado grau de racionalidade dedutiva — isso acontece porque nesse campo praticamente nada é confirmável. No entanto, não existe outro modo de conceber e apresentar tais ideias, teorias e hipóteses.

O Fenômeno UFO, por si, é imprevisível e fortuito, e não temos como pegar uma dessas naves ou um dos seres que as controlam e estudá-los em laboratório. E é precisamente a impossibilidade deste estudo físico que alimenta as dúvidas levantadas sobre as teses apresentadas pelos investigadores da matéria. No entanto, dentro da elite científico-militar das grandes potências mundiais, existem pequenos grupos que têm livre acesso às naves alienígenas recuperadas em acidentes e seus tripulantes, vivos ou mortos, mas eles mantêm tais segredos fechados a sete chaves, nos hangares e laboratórios ultrassecretos desses mesmos países.

Aqueles que usufruem do privilégio de ter esse contato direto e a prerrogativa de estudar presencialmente tais artefatos e seres estão proibidos de falar sobre o que veem e, sobretudo, de divulgar qualquer informação, por mais insignificante que seja, relacionada ao trabalho que efetuam. Esse silêncio lhes é imposto em troca da distinção que lhes é dada e baseia-se em algo acima de qualquer discussão — a segurança nacional. O que nos leva a pensar assim é o fato de haver uma perceptível camuflagem das atividades desenvolvidas em certas áreas reconhecidamente científico-militares, o elevadíssimo nível de segurança existente em tais locais, além de ser praticamente impossível nos comunicarmos com as pessoas que lá trabalham. Logicamente, a junção de todos esses fatores incomuns levanta fortes suspeitas.

Contrainformação

Contribuindo para o aumento de nossas desconfianças está o fato de que quando alguma das pessoas que trabalharam nessas áreas restritas quebra o silêncio a que se comprometeu e decide falar publicamente sobre o que presenciou, de imediato uma exagerada onda de contrainformação e descrédito é lançada sobre ela, levantando de modo contundente todo o tipo de dúvidas sobre a sua idoneidade e o seu estado mental. Por tais motivos, muitos daqueles que estão diretamente envolvidos nessas atividades só contam a seus familiares e amigos aquilo que viram e viveram, e ainda assim somente quando estão já no fim da vida.

São esses testemunhos que, em conjunto com os vazamentos e declarações de ex-membros de agências de inteligência, de cientistas ligados a certos programas sigilosos, de militares e até de astronautas — e graças ao árduo trabalho de poucos, mas perseverantes investigadores do Fenômeno UFO —, que as informações são passadas e chegam até nós. Assim, aos cruzarmos os dados recolhidos dessas diversas fontes com aqueles que já possuímos, podemos verificar se estes nos permitem esclarecer ou acrescentar algo relevante ao nosso conhecimento sobre o assunto. Esse é um dos modos que nos permite confirmar nossas suspeitas sobre haver tecnologias alienígenas sendo replicadas por nós por meio de engenharia reversa.

FONTE: RAFAEL AMORIM

Discos voadores acidentados foram desmontados e alguns de seus componentes foram copiados pela indústria apoiada por governos

Ciente de que essa metodologia é aplicada, quando nos deparamos com uma nova tecnologia que comprovadamente sabemos não ser resultado de uma prévia bateria de estudos e testes científicos, as dúvidas começam a surgir e aparecem questões sobre como foi que se chegou a tal descoberta e de onde ela veio. Tecnologias que surgem como que vindas do nada, ao que tudo indica, têm proveniência alienígena. Reforçando tal possibilidade, note-se o fato de que sabemos que algumas dessas tecnologias não faziam parte de quaisquer estudos ou pesquisas científicas antes, porque simplesmente sequer se tinha conhecimento da sua existência. Assim, é possível que tenham sido encontradas por processo da engenharia reversa e, uma vez compreendido o seu funcionamento e utilidade, foram copiadas, acrescentando conhecimento e avanço à nossa ciência.

Entre tais réplicas de tecnologias extraterrestres, acreditamos que se encontram os transistores, os circuitos integrados, os chips, o laser, a fibra ótica, a tecnologia stealth, a nanotecnologia, as lentes de visão noturna e o kevlar. Acreditamos também que outros itens comuns em naves alienígenas e alguns daqueles utilizados por seus tripulantes, apesar de já terem sido entendidos por nossos cientistas, ainda não foram replicados porque não temos os meios técnicos para fazê-lo ou os materiais que os compõem. A seguir passaremos a conhecer algumas dessas espantosas tecnologias que acreditamos terem procedência alienígena.

Manipulação da luz

A luz é um elemento presente em praticamente todas as manifestações ufológicas. Não são poucos os relatos indicando que fenômenos luminosos antecederam o surgimento dos objetos ou mesmo relatos de UFOs que surgiram a partir deles — o que nos faz pensar que nossos visitantes têm algum tipo de tecnologia capaz de manipular a luz ou pelo menos manipular alguns dos seus aspectos. A luz é um fenômeno natural, uma radiação eletromagnética de pura energia que se propaga em diferentes meios materiais, inclusive no vácuo. É constituída por pequenas partículas de força eletromagnética chamadas fótons ou quanta, que não têm nenhuma subestrutura e são indivisíveis. O seu comprimento de onda situa-se entre os infravermelhos e os ultravioletas, dentro das frequências de 400 a 750 nanômetros, o que torna possível ao nosso sistema de visão captá-la.

A velocidade de propagação da luz é da ordem dos 300.000 km/s e tem a capacidade de poder se comportar tanto como luz quanto como partícula. Sem ela, a vida tal qual a conhecemos não existiria. Assim, podemos afirmar que a luz é, também, uma fonte de vida. Um exemplo concreto da manipulação da luz por parte dos alienígenas nos é dado quando da manifestação de um deles no quarto de um abduzido, naquilo a que se convencionou chamar de visitas de dormitório: repentinamente surge um ponto de luz no quarto, que vai aumentando até atingir o tamanho de uma bola com dimensões razoáveis, e, invariavelmente, dela surge um ser que, regra geral, é um pequeno grey [Cinza].

O abduzido é então conduzido pelo alienígena para dentro da bola de luz. Todos as pessoas que permaneceram despertas durante tais acontecimentos relatam que, uma vez envoltas pela luz, começam a flutuar. Contam ainda que, uma vez dentro da bola de luz, atravessam janelas e portas que se encontram fechadas ou passam através de paredes e telhados. Mas se acreditamos em tais depoimentos, temos que entender como tais situações são possíveis, uma vez que, de acordo com o Princípio da Impenetrabilidade de Newton, “dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo”.

A ação da física quântica

Essa estranha maneira de se “passear” por dentro de corpos sólidos há muito é procurada por nossos cientistas. Teoricamente, a possibilidade de se alcançar tal feito é explicada e pode ser entendida por intermédio da física quântica. Contudo, ainda carecemos dos meios científicos e tecnológicos que nos permitam concretizar essa proeza. No entanto, já conhecemos os passos necessários para fazê-lo. Primeiro, precisamos anular ou repelir a gravidade, para que não exista nenhuma massa nos puxando para baixo — o fato de que tanto o alienígena como o humano abduzido começam a flutuar assim que entram na bola de luz indica que aquele é um ambiente no qual a gravidade é inexistente.

Sabemos que a passagem de objetos sólidos uns através dos outros é impedida por repulsão elétrica dos átomos que constituem a matéria que forma tais objetos, e também sabemos que certos comprimentos de onda atravessam objetos sólidos. Alguns exemplos são os raios gama, ondas de rádio e telefonia, raios x e, em determinadas circunstâncias, a luz. Assim, se conseguirmos acessar a onda, a frequência e a vibração corretas, a anulação da repulsão elétrica será exequível, e isso permitirá que se utilizem os espaços existentes entre os átomos que formam os objetos sólidos para abrir uma passagem através deles.

Ou seja, se a bola de luz que envolve o abduzido e o alienígena funcionar como uma bolha hermética, mantendo os corpos em seu interior isolados e sem que haja qualquer contato com as paredes da bola e com o exterior, a intangibilidade de atravessar corpos sólidos pode ser superada. Esse conjunto de conhecimentos científicos mostra a possibilidade de se atravessar corpos sólidos, algo que a nossa ciência vem procurando aplicar desde longa data, sem ainda ter encontrado os meios e os dispositivos técnicos que nos permitam concretizar tal feito. Por seu lado, as ações alienígenas mostram que eles já dominam tal ou tais tecnologias. O tempo dirá se conseguiremos reproduzir o feito.

Os tubos alienígenas

Outra tecnologia muito relatada por testemunhas é um pequeno tubo de cor negra, parecido com uma lanterna, que emite um feixe de luz vermelha ou avermelhada e que parece fazer parte dos equipamentos comuns a quase todos os alienígenas quando vistos em ação na Terra — nossos visitantes parecem recorrer ao uso desse artefato sempre que surgem situações que podem colocá-los em risco, levar perigo à integridade das testemunhas ou ainda para pura e simplesmente neutralizar os seres humanos. Por isso, tudo indica que os tais tubos se tratem ou são usados como dispositivos de segurança.

Milhares de testemunhas que já sentiram o efeito do feixe de luz produzido por tal artefato descrevem que ele tem a uma função paralisante: mal são atingidas pelo feixe e seus corpos ficam imediata e completamente imobilizados, embora seus sentidos e raciocínio permaneçam ativos. Nos exames médicos efetuados nas vítimas se constatou que nenhum dos órgãos vitais fora afetado, e não se encontrou sequelas físicas.

FONTE: WIRED

Coisas que usamos diariamente, como o raio laser, também podem ter sido copiadas de tecnologias encontradas dentro de naves acidentadas

As explicações científicas oferecidas para a paralisia das pessoas por este método incluem uma disfunção da via nervosa do cérebro para os músculos provocada pela ação do feixe de luz. Essa disfunção, que permitiria que os músculos permanecessem em seu estado normal, os faria perder o estímulo nervoso e se paralisarem por completo, pois já não apresentariam capacidade de contração. Outra explicação poderia ser uma compressão momentânea dos nervos periféricos, também ocasionada pelo feixe luminoso, o que invariavelmente conduziria à paralisia. Nesse caso, tudo indica que a imobilização é provocada pelo desestímulo de um efetor ou músculo do sistema nervoso autônomo, uma vez que o seu efeito é essencialmente motor.

Essa é a explicação médico-científica que nos permite entender o modo como o tubo alienígena atua sobre nós. Por enquanto, entretanto, nada indica que já tenhamos reproduzido um artefato semelhante. Em seu lugar nós usamos um dispositivo ainda bastante rudimentar: a pistola de choque elétrico, que, além de produzir um efeito de pouca duração e ser doloroso, só funciona mediante o contato físico e é extremamente contundente, com capacidade de provocar lesões e até mesmo a morte das pessoas atingidas. Já o tubo alienígena, tanto quanto se sabe, não produz dor nem quaisquer efeitos físicos secundários.

Cortes de energia elétrica

Por inúmeras vezes já foi constatado que a presença de UFOs sobre centrais elétricas, estações e subestações de eletricidade e postes de derivação de alta tensão normalmente leva à interrupção do fornecimento de energia em vastas áreas, os famosos apagões ou blecautes. Também é comum ocorrerem cortes de corrente quando as naves se aproximam de automóveis, caminhões ou barcos. Mas por que isso acontece?

Sabemos que a emanação de uma forte força eletromagnética interrompe a passagem da eletricidade, desligando determinados componentes usados para produzi-la ou mantê-la funcionando. Quando essa força cessa, a eletricidade volta a fluir normalmente e, de modo geral, tanto as centrais geradoras da energia como as redes de distribuição voltam a funcionar normalmente, sem apresentarem quaisquer danos — a presença de UFOs sobre nossas fontes de geração de energia produz exatamente os mesmos efeitos. Tal fato, aliado a outros efeitos, como o tipo de sequelas que atingem as pessoas que inadvertidamente se aproximam demasiado de tais objetos, mostram que eles emanam uma grande força eletromagnética.

As naves que se acidentaram ou foram abatidas em nosso planeta, após recolhidas a hangares ou laboratórios, passaram pelo método da engenharia reversa, que nada mais é do que a desmontagem e estudo minucioso dos diversos componentes

No entanto, quando esses mesmos UFOs se aproximam de nossas aeronaves, a corrente elétrica delas não é cortada — somente, por vezes, os instrumentos de bordo são afetados. Tal situação pode indicar que tais naves alienígenas possuem um meio de anular, diminuir ou desviar a emanação da força eletromagnética que produzem, nitidamente com a finalidade de evitar serem a causa de um desastre.

Fazendo uso de tecnologias semelhantes, a ciência humana já produz artefatos capazes de produzir uma descarga eletromagnética direcionada. Mas sua finalidade não é a de interromper a passagem da corrente elétrica, mas de anular o alvo selecionado. Ou seja, há armas que lançam uma descarga eletromagnética com a finalidade de eliminar ou apagar quem for atingido. E existem outros dispositivos menores, como lanternas, que à distância descarregam por completo baterias de celulares, de máquinas fotográficas, de filmadoras e até baterias de automóveis.

Como os UFOs se mantêm no ar?

Todos conhecemos a capacidade que os UFOs têm de pairar. Quem já teve a oportunidade de testemunhar ou de assistir a filmagem de uma nave alienígena sabe que esses objetos podem interromper seu voo repentinamente e manter-se pairando, estacionário, por quanto tempo quiserem seus pilotos. Também já foi verificado que, às vezes, tais veículos se movimentam tão lentamente que sua velocidade de deslocamento não pode, por si, ser o fator que as mantém estáveis e voando.

Nossos aviões não podem pairar, e quando muito conseguem decolar ou pousar verticalmente. Para isso é necessário que a expulsão dos gases de seus motores de milhares de cavalos-força seja direcionada para o solo, e com isso produza um empuxo de ar capaz de as empurrar para cima — e essa operação provoca uma visível instabilidade no seu equilíbrio. Já os UFOs, até onde sabemos, não utilizam motores de reação nem tampouco expelem jatos de ar provenientes da exaustão provocada pela queima de gases. Sendo assim, forçosamente, eles têm que possuir algum mecanismo capaz de contrariar a força da gravidade, de modo a neutralizá-la, invertê-la ou defleti-la.

Já no final do século XIX, o gênio, cientista, engenheiro eletrotécnico e inventor austríaco Nikola Tesla testava meios capazes de anular a força da gravidade. Desde então, cientistas de todo o mundo têm procurado encontrar o modo de produzir um mecanismo antigravitacional. Alguns conseguiram obter êxito considerável em suas experiências, mas, ao que se sabe, uma máquina com verdadeira capacidade de repelir a gravidade ainda não foi construída ou a sua construção foi mantida em segredo.

FONTE: USAF

Aviões como o F-117 Nighthawk teriam sua tecnologia invisível aos radares retirada de UFOs

Sabemos que a força gravitacional da Terra é de 9.8 m/s². Caso algum artefato consiga produzir uma força antigravitacional de igual valor, qualquer objeto, independentemente de seu tamanho e peso, poderá ser levantado verticalmente sem a necessidade do uso de forças mecânicas. O sistema mais testado na tentativa de se anular a gravidade é o eletromagnetismo assessorado por mercúrio líquido. Isso significa que a ciência já descobriu que dois anéis eletromagnetizados girando em sentidos opostos, quando montados sobre uma base discoide preenchida com mercúrio líquido, provocam a levitação do objeto colocado acima deles. Esse princípio é utilizado nos atuais motores de vórtice de mercúrio.

Nos avistamentos de UFOs que têm formato de um disco voador clássico, ou seja, de dois pratos unidos pelas bordas, não são raros os relatos de que a parte inferior gira em uma determinada direção ou que entre a junção dos dois pratos havia anéis que giravam em sentidos opostos. Esse funcionamento pode indicar que os UFOs fazem uso de um sistema desenvolvido pelo binômio mercúrio-eletromagnetismo possibilitando-lhes, assim, anular a força de gravidade.

Quando resfriado ou rodeado por temperaturas negativas, esse mecanismo experimenta um aumento em sua capacidade magnética, permitindo acelerações incríveis. Temperaturas negativas em contato com o ar mais quente provocam uma névoa de vapor. Tal fato pode ser uma explicação para as nuvens ou névoas que os UFOs muitas vezes produzem. E ainda tal processo, ao provocar o aquecimento do plasma hidrodinâmico — fenômeno devidamente explicado pela hidrodinâmica quântica —, dá origem à ionização do ar, que resulta em uma luminescência. Essa química também pode ser uma explicação para a aura de luz que envolve quase todas as naves alienígenas.

A avançadíssima e secreta aeronave TR-3B, da Força Aérea Norte-Americana (USAF), por parecer possuir anéis que dão a sensação de rodarem entre si e em sentidos opostos no centro da sua parte inferior, e por seu comportamento em voo, capaz de pairar e acelerar repentinamente, leva a crer que dispõe de algum ou alguns dos mecanismos acima mencionados. Por tais motivos, e devido ao seu invulgar formato triangular, o TR-3B tem sido constantemente confundido com UFOs.

Velocidades vertiginosas

Algo que sempre distingue os UFOs, e não só por intermédio dos relatos das testemunhas oculares e pelo conteúdo de milhares de filmagens, como também nos registros efetuados por radares civis e militares de todo o mundo, é a capacidade que esses artefatos têm de alcançar repentinamente velocidades estonteantes, que os levam de zero a milhares de quilômetros em poucos segundos. Como conseguem tal feito?

O atrito com o ar, ou seja, a resistência que a atmosfera terrestre oferece ao ser “perfurada”, obriga as nossas aeronaves a empurrarem todos os átomos e poeira existentes à sua frente, de modo a abrir uma “passagem” e avançar através deles. O atrito, assim como a massa, são fatores que impedem as aeronaves de atingirem velocidades superiores às que têm hoje, sobretudo em sua fase inicial de voo.

Entre as réplicas de tecnologias extraterrestres, surgidas da engenharia reversa, estariam os transistores, os circuitos integrados, os chips, o raio laser, a fibra ótica, a tecnologia invisível stealth, a nanotecnologia, as lentes de visão noturna e o kevlar

Para conseguirem alcançar velocidades de cruzeiro, algo em torno de 800 a 900 km/h, aviões comerciais têm que subir a altitudes superiores a 10.000 ou 12.000 m, pois a tais altitudes o ar torna-se mais rarefeito, não oferecendo tanta resistência, o que diminui o atrito. Essa escassez de ar, aliada à distância do nível do mar devido à altitude, também diminui a pressão atmosférica exercida sobre a aeronave, o que se traduz em uma redução da força de gravidade, fazendo com que o avião fique mais leve.

Devido à forte diminuição do atrito, voar a tais altitudes não só proporciona um menor desgaste dos componentes, uma vez que a fricção atmosférica cai drasticamente, como também permite uma acentuada redução no consumo de combustível, já que os motores necessitam de apenas uma parte da sua potência para manterem a aeronave em voo. Quando estão no solo, eles precisam vencer a inércia para iniciarem seu movimento, o que os impede de ter uma elevada velocidade inicial. Vencer a inércia corresponde ao arranque de um corpo que se encontra parado — para que uma aeronave inicie sua marcha, é necessário que os seus motores lhe transmitam uma força mecânica de milhares de cavalos de potência, capaz de fazer movimentar as dezenas de toneladas de peso de seu corpo.

Velocidades supersônicas

No tocante à velocidade, ainda é necessário ter-se em conta que dentro de nossa atmosfera as aeronaves que atingem velocidades supersônicas necessitam de tratamentos distintos. Em velocidades superiores à velocidade do som, aproximadamente 1.225 km/h, o atrito provoca o aquecimento acelerado do exterior da nave, sendo necessário proteger sua fuselagem com componentes especiais misturados com tintas apropriadas ou fazer a sua proteção com placas refratárias específicas, além de se colocar determinados reforços estruturais, inexistentes nas aeronaves comuns. Tais cuidados são indispensáveis para se evitar que as altas temperaturas derretam a aeronave e “cozinhem” o que se encontra em seu interior, ou que pura e simplesmente se desmanchem em pleno voo.

Apesar de todas essas situações e regras obrigatórias que nossas aeronaves precisam seguir para poderem voar, os UFOs parecem desprezar tudo isso — eles atingem velocidades elevadíssimas, da ordem de milhares de quilômetros por hora logo no início de seus voos, e executam manobras que fariam com que nossos mais sofisticados aviões se quebrassem de imediato. Tais naves nos dão a sensação que não respeitam as leis da física que nós conhecemos, mostrando que não estão sujeitos às mesmas dificuldades e normas que as nossas enfrentam.

Mas certamente as leis da física que conhecemos e regem o nosso mundo são as mesmas tanto para nós, humanos, como para os alienígenas. A diferença está na tecnologia usada por esses últimos na construção das suas naves e em seu modo de voar — não só os sistemas de propulsão dos UFOs nada têm a ver com os que utilizamos em nossas aeronaves, como o modo de se deslocarem em nosso meio é completamente diferente daquele que usamos.

Campos antigravitacionais

Os UFOs voam em nossa atmosfera e fora dela, havendo muitos, se não todos, que também podem penetrar e navegar sob as águas dos oceanos, rios e lagos. Para terem a capacidade de se deslocar em todos esses diferentes meios, não podem utilizar o mesmo tipo de propulsão que nossas aeronaves usam. O sistema utilizado por uma das nossas naves espaciais não é o mesmo que o usado por um dos nossos submarinos. Os motores que equipam os nossos aviões não têm como funcionar no espaço exterior, pois só funcionam dentro da atmosfera do planeta. Mas para os UFOs, o meio em que trafegam não é uma limitação.

Tal fato nos faz pensar que os artefatos têm diversos tipos de propulsão ou fazem uso de algum tipo de mecanismo que, por si, é capaz de impulsioná-los seja em que ambiente for. Com base no que tem sido apurado por meio da observação de seus repetitivos comportamentos, e pelas informações vazadas por informantes sobre o estudo dos mecanismos encontrados durante os processos secretos de engenharia reversa, tudo indica que tais naves tenham um sistema antigravitacional que não deve estar diretamente conectado ao modo de propulsão.

FONTE: UFO PHOTO ARCHIVES

Discos voadores podem pairar no ar, não emitem sons e não liberam gases de motores a combustão

Tal sistema de antigravidade seria justamente o que permitiria aos UFOs efetuar não só navegar em diversos meios, como realizar as impossíveis manobras que os caracterizam. Whitt Bandley, chefe do Escritório de Conceitos Avançados do Centro Marshall, ligado à Agência Espacial Norte-Americana (NASA), explica que a anulação da gravidade torna possível manipular os campos em volta de uma aeronave para produzir um forte campo antigravitacional à sua frente e um fraco campo atrás. Desse modo, o veículo é acelerado para a frente, atingindo altíssimas velocidades em poucos segundos.

A utilização de campos antigravitacionais em voos atmosféricos causaria um colapso molecular no ar, abrindo um tipo de “túnel de vácuo”. Assim, é como se a nave fosse sugada em direção a esse vácuo, passando o seu deslocamento a ser feito como se estivesse no interior de uma bolha de vácuo. Como ela não tem contato com a atmosfera, não necessita vencer a inércia nem o atrito, pois esses não existem no vácuo — e isso lhe permitiria atingir velocidades incríveis logo após iniciar o seu voo.

Por outro lado, dentro desse ambiente de vácuo antigravitacional, os tripulantes dos UFOs não irão sofrer os efeitos das brutais forças G resultantes das enormes acelerações e das bruscas mudanças de direção, pois, em um ambiente sem gravidade, tais implicações não são sentidas. Caso os UFOs se desloquem dessa maneira, isso não só explicaria os seus insólitos comportamentos como desvendaria a “mágica” por trás de suas impossíveis manobras, demostrando que as leis físicas de nosso espaço-tempo não são violadas por eles.

A incrível magia dos UFOs

Dentro desse quadro, analisemos então os incomuns e mágicos comportamentos das naves alienígenas. Quando nossos aviões ultrapassam a barreira do som, provocam um forte estampido ou estrondo sônico. Isso acontece porque as ondas sonoras são resultantes de uma compressão mecânica longitudinal que se propaga em um meio físico, o ar. Assim, no exato momento em que a velocidade da aeronave ultrapassa a do som, a compressão efetuada sobre as ondas sonoras faz com que elas se rompam, produzindo o tal estrondo sônico.

UFOs, com muito mais facilidade e rapidez do que as nossas aeronaves, ultrapassam a barreira do som sem produzir ruídos. Tal silêncio pode ser explicado por eles estarem viajando dentro de uma bolha de vácuo, pois, como sabemos, o som não se propaga no vácuo, uma vez que esse não é um meio material. A título de curiosidade, vale lembrar que existem outras possibilidades para se evitar a propagação do som, como por exemplo o aeródino, um engenho eletromagnético dinâmico criado pelo cientista e investigador francês Jean-Pierre Petit. Mas esse tipo de dispositivo não é certamente o utilizado pelos UFOs, uma vez que produz um movimento rápido dos elementos à sua volta — seja ar ou água — para que não se produzam ondas de choque. Movimentos assim, por norma, são inexistentes na presença das naves alienígenas.

Túnel de vácuo

Ainda em relação às altas velocidades que os UFOs são capazes de atingir, há décadas que se sabe de pelo menos um modo de elas poderem ser atingidas. Townsend Brown, certamente um dos maiores cientistas da humanidade e participante principal do conhecido Projeto Filadélfia, levado a cabo conjuntamente com Albert Einstein, estava convencido da existência de uma relação entre a eletricidade e a gravidade. Para demonstrar essa ligação, Brown conectou uma série de discos de um metro de diâmetro a um pivô central por meio de um fio que lhes transmitia uma corrente elétrica de determinada amperagem e tensão, conseguindo que os discos voassem em torno de um círculo de 15 m de diâmetro.  A experiência demonstrou que os discos tinham a capacidade de voar no vácuo a velocidades impressionantes — e quanto maior voltagem lhes fosse aplicada, maiores eram as suas velocidades.

A demonstração de Brown obteve tamanho sucesso no meio científico-militar dos Estados Unidos que as autoridades, fazendo uso do jargão “segurança nacional”, de imediato a consideraram supersecreta. E assim nunca mais se ouviu falar dela. Qualquer artefato sólido que penetre a água produz um chapisco, levantamento ou onda, e ao emergirem eles veem escorrendo, encharcados.

Mas com a maioria dos UFOs que são vistos entrando ou saindo das nossas águas, isso não acontece — eles não levantam ondas ao mergulharem nem saem dela pingando. Uma possível explicação para esse fato é, mais uma vez, a bolha de vácuo. Se os objetos se deslocarem dentro de uma bolha de vácuo, sua fuselagem não entra em contato com a água, e assim não têm como movimentá-la nem como se molhar com ela.

Os abduzidos são conduzidos para dentro de uma bola de luz. Eles permaneceram despertos durante tais acontecimentos e relatam que, uma vez envoltos pela luz, começam a flutuar. Contam que dentro da bola de luz eles atravessam até paredes sólidas

E ainda, caso os UFOs se desloquem dentro de uma bolha de vácuo, isso permitirá que mudem de direção repentinamente, fazendo curvas de 90º ou até invertendo seu voo em 180º, sem necessidade de se inclinarem ou de pararem. Isso porque, para efetuarem tais manobras, basta que alterem a direção do campo ou dos campos antigravitacionais que provocam o colapso das moléculas atmosféricas e criem um novo túnel de vácuo que os leve para uma direção diferente daquela que vinham seguindo.

A tecnologia alienígena que repele ou possibilita a anulação da força de gravidade e cria os túneis de vácuo é uma explicação lógica e racional para quase todos os misteriosos comportamentos dos UFOs em nosso meio ambiente, embora não saibamos se é essa a tecnologia usada pelos seus tripulantes. Mas sabemos que ela é exequível e que os nossos cientistas continuam trabalhando no sentido de produzirem engenhos com a capacidade de criar as tais bolhas de vácuo. É só uma questão de tempo para que se encontre a tecnologia necessária para reproduzi-la. Isso se é que tal fato já não aconteceu, pelo menos parcialmente, com a citada aeronave triangular TR-3B.

É o possível conhecimento dessas tecnologias alienígenas, algumas muito semelhantes às tecnologias humanas com aplicabilidade rotineira em nosso mundo, que nos leva a crer que nossos cientistas já copiaram ou replicaram pelo menos uma pequena percentagem delas. Sem dúvida há outras que continuam em estudo e provavelmente grande parte delas nem sequer conseguimos ainda entender.

Tecnologia alien e desinformação

Ao longo das mais de cinco décadas de estudo e investigação deste autor sobre o Fenômeno UFO, sempre tentei dar base científica ou agregar dados científicos às análises feitas e à construção das teorias que apresento. Mas no decorrer de todos esses anos, deparei-me — e ainda me deparo — com certas situações e acontecimentos para os quais a nossa ciência sequer cogita quaisquer suposições explicativas. No entanto, apesar desses casos insólitos, não abdico das raízes científicas para o tratamento da questão ufológica. Isso porque acredito que a ciência humana ainda não evoluiu o suficiente para conseguir produzir explicações racionais para o fenômeno.

Lembremo-nos, por exemplo, de Bob Lazar, que no início dos anos 90 declarou publicamente ter trabalhado em um laboratório secreto ligado à Área 51, nos Estados Unidos, pesquisando o sistema de propulsão de UFOs acidentados e resgatados pelo governo norte-americano. Segundo ele, no decorrer de seu trabalho havia tomado conhecimento da existência do elemento químico 115, um acelerador de prótons usado nos minirreatores que impulsionariam os UFOs.

Elemento sintético superpesado

Lazar, segundo se crê, é físico nuclear ou tem formação nessa área. Mas como o seu passado foi misteriosamente apagado, parece não ser possível confirmar o grau de estudos que possui. Devido às suas revelações, foi impiedosamente atacado pelos serviços de Inteligência norte-americanos, que afirmavam que suas declarações eram falsas e que a Área 51 não existia. O informante foi também incisivamente difamado por seus colegas cientistas, que o acusaram de não ter conhecimentos para falar sobre a matéria e por referir-se ao elemento 115, que, por ser desconhecido, era tido como inexistente. Devido a todos esses ataques pessoais sofridos por Lazar, muitos o consideraram um lunático ou alguém em busca de seus 15 minutos de fama.

No entanto, em 2004, cientistas suecos descobriram o ununpêntio, um elemento sintético superpesado, cujo número atômico é 115. Ou seja, é o elemento 115 ao qual Lazar havia se referido mais de 20 anos antes. E em 2013, devido ao vazamento de fotografias aéreas efetuadas por astronautas norte-americanos sobre o Deserto de Nevada, nas proximidades da cidade de Los Angeles, que mostravam instalações militares desconhecidas, as autoridades do país foram forçadas a admitir que elas pertenciam à Área 51. Lazar estava certo mais uma vez.

FONTE: USAF

A avançadíssima e secreta aeronave TR-3B parece possuir uma tecnologia completamente revolucionária, que lhe permitiria a antigravidade

Há um exemplo concreto para o que se acaba de afirmar sobre a existência de tecnologias alienígenas que apareceram entre nós anos mais tarde, após terem sido observadas nos UFOs. Na África, em 1976, onde hoje é o Sudão do Sul, conheci um feiticeiro de uma tribo local chamado de No Shadow [Sem sombra]. Feiticeiro naquele local é uma espécie de bruxo que executa feitiços, procede a magias, faz premonições e aconselha o soba, chefe da aldeia — é um membro praticamente obrigatório na maioria das vilas ou sanzalas indígenas do interior de África. Seu nome, No Shadow, vinha da possibilidade que ele tinha de se tornar invisível, de desaparecer enquanto a sua sombra ia se extinguindo.

Essa magia da invisibilidade era possível com o uso de um artefato que lhe fora dado por um ser alienígena em um encontro, com a finalidade de o feiticeiro passar despercebido entre os bandos de leões existentes em uma região na qual ele deveria proceder à colheita da flor de um determinado cacto, que a entidade alienígena necessitava. Uma fração de segundo após acionar o dispositivo, No Shadow tornava-se invisível. Foi somente por ter assistido ao seu desaparecimento em cinco diferentes ocasiões que me foi possível notar o surgimento de uma sutil película transparente que aparecia sobre a sua cabeça, e que à medida que descia por seu corpo o fazia desaparecer. Toda a ação não chegava a demorar dois segundos.

Outra tecnologia muito relatada por testemunhas é um pequeno tubo de cor negra, parecido com uma lanterna, que emite um feixe de luz vermelha que parece fazer parte dos equipamentos comuns a quase todos os ETs quando vistos em ação na Terra

Por acaso, em 2017, assisti a um vídeo, hoje facilmente encontrado no YouTube, no qual um professor universitário chinês mostra a sua invenção, uma película transparente capaz de torná-lo invisível quando cobre seu corpo com ela. Exatamente como acontecia com o feiticeiro No Shadow há mais de 40 anos, no coração de África, fazendo uso de um dispositivo alienígena.

Com base no que acabamos de descrever, levantamos a hipótese de que os UFOs podem fazer uso desse tipo de dispositivo de invisibilidade, ou de outro semelhante, para realizarem seus súbitos aparecimentos e desaparecimentos. Essa é uma hipótese válida como qualquer outra. E se a invisibilidade destes artefatos for proveniente de um modo de camuflagem simples assim, tal princípio substitui as restantes e complicadas teorias que vão desde a necessidade do uso de um dispositivo capaz de manipular a matéria até sistemas ainda não compreendidos que permitiriam a passagem entre diferentes universos, ou a algo ainda mais sofisticado. Por vezes, as soluções mais simples produzem os efeitos mais inesperados.

Pelo menos quatro gerações se passaram desde que comecei a estudar e a tentar entender o que são essas naves desconhecidas que nos visitam e quem ou o que são os seres que as controlam. Errei muitas vezes e continuarei a errar. Mas, passo a passo, lentamente, vou encontrando aqui e ali matérias que nos aproximam cada vez mais de uma explicação para o Fenômeno UFO. Ou pelo menos para parte dele, pois, afinal, parafraseando o grande pensador e filósofo grego Sócrates: “Sabedoria é reconhecer o quão pouco sabemos”.

 


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Sobre o Autor

Luiz Vieira de Matos

Convidado especial

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