ARTIGO

Acordos entre governos e ETs: a verdade que ainda precisa ser dita

Por Laura Eisenhower | Edição 222 | 01 de Abril de 2015


Créditos: EDITORIA DE ARTE

Após ter ouvido durante toda minha vida vários rumores em referência a meu bisavô, Dwight Eisenhower [Presidente dos Estados Unidos entre 1953 e 1961], e seus contatos com extraterrestres, comecei a investigar o assunto e, ao fazê-lo, descobri que tal caminho me levaria em direção a algo muito maior e mais complexo do que a simples informação sobre o assunto — me levaria a eventos reais que me fariam entender que não se tratavam de simples rumores tudo aquilo que ouvira. Mas quero iniciar dizendo que nada do que tratarei neste texto provém de outros membros de minha família, mas de meus pontos de vista, experiências, teorias e fatos. Sempre existiu um pesado acobertamento a respeito dos contatos entre o governo norte-americano e os extraterrestres, e muito sigilo entre os envolvidos e contatados. Examinando muitos testemunhos, parece evidente que uma espécie de pacto ou tratado teria sido firmado entre um ou mais grupos de extraterrestres, e que isso teria acontecido ainda muito antes que Ike [Apelido de Eisenhower] entrasse em cena.

Desde pequena fiz pesquisas e vivi experiências sobre o que hoje se chama de Exopolítica. Também pesquisei sobre visão remota, canalizações e sobre as várias supostas raças extraterrestres. Participei de estudos que adentraram o campo das energias profundas e tenho gravações de sessões de hipnose regressiva feitas com pessoas que viveram experiências de contato e abdução alienígena. Logo, para mim, não há a mínima dúvida sobre o fato de que extraterrestres estejam interagindo com a humanidade. Alguns dos fragmentos de meu mosaico poderiam realmente ser falsos ou incorretos, mas a maior parte é, seguramente, digna de confiança.

Governo oculto e conspiração

Considero que existam muito mais raças extraterrestres benévolas do que malévolas, mas é importante que a situação seja clara, de modo que possamos discernir as diferenças para proteger nossa soberania e nossos direitos como seres humanos. É tempo de termos consciência das forças benévolas, da vastidão de nosso cosmos e do fato de que nós somos o reflexo de seres multidimensionais. Não podemos negar a realidade dos rastros químicos [Chemtrails] e de seus malefícios espalhados pelos nossos céus, o desastre nuclear de Fukushima e outras, a geoengenharia política, o crescimento na produção de alimentos geneticamente modificados, o controle mental, as ameaças econômicas, as leis marciais, os campos de internação da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA), ainda vazios, mas já prontos para uso em caso de eventual necessidade.

Essas não são teorias conspiracionistas, mas uma triste realidade por trás da qual opera, em escala mundial, um governo secreto coligado às elites do poder como o grupo Bilderberg, o Conselho de Relações Externas dos Estados Unidos e a Comissão Trilateral [Fórum privado de discussão, fundado em 1973, por iniciativa de David Rockfeller]. Ou seja, há um verdadeiro governo oculto que já tem em suas mãos tecnologias extraterrestres. Aqueles que estão envolvidos contra sua vontade na trama precisam ser assistidos por nós, para que se libertem dos controles a que estão submetidos, para poderem ir adiante e contarem o que sabem. Certamente, em um plano prático, não há provas concretas para os elementos que apresentarei. Contudo, e apesar disso, eles ilustram uma história secreta com a qual temos que nos confrontar e que precisamos levar em consideração.

Além disso, como tratarei mais adiante, em 2006 fui recrutada em conjunto com outras pessoas para uma missão a Marte, em âmbito supersecreto, que em parte derivava dos tratados dos quais falaremos. O projeto foi chamado de Alternativa 4. Os chamados Alternativa 1, 2 e 3 foram programas realizados por cientistas da Sociedade Jasão — cujo nome deriva do personagem da mitologia grega que teria recuperado o velo de ouro — sob ordens de executivos trabalhando em operações secretas durante a administração de Eisenhower, com o objetivo de prever um possível apocalipse terrestre. O primeiro projeto contemplava o uso de energias nucleares para criar brechas na estratosfera, pelas quais o calor do efeito estufa e a poluição crescente possam escapar para o espaço. O segundo projeto visava construir uma rede de túneis subterrâneos dentro dos quais uma selecionada elite humana possa sobreviver, e o terceiro tinha a ver com um programa secreto de colonização de Marte — este deu origem ao quarto projeto.

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Laura Eisenhower

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