ARTIGO

Caso Varginha: Irmã de policial morto faz contundentes revelações

Por Marco Aurélio Leal | Edição 254 | 01 de Janeiro de 2018

Marta Tavares, irmã de Marco Eli Chereze, morto após capturar um ET em Varginha, mostra a foto e o resultado da necropsia do rapaz
Créditos: MARCO AURÉLIO LEAL

Em janeiro de 1996, a cidade mineira de Varginha foi palco de um dos mais importantes casos da Ufologia Mundial. Batizado de Caso Varginha, o conjunto de ocorrências anômalas que se verificou na semana de 13 a 20 de janeiro de 1996 no município compreende a queda de um UFO, captura de estranhas criaturas em diferentes pontos da cidade, envolvimento de militares estrangeiros e, posteriormente, a morte confirmada de pelo menos um soldado, sob circunstâncias suspeitas. Tudo com direto envolvimento do Exército Brasileiro e do Corpo de Bombeiros local.

Todo esse conjunto de eventos evidentemente chamou a atenção da mídia e de pesquisadores de todo o Brasil, que se deslocaram até a cidade, dando início à maior pesquisa ufológica de nosso país — não apenas em extensão, mas em qualidade. Hoje, mesmo passados 22 anos dos acontecimentos, fatos inéditos não param de surgir conforme as pessoas que à época participaram dos eventos decidem quebrar o silêncio e contar o que sabem.

Varginha, além de tudo, é um caso ufológico muito particular, uma vez que grande parte das testemunhas são militares do Exército, do Corpo de Bombeiros e também da Polícia Militar de Minas Gerais, cujos testemunhos sempre têm um peso maior, mas vêm cobertos de sigilo. Muito se sabe, mas pouco se pode falar. Este artigo, que inclui uma entrevista com Marta Tavares, irmã do falecido soldado Marco Eli Chereze, evidencia como o episódio ainda está vivo e nos dá um vislumbre de quanta informação aguarda para ser divulgada.

Uma morte suspeita

Como já mostramos na entrevista que fizemos com o médico Lincoln Cesário Furtado [Veja edição UFO 246, agora disponível na íntegra em ufo.com.br], responsável pelo atendimento ao soldado Chereze no Hospital Bom Pastor, a morte do rapaz foi extremamente rápida e inexplicável, ocorrendo como resultado direto de sua captura de uma das criaturas sobreviventes do disco voador acidentado em Varginha. Tomado por uma violenta infecção de causa desconhecida, o policial militar do serviço reservado da PM de Minas faleceu pouco tempo após sua internação. À época, os médicos ficaram surpresos com rapidez com que a saúde do jovem se deteriorou, sem mostrar resposta a nenhum dos antibióticos ministrados.

Segundo o doutor Furtado, o jovem apresentava “um quadro extremamente grave de infecção, atípico para um rapaz tão jovem. Não havia nenhum tipo de recurso para cuidar daquela infecção, além dos remédios que ministramos. O problema estava no sistema imunológico do rapaz, que não respondeu ao tratamento. Tudo indicava que as defesas do organismo estavam muito prejudicadas”.

Diante do agravamento da situação, o doutor Furtado recomendou a transferência de Chereze para o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Regional do Sul de Minas, onde o paciente ficou aos cuidados do médico Alberto Severo, plantonista responsável pela ala. Pouco tempo depois, ele faleceu sem que se soubesse a razão da infecção que o atingira. Como veremos a seguir, a história é muito mais complexa do que muitos querem fazer parecer. O jovem policial tinha apenas 23 anos e saúde perfeita até 26 dias antes de sua morte.

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Marco Aurélio Leal

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