ARTIGO

Em São Paulo, UFO causa pane em dois aviões

Por Edison Boaventura Júnior | Edição 66 | 01 de Agosto de 2012

Um dos aeroportos mais movimentados do Brasil vive às voltas com incidentes ufológicos
Créditos: Infraero

Na noite de 31 de dezembro de 1966, um fato inusitado aconteceu no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, um dos mais movimentados do país desde aquela época. O incidente envolveu duas aeronaves, sendo uma de carga da companhia área Transbrasil, já extinta. O caso foi narrado ao Grupo Ufológico do Guarujá (GUG) pelo senhor José Ricardo de Oliveira Neto, mecânico e ex-funcionário de manutenção da Varig — que na década de 60 estava em plena atividade, antes de sua falência e compra, há poucos anos, pela empresa Gol. Oliveira Neto descreveu o espantoso episódio que aconteceu naquela fatídica noite, quando ele e mais dois amigos, Almir Souza e José Mendes, estavam de plantão na pista de aterrissagem, por volta das 23h00, aguardando a citada aeronave da Transbrasil, que estava com defeito e havia solicitado pouso de emergência.

Enquanto os companheiros esperavam o cargueiro chegar, a torre de controle do aeroporto detectou, por meio de seus radares, outra aeronave menor e completamente apagada que descia na direção da mesma pista de aterrissagem, mas sem fazer qualquer tipo de contato e sem se identificar. Por diversas vezes os funcionários da torre pediram para que os tripulantes do avião se comunicassem, mas não obtiveram qualquer tipo de resposta — a situação era extremamente incomum. A aeronave não identificada operou todos os bloqueios de faróis necessários para um pouso comum, mas, passados alguns minutos, sobrevoou o local e desceu normalmente, atendendo às ordens do pessoal em terra.

No entanto, em vez de aterrissar na pista principal, o avião acabou fazendo-o em uma pista secundária. Assim, alguns membros da equipe de manutenção aguardaram certo tempo para ver o que se passava, mas como ninguém descia do aparelho, por curiosidade, resolveram ir até ele e abrir sua porta. Qual não foi sua surpresa quando encontraram o piloto inconsciente e caído ao chão, além de seus companheiros desacordados, vítimas de micção e defecação espontânea. Além disso, havia indícios de incêndio no painel de controle e todos os instrumentos básicos para o funcionamento da aeronave estavam inutilizados.

Tripulação em estado de choque

Depois de serem examinados pelo departamento médico de Congonhas, os passageiros, ainda em estado de choque, relataram que haviam partido de Fortaleza com destino a São Paulo, e que, em certo momento, foram seguidos por um UFO com formato de bola de fogo — era muito iluminado e se posicionou do lado esquerdo do avião. Os tripulantes que viajavam no cargueiro da Transbrasil também avistaram um estranho círculo iluminado no céu, e também tiveram problemas. No momento em que viram o UFO, conforme o depoimento do piloto, também começou um incêndio espontâneo e não explicado no painel do cargueiro, quando se pediu socorro para a torre de Congonhas e prioridade para pouso, que logo ocorreu normalmente.

Controle exercido pelo UFO

A bordo da aeronave da Transbrasil, todos os tripulantes e passageiros também perderam a consciência, recobrando-a somente quando se encontravam em terra firme, depois de algum tempo — eles não têm ideia de como conseguiram pousar em segurança. “Acreditamos que o UFO tenha mantido controle do avião do momento da pane até à aterrissagem no Aeroporto de Congonhas”, concluiu o ex-mecânico senhor José Ricardo de Oliveira Neto. Diante do fato, a empresa solicitou aos envolvidos no caso, inclusive ao pessoal que estava de plantão na pista, que mantivessem sigilo absoluto, alegando que esse era assunto de interesse único e exclusivo da empresa e dos órgãos competentes.

Temos aqui, como se vê, o registro de mais um interessante acontecimento envolvendo UFOs que ainda não tinha sido divulgado, em virtude da censura e do acobertamento que o Fenômeno UFO sofre por parte das autoridades — já bastante comum para os ufólogos. Tais autoridades, civis e militares, aparentemente atendem à política implantada pelo governo dos Estados Unidos, em 1947, que visa manter a presença alienígena na Terra sob o mais rigoroso sigilo — é sabido que dito governo não tem interesse em divulgar a verdade e esclarecer a população sobre o tema. Assim, somente com depoimentos de testemunhas de credibilidade é que poderemos desvendar a misteriosa ação na Terra de outras inteligências cósmicas.

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Sobre o Autor

Edison Boaventura Júnior

Bancário, teólogo e presidente do Grupo Ufológico de Guarujá (GUG), finalista do IV Concurso Nacional de Ufologia e convidado especial desta edição.

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