ARTIGO

Paquimé - mais evidências da presença alienígena na Terra

Por Scott Corrales | Edição 259 | 10 de Julho de 2018

NÃO HÁ
Créditos: ARIZONA ARCHAEOLOGICAL AND HISTORICAL SOCIETY

País cheio de contrastes e de natureza exuberante, o México foi o lar de grandes civilizações que ali floresceram durante aproximadamente 4.000 anos. Infelizmente, seus monumentos e mistérios chegaram até nós de forma fragmentada, uma vez que muito foi destruído quando da invasão pelos espanhóis. Entre os povos que prosperaram em solo mexicano, os mais conhecidos são os olmecas, astecas, teotihuan, zapotecas e maias, mas outras culturas avançadas também se fixaram ali. Sobre elas sabemos ainda menos do que sabemos sobre seus conterrâneos mais famosos.

A topografia do noroeste do México é marcadamente diferente daquela do restante do país. A cadeia montanhosa de Sierra Madre Oriental representa uma barreira formidável às incursões de seres humanos e um desafio aos melhores esforços do homem moderno. Até o momento, somente uma estrada e uma ferrovia atravessam aquele vale montanhoso, cujos picos alcançam mais de 2.500 m em alguns locais e despencam a profundidades superiores às do Grand Canyon, no estado do Colorado, nos Estados Unidos.

Mas para os antigos habitantes da região, sua escarpada geografia não representava empecilho algum. De fato, floresceu ali, em um sítio arqueológico de Paquimé, uma das civilizações antigas mais surpreendentes do continente. Não há ruínas no México ou em toda a Mesoamérica que se comparem às de Paquimé. As estruturas angulares dos sítios arqueológicos de Monte Albán e Uxmal, por exemplo, parecem suavemente arredondadas, e o grande Teotihuacán não é mais do que uma colina com degraus quando comparados ao que há em Paquimé — ao vermos o local pela primeira vez, nossa mente evoca memórias da lenda do Rei Minos de Creta e do labirinto construído pelo sábio Dédalo para esconder o temido Minotauro, uma história cujo berço está a milhares de quilômetros das areias mexicanas. De certa forma, Paquimé tem também um eco distante de Mohenjo-Daro e Harappa, as cidades mortas da bacia do Rio Indo, na Índia.

Sítio arqueológico inusitado

Desde o início da última década do século XIX, quando os arqueólogos começaram a trabalhar seriamente no norte do estado mexicano de Chihuahua, os vereditos sobre o sítio arqueológico de Paquimé vêm variando de um pesquisador para outro e de geração para geração. O arqueólogo norte-americano Charles Di Peso, que realizou buscas exaustivas no local, apoiava o conceito de aquela comunidade labiríntica ter sido um posto comercial entre culturas totalmente diferentes: a refinada Mesoamérica e as tribos menos sofisticadas do norte.

Já o autor e conferencista Curt Schaafsma pensa que, longe de ser um mero posto comercial, Paquimé e todas as culturas de Casas Grandes representaram um microcosmo autônomo que servia de ligação entre os povos indígenas do que é hoje os Estados Unidos e o sul do México. A maioria dos pesquisadores, no entanto, concorda que a área já estava ocupada por volta de 7.000 a.C., mas apenas por caçadores e coletores conhecidos como “os povos do deserto”. Satisfeitos com essa evidência, e sem fazerem maiores questionamentos, os estudiosos facilmente colocam Paquimé no cenário da ocupação humana mais recente — o auge da cultura, de acordo com tal entendimento, teria sido entre os anos 1250 e 1350, e ali não teriam vivido mais do que 4.000 pessoas.

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Sobre o Autor

Scott Corrales

É ufólogo norte-americano e dono da lista de debates Inexplicata.

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