ARTIGO

A ciência dos UFOs

Por Luiz Vieira de Matos | Edição 258 | 01 de Junho de 2018


Créditos: RAFAEL AMORIM, EXCLUSIVO PARA A REVISTA UFO

Ao longo de décadas de estudos e investigações sobre o Fenômeno UFO, o modo de voo desses objetos tem sido um dos pontos que mais nos intriga. E quando falamos em modo de voo não nos referimos unicamente aos meios de propulsão que possam ser utilizados por tais naves. A verdade é que os motores que as equipam e os combustíveis que os alimentam, ainda que possam estar baseados em conceitos completamente diferentes daqueles que nós utilizamos, no fundo nada mais são do que isso: motores e propulsão.

Nossos estudos estão direcionados para o modo do voo dessas aeronaves, ou seja, para a possibilidade que elas têm de pairar, de efetuar repentinas mudanças de direção em ângulos agudos sem sequer se inclinarem, de inverter a direção de voo de forma instantânea, de atingir velocidades de milhares de quilômetros por hora quase que instantaneamente. E tudo isso sem produzirem qualquer som. Como é possível?

Para tentarmos entender que tipo de tecnologias os UFOs poderiam utilizar para efetuarem todas essas “mágicas” que parecem contrariar as leis físicas conhecidas, resolvemos comparar seus feitos com as tecnologias que nós, humanos, possuímos. Recorremos também ao conhecimento teórico sobre tecnologias que ainda estão em estudo, ou seja, ainda são hipóteses, mas cuja possibilidade de se tornar exequíveis só depende de conseguirmos encontrar os meios necessários para o fazer.


Tecnologia alienígena entre nós

Do mesmo modo que muitos outros estudiosos, este autor crê que a humanidade já faça uso de tecnologias alienígenas que foram reproduzidas pelos nossos cientistas. Certamente, elas foram adquiridas após o estudo e entendimento de suas funções nos UFOs que se encontram em posse de complexos científico-militares de algumas grandes potências mundiais, como os Estados Unidos. Tais naves provavelmente se acidentaram ou foram abatidas em nosso planeta e, após capturadas e recolhidas a hangares ou laboratórios, cientistas utilizaram nelas o método da engenharia reversa, que nada mais é do que a desmontagem e estudo minucioso dos diversos componentes de desconhecidas tecnologias para compreender o funcionamento e a finalidade de tais máquinas.

Autores sérios e estudiosos confiáveis da temática ufológica têm feito todo tipo de afirmações e colocado sobre a mesa uma variedade enorme de hipóteses sobre esse assunto, alguns de forma primorosa. Mas é importante esclarecer ao leitor que mesmo aqueles estudos que contêm bases científicas e que apresentam dados concreto, que lhes fornecem credibilidade, são sempre dotados de determinado grau de racionalidade dedutiva — isso acontece porque nesse campo praticamente nada é confirmável. No entanto, não existe outro modo de conceber e apresentar tais ideias, teorias e hipóteses.

O Fenômeno UFO, por si, é imprevisível e fortuito, e não temos como pegar uma dessas naves ou um dos seres que as controlam e estudá-los em laboratório. E é precisamente a impossibilidade deste estudo físico que alimenta as dúvidas levantadas sobre as teses apresentadas pelos investigadores da matéria. No entanto, dentro da elite científico-militar das grandes potências mundiais, existem pequenos grupos que têm livre acesso às naves alienígenas recuperadas em acidentes e seus tripulantes, vivos ou mortos, mas eles mantêm tais segredos fechados a sete chaves, nos hangares e laboratórios ultrassecretos desses mesmos países.

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Sobre o Autor

Luiz Vieira de Matos

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