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Reabrindo o Caso Varginha

Revista UFO | Edição 222 | 01 de Abril de 2015

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IMPRENSA UFOLÓGICA

O Que a Mídia Fala dos Discos Voadores

Crânios de Cristal
David Hatcher Childress
Madras, 2009

crédito: madras
Com Stephen Mehler de coautor, Childress expõe um dos mais fascinantes enigmas
Com Stephen Mehler de coautor, Childress expõe um dos mais fascinantes enigmas

Os crânios ou caveiras de cristal, que já há muito são conhecidos dos ufólogos, arqueólogos e pesquisadores de mistérios, ganharam notoriedade pública a partir de 2008, com o lançamento do filme Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal. Muito embora a história de Jones nada tenha a ver com os crânios reais, é inegável que a existência das esculturas levantou a curiosidade das pessoas em relação ao assunto. Existem vários crânios espalhados pelo mundo, mas o mais famoso deles é o de Mitchell-Hedges. Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, filha adotiva do aventureiro e autor britânico Frederick Albert Mitchell-Hedges, disse tê-lo encontrado enterrado sob o altar desabado de um templo em Lubaantun [Cidade da Pedra Caída, no dialeto maia], nas Honduras Britânicas, atual Belize, em seu aniversário de 17 anos, em 1924.


Os nativos levaram o grupo até o lugar e, após terem queimado a vegetação local, tornou-se visível uma cidade com muitas edificações. Em dado momento, um reflexo da luz do Sol chamou a atenção da jovem. Na ocasião, seu pai estava na Inglaterra, arrecadando fundos para a expedição. Quando retornou, Anna mostrou-lhe imediatamente o lugar e, após horas levantando pedras pesadas com o auxílio da população local, encontraram a parte superior de um crânio de cristal perfeito. Seis semanas depois, em uma área diferente, cheia de andares, a mesma equipe descobriu a mandíbula.

De maneira diferente do personagem hollywoodiano, de conteúdo raso, Childress, que por suas viagens e pesquisas acabou ganhando a apelido de “Indiana Jones da vida real”, nos traz em sua obra uma detalhada descrição dos crânios e de seus paradeiros, não sem antes nos explicar quais são as propriedades dos cristais e de que forma eles são utilizados pela tecnologia em geral. A partir deste ponto, começamos uma fascinante viagem ao passado, em busca das origens não só dos crânios, mas de seus escultores. O livro passeia pela história da Mesoamérica, região onde se afirma que os crânios surgiram, é abundante na magia dos olmecas, zapotecas, maias e astecas. Também descreve os tempos turbulentos da revolução mexicana. O autor, com maestria, vivifica essas histórias com elegância e torna Crânios de Cristal um livro interessante e imprescindível para quem se interessa por mistérios e Ufologia.

O Tecido do Cosmos
Brian Greene
Companhia das Letras, 2005

crédito: Brian Greene sempre tratando com facilidade assuntos científicos difíceis
Companhia das Letras
Companhia das Letras

Brian Greene é um dos mais consagrados estudiosos da formação, evolução, estrutura e destino do cosmos, além de ter se tornado, desde o lançamento do livro O Universo Elegante [Companhia da Letras, 2004], já comentado nesta coluna, um dos grandes divulgadores da ciência. De maneira simples e descomplicada, o cientista consegue nos conduzir com facilidade pelo complexo mundo da física quântica e da cosmologia, fascinando os interessados com as maravilhas e estranhezas do universo. EmO Tecido do Cosmos, o jovem professor da Universidade de Colúmbia descreve os últimos desenvolvimentos da cosmologia e as teorias mais avançadas sobre o assunto.Propondo questões como “o universo realmente existe ou é uma abstração da mente humana?” e “o que foi que explodiu no Big Bang?”, Greene nos incita a contemplar o cosmos de uma maneira nova e fascinante.

O autor centraliza sua análise na Teoria das Supercordas, na qual hoje se concentram as esperanças de que cheguemos, ainda no transcurso de nossas vidas, a um entendimento profundo da natureza dos componentes básicos do universo e de sua relação com o espaço e o tempo.


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