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As fotos contestadas agora são objeto de intenso debate

Revista UFO | Edição 180 | 01 de Agosto de 2011

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Elas não são fotos comuns de discos voadores, imagens amareladas perdidas no tempo. Não, elas são algumas das mais estudadas e consagradas imagens que comprovariam a ação de outras espécies cósmicas na Terra, representada pela manifestação de veículos de espantosa tecnologia em nossa atmosfera. Feitas no litoral do Espírito Santo, em 1958, pelo fotógrafo profissional Almiro Baraúna, as imagens são desde então referência da Ufologia Mundial, publicadas e republicadas em livros sobre o assunto como evidências incontestáveis de que estamos sendo visitados por outras espécies. Elas também marcam um episódio emblemático da Ufologia Brasileira: a participação de oficiais graduados da Marinha em uma ocorrência ufológica. As imagens foram feitas a bordo de uma embarcação da Armada, enquanto dezenas de militares observavam, estupefatos, a passagem silenciosa da nave. Mas, na mesma proporção de sua importância para a pesquisa da presença alienígena na Terra, está a ferocidade com que as fotos são atacadas por movimentos céticos diversos do Brasil e do exterior. A dureza dessas agressões têm uma razão clara: nada do que se fez até agora para desacreditar as imagens deu resultado, e por isso as tentativas apenas se acirraram ao longo dos tempos. Esta edição histórica da Revista UFO, número 180, traz o mais contundente artigo que já se publicou sobre o assunto, elaborado pelo co-editor Marco A. Petit, profundo conhecedor do Caso Ilha de Trindade. Para publicá-lo, destacamos o artista e consultor Rafael Amorim para reproduzir, agora em cores, o cenário da ilha com uma nave como a fotografada, como se vê em nossa capa.

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