ARTIGO

Intervenção alienígena: podemos nos defender de uma dominação?

Por Equipe UFO | Edição 255 | 01 de Fevereiro de 2018

Se raças superiores estiverem planejando intervir para dominar o planeta, teríamos como nos defender?
Créditos: LUCA OLEASTRI

Desde que as abduções foram descobertas, nos últimos anos da década de 50, os ufólogos se viram diante de uma realidade muito diferente daquela apregoada pelos contatados poucos anos antes. Os extraterrestres, que até então tinham contornos messiânicos, passaram a adquirir cores bem mais sombrias. “Eles”, que eram bons, passaram a se mostrar sádicos e frios, sequestrando e torturando pessoas de forma aparentemente aleatória.

As reações àquela súbita mudança de comportamento por parte dos alienígenas, e o volume de casos de sequestros que começaram a surgir, levaram à criação de várias hipóteses e teorias, desde aquelas que dizem que tudo é para o nosso bem até as que dizem o contrário —tudo é para nos dominar e suplantar. Há também uma corrente de pensamento que afirma que nossos visitantes extraterrestres não se preocupam conosco, pois para eles somos o mesmo que os insetos são para os entomologistas. E há ainda os que não acreditam que abduções e contatos sejam reais.

O que querem os ETs

Teorias e relatos vêm se acumulando nesses 70 anos de Ufologia sem que se possa afirmar categoricamente qual é a verdade do Fenômeno UFO — que muitos, inclusive, acreditam que acontece em outro tipo de realidade. Este artigo tem por objetivo discutir uma nova teoria sobre as visitas e objetivos dos extraterrestres em nosso planeta, com base nos livros de Marshall Vian Summers, notadamente os três volumes de Aliados da Humanidade [New Knowledge Library, 2001, 2005, 2012].

Summers vem recebendo há quase quatro décadas mensagens sobre nosso planeta, a vida no universo em seus mais diferentes aspectos e sobre o que, segundo ele, ocorrerá em nosso futuro próximo, que é nossa entrada na “Comunidade Cósmica”, onde devemos chegar por nossas próprias pernas. Summers acredita que “a verdade impopular é que a família humana não está pronta para uma experiência direta de contato. Primeiro, devemos colocar nossa própria casa em ordem. Ainda não estamos maduros como espécie para nos envolvermos com outras raças da Comunidade Cósmica, em uma posição de unidade, força e discernimento. Os Aliados da Humanidade estão nos fornecendo muita sabedoria e perspectiva, mas não estão intervindo. Eles nos dizem que nosso destino está em nossas próprias mãos. Tal é o fardo da liberdade no universo”.

De acordo com o parágrafo que inaugura o primeiro livro da trilogia de Summers, “há algum tempo um grupo de indivíduos originários de vários diferentes mundos se reuniu em um local estratégico e discreto, no Sistema Solar, para observar a intervenção alienígena na Terra e determinar a identidade, a organização e as intenções daqueles que estão visitando este mundo”. Esse grupo de observadores chama a si mesmos de “Aliados da Humanidade”. E de tempos em tempos transmitem informações, alertas e orientações para a humanidade através de Summers.

Os Aliados da Humanidade deixam claro que há uma intervenção alienígena em andamento em nosso mundo e que ela é feita por raças que se beneficiam da desunião e da ignorância humanas sobre a realidade da existência de vida no universo — o objetivo dos interventores seria obter nossos preciosos recursos naturais e biológicos, tão raros em um universo cheio de planetas estéreis. Essa não é uma intervenção que nos beneficiará. Pelo contrário, ela é uma ameaça ao futuro e à liberdade de nosso mundo, como veremos em detalhes a seguir.

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