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Informações finais do observatório Planck confirmam teorias sobre surgimento do Universo

Por Equipe UFO | 20 de Julho de 2018

Imagem de galáxias distantes pelo telescópio espacial Hubble
Créditos: NASA

Informações finais do observatório Planck confirmam teorias sobre surgimento do Universo

O telescópio Planck foi lançado pela Agência Espacial Europeia (ESA) em 14 de maio de 2009 e posicionado em órbita do Ponto Lagrange L2, a 1,5 milhão de quilômetros da Terra. Esse local se situa na parte exterior da órbita Terrestre, ao longo da reta que une a Terra e o Sol. O futuro telescópio James Webb da NASA será também inserido nessa região. Essencialmente a missão Planck se destinava a medir a temperatura em todas as direções da Radiação Cósmica de Fundo (CMB), que pode ser definida como um eco eletromagnético do Big Bang, o início do Universo. Vale lembrar que este nada teve a ver com uma explosão, sendo melhor descrito como uma súbita e acelerada expansão.

Os novos dados divulgados comprovam a validade do modelo padrão da cosmologia, que é a melhor explicação para o que vemos atualmente no Universo conforme o conhecimento atual. Esse modelo é baseado na Relatividade Geral e foi adicionado mais recentemente com a matéria escura, cuja ação é responsável pela atração gravitacional que mantém galáxias e os grandes aglomerados de galáxias unidos. Outro acréscimo recente foi a energia escura, conceito responsável pela aceleração na expansão do Universo, conforme foi constatado a partir de meados dos anos 90. As observações do Planck conferem com os modelos teóricos propostos pela ciência.

As informações colhidas pelo observatório Planck mostram que no início o Universo tinha as mesmas características em todo lugar e direção, porém, diferenças sutis contribuíram para a evolução da matéria, que finalmente produziu as estruturas que vemos hoje, como aglomerados de galáxias e grandes vazios. Os instrumentos do Planck trabalharam de duas formas, uma delas media a temperatura do Universo em todas as direções com precisão de um milésimo de grau, mapeando a CMB graças a pequenas diferenças na massa das regiões, constatadas nos fótons detectados pelos instrumentos.

CONFIRMANDO OS MODELOS TEÓRICOS QUE EXPLICAM O UNIVERSO

Mapeamento da CMB feita pela Planck, crédito ESA

A outra forma de medição media a polarização da luz da CMB. Como a luz pode vibrar em direções particulares, as interações entre luz e matéria influenciam essas direções, e mapear esse fenômeno auxilia os cientistas a observar os primeiros tempos do Universo. Os cientistas da ESA trabalharam em mapeamento da CMB em termos de temperatura, com base na polarização, e um terceiro mapeamento feito com as duas medições. Todos estes mapas do Universo conferem entre si, comprovando inequivocamente que os modelos atuais da forma como entendemos o Universo estão corretos. Ainda há muito por descobrir, sendo que a missão pode ter encontrado até mesmo pistas de universos paralelos, mas o Planck, desativado em 2013, deu uma decisiva contribuição para nosso entendimento da realidade.

Site da missão Planck

Confira os dados liberados do telescópio Planck

Evidência de outro universo pode ter sido encontrada

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Saiba mais:

Livro: Dossiê Cometa

O Dossiê Cometa é o relatório da entidade homônima francesa – o Comitê Cometa – que analisou as evidências mais marcantes da atuação de ETs em nosso planeta, através de avistamentos e aterrissagens de UFOs que se prolongam há milênios e dos contatos com seus tripulantes. O documento foi entregue ao primeiro ministro francês e a outras autoridades mundiais, com uma séria advertência: devemos estar preparados para grandes transformações em nossa cultura, ciência e religião, pois em pouco tempo os UFOs causarão grande impacto em nossas vidas.

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