ARTIGO

Veículos submarinos não identificados e contatos marinhos

Por Alan Foster | Edição 258 | 01 de Junho de 2018

Os objetos submarinos não identificados são vistos entrando e saindo de oceanos, mares, lagos e até de rios
Créditos: ALEXANDRE JUBRAN

Na história dos avistamentos ufológicos a maioria dos relatos fala sobre objetos voadores não identificados que são observados a olho nu ou captados por radares em nossa atmosfera e no espaço. Contudo, há casos que se referem a UFOs não apenas como artefatos aéreos, mas também como aparelhos capazes de entrar e sair de lagos, rios, mares e oceanos. Em alguns casos, eles foram vistos voando pela água e passando sob grandes embarcações comerciais e militares.

Casos envolvendo objetos submarinos não identificados (OSNIs), como são chamados, são relatados em todo o mundo desde há muito tempo. Encontros com naves subaquáticas muitas vezes envolvem fenômenos luminosos, interferências nos meios de comunicação das embarcações e até mal-estar da tripulação, que passa a sentir dores de cabeça, náuseas e até desmaios. Normalmente os sintomas desaparecem após o afastamento do objeto.

A literatura a esse respeito não é tão restrita quanto podem imaginar alguns e há muitos pesquisadores que se dedicam a levantar e registrar acontecimentos de OSNIs. Há muitos livros bons e sérios sobre o assunto, mostrando, inclusive, a ação desses veículos em cenários de guerra, em pesquisas locais ligadas à preservação ambiental e em lendas e histórias de povos antigos da Europa e da Ásia.

OSNIs e a lei do silêncio

Em um artigo anterior falamos sobre a tripulação de um grande cargueiro comercial polonês que teve um encontro com um UFO invisível, que aparentemente teria pousado na área de helicópteros da embarcação, em 13 de junho de 1967. O navio na ocasião, transitava em águas remotas e profundas entre Madagascar e Moçambique. O UFO teria chegado, inclusive, a pressionar a embarcação, afundando-a cerca de quatro metros e meio na água, o que permitiu mensurar seu peso — ou a força aplicada pelo objeto — em aproximadamente 30 mil toneladas.

Depois do ocorrido, já de volta à Polônia, o capitão contatou via rádio o centro de operações da empresa para relatar o acontecimento. Quando os marinheiros finalmente retornaram ao porto de origem, em Gdynia, próximo a Gdansk, foram recepcionados pela Polícia Especial Polonesa, leia-se polícia secreta. Os agentes entraram no navio, interrogaram a tripulação e ordenaram que os tripulantes não comentassem mais sobre o assunto. Tempos depois fomos informados sobre um caso similar. A testemunha desta vez era o capitão britânico de um navio comercial que estava navegando a oeste do Reino Unido em direção aos Estados Unidos, aproximadamente há 25 anos. Quando ele e seus comandados estavam no meio do Oceano Atlântico, foram surpreendidos por um UFO luminoso que pairou sobre a proa do navio, movendo-se em seguida para frente da embarcação.

A nave seguiu acompanhando o navio na mesma velocidade da embarcação durante algum tempo — a tripulação teve a impressão de que o objeto aparecera repentinamente, vindo do oceano. Assim como no caso polonês mencionado, o capitão relatou o caso à sua empresa via rádio. Sua empregadora o mandou mudar de rota imediatamente e manter segredo sobre o evento. Quando chegou ao porto norte-americano de Nova York, os navegadores foram procurados por dois oficiais que os proibiram de falar sobre o que haviam visto. Nos dois episódios, os navios estavam em mar aberto, a muitas centenas de quilômetros de distância da terra mais próxima, o que levanta a possibilidade de que o UFO possa ter emergido do oceano. Além disso, ambas os tripulantes das embarcações usaram o rádio para relatar os objetos aos seus superiores e foram recebidos por autoridades quando aportaram.

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Alan Foster

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