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Nas profundezas da Terra

Revista UFO | Edição 254 | 01 de Janeiro de 2018

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MUNDO UFOLÓGICO

Fatos da Ufologia Brasileira e Mundial

Pentágono admite ter feito pesquisas ufológicas

Em matéria que repercutiu imensamente na imprensa mundial, o jornal The New York Times divulgou o programa Identificação de Ameaças Aéreas Avançadas, que funcionou entre 2007 e 2012 no Pentágono, sede do Departamento de Defesa norte-americano, e que investigou uma série de casos ufológicos — principalmente os protagonizados por militares daquele país. Um de seus líderes, Luis Elizondo, ex-oficial de Inteligência militar, afirma que o financiamento do programa entre 2008 e 2011 foi de 22 milhões de dólares e que ele, em moldes mais modestos, está funcionando até hoje.

Ligas metálicas desconhecidas

A investigação surgiu por iniciativa do senador Harry Reid, democrata já aposentado do estado do Nevada, que tem um longo histórico de ativo interesse na questão ufológica, e boa parte da verba foi destinada à empresa do bilionário norte-americano Robert Bigelow, a Bigelow Aerospace. Esta, por sua vez, delegou parte dos trabalhos de análise de evidências para subcontratadas. Elizondo alega que, em especial, ligas metálicas desconhecidas, pessoas que foram testemunhas de casos e experimentaram efeitos físicos diante dos UFOs foram os principais objetos de investigação. O próprio Pentágono teria emitido um relatório em 2009 apontando que os Estados Unidos não tinham capacidade de se defender de algumas das tecnologias descobertas na investigação.

Contra a política de sigilo

Elizondo renunciou a seu posto em outubro último, questionando a política de sigilo quanto ao assunto e cobrando uma investigação mais aprofundada e aberta do Fenômeno UFO. Ele mencionou como a questão é tratada em países como Rússia, China, Bélgica, França, Inglaterra e nações da América do Sul, como o Chile. Outro destaque da notícia foi o vídeo gravado por um caça Boeing F-18 Hornet, da Marinha norte-americana, mostrando a perseguição a um UFO em 14 de novembro de 2004. O piloto de um dos caças envolvidos, David Fravor, afirmou que o intruso “era algo nunca visto, tinha formato cilíndrico e 12 m de comprimento, com capacidades de manobra, aceleração e velocidade além de qualquer coisa conhecida na Terra”.

Oumuamua continua a assombrar cientistas

Uma das maiores descobertas astronômicas de 2017 foi o asteroide interestelar 1I/2017 U1 Oumuamua. Encontrado pela equipe do Telescópio de Varredura Panorâmica e Sistema de Rápida Resposta, em 19 de outubro, o objeto veio de fora do Sistema Solar e está rumando para deixar para sempre nossa região do espaço. Seu formato inusitado, com 400 m de comprimento e um décimo disso em largura, levou a sérios questionamentos na comunidade científica.

Buscando sinais de vida extraterrestre

A fim de dirimir qualquer dúvida o projeto Breakthrough Listen, do bilionário russo Yuri Milner, observou Oumuamua em 13 de dezembro com o radiotelescópio de Green Bank, buscando qualquer sinal que pudesse vir do objeto e indicar sua natureza artificial e alienígena — mas nada foi captado nas quatro faixas de frequência de escuta, de 1 a 12 GHz. Contudo, o radiotelescópio obteve cerca de 90 terabytes de dados ao longo das duas horas de observação. Outras três campanhas estavam marcadas para acontecer e espera-se que a análise do que já foi obtido possa indicar a composição do asteroide e outras informações.

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